Resolução CMN N° 4.993
Sumário Regulatório
Extraído do BCB
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Resolução Nº 4.993 RESOLUÇÃO CMN Nº 4.993, DE 24 DE MARÇO DE 2022 Dispõe sobre as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas técnicas, das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização, das entidades abertas de previdência complementar e dos resseguradores locais, sobre as aplicações dos recursos exigidos no País para a garantia...
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</span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><title style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Resolução Nº 4.993</title><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><style style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</style><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><div class="WordSection1">
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 18pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><a name="_Hlk94107970"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">RESOLUÇÃO
CMN Nº 4.993, DE 24 DE MARÇO DE 2022</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 213.2pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dispõe
sobre as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas técnicas,
das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de
capitalização, das entidades abertas de previdência complementar e dos
resseguradores locais, sobre as aplicações dos recursos exigidos no País para a
garantia das obrigações de ressegurador admitido e sobre a carteira dos Fundos
de Aposentadoria Programada Individual (Fapi).</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº
4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário
Nacional, em sessão <span style="color:windowtext;">realizada em 24 de março de 2022, </span>tendo em vista o disposto nos arts. <span style="color:windowtext;">1º, 7º, 9º e 14 do
Decreto nº 10.139,</span> de 28
de novembro de 2019, 28 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, 4º do
Decreto-Lei nº 261, de 28 de fevereiro de 1967, 1º da Lei nº 9.477, de 24 de
julho de 1997, 9º da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, e 17 da
Lei Complementar nº 126, de 15 de janeiro de 2007,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">R E S O L V E U :</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 1º  Ficam estabelecidas, nos termos do Regulamento
anexo, as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas
técnicas, das provisões e dos fundos, conforme disposto nas respectivas leis
que tratam do assunto, das sociedades seguradoras, das sociedades de
capitalização, das entidades abertas de previdência complementar e dos
resseguradores locais, bem como a aceitação dos ativos correspondentes como garantidores
dos respectivos recursos, na forma da legislação e da regulamentação em vigor,
e as aplicações dos recursos exigidos no País para a garantia das obrigações de
ressegurador admitido.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  Aplicam-se às carteiras de
investimentos dos Fundos de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) as
diretrizes, os requisitos, as modalidades, os limites de alocação por ativo e
modalidade, os limites por emissor, as regras para operações com derivativos e
operações compromissadas e os prazos aplicáveis ao segmento de planos abertos
de previdência complementar e de seguros de pessoas com cobertura por
sobrevivência destinados para Participantes Qualificados de Previdência
Complementar durante o prazo de diferimento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 2º  Ficam revogados:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - a Resolução nº 4.444, de 13 de novembro de 2015;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - a Resolução nº 4.449, de 20 de novembro 2015;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - o art. 1º da Resolução nº 4.484, de 6 de maio de
2016;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - a Resolução nº 4.633, de 22 de fevereiro de 2018;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - a Resolução nº 4.670, de 14 de junho de 2018; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI - a Resolução nº 4.769, de 19 de dezembro de 2019.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 36pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 3º  Esta Resolução entra em vigor
<span style="color:windowtext;">em 2 de maio
de 2022.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="color:windowtext;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Roberto de Oliveira
Campos Neto</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Presidente do Banco Central do Brasil</span></p>
<span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><span style="color:black;font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><br clear="all">
</span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><p class="MsoNormal" align="left" style="margin:0cm 0cm 8pt;text-align:left;text-indent:0cm;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 18pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">REGULAMENTO ANEXO À RESOLUÇÃO CMN Nº 4.993,
DE 24 DE MARÇO DE 2022</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO I</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DOS RECURSOS E DA ACEITAÇÃO DE ATIVOS
COMO GARANTIDORES</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 1º  Os recursos das reservas técnicas, das provisões
e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização, das
entidades abertas de previdência complementar e dos resseguradores locais,
conforme disposto nas respectivas leis que tratam do assunto, devem ser
aplicados conforme as diretrizes estabelecidas nos Capítulos II a VII e X deste
Regulamento, enquanto os recursos exigidos no País para a garantia das
obrigações de ressegurador admitido devem ser aplicados conforme disposto no
Capítulo IX.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO II</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DAS DIRETRIZES E REQUISITOS PARA
APLICAÇÃO</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção I</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das Diretrizes para Aplicação dos
Recursos</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 2º  Na aplicação dos recursos de que trata este
Regulamento, as sociedades seguradoras, as sociedades de capitalização, as
entidades abertas de previdência complementar e os resseguradores devem:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - observar os princípios de segurança, rentabilidade,
solvência, liquidez, diversificação, adequação à natureza de suas obrigações e
transparência;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - exercer suas atividades com boa fé, lealdade e
diligência;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - zelar por elevados padrões éticos;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - adotar práticas que visem garantir o cumprimento de
suas obrigações, considerando, inclusive, a política de investimentos
estabelecida, observadas as modalidades, segmentos, limites e demais critérios
e requisitos estabelecidos neste Regulamento; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - observar, sempre que possível, os aspectos
relacionados à sustentabilidade econômica, ambiental, social e de governança
dos investimentos.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção II</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos Requisitos dos Ativos</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 3º  A emissão, a distribuição e a negociação dos
títulos e valores mobiliários devem observar as normas estabelecidas pelo Banco
Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Os títulos e valores mobiliários devem ter
liquidação financeira, ou a previsão para entrega dos respectivos ativos
financeiros subjacentes, desde que sejam passíveis de serem aceitos como
garantidores dos recursos das reservas técnicas, das provisões e dos fundos,
conforme disposto nas respectivas leis que tratam do assunto, das sociedades
seguradoras, das sociedades de capitalização, das entidades abertas de
previdência complementar e dos resseguradores.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Não serão considerados como ativos garantidores as
ações, títulos, valores mobiliários ou qualquer obrigação de emissão da própria
sociedade seguradora ou da sociedade de capitalização ou da entidade aberta de
previdência complementar ou do ressegurador local, bem como as ações, títulos,
valores mobiliários e obrigações de emissão de partes relacionadas.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Para fins deste Regulamento, são partes
relacionadas à sociedade seguradora, à sociedade de capitalização, à entidade
aberta de previdência complementar ou ao ressegurador local:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - as entidades controladas, diretamente ou por meio de
outras entidades controladas, ou cujo controle seja compartilhado;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - as entidades pertencentes ao mesmo grupo econômico,
ou seja, entidades controladoras e as entidades por elas controladas, bem como
as entidades sob controle comum;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - as respectivas entidades coligadas, entendidas
estas como as que:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) a investidora tem influência significativa, detendo ou
exercendo o poder de participar nas decisões das políticas financeira ou
operacional da investida; ou</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) a investidora for titular de 20% (vinte por cento) ou
mais do capital votante da investida;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - administradores ou membros de conselhos estatutários
da sociedade seguradora ou da sociedade de capitalização ou da entidade aberta
de previdência complementar ou do ressegurador local e respectivos cônjuges ou
companheiros e parentes até o segundo grau; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - entidades em que as pessoas mencionadas no inciso IV
detenham participação igual ou superior a 10% (dez por cento) do capital.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  O disposto no § 2º não se aplica às ações
integrantes de índice de mercado quando alocadas em carteiras de fundos de
investimentos para os quais o referido índice seja referência para a política
de investimentos do fundo, desde que respeitada a proporção de participação de
cada ação na composição do referido índice.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 4º  Somente serão considerados ativos garantidores
os ativos financeiros que sejam registrados em sistemas de registros, objeto de
custódia ou objeto de depósito centralizado, em todos os casos em instituições
autorizadas pelo Banco Central do Brasil ou pela Comissão de Valores
Mobiliários, nas suas respectivas áreas de competência, para desempenhar as
referidas atividades, observado o disposto no § 3º do art. 11 deste Regulamento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 5º  Os títulos e valores mobiliários devem ser
objeto de registro, com identificação do titular, de depósito centralizado em
conta individualizada em nome da seguradora, da sociedade de capitalização, da
entidade aberta de previdência complementar ou do ressegurador local, ou objeto
de custódia, em todos os casos em instituições autorizadas pelo Banco Central
do Brasil ou pela Comissão de Valores Mobiliários, nas suas respectivas áreas
de competência, para desempenhar as referidas atividades.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Os sistemas de registro devem permitir a
identificação da seguradora, da sociedade de capitalização, da entidade aberta
de previdência complementar ou do ressegurador local com a consequente
segregação do patrimônio destas do patrimônio do agente custodiante ou
liquidante.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  As disponibilidades deverão permanecer depositadas
em instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do
Brasil.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 6º  É vedada a aquisição de cotas de fundos de
investimento cuja atuação, direta ou indireta, em mercados de derivativos gere,
a qualquer tempo, a possibilidade de perda superior ao valor do patrimônio
líquido do fundo de investimento ou que obrigue o cotista a aportar recursos
adicionais para cobrir o prejuízo do fundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO III</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DOS INVESTIMENTOS</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção I</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das Modalidades para Aplicação de
Recursos</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 7º  Observadas as limitações e as demais condições
estabelecidas neste Regulamento, os recursos somente poderão ser alocados nas
seguintes modalidades:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - renda fixa;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - renda variável;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - imóveis;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - investimentos sujeitos à variação cambial; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - outros.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção II</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos Ativos e Limites por Modalidade</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção I</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Da Modalidade Renda Fixa</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 8º  Na aplicação dos recursos de que trata este
Regulamento, devem ser observados os seguintes limites e ativos admitidos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 100% (cem por cento) no somatório dos seguintes
ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) títulos da Dívida Pública Mobiliária Federal interna;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) créditos securitizados pela Secretaria do Tesouro
Nacional;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto e com a finalidade específica de receber recursos de
reservas técnicas e provisões, cujas carteiras estejam representadas
exclusivamente pelos títulos referidos nas alíneas “a” e “b”, posições em
mercados de derivativos e disponibilidades de caixa, que poderão ser investidas
em operações compromissadas, dos quais as sociedades seguradoras, as sociedades
de capitalização, as entidades abertas de previdência complementar ou os
resseguradores locais sejam os únicos cotistas e as cotas de fundos de investimento
em cotas de fundos de investimento com tais características, conforme
regulamentação em vigor (Fundo de Investimento Especialmente Constituído de
Títulos Públicos); e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) cotas de fundos de investimento admitidas à negociação
no mercado secundário por intermédio de bolsa de valores cujas carteiras de
ativos financeiros visem refletir as variações e rentabilidade de índice de
renda fixa composto exclusivamente pelos títulos referidos nas alíneas “a” e
“b”, ressalvadas as disponibilidades de caixa permitidas pela regulamentação em
vigor (Fundo de Índice de Títulos Públicos), conforme regulamentação
estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 75% (setenta e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) valores mobiliários ou outros ativos financeiros de
renda fixa emitidos por companhia aberta cuja oferta pública tenha sido
registrada na Comissão de Valores Mobiliários, ou que tenha sido objeto de
dispensa; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) debêntures de infraestrutura emitidas na forma
disposta no art. 2º da Lei nº 12.431, de 24 de junho de 2011, por sociedade por
ações, aberta ou fechada, cuja oferta pública tenha sido registrada na Comissão
de Valores Mobiliários, ou que tenha sido objeto de dispensa, e que possuam
garantia de títulos públicos federais que representem pelo menos 30% (trinta
por cento) do principal na data de vencimento dos compromissos estipulados na
escritura de emissão, observadas as normas da Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - até 50% (cinquenta por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) obrigações ou coobrigações de instituições financeiras
autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira tenha como principal fator de risco a
variação da taxa de juros doméstica, ou de índice de preços ou ambos, ou cotas
de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento com tais
características (Fundos Renda Fixa), conforme regulamentação estabelecida pela
Comissão de Valores Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) cotas de fundos de investimento admitidas à negociação
no mercado secundário por intermédio de bolsa de valores, na forma
regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários, cujas carteiras sejam
compostas por ativos financeiros que busquem refletir as variações e
rentabilidade de índices de referência de renda fixa (Fundo de Índice de Renda
Fixa); e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - até 25% (vinte e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) valores mobiliários ou outros ativos financeiros de
renda fixa cuja oferta pública tenha sido registrada na Comissão de Valores
Mobiliários, ou que tenha sido objeto de dispensa, emitidos por sociedade de
propósito específico (SPE) constituída sob a forma de sociedade por ações,
excetuada a hipótese prevista no inciso II, alínea “b”;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) certificados de recebíveis de emissão de companhias
securitizadoras, na forma regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) obrigações de organizações financeiras internacionais
das quais o Estado brasileiro faça parte, admitidas à negociação no Brasil;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) cotas de classe sênior de fundos de investimento em direitos
creditórios (FIDC) e as cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de
investimento em direitos creditórios (FICFIDC); e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) títulos ou valores mobiliários de renda fixa não
relacionados neste artigo, desde que com cobertura integral de seguro de
crédito, observada a regulamentação específica do Conselho Nacional de Seguros
Privados e da Superintendência de Seguros Privados.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Não serão admitidos na modalidade de que trata esta
Subseção ativos cuja remuneração esteja associada à variação cambial.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Os FICFIDC mencionados na alínea “d” do inciso IV do
<b>caput</b> deverão conter previsão em seu regulamento que exclua a
possibilidade de investimento em cotas de classe subordinada.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Não serão considerados como ativos garantidores
mencionados na alínea “d” do inciso IV do <b>caput</b> os FIDC no âmbito do
Programa de Incentivo à Implementação de Projetos de Interesse Social
(FIDC-PIPS) e os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados
(FIDC-NP), bem como os respectivos fundos de cotas com esses ativos, conforme
regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><a name="_Hlk98491073"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  O limite de que trata o inciso
IV do <b>caput</b>, para aplicação no ativo de que trata a alínea “a”, pode ser
ampliado para 30% (trinta por cento) em se tratando de cotas de fundos de
investimento na forma prevista no art. 3º da Lei nº 12.431, de 2011, ou
debêntures emitidas por SPE constituída sob a forma de sociedade por ações,
aberta ou fechada, de certificados de recebíveis imobiliários e de cotas
seniores de emissão de fundo de investimento em direitos creditórios
padronizados ou não padronizados, constituídos sob a forma de condomínio
fechado, de emissão ou cessão por concessionária, permissionária, autorizatária
ou arrendatária, para captar recursos com vistas a implementar projetos de
investimento na área de infraestrutura, na forma disposta no § 1º-A do art. 2º
da Lei nº 12.431, de 2011.</span></a></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm;text-align:center;text-indent:0cm;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção II</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Da
Modalidade Renda Variável</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 9º  Na aplicação dos recursos de que trata este
Regulamento, devem ser observados os seguintes limites e ativos admitidos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 100% (cem por cento) no somatório dos seguintes
ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) ações de emissão de companhias abertas,
correspondentes bônus de subscrição, recibos de subscrição e certificados de
depósito, admitidas à negociação em segmento especial, instituído por bolsa de
valores no Brasil, que assegurem, por meio de vínculo contratual entre a bolsa
e o emissor, práticas diferenciadas de governança corporativa, que contemplem,
pelo menos, a obrigatoriedade de no mínimo 25% (vinte e cinco por cento) de
ações permanentemente em circulação (<b>free float</b>) e previsão expressa no
estatuto social da companhia de que seu capital social seja dividido
exclusivamente em ações ordinárias; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira seja composta exclusivamente pelas
ações admitidas na alínea “a”, correspondentes bônus ou recibos de subscrição e
de certificados de depósitos de tais ações, e as cotas de fundos de
investimento em cotas de fundos de investimento com tais características,
conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 75% (setenta e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) ações de emissão de companhias abertas que permitam a
existência de ações ON e PN (com direitos adicionais), correspondentes bônus de
subscrição, recibos de subscrição e certificados de depósito, admitidas à
negociação em segmento especial, instituído por bolsa de valores no Brasil, que
contemplem previsão expressa no estatuto social da companhia de que o conselho
de administração deve ser composto por no mínimo 5 (cinco) membros, dos quais
pelo menos 20% (vinte por cento) devem ser independentes com mandato unificado
de até 2 (dois) anos, conforme critério estabelecido pela bolsa de valores; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira seja composta exclusivamente pelas
ações admitidas na alínea “a”, correspondentes bônus ou recibos de subscrição e
de certificados de depósitos de tais ações, e as cotas de fundos de
investimento em cotas de fundos de investimento com tais características,
conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - até 50% (cinquenta por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) ações de emissão de companhias abertas cuja composição
do Conselho de Administração possua um mínimo de 3 (três) membros (conforme
legislação), com mandato unificado de até 2 (dois) anos, admitidas à negociação
em segmento especial, instituído por bolsa de valores no Brasil, e
correspondentes bônus de subscrição, recibos de subscrição e certificados de
depósito;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira seja composta exclusivamente pelas
ações admitidas na alínea “a”, correspondentes bônus ou recibos de subscrição e
de certificados de depósitos de tais ações, e as cotas de fundos de
investimento em cotas de fundos de investimento com tais características,
conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) cotas de fundos de investimento admitidas à negociação
no mercado secundário por intermédio de bolsa de valores cujas carteiras sejam
compostas por ativos financeiros que busquem refletir as variações e
rentabilidade de índices de referência de renda variável (Fundo de Índice de
Renda Variável), conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores
Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira seja referenciada em índice composto
por, no mínimo, 50 (cinquenta) ações divulgado por bolsa de valores no Brasil,
correspondentes bônus ou recibos de subscrição e de certificados de depósitos
de tais ações, e as cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de
investimento com tais características (Fundo Referenciado em Índice de Ações),
conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - até 25% (vinte e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) ações sem percentual mínimo em circulação (<b>free
float</b>), correspondentes bônus de subscrição, recibos de subscrição e
certificados de depósito, admitidas à negociação em bolsa de valores no Brasil;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira seja composta por ações admitidas à
negociação em mercados organizados, bônus ou recibos de subscrição e de
certificados de depósitos de tais ações, e as cotas de fundos de investimento
em cotas de fundos de investimento com tais características, conforme
regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) debêntures com participação nos lucros, ou
conversíveis em ações ou permutáveis em ações, cuja oferta de distribuição
tenha sido previamente registrada na Comissão de Valores Mobiliários, ou cujo
registro tenha sido, por esta, dispensado.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção III</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Da Modalidade Imóveis</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 10.  Serão admitidas aplicações de até 100% (cem por
cento) em cotas de fundos de investimento imobiliário (FII) e em cotas de
fundos de investimento em cotas de fundos de investimento com tais características
(FICFII), conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores
Mobiliários.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção
IV</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Da
Modalidade Investimentos Sujeitos à Variação Cambial</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 11.  Na aplicação dos recursos de que trata este
Regulamento, devem ser observados os seguintes limites e ativos admitidos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 100% (cem por cento) no somatório dos seguintes
ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) títulos da Dívida Pública Mobiliária Federal cuja
remuneração seja associada à variação da cotação de moeda estrangeira;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, cuja carteira seja composta por pelo menos 80%
(oitenta por cento) de ativos relacionados à variação de preços de moeda
estrangeira ou à variação do cupom cambial (Fundo de Investimento Cambial) ou
cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento com tais
características, conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores
Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) cotas de fundos de investimento de renda fixa,
constituídos sob a forma de condomínio aberto, que tenha 80% (oitenta por
cento), no mínimo, de seu patrimônio líquido representado por títulos
representativos da dívida externa de responsabilidade da União ou cotas de
fundos de investimento em cotas de fundos de investimento com tais
características (Fundo de Renda Fixa Dívida Externa), conforme regulamentação
estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a
forma de condomínio aberto, das classes Renda Fixa, Ações, Multimercado e
Cambiais que incluam em sua denominação o sufixo “Investimento no Exterior”, ou
cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento com tais
características, conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores
Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) cotas de fundos de investimento admitidas à negociação
no mercado secundário por intermédio de bolsa de valores, no Brasil, cujas
carteiras sejam compostas por ativos financeiros que busquem refletir as
variações de índices de referência em renda fixa ou renda variável no exterior
(Fundo de Índice em Investimento no Exterior), desde que registrados na Comissão
de Valores Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">f) cotas de fundos de investimento classificados como
Multimercado cuja política de investimento permita a compra de ativos ou
derivativos com risco cambial, constituídos sob a forma de condomínio aberto,
ou cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento com tais
características (Fundos Multimercado), nas formas regulamentadas pela Comissão
de Valores Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">g) Certificados de Operações Estruturadas (COE) com Valor
Nominal Protegido referenciados em taxas de câmbio ou variação cambial;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 75% (setenta e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) certificados de depósito de valores mobiliários com
lastro em ações de emissão de companhia aberta ou assemelhada com sede no
exterior – <b>Brazilian Depositary Receipts</b> (BDR), negociados em bolsa de
valores no País; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas dos fundos de investimento que possuam em seu
nome a designação “Ações - BDR Nível I”, constituídos sob a forma de condomínio
aberto, conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores
Mobiliários;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - até 50% (cinquenta por cento) em títulos e valores
mobiliários representativos de dívida corporativa de empresas brasileiras de
capital aberto, emitidos e negociáveis no exterior; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - até 25% (vinte e cinco por cento) no somatório dos
seguintes títulos emitidos ou incondicionalmente garantidos por instituições
financeiras no exterior em moeda estrangeira:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) depósitos a prazo fixo por até 6 (seis) meses,
renováveis;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) certificados de depósitos; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) títulos emitidos por governos centrais de jurisdições
estrangeiras e respectivos bancos centrais, desde que a classificação externa
de risco da emissão, conferida por agência de classificação de risco de crédito
registrada ou reconhecida no Brasil pela Comissão de Valores Mobiliários, seja
igual ou superior a AA- ou classificação equivalente.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  A aquisição de títulos e valores mobiliários de que
trata esta Subseção fica limitada aos ativos considerados, pelo gestor, de
baixo risco de crédito.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Excetuam-se do disposto no § 1º os títulos públicos
federais de emissão de responsabilidade da União emitidos no exterior.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Os títulos e valores mobiliários emitidos no
exterior, de que tratam a alínea “a” do inciso I e os incisos III e IV do <b>caput</b>,
devem estar registrados em sistema de registro e depósito centralizado, em
central de custódia, ou regularmente escriturados, em todos os casos, em
instituições autorizadas por autoridade competente no país onde é realizado o
investimento ou em instituições de que trata o art. 4º, conforme regulação
específica.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  O sistema de registro, escrituração, custódia ou
depósito central de que trata o § 3º deve permitir a identificação do
investimento realizado pela sociedade seguradora, sociedade de capitalização,
entidade aberta de previdência complementar ou pelo ressegurador local, com a
consequente segregação do patrimônio do agente de registro, escrituração,
custódia e liquidação.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção
V</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Da
Modalidade Outros</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 12.  Na aplicação dos recursos de que trata este
Regulamento, devem ser observados os seguintes limites e ativos admitidos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 100% (cem por cento) no somatório dos seguintes
ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) cotas de fundos de investimento classificados como
Multimercado, constituídos sob a forma de condomínio aberto, ou cotas de fundos
de investimento em cotas de fundos de investimento com tais características
(Fundos Multimercado), nas formas regulamentadas pela Comissão de Valores
Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) COE com Valor Nominal Protegido;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 75% (setenta e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) cotas de Fundos de Investimento em Participações (FIP)
qualificados como Entidades de Investimento, nas formas regulamentadas pela
Comissão de Valores Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) cotas de fundos de investimento classificados como
Ações – Mercado de Acesso, observada a regulamentação estabelecida pela Comissão
de Valores Mobiliários; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - até 25% (vinte e cinco por cento) no somatório dos
seguintes ativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) COE com Valor Nominal em Risco; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) certificados de Reduções Certificadas de Emissão (RCE)
ou de créditos de carbono do mercado voluntário, admitidos à negociação em
bolsa de valores, mercadorias e futuros ou mercado de balcão organizado,
registrados ou depositados, respectivamente, em entidade registradora ou
depositário central, autorizados pelo Banco Central do Brasil ou pela Comissão
de Valores Mobiliários nas suas respectivas áreas de competência, para
desempenhar as referidas atividades.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Não serão classificadas na modalidade de que trata
esta Subseção cotas de fundos classificados como Multimercado cuja política de
investimento permita a compra de ativos ou derivativos com risco cambial e os
COE referenciados em taxas de câmbio ou variação cambial.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  O FIP deve prever em seu regulamento a determinação
de que o gestor do fundo de investimento, ou gestoras ligadas ao seu respectivo
grupo econômico, mantenha, no mínimo, 3% (três por cento) do capital subscrito
do fundo.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  É vedada a inserção de cláusula no regulamento do
FIP que estabeleça preferência, privilégio ou tratamento diferenciado de
qualquer natureza ao gestor e/ou a pessoas ligadas em relação aos demais
cotistas.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
III</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos
Limites de Alocação por Modalidade para cada Segmento</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 13.  As sociedades seguradoras, as sociedades de
capitalização, as entidades abertas de previdência complementar e os
resseguradores locais deverão aplicar os recursos de que trata este
Regulamento, conforme cada um dos segmentos e limites máximos por modalidade a
seguir:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - aplicações de planos abertos de previdência
complementar e de seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência, cuja
remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos
durante o prazo de diferimento:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) na modalidade Renda Fixa: até 100% (cem por cento),
observados os limites do art. 8º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) na modalidade Renda Variável: até 70% (setenta por
cento), observados os limites do art. 9º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) na modalidade Imóveis: até 20% (vinte por cento),
observados os limites do art. 10 e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) na modalidade Investimentos Sujeitos à Variação
Cambial: até 20% (vinte por cento), observados os limites do art. 11 e da Seção
IV deste Capítulo; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) na modalidade Outros: até 20% (vinte por cento),
observados os limites do art. 12 e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - aplicações de planos abertos de previdência
complementar e de seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência, cuja
remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos
durante o prazo de diferimento, destinados exclusivamente a Participantes
Qualificados na forma definida pelo Conselho Nacional de Seguros Privados:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) na modalidade Renda Fixa: até 100% (cem por cento),
observados os limites do art. 8º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) na modalidade Renda Variável: até 100% (cem por
cento), observados os limites do art. 9º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) na modalidade Imóveis: até 40% (quarenta por cento),
observados os limites do art. 10 e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) na modalidade Investimentos Sujeitos à Variação
Cambial: até 40% (quarenta por cento), observados os limites do art. 11 e da
Seção IV deste Capítulo; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) na modalidade Outros: até 40% (quarenta por cento),
observados os limites do art. 12 e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - aplicações das sociedades seguradoras e de
resseguradores locais vinculadas às operações em moeda estrangeira e de seguros
de crédito à exportação:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) na modalidade Renda Fixa: até 100% (cem por cento),
observados os limites do art. 8º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) na modalidade Renda Variável: até 49% (quarenta e nove
por cento), observados os limites do art. 9º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) na modalidade Imóveis: até 20% (vinte por cento),
observados os limites do art. 10 e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) na modalidade Investimentos Sujeitos à Variação
Cambial: até 100% (cem por cento), observados os limites do art. 11 e da Seção
IV deste Capítulo; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) na modalidade Outros: até 20% (vinte por cento),
observados os limites do art. 12 e da Seção IV deste Capítulo; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - demais aplicações de que trata este Regulamento, não
relacionadas nos incisos de I a III:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) na modalidade Renda Fixa: até 100% (cem por cento),
observados os limites do art. 8º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) na modalidade Renda Variável: até 49% (quarenta e nove
por cento), observados os limites do art. 9º e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) na modalidade Imóveis: até 20% (vinte por cento),
observados os limites do art. 10 e da Seção IV deste Capítulo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) na modalidade Investimentos Sujeitos à Variação
Cambial: até 10% (dez por cento), observados os limites do art. 11 e da Seção
IV deste Capítulo; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) na modalidade Outros: até 20% (vinte por cento),
observados os limites do art. 12 e da Seção IV deste Capítulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção IV</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos Limites por Emissor e Investimento</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção I</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos Limites de Alocação por Emissor</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 14.  Na aplicação dos recursos de que trata esta
Resolução, devem ser observados os seguintes limites:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 100% (cem por cento) se o emissor for:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) a União;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) fundos de que trata a alínea “c” do inciso I do <b>caput</b>
do art. 8º; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) fundos de investimento especialmente constituídos de
que tratam os arts. de 17 a 20;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 49% (quarenta e nove por cento) se o emissor
for:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) fundo de investimento; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) fundo de índice;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - até 25% (vinte e cinco por cento) se o emissor for
instituição financeira;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - até 15% (quinze por cento) se o emissor for:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) companhia aberta não relacionada no inciso III; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) SPE, no caso das debêntures de infraestrutura
mencionadas na alínea “b” do inciso II do <b>caput</b> do art. 8º;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - até 10% (dez por cento) se o emissor for:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) organizações financeiras internacionais;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) companhia securitizadora;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) FIDC e FICFIDC;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) FII e FICFII;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) SPE;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">f) FIP; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">g) fundos de investimento classificados como Ações –
Mercado de Acesso; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI - até 5% (cinco por cento) se o emissor não estiver
incluído nos incisos de I a V.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Considera-se como um único emissor, para efeito
deste artigo, as companhias controladas pelos mesmos tesouros estaduais ou
municipais, bem como as entidades que sejam partes relacionadas, conforme o §
3º do art. 3º.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Para cômputo dos limites definidos no inciso III do
<b>caput</b>, será considerada como emissora a instituição financeira com
coobrigações de sua responsabilidade.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Para fins de verificação do limite estabelecido na
alínea “b” do inciso V do <b>caput</b>, nos casos de emissões de certificados
de recebíveis com a instituição de regime fiduciário, considera-se como emissor
cada patrimônio separado constituído com a adoção do referido regime.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  A <a name="_Hlk98499053">parcela de recursos de
Renda Variável </a>dos planos abertos de previdência complementar e de seguros
de pessoas com cobertura por sobrevivência investida por meio dos fundos de
investimento de que trata o Capítulo IV (FIEs), nos FIEs de ações cuja carteira
contenha ações integrantes de índice de mercado que seja referência para a sua
política de investimentos, fica dispensada de observar os limites previstos nos
incisos III e IV do <b>caput</b>, desde que respeitada a proporção de
participação de cada ação na composição do respectivo índice.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção II</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos Limites de Concentração por
Emissor</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 15.  Na aplicação dos recursos de que trata este Regulamento,
devem ser observados os seguintes limites:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 25% (vinte e cinco por cento) do patrimônio
líquido de um mesmo:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) FIDC e FICFIDC;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) FII e FICFII; ou</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) FIP.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 25% (vinte e cinco por cento) do patrimônio
separado constituído pela totalidade dos créditos submetidos ao regime
fiduciário que lastreiam a emissão de um mesmo certificado de recebíveis; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - até 20% (vinte por cento):</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) do capital total de uma mesma companhia aberta;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) do capital votante de uma mesma companhia aberta; ou</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) do patrimônio líquido de uma mesma instituição
financeira.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  Para fins de verificação da observância
dos limites de que tratam as alíneas “a” e “b” do inciso III do <b>caput</b>,
deve ser adicionado, ao total de ações, o total de bônus de subscrição, recibos
de subscrição e certificados de depósitos de ações de uma mesma companhia, as
cotas de fundos de investimento e as cotas de fundos de investimento em cotas
de fundos de investimento classificados como fundos de ações que tenham como
objetivo investir em uma única companhia, ou grupo financeiro ou econômico.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Subseção
III</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos
Limites de Alocação por Investimento</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 16.  Na aplicação de recursos de que trata este Regulamento,
deve ser observado o limite de 25% (vinte e cinco por cento) de uma mesma
classe ou série de títulos ou valores mobiliários.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Excetuam-se deste artigo:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - títulos da dívida pública mobiliária federal;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - créditos securitizados pela Secretaria do Tesouro
Nacional;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - ações, bônus de subscrição de ações e recibos de
subscrição de ações; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - debêntures de infraestrutura mencionadas na alínea
“b” do inciso II do <b>caput</b> do art. 8º.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Somente será permitida a alocação de no máximo 5%
(cinco por cento) de um mesmo COE com Valor Nominal em Risco.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO IV</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO
ESPECIALMENTE CONSTITUÍDOS (FIEs)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 17.  A aplicação dos recursos de planos abertos de
previdência complementar e de seguros de pessoas, com cobertura por
sobrevivência, estruturados na modalidade de contribuição variável, cuja
remuneração esteja calcada na rentabilidade de carteiras de investimentos, deve
ser feita, durante o prazo de diferimento, sempre em cotas de fundos de
investimento especialmente constituídos, sob a forma de condomínio aberto, dos
quais as sociedades seguradoras e as entidades abertas de previdência
complementar sejam, direta ou indiretamente, os únicos cotistas (FIEs).</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  Os FIEs de planos destinados aos
Participantes Qualificados, na forma definida pelo Conselho Nacional de Seguros
Privados, devem ser exclusivos para esse tipo de participante.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 18.  A aplicação dos recursos de planos abertos de
previdência complementar e de seguros de pessoas, com cobertura por
sobrevivência, deve ser feita, durante o(s) períodos(s) em que prevista
contratualmente a reversão de resultados financeiros, sempre em cotas de fundos
de investimento especialmente constituídos, sob a forma de condomínio aberto,
dos quais as sociedades seguradoras e as entidades abertas de previdência
complementar sejam, direta ou indiretamente, os únicos cotistas (FIEs).</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  Para os planos abertos de previdência
complementar e de seguros de pessoas com previsão contratual de reversão de
resultados financeiros aprovados anteriormente a 1º de novembro de 2002 que não
prevejam contratualmente a aplicação da totalidade dos recursos da provisão
matemática de benefícios a conceder em quotas de fundo de investimento
especialmente constituído, o disposto neste artigo se aplica facultativamente.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 19.  A aplicação dos recursos de planos abertos de
previdência complementar e de seguros de pessoas, com cobertura por
sobrevivência, que não prevejam contratualmente a reversão de resultados
financeiros durante o período de concessão de benefícios pode ser feita, nesse
período, em cotas de FIE.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  O disposto no <b>caput</b> não se aplica a planos
abertos de previdência complementar e de seguros de pessoas sem previsão de
reversão de resultados financeiros aprovados anteriormente a 1º de novembro de
2002 que não prevejam contratualmente a aplicação da totalidade dos recursos da
provisão matemática de benefícios a conceder em quotas de fundo de investimento
especialmente constituído.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  O FIE destinado à aplicação dos recursos referidos
no <b>caput</b> deve ser distinto dos FIEs constituídos para receber os
recursos referidos nos arts. 17, 18 e 20.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 20.  A aplicação dos recursos de seguros de pessoas
que possuam exclusivamente cobertura de risco, caso o Conselho Nacional de
Seguros Privados defina que devam ser aplicados em fundos de investimento
especialmente constituídos, deverá seguir as mesmas regras estabelecidas para a
aplicação em cotas de FIE dos recursos de seguros de pessoas com cobertura por
sobrevivência.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  O FIE destinado à aplicação dos
recursos referidos no <b>caput</b> deve ser distinto dos FIEs constituídos para
receber os recursos referidos nos arts. 17 a 19.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 21.  As seguintes disposições se aplicam aos arts.
17 a 20:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - os recursos dos FIEs de que tratam os arts. 17 a 20
podem ser aplicados em cotas de fundos de investimento especialmente
constituídos para acolher tais recursos, sob a forma de condomínio aberto (FIFEs);</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - os FIEs serão classificados como:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) FIE Tipo I (FIE-I): somente poderão ter como cotistas
as sociedades seguradoras e as entidades abertas de previdência complementar;
ou</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) FIE Tipo II (FIE-II): somente poderão ter como
cotistas os FIEs-I;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - os FIFEs somente poderão ter como cotistas FIEs;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV- cada FIE, individualmente, deve observar o disposto
no Capítulo III;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - para efeito do cômputo dos limites referidos neste
Regulamento, as carteiras dos FIEs são consideradas como sendo a composição de
sua carteira própria e das carteiras de todos os FIFEs nos quais investe,
ponderadas pela participação destes nos patrimônios líquidos daqueles; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI - as carteiras dos FIFEs devem ser compostas
exclusivamente pelos ativos contemplados no Capítulo III, não se lhes aplicando
os limites previstos no referido Capítulo e no art. 25 deste Regulamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
V</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.55pt;text-align:center;text-indent:-0.55pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DOS
DERIVATIVOS</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 22.  É facultada aos fundos de investimento
especialmente constituídos de que tratam os arts. 17 a 20 e a alínea “c” do
inciso I do <b>caput</b> do art. 8º deste Regulamento a realização de operações
por meio de contratos derivativos.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 23.  A atuação do FIE ou FIFE em mercados de
derivativos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - deverá observar a avaliação prévia dos riscos
envolvidos;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - estará condicionada à existência de sistemas de
controles adequados às suas operações;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - não pode gerar, a qualquer tempo, a possibilidade
de perda superior ao valor do patrimônio líquido do fundo de investimento;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - não pode gerar, a qualquer tempo, a possibilidade de
que o cotista seja obrigado a aportar recursos adicionais para cobrir o
prejuízo do fundo;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - não pode realizar operações de venda de opção a
descoberto; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI - não pode ser realizada sem garantia da contraparte
central da operação.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Os contratos derivativos devem ser registrados,
compensados e liquidados financeiramente em sistemas autorizados pelo Banco
Central do Brasil ou pela Comissão de Valores Mobiliários, nas suas respectivas
áreas de competência, e que tenham convênio com a Superintendência de Seguros
Privados.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Os sistemas de registro, compensação e liquidação
de que trata o § 1º devem permitir a identificação do contrato derivativo
realizado.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  A sociedade seguradora, a sociedade de
capitalização, a entidade aberta de previdência complementar e o ressegurador
local devem informar à Superintendência de Seguros Privados, quando solicitados,
as características, as contrapartes, os prêmios pagos, as margens depositadas,
bem como a exposição dos contratos derivativos celebrados.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  A exposição resultante da utilização de
instrumentos derivativos deve ser considerada para fins de enquadramento da
carteira dos fundos de investimento especialmente constituídos de que tratam os
arts. 17 a 20, observados os requisitos dos ativos, os limites de alocação por
modalidade e segmento, os limites por emissor e investimento e os prazos de que
trata o presente Regulamento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 5º  A utilização de instrumentos derivativos por FIE e
FIFE está condicionada a que seu regulamento contenha cláusulas específicas
explicitando as disposições previstas nos incisos I a VI do <b>caput</b>.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 24.  As posições do FIE ou FIFE em mercados
derivativos devem observar as seguintes condições:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - margem requerida limitada a 15% (quinze por cento) do
valor do patrimônio líquido de cada FIE ou FIFE; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - valor total dos prêmios de opções pagos limitado a
5% (cinco por cento) do valor do patrimônio líquido de cada FIE ou FIFE.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  No cômputo do limite de que trata o
inciso II do <b>caput</b>, no caso de operações com opções que tenham,
cumulativamente, a mesma quantidade, o mesmo ativo subjacente, o mesmo
vencimento e em que o prêmio represente a perda máxima da operação, deverá ser
considerado o valor dos prêmios pagos deduzido do valor dos prêmios recebidos.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO VI</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DAS OPERAÇÕES COMPROMISSADAS</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 25.  É facultado aos fundos de investimento
especialmente constituídos de que tratam os arts. 17 a 20 e a alínea “c” do
inciso I do <b>caput</b> do art. 8º a realização de operações de compra de
títulos de renda fixa com compromisso de revenda, conjugado com o compromisso
de recompra assumido pelo vendedor, para data futura preestabelecida (operação
compromissada).</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  As operações de que trata o <b>caput</b> ficam
limitadas a 25% (vinte e cinco por cento) do patrimônio líquido de cada fundo
de investimento especialmente constituído de que tratam os arts. 17, 18 e 20.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Os títulos de renda fixa recebidos como lastro na
realização da operação compromissada devem ser considerados para fins de
enquadramento da carteira do fundo nas modalidades, requisitos, condições ou
limites definidos neste Regulamento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  As operações compromissadas devem ser registradas e
liquidadas em instituição autorizada pelo Banco Central do Brasil ou pela
Comissão de Valores Mobiliários, nas suas respectivas áreas de competência.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  A instituição de que trata o § 3º deve permitir a identificação
da operação compromissada realizada.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 5º  A realização das operações de que trata o <b>caput</b>
fica condicionada à prévia autorização da Superintendência de Seguros Privados,
em conformidade com o que determina o art. 85 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de
novembro de 1966.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 6º  As operações compromissadas realizadas pelos fundos
de investimento especialmente constituídos de que trata a alínea “c” do inciso
I do <b>caput</b> do art. 8º deverão ser lastreadas obrigatoriamente pelos
títulos referidos nas alíneas “a” e “b” do inciso I do <b>caput</b> do art. 8º.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO VII</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DOS PRAZOS DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO
ESPECIALMENTE CONSTITUÍDOS</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção I</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos Prazos</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 26.  O conjunto dos ativos de renda fixa dos fundos
de investimento especialmente constituídos de que tratam os arts. 17 a 20, de
uma mesma sociedade seguradora ou entidade aberta de previdência complementar, deverá
apresentar prazo médio remanescente mínimo de 1.095 (mil e noventa e cinco)
dias corridos.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  As métricas e definições necessárias para o cômputo
das regras de enquadramento previstas no <b>caput</b> observarão o disposto na
Seção II deste Capítulo.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Para fins de verificação do prazo de que trata o <b>caput</b>,
deverá ser utilizada a média aritmética dos valores diariamente observados, no
mínimo, no período referente aos últimos 63 (sessenta e três) dias úteis
antecedentes ao dia de referência.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Os administradores dos fundos de que trata o <b>caput</b>,
quando solicitados pela Superintendência de Seguros Privados, deverão informar
o prazo de que trata o <b>caput</b>.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção II</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das Métricas e Definições para Cômputo
dos Prazos dos Fundos de Investimento Especialmente Constituídos</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 27.  Para efeito do cálculo dos prazos de que trata
o art. 26, devem ser consideradas as operações compromissadas de que trata o
art. 25 e os ativos de que trata o art. 8º, com exceção do ativo listado na
alínea “d” do inciso IV do <b>caput</b> do art. 8º, as debêntures de renda fixa
conversíveis ou permutáveis em ações de que trata a alínea “c” do inciso IV do <b>caput</b>
do art. 9º e a alínea “a” do inciso I do <b>caput</b> do art. 12, integrantes
das carteiras dos fundos de investimento especialmente constituídos de que
tratam os arts. 17 a 20.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  Para o cômputo do prazo médio
remanescente das aplicações em fundos de investimento, de que tratam as alíneas
“c” e “d” do inciso I e as alíneas “b” e “c” do inciso III do <b>caput</b> do
art. 8º deste Regulamento, devem ser considerados os ativos finais utilizados
no cálculo dos prazos de que trata o art. 26, conforme disposto no <b>caput</b>.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 28.  Para fins do disposto no art. 26, o prazo médio
remanescente da carteira é dado pelo prazo médio remanescente, em dias
corridos, ponderado pelos respectivos valores financeiros:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - dos títulos de renda fixa; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - das operações compromissadas.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Para efeito do disposto no inciso I do <b>caput</b>
devem ser considerados os ativos de renda fixa especificados no art. 27.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Os títulos de renda fixa recebidos como lastro de
operações compromissadas devem ser desconsiderados no cálculo de que trata o <b>caput</b>.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  O prazo médio remanescente de um título de renda
fixa é dado pela média dos prazos de cada vencimento de principal e de juros,
ponderada pelos respectivos valores nominais na data de apuração do prazo médio
da carteira, sem considerar qualquer projeção de índice.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 4º  O prazo de cada vencimento de principal e juros é
dado pelo prazo remanescente de cada evento financeiro, entendido como sendo o
número de dias corridos entre a data de apuração do prazo médio da carteira e a
data de cada vencimento, excluindo-se da sua contagem a data de apuração e
incluindo-se a de vencimento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 5º  O prazo médio remanescente da operação
compromissada é entendido como sendo o número de dias corridos entre a data de
apuração do prazo médio da carteira e a data de vencimento da operação,
excluindo-se da sua contagem a data de apuração e incluindo-se a de vencimento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 6º  O valor financeiro de que trata o <b>caput</b> é
dado pelo valor contábil, diariamente avaliado.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção III</b></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><b style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das Fórmulas Para Cálculo do Prazo
Médio Remanescente da Carteira de Renda Fixa dos Fundos de Investimento
Especialmente Constituídos</b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art.
29.  Para o cômputo do prazo de que trata
o art. 28 deste Regulamento, devem ser consideradas as seguintes fórmulas:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- prazo médio remanescente de um título de renda fixa (PM<sub>trfi</sub>), em
dias corridos:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><img src="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_CMN_4.993/F%C3%B3rmula1%20ResCMN%20art%2029%20I.png" alt="" style="margin:5px;width:299px;height:77px;" /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a)
q é a quantidade de eventos financeiros (juros ou principal) do título de renda
fixa i;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
Q<sub>j</sub> é o prazo remanescente de cada evento financeiro j (juros ou
principal) do título de renda fixa i, dado em dias corridos; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c)
VN<sub>qj</sub> é o valor nominal de cada evento financeiro j (juros ou
principal) do título de renda fixa i;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- prazo médio remanescente da carteira de títulos de renda fixa (PM<sub>ctrf</sub>),
em dias corridos:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><img src="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_CMN_4.993/F%C3%B3rmula2%20ResCMN%20art%2029%20II.png" alt="" style="margin:5px;width:339px;height:83px;" /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a)
m é a quantidade de títulos de renda fixa na carteira;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
PM<sub>trfi</sub> é o prazo médio remanescente do título de renda fixa i,
apurado conforme os §§ 3º e 4º do art. 28, em dias corridos; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c)
VF<sub>trfi</sub> é o valor financeiro do título de renda fixa i;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III
- prazo médio remanescente da carteira de operações compromissadas (PM<sub>coc</sub>),
em dias corridos:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><img src="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_CMN_4.993/F%C3%B3rmula3%20ResCMN%20art%2029%20III.png" alt="" style="margin:5px;width:323px;height:76px;" /></span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a)
n é a quantidade de operações compromissadas na carteira;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
P<sub>oci</sub> é o prazo remanescente da operação compromissada i apurado
conforme o § 5º do art. 28, em dias corridos; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c)
VF<sub>oci</sub> é o valor financeiro da operação compromissada i; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV
- prazo médio remanescente da carteira de renda fixa (PMR), em dias corridos:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.35pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><img src="https://www.bcb.gov.br/content/estabilidadefinanceira/buscanormas_especificos/2022/Res_CMN_4.993/F%C3%B3rmula4%20ResCMN%20art%2029%20IV.png" alt="" style="margin:5px;width:515px;height:72px;" /><br></span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
VIII</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DO
DESENQUADRAMENTO PASSIVO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO ESPECIALMENTE CONSTITUÍDOS</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 30.  Não serão considerados, como inobservância
aos limites estabelecidos nesta Resolução, os desenquadramentos passivos
decorrentes de:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - oscilação
dos valores dos ativos da carteira do FIE;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II -
recebimento de ações em bonificação;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III -
recebimento de bônus ou recibos de subscrição;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.4pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV -
exercício do direito de preferência; ou</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - resgate
de cotas do FIE.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Os excessos referidos neste artigo devem ser
eliminados no prazo de 1 (um) ano da ocorrência do desenquadramento.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Ficam impedidos, até o respectivo enquadramento,
investimentos que agravem os excessos verificados.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
IX</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DOS
RECURSOS EXIGIDOS NO PAÍS PARA A GARANTIA DAS OBRIGAÇÕES DE RESSEGURADOR
ADMITIDO</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 31.  Os recursos exigidos no País para a garantia
das obrigações de ressegurador admitido, observadas as demais disposições
vigentes, somente podem ser aplicados, isolada ou cumulativamente:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 100%
(cem por cento) em:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) títulos
públicos federais; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) FIE, cuja
carteira seja composta exclusivamente por títulos públicos federais; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - até 80%
(oitenta por cento) em:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) debêntures
cuja oferta pública tenha sido registrada na Comissão de Valores Mobiliários,
ou que tenha sido objeto de dispensa, emitidas por sociedades anônimas, com <strong>rating</strong>
de baixo risco de crédito, concedido por agência classificadora de risco
registrada ou reconhecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) obrigações
emitidas por organizações financeiras internacionais autorizadas a captar
recursos no Brasil, com <strong>rating</strong> de baixo risco de crédito, concedido por
agência classificadora de risco registrada ou reconhecida pela Comissão de
Valores Mobiliários;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) cotas de
fundos de investimento, constituídos sob a forma de condomínio aberto, cuja
carteira seja composta por pelo menos 80% (oitenta por cento) de ativos
relacionados à variação de preços de moeda estrangeira ou à variação do cupom
cambial, ou cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento
com tais características (Fundo Cambial), conforme regulamentação estabelecida
pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) cotas de
fundos de investimento de renda fixa, constituídos sob a forma de condomínio
aberto, que tenha 80% (oitenta por cento), no mínimo, de seu patrimônio líquido
representado por títulos representativos da dívida externa de responsabilidade
da União, ou cotas de fundos de investimento em cotas de fundos de investimento
com tais características (Fundo de Renda Fixa Dívida Externa), conforme
regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e) cotas de
fundos de investimento das classes Renda Fixa, Ações, Multimercado e Cambiais
que incluam em sua denominação o sufixo “Investimento no Exterior”,
constituídos sob a forma de condomínio aberto, ou cotas de fundos de
investimento em cotas de fundos de investimento com tais características,
conforme regulamentação estabelecida pela Comissão de Valores Mobiliários; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">f) cotas de
fundos de investimento admitidas à negociação no mercado secundário por
intermédio de bolsa de valores, no Brasil, cujas carteiras sejam compostas por
ativos financeiros que busquem refletir as variações de índices de referência
em renda fixa ou renda variável no exterior, desde que registrados na Comissão
de Valores Mobiliários (Fundo de Índice em Investimento no Exterior).</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo
único.  Aplicam-se ao disposto neste
artigo, no que couber, os requisitos de que trata a Seção IV do Capítulo III
deste Regulamento.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 0cm 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
X</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="margin:0cm 0cm 6pt 0.5pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DAS
VEDAÇÕES</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 32.  Não serão aceitas aplicações de que trata
este Regulamento em:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - títulos
ou valores mobiliários de emissão ou coobrigação de pessoas físicas;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - ações de
companhia aberta admitidas à negociação em mercado de balcão organizado
credenciado pela Comissão de Valores Mobiliários que não pertençam a índice de
mercado de balcão organizado, ou que não tenham pertencido ao mesmo índice no
mês anterior, bem como os respectivos bônus de subscrição, recibos de
subscrição, certificados de depósitos de ações ou quaisquer títulos ou valores mobiliários
conversíveis em ações ou cujo exercício dê direito ao recebimento ou aquisição
de ações;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III -
carteiras administradas por pessoas físicas ou fundos de investimentos cujas
carteiras sejam administradas por pessoas físicas; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><span style="color:#000000;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - cotas de fundos de investimentos que não possuam procedimentos de avaliação e de mensuração de risco da carteira de investimentos.</span><br></span></p><br><p class="MsoNormal" style="margin-right:0cm;margin-bottom:6pt;margin-left:0cm;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><br style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"></p><p class="MsoNormal" style="margin-right:0cm;margin-bottom:6pt;margin-left:0cm;text-indent:70.9pt;line-height:normal;text-align:justify;"><a name="_Hlk98513332"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><br></span></a></p><table cellpadding="0" cellspacing="0" align="left"><tbody><tr><td width="156" height="57"><br></td></tr><tr><td><br></td><td><br></td></tr></tbody></table></div><div class="WordSection1"><div style="text-align:justify;">
</div>
</div>
</div>
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