Seminário BC/OCB - SNCC em Tranformação. 16/04/2026 (parte 2)
Transcrição e Conteúdo
a gerente jurídica da Central Sicred Sul Sudeste, senora Simone Dio. E na moderação o membro do GT Executivo, Senr. Eno M. [aplausos] Passo a palavra então ao senhor Enio. >> Bem, boa tarde, quase noite. Antes de tudo, muito obrigado por não nos deixarem sós. Eh, eu também quero saudar eh todos aqueles que nos prestigiam eh de forma remota, acompanhando a transmissão aqui p...
Sudeste, senora Simone Dio.
E na moderação o membro do GT Executivo,
Senr. Eno M.
[aplausos]
Passo a palavra então ao senhor Enio.
>> Bem, boa tarde, quase noite. Antes de
tudo, muito obrigado por não nos
deixarem sós.
Eh, eu também quero saudar eh todos
aqueles que nos prestigiam eh de forma
remota, acompanhando a transmissão aqui
pelo canal Salvo Engano YouTube.
Eh, quero inicialmente aqui também
cumprimentar a organização pela escolha
do tema, eu, Thago e e as demais pessoas
que eh
contigo compuseram, né, essa decisão. Da
mesma forma, Thago, especialmente você,
pela indicação,
isso mergulha muito, prevalente,
amplamente prevalente, de mulheres
a comporem aqui esse dispositivo. E,
aliás, eu considero e muitos de vocês me
acompanham nos escritos, nas palestras,
né, eventualmente até na academia,
eh considero até uma referência especial
eh eh a este moderador, porque a minha
agenda e a Carol sabe muito bem, né, tá
sempre ativa, né, eu nunca me descuido
eh enfim desse aspecto da justiça ou da
equidade de gênero. final eens a gente
tem 45% das nossas mulheres compondo o
quadro social das cooperativas de
crédito e que não tem uma exata
correspondência
superior de governança. Aliás, né, a
representatividade tá bem a quem, muito
muito a quem mesmo. Então a gente tem aí
um belo desafio ou uma grande
oportunidade, vamos considerar dessa
forma.
Eh, bem, os nomes todos eh eh das
representantes eh que vão fazer uso da
palavra foram mencionados. E pra gente
ganhar tempo, eh, eu já passo a palavra
paraa Carolina,
eh, que vai fazer uma abordagem, eh, do
Banco Central do Dios, vai fazer uma
abordagem mais geral e depois cada uma
das colegas em sequência vai fazer uma
análise para dentro dos respectivos
sistemas, né? E ao final, eh, se tudo
correr bem, eh, pelo pacto que a gente
tem, nós vamos cumprir o horário aqui,
né? Eh, gurias, a gente ensaiou
bastante, eh, nós vamos ter espaço paraa
participação e da plateia, o que seria
bem interessante, né, com mais perguntas
do que as que foram eh encaminhadas no
painel anterior. Tudo bem, Carol? Bora
lá.
>> Vamos ver. Eh, pessoal, pode colocar a
apresentação.
Joia.
>> Agora sim. Eh, queria agradecer o
convite da UCB para participar do
debate. Como coordenadora pelo Banco
Central do Acordo de Cooperação, eh,
Banco Central ACB, coube a mim, eh,
interagir com com a UCB na organização
aqui da da dessa discussão, como colocou
Adalberto Macedo, é algo que trouxe
interesse de várias áreas do banco, né?
eh várias áreas tem pautas de interesse
do cooperativismo, tem assuntos que
podem eh ajudar a esclarecer dúvidas, a
melhorar o relacionamento. Então, essa é
uma oportunidade interação. Por sorte,
no caso do DEORF, eh a gente eh tinha
agendado pro início dessa semana a
reunião anual de planejamento do
departamento. Então, todos os gerentes
técnicos do DEORF estão aqui presentes,
né, para encontrando aqui vários de
vocês. Eh, essa é uma oportunidade
única, então, nesse sentido. E a gente
fez a questão de garantir a presença
dessas pessoas que interagem mais no dia
a dia com cada central, com a as
confederações também no sentido de
promover um diálogo, né, que que já
existe, obviamente, mas a possibilidade
de encontrar presencialmente as pessoas,
acho que reforça muito isso. Então isso
é muito importante. Dito isso, eu trouxe
alguns pontos sobre a experiência da
autorização eh auxiliar nesses últimos
tempos. Eu acho que é uma experiência
muito mais recente do que dentro do bojo
da supervisão auxiliar, uma iniciativa
eh desenvolvida
a partir de uma iniciativa do DEORF, mas
contando com a colaboração dos sistemas
cooperativos desde o início, né, quando
surgiu a ideia de eh de levar essa
proposta, né, o objetivo então de
diminuir o tempo de análise dos
processos de eleição de reforma
estatutária.
eh, que são assuntos bastante eh
volumosos que a gente tem todo ano.
Então, como que a gente poderia
trabalhar para melhorar isso? Lá em 2022
e durante 2023 a gente conduziu um
projeto piloto com a colaboração de
várias centrais que se dispuseram a
participar. A experiência foi bastante
positiva já naquele momento, apesar de
tudo que tava acontecendo, inclusive
dentro do Banco Central, a gente viu um
efeito positivo, não só na diminuição do
tempo de análise, questão de trazer um
quadro exemplificativo para detalhar
aquilo que eu tô querendo dizer. No
gênero, a ideia da autorização auxiliar
continua funcionando bem. as centrais
parecem ter entendido com mais clareza o
que que
análise eh, principalmente na questão
reputacional, o que que é problema. A
gente tem tido interações bastante
produtivas com eh as centrais que ainda
trazem eh algum nível de dúvida com
relação a isso. A gente tem percebido um
empoderamento das centrais também no
relacionamento com as suas filiadas. no
sentido de participarem
mais do próprio processo de eh de
eleição e de escolha dos dos dirigentes.
A gente tem visto também eh muitas
situações não chegarem ao ponto de vir
ao Banco Central quando é identificado
um problema. Então, em muitas situações
tem sido possível trabalhar soluções
pré-assembleia, pré-eleição, e isso
decorre do relacionamento da central, da
possibilidade dela poder participar mais
ativamente desse sistema. Então, isso a
gente vê como muito positivo e tem
trazido benefícios eh claros para pro
próprio fortalecimento de cada sistema,
tá? Então isso é positivo, mas na
prática vocês vão perceber que nesses
exemplos que eu trouxe aqui, a gente tá
falando de coisa operacional,
a gente tá falando de detalhe. E detalhe
importa, porque, por exemplo, hoje na
liquidação da cooperativa
Credit Tag, a informação que a gente
deve ter tido que prestar pra área de
supervisão é quem eram os dirigentes nos
últimos 5 anos da instituição. E para
isso eu preciso o quê? Eu preciso de um
bem preenchido. Unicadhe.
UNICAD é uma ferramenta fundamental de
governança da informação, tanto paraa
fiscalização quanto paraa autorização.
Então, a gente precisa de investimento
nisso. Do nosso lado, nós precisamos
investir mais na idez do próprio
sistema. Então, a gente tem demandas
paraa nossa área de de eh tecnologia da
informação para que isso eh haja uma
evolução constante desse sistema que que
já tem ali seu tempo de vida. Mas por
outro lado, não efetuar registro,
efetuar registro de maneira incompleta,
não colocar a data de posse exata, isso
são problemas, não são detalhes. Então
aqui a gente pode imaginar que a gente
sabe que eh houve transição em alguns
sistemas de da central da da
confederação assumir algumas atividades
e às vezes na transição de uma entidade
para outra você pode ter alguma perda de
qualidade pontual. Eh, a gente pode ter
mudanças de equipe, a gente pode ter,
enfim, férias de alguém que foi
substituído por alguém que não está
treinado, que em si é um problema, né?
porque ninguém pode ser insubstituível e
sim tem que ter redundância numa série
de situações.
Eh,
mas isso aqui também influencia aquele
tempo médio que a gente que eu acabei de
mencionar. Quer dizer, é parece pouco um
dia, em média mais, mas se a gente
investe na melhoria desse tipo de
situação que é principalmente
operacional, tudo bem. nos exemplos tem
alguma coisa eh não operacional. Por
exemplo, uma cooperativa com um diretor
apenas em clara violação ao estatuto
dela não é exatamente operacional, mas a
maioria das coisas aqui a gente vai ver
são de execução e isso demanda um
investimento contínuo em capacitação das
pessoas, em eh
ter equipes preparadas para lidar com
isso. Do nosso lado, eh, as equipes
estão sempre à disposição para
esclarecer dúvidas. Eu já visitei várias
centrais aqui em que a gente vai com
junto com o gerente que cuida, que sabe
exatamente quem que é a pessoa naquela
central que faz o registro, porque a
interação é constante. Então, aquelas
que têm um um investimento mais perene
nessa preparação costumam responder
melhor a isso. Então aqui é, eu não quis
trazer esse slide no sentido de eh
apontar dedo para ninguém, mas de
procurar trazer um exemplo prático
daquilo que eu tô falando. Então a
partir disso, né, cada um poder avaliar,
olhar para dentro e avaliar se eh tem
algo que visualize que possa ser feito.
Então acho que isso aqui faz parte da
proposta de aprendizado contínuo que a
gente tá eh tá está tratando. E aí,
nesse cenário, já para finalizar e dar
espaço para pras experiências práticas,
que eu tô curiosa para ouvir aqui das
minhas colegas de mesa, é bom, eu já
adiantei a necessidade de contínuo
aperfeiçoamento do processo de trabalho
e de treinamento dos colaboradores, a
necessidade de maior envolvimento eh das
confederações pro aumento de
padronização
eh de conceitos, tá? principalmente, eu
acho que tem execuções individuais que
são perfeitas, mas tem conceitos que são
necessários, seja de reputação. Eh, na a
gente tem sistemas que têm padrões de
comportamento,
eh, políticas específicas, por exemplo,
de, eh, contra moral
para serem seguidas, como é que isso
funciona? Então acho que tem não
necessariamente significa a confederação
assumir o papel da central, mas no
sentido de envolver na padronização de
de ideias e conceitos. E a gente discute
internamente já a possibilidade de
aumentar o escopo da autorização
auxiliar, né? a gente já teve conversas
com alguns representantes eh sobre
eventualmente eh incorporação, mudança
de categoria, que já tem uma
participação das centrais nos processos
que envolvem esse tipo de assunto. Mas a
nossa percepção é de que o aumento do
escopo ele depende ainda da consolidação
do tratamento dos temas atuais. A
evolução foi muito grande. Acho que de
22 para cá a gente avançou muito. Eh, já
há uma percepção, como eu disse, muito
mais clara daquilo que a gente eh vê
quando a gente analisa, principalmente
um nome paraa eleição. Acho que vocês
percebem a dor de analisar nomes, que é
um trabalho que precisa ser impessoal e
técnico. Ele não admite, eh, para usar
uma expressão, que o João Luiz usou mais
cedo, paixões nem ódios. Ele tem que ser
técnico. A pessoa pode ser boba, feia,
chata, mas atende os requisitos, está
preparada, foi eleita, tem que ser
aprovada, né? E, e, e acho que as
centrais t demonstrado esse essa
imparcialidade nessa análise. A gente
não percebe nenhum tipo de exagero ou ou
excesso, pelo menos não no que chega
para nós, mas há um espaço de
aperfeiçoamento, de consolidação. Então,
eu vou eh deixo os exemplos que eu
trouxe aqui para uma análise eh eh
interna de cada um.
E esse recado, a gente tem espaço para
evoluir, né, para ouvir ideias de vocês
de temas ou ou oportunidades de avançar
nesse assunto para discussão, mas o
avanço nessa discussão depende da
consolidação daquilo que já tá sendo
feito, tá? Eh, a gente pode compartilhar
depois a apresentação para quem tiver
interesse. Obrigada, gente.
>> Muito obrigado, Carol. De imediato eu
convido a Viviane Rodrigues, gerente de
governança do sistema Ailos, para dar
seu depoimento.
Por favor.
Olá,
boa tarde. Tudo bem? Primeiro eu quero
agradecer de estar aqui dessa
oportunidade, né? Para mim tá sendo bem
diferente porque eu assumi há 4 meses a
cadeira de gerente de governança
e a gente falando sobre sucessão, né?
né? A gente teve essa semana algo muito
importante na na ALIS, onde eu faço
parte, que foi a sucessão do presidente.
Então tem teve a sucessão da cadeira,
né, de gerente e agora a sucessão da
cadeira de presidente do conselho de
administração da central. Então queria
trazer isso, que isso só aumenta a
responsabilidade, né? Porque quem eu tô
sucedendo na cadeira era uma pessoa que
sabia muito sobre cooperativismo
e ela construiu, né, junto com as
equipes algo que a Carolina acabou de
falar, né, processo, um olhar mesmo para
que a gente possa fazer a nossa
a nosso papel de supervisão de
supervisão auxiliar. Então,
trazendo aqui
foi,
opa,
tá.
Ah, não, não tá passando. Ah, foi.
Então, só para trazer um pouco mais de
informação, né? Então, eu sou do sistema
AOS, né? É um sistema de dois níveis.
Então hoje no caso, né, tem a
cooperativa central, que no caso sou
gerente da cooperativa central, 14
cooperativas singulares, né, aqui 1.700
cooperados. A gente atua principalmente
no Rio Grande do Sul, Santa Catarina,
né, Paraná, eh, São Paulo e com a nova
filiada filiada, né, que é Credçã também
em algumas cidades ali de
Minas Gerais, né? Então, trazendo um
pouco a estrutura, né, da área de
governança, então, o que que acontece
ali na área de governança? Eu só trouxe
uma parte mesmo, né? vem o conselho de
administração, a diretoria executiva,
que o diretor é o seu Ivo, a
superintendência de governança e eu
assumi ali a gerência de governança que
é dividida na parte de governança
cooperativa, né, que trata dos quadros
sociais, desenvolvimento, né, a
ouvidoria e o societário e a secretaria
de governança e o societário da central,
ela é responsável, né, pela condução dos
processos eleitorais do CA, do CF, da
diretoria executiva, das reformas
estratutárias de todo o sistema, né?
Então, o fato de ser todo centralizado
e a gente prestar essa assessoria para
as cooperativas filiadas dá uniformiza o
processo de uma forma responsável e
importante.
Então, só para trazendo aqui, né, eh, a
gente tem um fluxo mesmo de processo,
né, e é um fluxo importante, porque a
gente, as diretrizes, né, eh, de mudança
estatutária, as diretrizes, eh, de
alteração e de eleição, são todas feitas
no Conselho de Administração da Central.
Então, quando você tem a definição das
diretrizes ali na primeira fase do
processo assemblear, então o processo
assemblear tanto para central como para
as filiadas, né, ela ele ele flui da
mesma forma, né? Então ali a gente
trazendo ali os alinhamentos, outra
questão ali são as fases, são os
documentos assembleares
e a participação
do time do societário da Secretaria de
Governança nas assembleias, né? Então,
como a gente instrui as cooperativas
filiadas, a forma de fazer o processo,
né, o que fazer, olhar as datas, né,
porque governança é regra e quanto e é
regra e também conformidade
e fluidez, né, e transparência. Então, a
gente eh dentro da central tenta sempre
trazer isso para as cooperativas
filiadas. Então, nos eventos
assembleares, a gente tem uma prática de
ter um relatório que a gente fala de eh
avaliação do processo assemblear e da
avaliação das eleições, né? Então, é um
processo nosso que a gente olha de
melhoria contínua, né? e dessa
necessidade de informar para afiliada o
que aconteceu, se tá tudo certo e ter
essa e esta segurança também para a
filiada e consequentemente pro quadro
social.
Tem uma questão na no sistema, né?
Quando eu falei aqui sobre legado e
responsabilidade,
eh, o sistema ele a partir de 2011 teve
a padronização de todo o estatuto
social. Então, todas as cooperativas
filiadas, né, t o mesmo estatuto social
e o mesmo regimento interno. Então,
agora que a afiliação de uma nova
cooperativa que foi a Credçã, ela passou
por toda a alteração do estatuto social
e a padronização do regimento interno e
aderências às políticas sistêmicas, né,
nós usamos as ferramentas, né, eh, que é
o GOV para fazer as assinaturas e a
certificação digital.
Quem tira todas as certidões, né, é o
equipe do societário. Então, todas as
certidões necessárias para olhar os
requisitos de elegibilidade são feitas
pelo societário. E nesse sentido, o que
é muito bacana, né, porque tem uma
questão de eficiência mesmo, é mais
barato essa essa ferramenta, é que a
equipe fez uma automação junto a essa
ferramenta. Então a gente tem um uma
automação que dá mais deu mais
velocidade paraa tirada das principais
certidões que precisam ser analisadas
para mandar o processo, né, instrução do
processo pro Banco Central. E as
ferramentas que a gente usa, né, de
controle de informações, de trocas, de
documentos, né, a gente tem um BI
principalmente para fazer o controle dos
prazos e ter conversa com as
cooperativas, né?
falando aqui, Carolina, o que que a
gente fez, né? Eh, para todos aqui a
gente tem uma padronização.
Então, a gente padronizou os documentos,
né? Então, além do estatuto, o a gente
tem um requerimento de inscrição de
candidatos, os documentos de
elegibilidade, a gente também padronizou
um modelo de currículo, né? E a partir
dali o que que acontece, né?
Eh, o requerimento ele também é
automatizado. Então, a cooperativa
filiada envia pra gente o nome, a gente
fala para ele o que como preenche.
Então, o candidato, no caso, o indicado
da cooperativa filiada. Então, isso
também é padronizado.
E a quando acaba de tirar as certidões,
o societário emite um parecer de
conformidade, né? Então ele fez toda a
avaliação prévia dos documentos, toda a
avaliação das certidões e emite um
parecer de conformidade. E como a gente
tem a comissão eleitoral nas
cooperativas filiadas nas eleições,
então quando a gente presta essa
assessoria nas comissões falando que os
documentos estavam corretos e que podem
prosseguir e candidatos que não podem
prosseguir, a gente também leva pra
cooperativa para ter as substituições.
Então essa padronização pra gente foi
muito importante, né? Então a gente
ganhou muito tempo, né? principalmente
no parecer societário de ser apto ou não
de seguir com processo.
Eh, então assim, só lembrando, né, as
nossas análises aqui em termos práticos,
que são os processos judiciais, né, se
tem se as certidões, se tem realmente
condições, a capacidade técnica a partir
das nossas políticas, né, de ter, de
estar ou não nesse cargo. E as certidões
que a gente tira, a gente tira as
certidões da residência, do domicílio,
do candidato, da sede da empresa e da
sede da cooperativa. Então, eh, a gente
tem uma ampliação, algumas vezes de
certidão. Acaba que na central a gente
olha de uma forma mais preventiva na
tirada dos documentos e num olhar para
dar sustentação
para pro processo eleitoral.
Eh,
trazendo aqui uma questão que que é que
são os os motivadores aqui de
substituição dos candidatos, né? Então,
quando tem as questões, né, que a gente
olha com relação aos processos
judiciais, né, que tem eh processos que
impeçam eh esse candidato ou esse
indicado de exercer um cargo, né, de
dirigente da da de alguma filiada. Então
esse é um caso de substituição, né? E e
a gente fala paraa cooperativa, né? A
gente tá falando de governança. Então
análise curricular da gente olha que o
currículo desse candidato, ele não tá
compatível com o cargo que ele vai
exercer, seja como diretor, seja também
como conselheiro fiscal ou conselho de
administração.
A inadimplência também, né? se você vai
ser, nós somos cooperativas, mas se você
tá inadimplente, né, você tem algum
problema com Serasa, com a SPC, você
pode tá ali tendo a você tem a questão
de ter algum tipo de impedimento. Então
aqui é um desafio pra gente porque as
pessoas são diferentes e os candidatos,
né, cada uma tem a sua singularidade, a
peculiaridade.
Então, algumas vezes a gente fala pro
pros candidatos da necessidade de
regularização, da necessidade de rever
certidões, de estar documentado, né? Nós
documentamos todos os processos, eles
são digitalizados
e fica à disposição do Banco Central,
né? E tá todo o arcabolso todo tá nas
nossas políticas, né? Nos nas políticas,
né? olhando um cenário de da das
políticas de sucessão.
Aqui queria trazer um quantitativo aqui
alinhado ao que a Carolina trouxe, né?
Então, o que é bem bacana assim de
olhar, né, que nas eleições, né, vocês
olham assim a movimentação mais ou menos
três candidatos por cooperativa, então
ali foram 84 em 2024, em 2029, 2025
foram 29, né? Então, o número de de
candidatos homologados pelo Banco
Central a partir desse trabalho de
supervisão auxiliar preventivo que foi
feito e uma média de 21 dias de
aprovação desses processos, né? Ali de
movimentação de dirigentes também até
diminuiu, são 18 dias. Então assim, pra
gente, né, pro nosso time, né, que é um
time pequeno, inxuto e que olhou a
oportunidade de melhorar os processos e
a conformidade, né? Então, eh, olhando
assim, é o orgulho fazer parte do TIB,
né, de ver a seriedade e que o time leva
a sério esse trabalho junto ao nosso
sistema,
né?
E é isso, sim. Aqui é uma troca, né? Eh,
fiquem à vontade para perguntar, mas
aqui são os números e como a gente
trabalha lá no sistema. Tá bom?
Obrigada. [aplausos]
>> Show, Viviane, parabéns. Vocês devem
estar estranhando ou ter estranhado o
sotaque, né? Nós estamos falando da AOS,
que tem sede lá em Pluma, não uma vez
[risadas]
tá falando do jeito carioca
carioqueation, n? ela foi importada do
Rio de Janeiro. Só para esclarecer,
pessoal, tem um um uma aspecto
importante aqui, é uma informação. Eh,
vai ter um coqutel aqui no final do dia,
que isso é estratégico para segurar e
ele só vai ser servido depois de
terminado o evento. Não adianta ir lá
fora, não vai acontecer, não vai rolar
nada. Então vocês vão estão condenados a
ficar com a gente até o final aqui.
Beleza? Bom, vamos lá então. Carol,
agora Carol
Gesser, é isso, diretora de riscos da
Cresol, o Cressol.
>> Boa tarde a todos.
antes de mais nada falar que é uma honra
estar participando aqui desse painel,
representando o sistema Cressol,
especialmente estando aí com o Banco
Central conosco, né, através da Carolina
do DEORF, as colegas dos demais sistemas
também. Então, é muito bom nós estarmos
aqui para poder falar desse tema tão
relevante. Eu estou atualmente na
Cressol Confederação em frente à área de
riscos. No entanto, por muito tempo, na
minha trajetória, estive em uma central
e vinculada diretamente à operação
jurídica e de governança. E por conta
disso, o que eu vou trazer aqui para
vocês é uma experiência voltada a essa
central que é a central Cressolero, uma
das centrais do sistema Cressol. E além
disso também uma visão sistêmica aí de
como que o sistema Cressol tem enxergado
todo esse movimento e as nossas
perspectivas pro futuro. Antes de
adentrar no tema, eu vejo que foi muito
falado aqui hoje pelo Adalberto, pelo
Aíton, que estiveram aqui e todos os
demais, alguns termos que se repetiram:
maturidade do do SNCC, amadurecimento, o
protagonismo. E eu vejo, Carol, que esse
tema eh ele vai muito ao encontro disso,
né? Esse movimento que foi feito,
processo de autorização auxiliar, ele
vai muito ao encontro de todo esse
movimento e esse amadurecimento de fato,
dos nossos sistemas cooperativos. Para
adentrar na experiência do sistema
Cressol de uma forma mais específica, eu
gostaria de trazer aqui uma cronologia
que ela é importante para demonstrar
como que o sistema Cressol, e aqui
falando da Cressol Bazer, ela se
preparou e ela fez essa virada de chave
para atender esse novo momento. Então,
começando em 2010, a central Cressol
Bazer, ela já fez um movimento de
padronização dos seus estatutos sociais.
Na época eram 86 cooperativas filiadas,
então um número bastante grande que
depois se tornaram 81 e depois de um
longo e intenso movimento aí de
incorporações, hoje são 22 cooperativas
filiadas ao sistema, mas naquele momento
com essa quantidade de cooperativas foi
feito esse movimento de padronização dos
estatutos, o que nós consideramos o
primeiro marco bastante importante para
atingir a maturidade, para conseguir
desenvolver o modelo de governança que
se tem atualmente. Seguindo,
um outro movimento que também julgamos
bastante importante, veio em 2011 aqui
com a padronização do regimento interno
das cooperativas filiadas a essa
central. e regimento interno esse que
traz de uma forma muito robusta, até
hoje é assim, a gente replica ainda,
embora com as atualizações,
eh uma um capítulo muito vasto com
relação ao processo eleitoral, com
relação ao rito, com relação aos
documentos, com relação aos requisitos
dos candidatos. Então, desde aquela
oportunidade, desde 2011, essa central
já vinha trabalhando em um movimento em
que todas as suas cooperativas filiadas
já observavam os mesmos requisitos,
solicitavam os mesmos documentos, tinham
os mesmos padrão, os mesmos padrões e o
mesmo rito para o desenvolver aí de do
processo eleitoral.
Na sequência, nós temos aí em 2018, e
aqui vale dizer que o sistema ele foi
caminhando, então começando com a
padronização do estatuto, do regimento,
com muitas trocas com o próprio Banco
Central, com o DEORF, né? E aqui eu cito
em especial lá da Central Cressol Bazer,
Andressa, sempre esteve muito à frente
desse movimento, hoje está como diretora
dessa central e ela sempre muito à
frente desses movimentos e com toda essa
construção, após muitas trocas também
com o próprio Banco Central, foi
possível chegar em um movimento em 2018,
em que a central ela passou a já
centralizar toda essa operação com
relação aos pleitos assembleares. Então,
a partir de então, foi consolidado esse
alinhamento que vinha sendo feito com os
singulares, com as bases regionais que
existiam até então, para que em 2018 a
central definitivamente conseguisse ter
uma centralização com todas as
singulares com relação aos pleitos
assembleares, aos processos
assembleares, aos atos societários de
uma forma geral. Então, em 2018, a
central, ela passou a estar muito mais
próxima das singulares, fazendo uma
análise dentro do âmbito dos processos
societários, não apenas operacional, de
conferir documento, de conferir dados
nas atas, de executar as atas, de mandar
pro Banco Central, que já era
centralizado naquela oportunidade, mas a
própria qualidade dos pleitos, a
qualidade dos dirigentes que estavam
sendo aí indicados para concorrer aos
órgãos de administração
a capacidade de quem assume a liderança
de fato. Então, nesse momento, já se
tinha uma análise bastante robusta a
nível de central com relação aos
candidatos. E aqui a gente já percebe,
né, muito esse movimento de fato
preparatório para o que acabou vindo aí
na sequência. [roncando] Seguindo aqui,
então nós chegamos em 2022. em 2022,
iniciando aí com o projeto piloto, até
comentava com o o João Luiz, ele saiu
agora aqui, mas a instalar, né, que
resgatei aqui a apresentação que foi
feita, né, lá em setembro de 2022, onde
foi apresentado de fato o projeto
piloto, né, e veio como essa novidade
para que a gente passasse a seguir nos
sistemas cooperativos. E naquele momento
a central ela passou, então ela foi uma
das centrais que participou aí do
projeto piloto, mas ela já estava com um
fluxo operacional muito semelhante ao
que passou a ser exigido com o processo
piloto, né, desde o fluxo operacional
até o formato de atuação de fato, eh,
junto à suas singulares, o alinhamento,
essa centralização para que a central
validasse os pleitos, ela já vinha sendo
realizada. E então em setembro de 2022
foi quando nós tivemos o lançamento, né,
do projeto piloto, de fato, acabei já
falando no tópico anterior, e foi quando
nós sentimos de fato um fortalecimento
da governança, porque em que pese nós já
tivéssemos um processo semelhante, a
partir de então nós tínhamos um um voto
de confiança do Banco Central as
centrais para que conduzissem esse
movimento, para que tivessem esse
alinhamento com a suas singulares. Aqui
vale dizer também, né, já estávamos na
vigência da resolução 4970, então muito
mais criteriosa também com relação aos
administradores, aos dirigentes.
E com isso então é que nós chegamos de
fato no nosso tema central aqui, que é a
implementação da instrução normativa 453
e é o processo de autorização auxiliar
aqui de fato de forma regulatória. Nesse
movimento, qual que foi a grande ação da
central? a implementação eficiente e
estruturada. Então, um foco no
aprimoramento dos seus fluxos, de fato,
e aqui voltado muito à instrução das
singulares, a treinamentos aos
colaboradores, à comissão eleitoral,
para que de fato a gente conseguisse
melhorar ainda mais a nossa capacidade
de análise, a qualidade das nossas
análises, os nossos fluxos de
atendimento também internos e os envios
ao próprio Banco Central. o novo modelo
também do acompanhamento das eleições.
Então, vale dizer, né, que aqui,
juntamente com a instrução, nós já
estávamos com a resolução 4970 vigente.
Então, um aprimoramento com relação aos
mecanismos paraa análise do histórico de
cada candidato, dando um total suporte
às comissões eleitorais e aqui dando
muito mais robustez e segurança ao
processo para que haja de fato uma
análise bastante efetiva com relação a
esses candidatos, porque nós temos um
senso da importância disso, né? são
pessoas que estão à frente das nossas
cooperativas, que estão tocando a nossa
operação. Então aqui a gente aprimorou
bastante os nossos fluxos com relação ao
análise documental dos nossos
candidatos.
Aqui alguns dados e também tal como
trazido aí pela colega da Daros e da
Caroline, a gente vê que tudo vai se
comunicando bastante, né? Nós observamos
também no sistema crol depois aí do
início tanto do trabalho, ele aumentou
quando a gente fala de responsabilidade
e volume, ele diminui em prazo. Então
nós tivemos também em termos de
agilidade um resultado bem interessante
dentro da central Cressoler também
de uma forma geral aqui fazendo um
resumo do que eu falei até então dos
principais avanços identificados, a
redução do prazo das análises dos
pleitos. E nós sabemos que no dia a dia
das nossas cooperativas isso é muito
relevante, né, para que a para que a
operação continue acontecendo, para que
a para operação não sofrer nenhum
impacto. Uma maior padronização e
qualidade dos pleitos, também já falei
bastante sobre isso aqui, uma ênfase nas
estruturas sistêmicas, reforçando o
papel da central. Então, muito se fala,
né, no papel da central, na supervisão
auxiliar. E todo esse movimento, ele vem
reforçando muito essa estrutura, o papel
e a importância que a central tem dentro
de um sistema cooperativo. [roncando] Um
maior alinhamento e uma padronização
sistêmica. Naturalmente, todo esse
movimento, essa necessidade de
participação mais ativa, de validação da
central, ela gera um alinhamento e uma
padronização sistêmica também, a
maturidade das instâncias e, por
consequência, o fortalecimento da nossa
governança. Eu vejo que aqui nós temos
um ponto muito positivo que se observa
com todo esse movimento feito aí ao
longo desse período, antes e pós
vigência aí da instrução normativa.
falando um pouco do momento atual e das
perspectivas futuras do sistema Cressol.
E aqui indo além do da da central
Cressol Bazer, né, olhando a nível de
confederação, a gente está em um
movimento que a gente tem buscado cada
vez mais alinhamento sistêmico e não
apenas, né, no âmbito das centrais, mas
de fato sendo um sistema de três níveis,
um alinhamento sistêmico, maior
padronização. Então é algo que temos
caminhado e buscado bastante junto com
as nossas três cooperativas centrais.
Além disso, buscado aprimorar cada vez
mais os nossos fluxos, os nossos
processos. Estamos aí em uma era em que
a tecnologia tá ganhando muito espaço,
então, cada vez contando com mais
ferramentas também que nos ajudem tanto
na agilidade, mas acima de tudo na
qualidade das nossas análises, na
qualidade do que é feito aí com relação
a aos candidatos especialmente, né, que
a gente tem uma gama muito grande de
ferramentas no mercado. a gente tem
olhado bastante para isso e nos nossos
controles naturalmente para que a gente
sempre mantenha a conformidade aí sobre
todos esses atos, sobre esses atos
societários que no final das contas são
a a estrutura, né, são a base aí para
que a nossa operação avance.
De uma forma geral, o que eu tenho hoje
para compartilhar a experiência do
sistema Cressol com vocês é isso. Muito
obrigada pela atenção de vocês.
[aplausos]
Muito rica a sua participação, Carolina.
Muito obrigado. Eu quero aproveitar aqui
nessa transição é para fazer uma alusão
apreciativa e cumprimentar a minha
colega Michele Matos, que tá aqui na
companhia das colegas da área de
governança do Sicoob, que tem a missão,
a importante missão, a desafiadora
missão de cuidar dessas atividades sobre
as quais nós estamos falando, eh,
envolvendo 14 cooperativas centrais e
320 cooperativos, né? Então, nerece aqui
realmente, né, o nosso reconhecimento.
Aliás, ela poderia estar aqui moderando,
né, porque ela tem boas questões aqui
para compartilhar com todo mundo. Eh,
bom, eu só quero lembrar aqui, gente,
vão formulando as as possíveis
perguntas, né, porque a gente vai ter
mais uma apresentação, a gente vai abrir
o espaço, tá bem? Pra gente aproveitar
bem o nosso tempo. Então, já convido a
minha colega Simone Ril.
gerente jurídica da Central Sicred Sul
Sudeste.
>> Boa tarde. É uma honra enorme estar aqui
representando o Sicred e aprendendo
também muito compartilhando a prática da
central sul sudeste, principalmente num
painel formado por mulheres que muito me
honra. Agradeço a confiança do Dr.
Clairto, também a confiança do diretor
de supervisão da central, Hamilton
Cassol. E falando um pouquinho da
central Sul Sudeste, nós temos sede em
Porto Alegre, temos uma área de atuação
nos estados do Rio Grande do Sul, Santa
Catarina, Minas Gerais e Espírito Santo.
Temos 41 cooperativas filihadas à nossa
central. Eu ingressei na central no
final de 2022, justamente quando o
projeto estava eh sendo pilotado. Então
ali a gente eh viu uma necessidade muito
grande de reestruturação, inclusive do
nosso processo, considerando que a nossa
equipe também era uma equipe enxuta e a
gente tinha uma oportunidade muito
grande de aprimorar o processo,
inclusive com a automação.
E aí entrando no processo da da central
passar aqui,
nós temos como papel da central e
direcionador estratégico para todas as
áreas e pro processo de autorização
auxiliar também não seria diferente.
Quatro verbos que são estatutários e
esses verbos são desenvolver, organizar,
supervisionar e representar.
dentro do verbo desenvolver, olhando pro
processo de autorização auxiliar, o que
que a gente acaba fazendo lá na ponta
com as filhadas e também dentro da
central? Então, a gente promove a
capacitação eh de todos os colaboradores
das 41 cooperativas filhadas que atuam
com esse tema.
Então, a gente dá também um
assessoramento para dúvidas, para todo o
processo assemblear, pro processo
eleitoral, paraa nomeação de diretores.
E também a gente capacita as comissões
eleitorais, deixando também a porta
aberta para que se a comissão eleitoral
tivesse alguma dúvida sobre alguma
análise feita sobre algum eh candidato
que pudesse contatar a central para que
a central também desse apoio necessário
junto com a filhada. Já no verbo
organizar,
nós olhamos pro nosso processo e a gente
viu uma oportunidade bem grande de estar
colocando todo o processo de autorização
auxiliar dentro de uma plataforma
tecnológica. E aí nós fizemos essa
construção assegurando que as
informações que transitam das filiadas
para a central percorressem por essa
plataforma tecnológica
para que a gente tivesse eh os
documentos arquivados e controlados.
Também através desse processo a gente
conseguiu automatizar e reduzir muitos
erros operacionais que a Carol trouxe,
né, ali, que poderiam acontecer pelo
preenchimento manual, tanto das
declarações como dos requerimentos que
precisam ir no no Banco Central. Então a
gente eh colocando o CPF, por exemplo,
da pessoa eleita dentro do fluxo, da
pessoa que tá sendo candidata e dentro
do fluxo, puxa toda a nossa base de
cadastro com a qualificação dessa
pessoa, sem necessidade das cooperativas
filiadas estarem digitando e correndo o
risco de algum erro nessa
operacionalização.
Também os requerimentos que vão pro
Banco Central, eles também estão dentro
dessa plataforma. E aí depois eu vou
mostrar o fluxo, como ele funciona. A
cooperativa, eh, clicando ali no seu no
na sua necessidade, no seu contexto, vai
abrir o requerimento com as informações
que ela tem que prestar dentro da
necessidade dela, não todo o
requerimento eh com informações que ela
não precisaria estar olhando.
Já no papel de supervisionar, a gente
então através desse fluxo a gente
consegue olhar pra conformidade de cada
processo e a gente também faz a emissão
das respectivas declarações que vão até
o Banco Central. E no verbo representar,
então, após eh a gente comprovar que os
os eleitos ou nomeados eles estão aptos,
a gente encaminha o protocolo pro
regulador, observando todas as as fases
aí previstas na instrução normativa 453.
E aí esse é o fluxo fluxo que a gente
tem desenhado dentro dessa plataforma,
pelo qual a gente consegue ver qual é a
responsabilidade da cooperativa
singular, que é o verdinho mais claro,
qual é a responsabilidade do jurídico da
central, o verde mais escuro, a
responsabilidade, inclusive do próprio
regulador, o azul mais escuro, que é a
homologação, e também no azul mais
claro, a responsabilidade do
arquivamento do ato na Junta Comercial.
Então, a gente consegue mapear e olhar
para todo o processo que foi construído
eh dentro dessa plataforma tecnológica.
Então, a cooperativa lá na ponta, ela
vai abrir um fluxo e dar início,
inclusive para sanar dúvidas que ela
tenha sobre qualquer questão envolvendo
a assembleia ou o processo eleitoral. A
gente, enquanto jurídico avalia, dá o
retorno para ela com assessoramento,
depois ela começa a encaminhar os
documentos. Eh, se é uma uma assembleia
que não tem reforma e não tem eleição,
ele é um processo muito simples e bem
mais curto. Então, o fluxo ele vai
depois que a que a a cooperativa faz
realmente assembleia, vai para uma outra
área da central que é a área
administrativa. E essa área inclusive
faz o protocolo na Junta Comercial
paravivamento do ato para todas as
nossas filiadas.
Já se é uma assembleia que tem eleição
ou que tem reforma de estatuto ou que
tenha essas duas possibilidades em
conjunto, então a cooperativa vai lá e
vai diretamente clicar em qual é a
necessidade e o contexto que ela tem. Aí
a gente já começa a contagem, né, de
prazos ali de 15 dias. O jurídico da
central, ela ele envia os documentos pro
UNICAD, faz toda a conferência
necessária, coleta as assinaturas, se
tiver reforma do estatuto, encaminha o
estatuto pro Banco Central.
e também o prazo de 45 dias pra gente
encaminhar pro Banco Central. E aí a
gente também formaliza e assina as
declarações de conformidade, protocolo o
processo no BAEN. Quando o Bassem dá o o
processo homologado, nós incluímos no
mesmo fluxo dentro da ferramenta paraa
cooperativa receber a homologação, fazer
a posse das pessoas que foram
homologadas dos nomes. Nós encaminhamos
para registro do Unicad e encaminhamos
pra área administrativa da central para
fazer o arquivamento na Junta Comercial.
Eh, também nós temos, além desse fluxo
que é próprio da central, a gente conta
com eh
algumas peculiaridades e algumas
construções que são sistêmicas, que é
feita pela confederação. Por mais que
nós já tínhamos também uma minuta padrão
de estatuto social, que a gente sempre
orientava as cooperativas para que
seguem essa minuta padrão, mas mesmo
assim, pela singularidade que a gente
sabe que existe, por vezes a gente tinha
pedido de fazer uma que outra alteração.
Então a gente estava sempre negociando
com a própria singular. E aí, eh, eh, o
ano passado, esse ano, a gente construiu
sistemicamente, junto com o jurídico do
CAS e também as demais centrais, a
definição do que são cláusulas pétrias
do nosso estatuto, nosso modelo. E essas
cláusulas pétrias, elas eh são embasadas
pela lei, pela legislação e também por
cláusulas que foram definidas
sistemicamente
eh enquanto CCRED. E aí a gente também
trabalhou com prazo para que as
singulares tivessem até 2028. toda a
adequação para essa essa construção.
Muitas delas já têm porque seguiam a
minuta sistêmica que nós tínhamos
anteriormente. As poucas que queriam
fazer algo diferente, incluir ou tirar
alguma informação, então também tem
prazo até 2028 para fazer alteração do
estatuto e aí todas as singulares
estarem com as cláusulas eh observando o
que é as cláusulas pétres que precisam
ser respeitadas dentro do nosso sistema.
Também o CAS entregou um processo de
background check que é disponibilizado
também para as cooperativas no apoio de
análise de reputação ilibada e também
para as centrais de candidatos
estatutários. As cooperativas elas tiram
as suas certidões por ferramentas ou até
mesmo acessando sites diversos. Eh, mas
tem casos às vezes mais complexo que é
necessário uma análise mais aprofundada
e aí através desse background check a
área do compli consegue trazer um
relatório com grau de risco e
recomendações, que seria um plus que a
gente tem para além da análise da
cooperativa, análise da central e a
análise dessa eh da área do compli que
tá eh no CAS apoiando para olhar paraa
reputação ilibada. E também estamos
pilotando uma nova ferramenta, um
processo novo, que é para fazer o
monitoramento desses estatutários. A
gente tem todo o processo quando quando
ele tá sendo eleito, mas a gente tem
também um dever e uma responsabilidade
de olhar a manutenção nele no cargo, se
a reputação ilibada ainda permanece
durante o mandato ou não. Então a gente
também tem esse monitoramento de
estatutários que olha para diversos
fatores, dentre eles endividamento,
restritivo, listas restritivas, PEP,
mídia.
E aí é gerado um alerta pra cooperativa,
pra cooperativa tratar, olhar paraa
situação e ver se realmente teve algum
impacto na reputação elibada ou não. E
nós, enquanto central supervisionamos,
eh, vamos supervisionar esse processo
para ver se as cooperativas realmente
estão atuando nos alertas gerados.
E por fim, desafios que se tornaram
oportunidades, no nosso ponto de vista,
foi o ganho de eficiência e qualidade.
Então a gente conseguiu padronizar o
processo interno da central e também das
cooperativas. A gente reduziu
consideravelmente as atividades
operacionais com uso de automação na no
preenchimento das declarações, nos
requerimentos que vão pro Banco Central,
mitigando ali a possibilidade de erros.
a gente reduziu o tempo de homologação
dos processos, tendo maior agilidade.
Nós tivemos até alguns casos que em duas
semanas estavam homologados
e hoje a gente trabalha para mapear os
riscos e implementar controles para que
enquanto segunda linha na supervisão a
gente consiga fazer testes também desse
desse processo para ver se ele tá
adequado ou não.
É isso que eu tinha para compartilhar
com vocês. sobre a experiência da
Central Sul. Deixo o meu contato, também
o contato da Thaí, que é advogada
especialista responsável por esse
processo. Muito obrigada. [aplausos]
>> Aliás, muito obrigado, Simone. Parabéns.
Aliás, eh eu faço cor aqui a tua
proposta de aproximação entre as várias
centrais, os vários sistemas, né? Porque
acho que tem coisas muito bacanas, né?
Que as gurias, né? Coincidentemente,
todos os sistemas são as gurias que
comandam, né, essa atividade. Super
legal. Eh, bom, gente, eh, feitas essas
primeiras intervenções, a gente eh deixa
aqui, eh, à disposição de vocês, né, a
oportunidade de interagir conosco, de
preferência com as gurias, tá? Então,
estejam à vontade. Eu eu também preparei
umas duas ou três questões. Abraço meu
Colal, meu vizinho lá do Crício Malo.
Muito bom te rever aqui. Vamos lá,
Lúcio, por favor.
>> Bom, boa tarde a todos. Como vocês
sabem, hoje eu sou responsável de gestão
do projeto de intercooperação do da OCB
do SECO, né? Então, quando tava
apresentando isso aí, eu já visualizei a
potencialidade da gente ter um sistema
único para todas as centrais que pudesse
fazer interface com o Banco Central, com
o DEOF. Eh, se vocês acharem isso
interessante, é só conversar com o
Thiago para ele me dar essa encomenda,
né? E a gente vai montar um grupo e
vamos tratar disso para que tem um
sistema único utilizado por todos os
sistemas que vai otimizar os processos,
vai fazer a interação com o Banco
Central, contribuir para reduzir ainda
mais esse prazo aí, né? Estamos à
disposição. Conversei com o Thiago antes
se eu podia anunciar, né? Fim, se eu
podia fazer proposta. Então, depende de
vocês. É só falar com o Thiago para me
dar atribuição, a gente vai tocar isso
aí. E parabéns, né, o Banco Central por
essa iniciativa, redução de prazos a
vocês que estão conduzindo, né? Eu já
fui do DEOF na época dos processos de
papel, já penei muito com isso, né,
Carô? E essa redução de prazo aí
realmente é bem significativo.
>> Obrigado, Lúcio. Sempre sempre vendo
oportunidades, né, né, com a aplicação
do sexto princípio. Parabéns.
Intercooperação na veia, né? Aliás, me
ocorreu aqui o Adalberto, eh, se bem
capturei a mensagem e é o que tô me
comunicando com os diretores que tomam
as decisões nos sistemas, as gurias aqui
falaram muito de escassez, viu, pessoal,
de estrutura, muita eficiência, a gente
tá trabalhando bastante e a gente tá
produzindo números. Então, elas quiseram
dizer assim: "Se eu tivesse Michele,
isso vale para mim uma estrutura um
pouco mais parruda, quem sabe a gente
poderia melhorar ainda mais." Então, é,
foi isso. Eh, não, não, não fica não.
Eu, eu assumi, eu assumo esse encargo
aqui e as consequências por ter
mencionado. Gente, perguntas,
proposições.
Pois não, Rogério. Estamos aí, é,
Rogério Deorf Curitiba. Nós estamos em
2026 com 536 cooperativas singulares
filiadas, tá? E é ponto recorrente ali
falar de tecnologia, padronização de
estatuto,
longo tempo de estatuto padrão desde
2018, etc. Ainda hoje a gente bate
cabeça no DEORF com estatutos fora da
curva de cooperativas de dois e três
sistemas. Então tem quatro sistemas
representados na mesa ali, o Eno tá
junto, tá? que vocês falassem um
pouquinho da dificuldade que vocês
sentem para implantar o estatuto padrão.
E depois de implantado, do nada, de
repente surge um iluminado com a sua
idiossincrasia que decide sair fora do
sistema, colocar cláusulas nada a ver
com o estatuto padrão e às vezes até
ilegais que vem paraa homologação do
Banco Central. Então, eu queria que
vocês comentassem um pouco para quem tá
dentro do sistema, que dificuldade é
essa do pessoal aceitar um estatuto
padrão e rezar pela carteira do sistema
que tanto beneficia singular?
>> Quem se habilita
para começar?
>> Claro,
>> Rogério. Eh, o que que eu vejo?
Eh, talvez as características, né,
embora a gente fala, né, que nós somos
um único sistema, mas a gente tem
características próprias que podem ser
regionais, podem ser do do formato de
governança até então, que a partir do
momento que se tem uma padronização,
isso cai por terra. Mas até chegar nesse
momento, a gente tem características
próprias eventualmente, né, de uma
central, de outra central, de uma
singular, de outra singular. Então eu
vejo que é um desafio para nós que
estamos, seja num sistema de dois
níveis, seja de três níveis em uma
central ou em uma confederação, é um
desafio grande a gente conseguir através
de algo padronizado, unir todos esses
interesses. O que realmente faz é não
querer seguir algo que talvez seria mais
fácil? Eu confesso que tem dificuldade
em responder, talvez as características
próprias, mas a dificuldade que nós
enxergamos, né, nós que estamos ali
tentando padronizar, é muito como
conseguir acomodar de fato todas essas
características distintas ou os
interesses distintos de forma que nós
tenhamos algo que de fato contemple todo
mundo. Isso é o que eu enxergo. Agora,
do lado de lá, o que se enxerga, eu
confesso que eu tenho dificuldade em
responder.
>> Alguém mais? Pode ser.
Eu
concordo com a com a Carol e eu acho que
na na minha realidade que a gente tá em
quatro estados eh tem culturas muito
diferentes. Por mais que a gente tente
conscientizar as as pessoas, as as
diretorias das singulares, da
importância de ter padronização, que a
gente tá dentro de um sistema e de a
gente ter assim essas cláusulas, às
vezes é um pequeno detalhe que ele quer
mudar e aí vai muito na argumentação de
que o por que não é possível de ser
mudado. Mas o que que a gente vê assim
do outro lado? a gente vê a a
singularidade mesmo que existe, a
diversidade que existe de cooperativas e
também a autonomia que as cooperativas
têm. Então, do lado da central cabe
muito essa reflexão de por você quer
mudar e trazer os impactos e os riscos
também que ele corre com essa mudança,
né?
Eh, trazendo aqui a como o sistema AES
são dois níveis, né, e a padronização,
ela já veio desde 2011,
eh, não é negociável as mudanças, né?
Então, não tem negociação, né? Então,
por isso que a gente fala sobre as
diretrizes. As diretrizes a partir do
conselho de administração. Se a gente
tem um conselho de administração
representativo com cada cooperativa
filiada, ali você aumenta a
responsabilidade deles, né? Então,
quando a gente discute sobre
padronização, sobre cláusulas ilgais
fora do padrão, a gente tá falando ali
que eles também vão ser corresponsáveis
por por esta atitude. Então, a gente
traz a questão da responsabilidade
deles, né? Então, isso é algo que é
importante e eh o que que é qual a
maleabilidade que a gente tem, né?
Olhando as cooperativas, por exemplo,
que tem hoje, né, que a gente tem uma,
né, que que é a maior do sistema, que é
a Via Cred, ela tem cinco diretores. Ali
a gente realmente fez uma alteração, mas
tem relação dela CS3, de aumentar a
governança, então foi aumento de
governança para ela ficar mais saudável,
né? E realmente tem como o processo de
todas as cooperativas filiadas é feita
integralmente pelo jurídico da central,
então realmente assim não tem negociação
com relação a isso, né? Bom, eu tô aqui,
né, com o presidente, [risadas]
mas realmente não tem não tem essa
negociação com relação a isso.
>> Isso me lembra do presidente Moacir
Kambeck,
hein? [risadas]
Pode falar, por favor.
Já que nós somos citados, né? Boa tarde,
>> me chamo Vanildo Leone do Sistema Ailos.
Eh, eu queria complementar, né, compor
com a fala da Viviane, já que nós fomos
citados, eh, de uma maneira, eh, nessa
fase, né, eh, a Viviane tem razão, não
tem negociação, mas a negociação já foi
antecipada antes. Eu diria que tem muita
negociação eh eh nas fases de compor o
modelo, por exemplo, do estatuto padrão
e tal, para que quando chega lá tem que
est mais ou menos combinado, né? Eh,
então é é esse processo, ele é um
exercício, né, para se chegar nesse
processo. Mas eu queria engatar uma
pergunta, aproveitando a oportunidade,
eh, o que a gente viu aqui, eh, esses
exemplos que foram trazidos, para mim é
música isso, né? Porque a gente tá
falando de intercooperação, é o ganho de
sinergia, é o ganho de escala, é a
fluência e a fluidez a partir de uma
prática eh genuína de intercooperação.
esse processo que nós vimos aqui, os
ganhos de de prazo, né, por exemplo, que
é só um detalhe, mas é é o ganho de
qualidade que ele não aparece, aí o
prazo, mas por trás disso tem qualidade,
tem de fato resultado eh de ganho de
eficiência. Eh, isso é intercooperação.
E na verdade me parece que não deveria
surpreender, porque as as centrais elas
são uma central de intercooperação, elas
são feitas para isso, né? Eh, eh, e a
gente tá falando óbvio, mas que precisa
ser exercitado paraa gente aprender.
Então, isso é uma um
real exemplo de intercooperação que se
transforma em valor eh eh da
intercooperação. Mas eu queria fazer uma
pergunta assim para vocês pensarem, né,
a mesa, né, eh pensando em outras
oportunidades, porque nós estamos
falando isso há muito tempo. E por que
que ninguém teve essas ideias antes, né?
Então, evidente que quando a gente passa
a fazer um processo em escala, a gente
ganha ganha treina muito, né? E quem faz
só isso. Eh, então em vez de aumentar as
estruturas, né, talvez a gente consiga
até diminuir, né, porque a gente vai ter
tecnologia e tal. [limpando a garganta]
Mas a pergunta que eu queria fazer para
as meninas é assim, eh, que tipo de
outros processos ou que outro processo,
seja na área de governança ou basta um,
né, que cada uma cite um que a gente
poderia eventualmente trazer paraa
central para semelhante a este que a
gente ganhar ganhar qualidade, né? Quer
dizer, ganhar qualidade, reduzir
burocracia, tanto faz. A gente ganharia
muito eh um seria um passo grande, né?
falando de intercooperação, né, Lúcio?
Eu acho que intercooperação é uma coisa
assim valiosa que a gente pode
assim ainda
evoluir muito, né? Então, perfeito.
Obrigado, Vanildo.
que lembro no início lá, Carol chegou do
DEF, chegou a mencionar umas
possibilidades futuras, né, que se a
gente for bem-sucedido
eh com esse trabalho, com essa outorga,
né, aliás, Adalberto, essa concessão
aqui eh no campo da supervisão auxiliar,
ela tem como precedente, é importante
relembrar, no início foi dito isso
rapidamente, ela tem como precedente
virtuoso, né, as atividades também de
supervisão auxiliar associadas às áreas
de fiscalização prudencial e de conduta.
A gente só deu um passo aqui, Vanildo,
na área de autorizações por conta do bom
desempenho das estruturas regionais e e
eventualmente da estrutura confederativa
com relação à primeira concessão. Então,
certamente, Vanildo, eh eh eu já tô
percebendo aqui, basta olhar prazos e,
enfim, que a gente tá se credenciando
aqui, eh, e com uma certa velocidade
eh de podermos, eh, requerer mais, eh,
eh, concessões de parte, né, do
supervisor, eh, de papéis que a gente
possa desempenhar, né? Acho acho que é
isso, né? O que nos credencia é a
qualidade do precedente. É, é assim que
funciona, né? Eh, a evolução normativa,
inclusive, eu te te entrego uma
possibilidade, você me prova que você
faz bom uso.
E provando que faz bom uso, com
responsabilidade, você gera confiança um
regulador e o regulador disse: "Toma
aqui, toma mais, toma mais, toma mais".
Acho que é do interesse inclusive da
sociedade, né? Isso alivia inclusive,
né? A demanda eh interna ou as demandas,
as muitas demandas internas pro Banco
Central, que aqui sim, me permito, né? a
gente sabe muito bem que tem uma
estrutura mega inxuta, né, né, que que
faz um esforço tremendo, né, para poder
cumprir e com grande qualidade o mandato
que é outorgado ao Banco Central do
Brasil. Eu eu fiz uma abordagem geral,
né, a gente se Mas fiquem à vontade. Eh,
o que que vocês gostariam de pedir ao
Banco Central, então, Gurias, né, que o
Banco Central permitisse que nós
fizéssemos.
Essa foi a minha intenção, abrir os
regional o âmbito nacional. Vamos lá.
Pode ser uma uma um pedido
encaminhamento concreto, né? Já fica
formalizado aqui multitestemunha.
>> Pode falar, pode. Não tenho medo. Pode
pedir o céu. Se a gente vai levar
depois, eu não sei, né?
>> Eh, eu vou falar aqui nesse processo,
né? do nesse processo aqui tem algumas
questões que quando a gente olha, né,
que a gente tá falando de melhoria
contínua e quando a gente fala de
melhoria contínua, a gente fala de
governança saudável, né? [roncando]
Eh, algumas questões ali, Carol, que
você trouxe, né? E aí é um desafio aqui,
né, de eh principalmente do Unicad por
ser uma governança de dados, mas como a
gente, né, aqui pode ajudar até o Banco
Central ali já falou, né, a melhorar o
manual do Unicad. né, entendimento do
manual do Unicad, o CISF, né, e a
atualização das declarações, porque tudo
o que a gente faz é em cima é olhando
essa atualização. Então, já vindo isso,
isso já melhora muito a qualidade, né,
do trabalho e do trabalho para todos
nós, né, tanto a supervisão auxiliar
como paraa supervisão do Banco Central.
E mais um pedido,
>> pode fazer. [risadas]
Mas o
>> muitos mais, fica à vontade.
>> Eh, que hoje, né, a assinatura é pela
GOV BR, né? E
>> exatamente, e hoje quando a gente fala
da Junta Comercial, que já aceita as
assinaturas pro ISP Brasil, né, e por
declaração de conformidade
e no Banco Central não aceita, né? E e
às vezes isso é isso também demora um
pouco mais assim o processo.
>> Outras opções de assinaturas,
>> outras opções de assinaturas válidas,
>> viu, gente? Trouxe outros desafios. Eu
vi que isso tava combinado entre você e
você fez a pergunta só para não para ela
não esquecer aqui de formular.
>> Nós vamos combinar na próxima nós vamos
combinar, viu? Eh, eh, Carol Simone,
>> não tá tá tá nisso. Tá. Eu, eu só
agregaria aqui, Michele, posso
>> assim uma uma ideiazinha tua das gurias
aí? Eh, que tá associado à automação de
processos, né, para para acompanhamento
do status, né, da análise. É isso,
porque todo mundo consegue enxergar. Não
sei se isso já tem e tal.
>> A gente inaugurou inaugurou recentemente
na página ali do Banco Central, onde
você tem a área de autorizações, no
canto direito ali no meio tem o, se você
colocar o número do processo PE, ele vai
dizer se tá distribuído,
se está em análise. O nível de
detalhamento, ele vai evoluir com o
tempo, mas a gente já consegue dizer que
o processo tá tá tá aberto, tá
direcionado pra gerência.
E a partir daí a gente quer evoluir para
agregar mais informações, mas pelo menos
uma uma um direcionamento inicial agora
já tá constando.
>> É tipo assim, vai dizer o Rogério, o
Rogério que tá lá com segurando o
processo, então já faz isso tá
distribuído pra gerência de Curitiba.
>> Ah, Rogério, agora tô
>> E com quem tá a procura? Boa, boa,
Carol, obrigado.
>> Você tá me devendo a resposta aí. O
SICOB não falou sobre
>> Não, eu não vou, não fujo não. Tu já me
conhece. Eu vou falar sobre isso. Eu não
esqueci. Eh, e mais um aspecto aqui,
Carol, eh, que aí é mais para o sistema
de três níveis, né, que que fosse
compartilhado com as confederações os os
expedientes, né, os retornos que são
dados aí às vezes as centrais. É isso,
Michele?
>> Se a gente puder ser copiado ali, é
possível?
>> Podemos conversar. Eu vou anotar aqui
pra gente sentar. Não sei. Eu não,
assim, honestamente, eu não sei se tem
alguma limitação do ponto de vista
processual, eh, considerando que a norma
fala na central, mas ela fala
confederação também. Eu acredito que dê.
Só vou dar pra gente, a gente conversa
depois, eh, eh, diretamente. E só para
comentar aqui,
>> tem colega aqui da área que cuida de
Cisorf, manual de da dos modelos de
requerimento. Se eu entendi direito, é a
atualização,
>> é é ter o é ter a quando atualizar, ter
lá atualizar,
>> ah, novo modelo ou atualizado, é um tag
para dizer pro pessoal não se confundir
com com as versões. Isso é uma coisa que
eu acho que é fácil de implementar. Tem
alguém aqui da área acompanhando o
evento pra gente fazer a questão do
padrão de assinatura. Eu tenho que
conversar com a área técnica que cuida
do sistema, porque na verdade não é um
sistema do DEOF, é um sistema do Banco
Central. Então, a gente tem que entender
se tem alguma limitação técnica ou se é
possível eh hoje expandir isso de alguma
maneira, mas a gente leva a questão para
debate e pede para para e depois a gente
dá um retorno. E eu queria só um último
comentário, aproveitando aqui a
provocação do Rogério sobre a questão do
estatuto e e os comentários de vocês,
que eu acho que uma coisa que às vezes
acontece é que tem central que manda, ó,
o estatuto tá fora do padrão, mas tá OK.
Tá, mas pera aí. Tá fora do tá fora do
padrão. Como? Onde que ele tá fora do
padrão? E tá OK. Por quê? Porque às
vezes tem coisa que tá fora do padrão,
porque pode ser um ajuste pontual, né?
Tem, acho que tem um limite um tanto
largo entre o que que é
>> padrão, o que que não é padrão e o que
tá no meio do caminho que não afeta a
ideia geral do padrão, que é um detalhe
pequeno, né? A gente sabe que existem
peculiaridades, mas o que a gente sente
falta muitas vezes é dessa sensibilidade
da central dizer: "Olha, não tá
exatamente no padrão neste ponto me
direcionar, né, pra gente identificar o
que que é que não tá no padrão e por que
tá OK. Olha, não tá no padrão mais a
característica que tá atendida ou a
regra geral, enfim, né? é trazer um
detalhamento disso, porque o que a gente
não quer voltar para momento em que a
gente tinha que olhar estatuto por
estatuto, cláusula por cláusula, depois
de todo esse trabalho que foi feito ao
longo dos anos para criar modelo,
padrões, né, sistêmicos. Então acho que
o recado com relação ao estatuto tá
muito nessa questão de detalhar melhor
quando não é e por que vocês consideram
que é adequado ou enfim,
a recomendação é o contrária. Olha, esse
estatuto não tá no padrão e eu recomendo
a não aprovação por conta disso, disso,
disso. Acho que isso ficar mais claro e
mais detalhado, tá?
>> Que bom, Carol. A Simone lembrou de um
pedido, Clerton e Evandro, não vai
fazer,
>> já que o céu é limite, não vamos perder
oportunidade, né? O não a gente já tem
>> exatamente sobre a questão da
atualização dos requerimentos, porque a
gente tem que acessar a página do Banco
Central para ver lá se foi atualizado ou
não. Não teria condições de a gente ter
um e-mail cadastrado que quando atualiza
o requerimento, o e-mail cadastrado
recebe a informação que foi atualizado o
requerimento sem a gente precisar
acessar toda hora o site do Banco
Central para ver se foi atualizado ou
não?
>> Boa pergunta. Não sei. Podemos estar
vendo e retornar com [risadas]
Eu não tenho ideias e do ponto de vista
de tecnologia isso é uma coisa de
implementação fácil do tipo uma
atualização no sistema, gerar algum tipo
de mensagem automática ou não.
>> Eu tenho que eh eh sentar com a equipe
para avaliar. se quiser comentá
>> é porque você acaba,
se é o atualizado, fica no requer, fica
no e-mail, por exemplo, enviado
automaticamente,
você vai ter que ver o e-mail para saber
se tá atualizado ou não. Então, a gente
mantém no sistema o mais atual,
porque senão você fica dividindo fontes
de de locais onde vai est a informação
atualizada ou pelo menos a informação,
você recebe a informação, foi
atualizado,
mas aí um mês depois você não sabe se o
e-mail se teve um outro e-mail, se
aquilo foi atualizado depois. Então, a
recomendação é entrar e procurar, ó,
estou fazendo o requerimento, eu vou
pegar naquele dia que eu vou fazer o
requerimento, o modelo, talvez para
atualizar um sistema eh eh no momento
que você for atualizar, você tem que
entrar, mas a gente pode conversar no
Mas a ideia é que a informação
atualizada, ela tá no sistema lá no dia.
Eh,
e ali tem as datas, existe lá um campo
de datas de quando ele foi atualizado,
mas entrar periodicamente é importante
para para receber, mas talvez dê para
disparar alguma mensagem que a gente
dispare internamente que foi atualizado,
talvez dê para disparar para alguns
e-mails cadastrados. Pode pensar, né, no
assunto e amadurecer para ver a
validade, mas fica anotado. Obrigada.
Muito bom, gente. Eh, Rogério, eu tenho
certeza que quando você fez essa
provocação, você olhou para mim
[risadas] pensando no ciclo.
Eh, eu assumo que a gente tem ainda uns
desafios, né? Eh, embora nós já
tivéssemos essa altura eh assegurado,
né, a fidelidade, a convergência, né,
com aquilo que é o núcleo do arranjo
sistêmico, tô tô falando de eficiência,
segurança e outros aspectos associados
ao marco regulatório, a gente tem
desafios e e tudo passa por uma maior
sensibilização, debate, diálogo, né? Eh,
não dá para chegar assim, vai ser assim
e aí esquece, né? Porque ainda tem uma
confusão entre autonomia, Rogério e
soberania
embaixo do do arranjo sistêmico. Então a
gente tem que equalizar conceitos e e e
ir avançando, né? Mas sempre a gente vai
ter que deixar espaço para contemplar
alguma especificidade que seja muito
local, porque senão você vai ter briga,
você vai ganhar os 80% da convergência
do conteúdo, né? Eh, padrão atendido,
você pode pode perder, né? Porque aí
vira debate, vira discussão, vira
crítica e a gente tem que tomar cuidado,
dá um passinho, depois mais um passinho,
sabe? A gente vai evoluindo. Eu o o o os
colegas do Deor sabem muito bem do que
eu tô falando. H h há 5 se anos a gente
não tinha nada disso, né? Lembra,
Rogério? Ou até um pouco antes. Então a
gente conseguiu evoluir. A gente vai
evoluir mais ainda. Uma outra
estratégia, eu tava comendando com a
Michele depois de algumas proposições de
última hora, aliás, de pós-hora, né?
depois do tempo concedido,
é que a gente eh eh convidar essas
centrais que são mais criativas ou as
cooperativas singulares, tem tem umas
que são especialmente criativas. Isso é
isso é legal. Então para para verter
essa criatividade
é no momento que se estabelece o debate,
né? E ele se ele se ele tem um mês ou
dois meses, bota mais um mês, né?
para dar oportunidade. Então, pessoal,
tenho tenho. Então, o seguinte, você
coloca a sua proposta, a gente vai
debatê-la sistemicamente, ela pode
prosperar ou não. Se ela for realmente
muito boa, a ponto de tem que integrar
um conteúdo sistêmico de estatuto,
certamente, né, no final ela vai ser
chancelada, né? Então, acho que é isso
que a gente viu, viu, Rogério? A gente
tá aprendendo, tá?
Cabelos a menos, cabelos a menos,
cabelos a menos, cada ano que passa. Mas
a gente vai sobreviver e e a gente vai
contribuir para melhorar a vida de
vocês. Garante. Romeu,
>> não é só eh tem colega nosso que tá
assistindo na na internet lá, o Marcos,
né, que é o gerente de Belo Horizonte,
ele pediu para lembrar uma coisa para
você, I, que no artigo 16 da 453, tá? Os
atos previstos nessa instituição
normativa serem realizados pela central
de crédito, poderão ser desempenhados eh
total ou parcialmente pela confederação,
>> tá,
>> de crédito ou de serviço autorizado a
funcionar pelo Banco Central, tá? Então,
só para para te lembrar isso aí.
>> Iso, né? Isso é ótimo. Romeu, aliás, se
aplica já a supervisão
eh eh eh prudencial, né? E e de conduta
também, desde que haja delegação das
unidades regionais. Isso tá previsto na
501. Eh, as confederações podem exercer
no todo ou em parte atividades que são
originariamente, né, eh, destinados,
outorgados ou dirigidos às centrais. E a
gente, acho que isso poderia melhorar
muito do nosso processo. Eu falava outro
dia com com a Michele e com as colegas.
Eh, vai chegar o momento que a gente vai
se eh oferecer
para acolher, né, esse processo. Eu sei
que no início e alguns integrantes do
até perguntar, né, João, foi você, né,
por que que a confederação não pode
fazer? E naquele momento a gente não
tava assim muito preparado, mas eu tô me
encorajando, ainda mais com apoio das
gurias que estão aqui, né? É, é tudo
pode acontecer. Gente, já chegou a hora
do coqutil. Conseguimos manter o quórum.
Isso é extraordinário. Eh, rapidamente
eu queria eh, Carol, para equilibrar
oportunidades aqui, eu queria te passar
a palavra para você fazer o pedido ao
segmento. O que que você pede da gente
que nós podemos ou devemos melhorar eh
para facilitar esse processo, essa
atividade, né, como um todo. E depois
nós vamos para as mensagens finais.
Bom, eu acho que assim, parte do que eu
tinha para pedir, eu mencionei na
apresentação, que é continuar investindo
continuamente nesse processo da da da
qualificação, do pensar nos processos de
trabalho, eh, tanto em termos de fluxo
quanto de da parte operacional mesmo,
né? De maneira geral. Eu acho que as
representantes aqui na mesa mostraram
que tem tempos médios hoje menores do
que o nosso tempo médio. Então acho que
tem tem, né, demonstram que que é
possível evoluir nesse nesse trabalho de
maneira positiva. Eh, então a gente vai
poder avançar no processo conforme eh
esse processo, né, houver a consolidação
dele.
Ah, a gente sabe que
isso que que todo o uso dessa ferramenta
trouxe um empoderamento, né, dos
sistemas para adoção efetiva do do
estatuto padrão. E toda a discussão aqui
é de aperfeiçoamento, não é de de
retorno. Eh, a gente viu uma melhoria na
capacitação técnica dos eleitos, porque
a central as centrais têm regra geral eh
aplicado mais ou chamado mais para
qualificação, né, pro pro cumprimento
dos programas de treinamento, de
certificação técnica. E isso é
importante, não é? que há muitos anos
você faz a mesma coisa que você não tem
nada a aprender. A gente, né, todo mundo
passa pel por esse processo de de
melhoria, de aprendizado, de
certificação.
Eh, a gente viu uma diminuição dos
indeferimentos de eleição, porque as as
centrais e as cooperativas ciliadas têm
conseguido trabalhar melhor isso antes
de chegar ao processo de eleição. Então,
acho que eu o que eu posso pedir é paraa
gente manter esse diálogo aberto de
trazer sugestões ao processo, de
trabalhar com a gente no aperfeiçamento
contínuo para que a gente possa avançar,
né, eh,
para novos assuntos, para novos
desafios. Quem sabe daqui um tempo a
gente tá falando aqui de tanta
possibilidade de incorporações
eh nos próximos anos. De onde que a
gente vai tirar conhecimento e tempo
para investir nesse tipo de processo da
mel do da diminuição do prazo e do
trabalho com processos mais simples,
como eleição, estatuto, é de onde a
gente consegue tirar hoje. Eu,
infelizmente, não consigo contratar mais
funcionários, ainda que eu peça toda vez
pro meu diretor, não é um processo
simples. Então, o que eu posso fazer é
reduzir o grau de esforço em processos
mais simples para poder dedicar
processos mais complexos. Então, a
colaboração de vocês também é importante
nesse sentido, tá? Obrigada, gente.
>> Valeu, Carol. Eh, meninas, eh, fique à
vontade para sua mensagem final, caso
queiram fazê-lo. Fique, fica à vontade.
>> Eh, eu não vou ser repetitiva, mas eu
acho que como mensagem final acho que
enaltecer a confiança do regulador para
para com as centrais e e as
confederações, né? Acho que é é bem
importante a questão da da proximidade,
sempre que a gente tem dúvidas, abertura
para poder ligar paraa gerência. E aqui
eu já agradeço Paulo Renato e toda a tua
equipe pela proximidade. A gente às
vezes eh tem dúvidas e a gente não sabe,
por mais que a gente pensa, a gente
precisa trocar uma ideia. Então, é bem
importante isso e a importância
realmente da melhoria desse processo,
porque esse processo bem estruturado,
ele fortalece a nossa governança e a
governança fortalecida, com certeza ela
é propulsora pro crescimento do nosso
sistema. Muito obrigada.
>> Show. Obrigado, Simone. Carol,
>> além do que a colega falou, eu vejo que
apesar de nós termos ainda alguns
desafios, né, alguns aprimoramentos, a
Carolina nos trouxe aqui alguns pontos
que ainda podemos melhorar, mas eu
considero que nós tivemos aí um sucesso
da autorização auxiliar, né? Então,
celebrar os avanços que nós já tivemos,
o esse sucesso da autorização auxiliar,
ele nos mostra que os sistemas
cooperativos eles estão com uma certa
maturidade e eles estão se preparando ou
talvez até prontos para novos desafios
nesse sentido. E nós precisamos, claro,
manter o nosso padrão de excelência,
porque é isso que vai nos garantir os
nossos objetivos aí futuros, né, com
relação a às delegações aí, à confiança
do Banco Central, mas também o próprio
alicerce paraa expansão sólida que a
gente quer pros nossos sistemas, né?
Então, da minha parte seria isso para
nós finalizarmos aqui. Também agradecer
as colegas, o Banco Central, não só por
dividir aqui a mesa, mas também por todo
o apoio que sempre nos nos dá aí e aqui
na pessoa do Rogério, que eu aproveito
para citar também, que sempre nos apoia
muito enquanto o sistema Cressol.
Obrigada.
>> Excelente, Carol. Muito grato. Viviane,
>> vai ser bem rápido, né? porque não vou
ser repetitiva aqui e agradecer eh ao ao
Bassem pela por manter aberto, né, pelo
aumento da responsabilidade, né? Então,
como aumentou a responsabilidade, isso
traz uma governança mais saudável e a
governança mais saudável traz segurança
pro quadro social, né, que é o que é o
importante, né, que são quando a gente
olha os nossos princípios
cooperativistas. Então, muito obrigada
por essa por essa oportunidade, por essa
melhoria contínua que a gente tem a
oportunidade de continuar fazendo.
>> Muito bom, muito bom. Muito obrigado,
Caroline. Carol do Deorf.
Não, acho que o que eu tinha para
colocar já coloquei. Quero agradecer
aqui, sim, reforçar que todos os
comentários foram no sentido de agregar
ao que tá sendo dito. De fato, a gente
vê um um desenvolvimento muito grande de
uma ideia que surgiu de conversas eh
internas lá em
2021
22. A gente levou um tempo até chegar a
um ponto em que dava para eh
mandar para fora a ideia, né? e ver como
podia ser aproveitado. Mas eu acho que
sim, foi uma boa ideia, eh, mas que só
funcionou porque todos aqui contribuíram
no processo, tá? Agradeço a todos. Vocês
ajudaram o Deorf a se manter atuante,
eh, respondendo a essa demanda, tá?
Obrigada mesmo.
>> Bom, show, gurias, né? Foram ou não
foram bem?
>> Muito bem, muito bem. [aplausos]
Eh, eu quero aqui eh na minha eh eh
rápida manifestação de encerramento, eh,
reiterar aqui a gratidão ao sistema OCB
e também ao Banco Central. E me permitam
cumprimentar todo o SCT, né, a gente tá
em ano de Copa do Mundo, né? Gostou?
Todo SC do Banco Central aqui nas
pessoas eh dos líderes aqui principais,
da Alberto e Carolina.
Eh, obrigado por tudo, né? eh pelo que
vocês fazem, pelo segmento, pelo
reconhecimento, né, pela confiança, eh,
de que nós somos merecedores, né? E
aqui, ô, Thiago, vou de Churchill,
gostou? Churchill Vson Churchill, eh, e
eu vou parafrasear para não simplesmente
repetir o que ele ensinou lá. dizer o
seguinte, que a resposta paraa
liberdade, Adalberto, ou a confiança,
diria eu, é a responsabilidade.
e dela, colegas do segmento
cooperativista, dela da
responsabilidade,
nós não podemos ter medo,
até porque esse é fundamental pra gente
poder alargar o espaço para futuras
contribuições a bem do setor e a bem da
própria sociedade. Tá bom, minha gente?
Muito obrigado a todos vocês por
permanecerem aqui até esse momento.
[aplausos]
Pois bem, agradecemos então a todos os
participantes deste debate.
Vocês vão receber agora um presente do
sistema OCB em agradecimento
a participação e colaboração nessa mesa.
Vamos fazer aquela foto final de
encerramento deste momento.
Foi uma tarde enriquecedora que não
acaba por aqui. Agradecemos novamente
aqueles que nos acompanharam
virtualmente pelo YouTube e convidamos a
todos os presentes a participar de um
coquetel que será servido aqui fora no
halluditório Dênio Nogueira. Em função
do nosso público externo, informamos que
teremos microibus
circulando daqui do Banco Central até os
setores hoteleiros norte e sul para
levá-los aos seus respectivos hotéis.
Ótima noite a todos, aproveitem o
coquetel e nos vemos amanhã. Obrigada.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur. Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum.
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