Resolução Conjunta N° 14
Sumário Regulatório
Extraído do BCB
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RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 14, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2025Dispõe sobre a metodologia de apuração do limite mínimo de capital social integralizado e de patrimônio líquido das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.              O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei n...
CONJUNTA Nº 14, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2025</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 18pt 9cm;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dispõe sobre a metodologia de apuração do limite mínimo de capital
social integralizado e de patrimônio líquido das instituições financeiras e
demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">              O Banco Central do Brasil, na
forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que
sua Diretoria Colegiada, em sessão realizada em 21 de outubro de 2025, e o
Conselho Monetário Nacional, em sessão extraordinária realizada em 30 de
outubro de 2025, com base nos arts. 4º, <em>caput</em>, inciso VIII, da referida
Lei, 9º-A e 29, <em>caput</em>, inciso I, da Lei nº 4.728, de 14 de julho de
1965, 20, § 1º, da Lei nº 4.864, de 29 de novembro de 1965, 1º do Decreto-Lei
nº 70, de 21 de novembro de 1966, 6º do Decreto-Lei nº 759, de 12 de agosto de
1969, 7º da Lei nº 6.099, de 12 de setembro de 1974, 1º, § 4º, da Lei nº 6.855,
de 18 de novembro de 1980, 7º,<em> caput</em>, inciso I, do Decreto-Lei nº 2.291,
de 21 de novembro de 1986, 1º, <em>caput</em>, inciso II, da Lei nº 10.194, de 14
de fevereiro de 2001, 1º, § 2º, da Medida Provisória nº 2.192-70, de 24 de
agosto de 2001, 6º e 7º da Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008, 1º, § 1º, e
12 da Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, e 9º, <em>caput</em>,
inciso II, da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013,</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">              R E S O L V E R A M :</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
I<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 1º  Esta Resolução Conjunta
estabelece a metodologia de apuração do limite mínimo de capital social
integralizado e de patrimônio líquido a serem mantidos pelas instituições
financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do
Brasil.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo único.  O disposto
nesta Resolução Conjunta não se aplica às administradoras e às associações e
entidades sem fins lucrativos autorizadas a administrar grupos de consórcio nos
termos do art. 46 da Lei nº 11.795, de 8 de outubro de 2008.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
II<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DA OBRIGATORIEDADE</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 2º  As instituições mencionadas
no art. 1º devem manter, permanentemente, valor mínimo de capital social
integralizado e de patrimônio líquido apurado conforme esta Resolução Conjunta,
considerando, no mínimo:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - as categorias de atividades operacionais comunicadas ao Banco
Central do Brasil, conforme o art. 5º; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - as categorias nas quais as atividades de investimento e de captação
são classificadas.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Para fins do disposto
nesta Resolução Conjunta, consideram-se:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - atividades operacionais: produtos e serviços relacionados ao negócio
da instituição, conforme previsto na legislação e na regulamentação específica que
trata da organização e do funcionamento das instituições;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - atividades de investimento: formas de aplicação dos recursos
financeiros não utilizados nas atividades operacionais, conforme previsto na legislação
e na regulamentação específica que trata da organização e do funcionamento das
instituições; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - atividades de captação: formas de captação de recursos
financeiros para financiamento das atividades operacionais, conforme previsto
na legislação e na regulamentação específica que trata da organização e do funcionamento
das instituições.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  O disposto no <em>caput</em>
não se aplica às cooperativas de crédito de capital e empréstimo, que devem manter
capital social integralizado e patrimônio líquido de R$150.000,00 (cento e
cinquenta mil reais), a ser observado conforme o seguinte cronograma:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - 20% (vinte por cento), na data de autorização para
funcionamento da instituição;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - 50% (cinquenta por cento), a partir de três anos, contados da
data de autorização para funcionamento da instituição; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - 100% (cem por cento), a partir de cinco anos, contados da
data de autorização para funcionamento da instituição.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 3º  Para efeito de verificação do atendimento dos
limites mínimos estabelecidos nesta Resolução Conjunta, o patrimônio líquido deve
ser ajustado mediante:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - a soma
dos saldos das contas de resultado credoras; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - a
dedução dos valores correspondentes:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) aos
ajustes de avaliação patrimonial;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) à reserva
de reavaliação;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) ao saldo
das contas de resultado devedoras; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) às participações no limite mínimo de capital social
integralizado e de patrimônio líquido ajustado de instituições financeiras e
demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, apurado
na forma deste artigo.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
III<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DAS ATIVIDADES</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><strong style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
I<br></strong><strong style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das atividades operacionais</strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 4º  Para fins do
disposto nesta Resolução Conjunta, as atividades operacionais, de que trata o
art. 2º, são classificadas nas seguintes categorias, conforme definido pelo
Banco Central do Brasil:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - concessão: realização de operações de crédito, de outras
operações com característica de concessão de crédito e de operações que
envolvam a disponibilização de recursos financeiros, inclusive na forma de compromisso
de crédito;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - custódia e administração de recursos de terceiros;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - intermediação: prestação de serviços que envolvam fluxo de
dinheiro ou outro ativo financeiro, exceto os prestados por conta e ordem de
terceiro; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - serviços: prestação de serviços não classificados nos incisos
I a III, que não envolvam fluxo financeiro ou que envolvam fluxo financeiro, mas sejam prestados por conta
e ordem de terceiro.</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Para
fins de classificação na categoria mencionada no inciso I do <em>caput</em>,
devem ser consideradas as operações próprias ou adquiridas de terceiros.</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Para
fins de classificação na categoria mencionada no inciso IV do <em>caput</em>, não
devem ser considerados os serviços que sejam inerentes às atividades previstas
nos incisos I a III do <em>caput</em>.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 5º  As instituições devem comunicar ao Banco
 Central do Brasil, na forma por ele definida, as atividades operacionais que
pretende exercer.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  A
prática de nova categoria de atividade pelas instituições mencionadas no art.
1º está condicionada:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- ao atendimento prévio dos limites mínimos de capital social integralizado e
de patrimônio líquido requeridos nesta Resolução Conjunta;</span><br></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- à previsão na legislação ou na regulamentação específica; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - ao cumprimento
das demais condições estabelecidas pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  O disposto no <em>caput</em>
não se aplica às atividades que, conforme regulamentação específica, demandam
autorização específica ou estão sujeitas a processo de comunicação específico.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><strong style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
II<br></strong><strong style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das atividades de investimento</strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 6º  Para fins do
disposto nesta Resolução Conjunta, as atividades de investimento, de que trata
o art. 2º, são classificadas em uma das seguintes categorias:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - restrita: cuja regulamentação específica preveja:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) expressa e taxativamente as formas de aplicação dos recursos; ou</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
qualquer vedação na forma de aplicação desses recursos; ou</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - livre: não enquadradas no inciso I.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  A classificação da
atividade de investimento nas categorias definidas no <em>caput</em> deve
considerar todas as formas de aplicação permitidas pela regulamentação
específica, mesmo que não utilizada pela instituição.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Para fins do disposto
no <em>caput,</em> a atividade de investimento das instituições financeiras e
demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil que,
nos termos da regulamentação específica vigente, optem pelo Regime Prudencial
Simplificado – RPS deve ser classificada na categoria prevista no inciso I do <em>caput.</em></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Para fins do disposto
no <em>caput,</em> as formas de aplicação definidas na regulamentação específica
para fins de destinação dos recursos aportados pelo público em conta de
pagamento pré-paga e conta de registro não devem ser consideradas na
classificação das atividades de investimento.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><strong style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
III<br></strong><strong style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das atividades de captação</strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 7º  Para fins do
disposto nesta Resolução Conjunta, as atividades de captação, de que trata o
art. 2º, são classificadas em uma das seguintes categorias, de acordo com a
origem dos recursos:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - depósitos, assim considerados a captação de recursos do
público sob a forma de:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) depósitos de poupança;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) depósitos a prazo;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) depósitos à vista; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) outras contas de depósitos, sem remuneração, não movimentáveis
pelo titular;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - recursos do público, exceto depósitos, assim considerados a
captação de recursos do público por meio de emissão de títulos, conforme
definido pelo Banco Central do Brasil;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - recursos institucionais, assim considerados os recursos
provenientes de:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) cessão de crédito;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) depósitos interfinanceiros;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) operações de repasses e de empréstimos originários de:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">1. entidades nacionais e estrangeiras;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">2. fundos oficiais; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">3. instituições financeiras nacionais e estrangeiras; ou</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - recursos próprios, assim considerados os recursos
provenientes de capital próprio, inclusive na forma captação de recursos dos
seus sócios, acionistas ou associados.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  A classificação da
atividade de captação deve considerar:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - todas as fontes de recursos permitidas pela regulamentação
específica, mesmo que não utilizada pela instituição; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - a categoria que, conforme previsto no art. 10, § 2º, inciso
III, possui maior fator associado.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Na classificação de
que trata o <em>caput</em>, não devem ser considerados:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - os recursos aportados pelo público em contas de pagamento
pré-paga e contas de registro, para as quais a regulamentação defina a forma de
aplicação enquanto não destinados pelo cliente; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - os empréstimos e financiamentos vinculados à aquisição de
bens para uso próprio.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
IV<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DA METODOLOGIA DE APURAÇÃO</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 8º  As instituições
mencionadas no art. 1º devem apurar o limite mínimo de capital social
integralizado e de patrimônio líquido mediante a soma do valor associado às seguintes
parcelas:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - do custo, apurado conforme art. 9º; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - das atividades, apurado conforme art. 10.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><strong style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
I<br></strong><strong style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Do custo</strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 9º  O valor da parcela
correspondente ao custo, de que trata o art. 8º, <em>caput</em>, inciso I, deve
ser apurado mediante a soma de:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - R$2.000.000,00 (dois milhões de reais) multiplicados pela
quantidade de categorias de atividades operacionais comunicadas conforme o art.
5º, incluídas as categorias objeto de autorização ou processo de comunicação
específico, observado o disposto no art. 10, § 1º; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais), caso a instituição preste
serviços que, conforme definido pelo Banco Central do Brasil, dependam de
processamento de dados, armazenamento de dados, infraestrutura de redes,
infraestrutura de segurança da informação e cibernética e outros recursos
computacionais fornecidos pela instituição ou por prestador de serviço por ela
contratado.<a name="_Ref76027936"></a></span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Caso a instituição
preste mais de uma modalidade de serviço de que trata o inciso II do <em>caput</em>,
devem ser adicionados 50% (cinquenta por cento) daquele valor para cada novo
serviço, observado que o limite do total do valor da parcela definida no inciso
II do <em>caput</em> é R$10.000.000,00 (dez milhões de reais).</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  As instituições devem
comunicar ao Banco Central do Brasil, na forma por ele definida, a prestação
dos serviços de que trata o inciso II do <em>caput.</em></span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><strong style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
II<br></strong><strong style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Das atividades</strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 10.  O valor da parcela
correspondente às atividades de que trata o art. 8º, <em>caput</em>, inciso II, deve
ser apurado mediante:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - a soma dos valores atribuídos:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) às categorias de todas as atividades operacionais comunicadas pela
instituição, conforme o art. 5º, incluídas aquelas objeto de autorização ou
processo de comunicação específico; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) à categoria na qual a atividade de investimento foi
classificada; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - a multiplicação do valor apurado na forma definida no inciso
I pelo fator atribuído à categoria na qual a atividade de captação foi
classificada.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  Para fins do disposto
no inciso I, alínea “a”,<em> </em>do<em> caput</em>, devem ser consideradas, no
mínimo, as categorias de atividades operacionais associadas ao objeto social da
instituição, conforme definido pelo Banco Central do Brasil.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  Para fins do disposto
no <em>caput</em>, o valor atribuído:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - às categorias de atividades operacionais de que trata o art. 4º
corresponde a:</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a)
R$1.000.000,00 (um milhão de reais), para serviço;</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
R$3.000.000,00 (três milhões de reais), para custódia e administração de
recursos de terceiros;</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c)
R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais), para intermediação; e</span></p><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d)
R$7.000.000,00 (sete milhões de reais), para concessão;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - às categorias de atividade de investimento de que trata o
art. 6º corresponde a:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) R$5.000.000,00 (cinco milhões de reais), para categoria restrita;
e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) R$8.000.000,00 (oito milhões de reais), para categoria livre; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - ao fator correspondente às categorias das atividades de captação
de que trata o art. 7º:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) 60% (sessenta por cento), para a categoria recursos próprios;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) 80% (oitenta por cento), para a categoria recursos
institucionais;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) 120% (cento e vinte por cento), para a categoria recursos do
público, exceto depósitos; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) 200% (duzentos por cento), para a categoria depósitos.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 3º  Para fins do disposto
no inciso I do § 2º, o valor atribuído a cada categoria de atividade
operacional independe da quantidade de produtos e serviços enquadrados na mesma
categoria.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><strong style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Seção
III<br></strong><strong style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Dos adicionais de capital</strong></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 11.  As instituições
mencionadas no art. 1º que podem utilizar em sua nomenclatura, em virtude de
autorização específica prevista na legislação específica ou na regulamentação
que trata da organização e do funcionamento da instituição, a expressão “banco”
ou qualquer termo que a sugira, literalmente ou por semelhança morfológica ou
fonética, em português ou em língua estrangeira, devem adicionar R$30.000.000,00
(trinta milhões de reais) ao valor do capital apurado conforme o art. 8º.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  O requerimento do valor adicional de
capital de que trata o <em style="color:#444444;">caput</em> se aplica à instituição que utiliza em sua nomenclatura
o termo de que trata o <em style="color:#444444;">caput</em>, em conformidade
com a regulamentação vigente, mesmo sem autorização específica prevista na
regulamentação que trata da organização e do funcionamento da instituição.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  O disposto no § 1º não se aplica à
instituição que utiliza em sua nomenclatura o mesmo termo utilizado por outra instituição do conglomerado prudencial do qual
seja integrante, em virtude de autorização específica
prevista na regulamentação que trata da organização e do funcionamento
dessa instituição.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
V<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 12.  As instituições
mencionadas no art. 1º que estiverem em funcionamento na data de entrada em
vigor desta Resolução Conjunta devem observar as seguintes regras de transição
quanto à obrigação de manutenção de limite mínimo de capital social
integralizado e de patrimônio líquido:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - até 30 de junho de 2026, deve ser mantido o valor mínimo de
capital social integralizado e de patrimônio líquido apurado na forma da
regulamentação vigente no dia anterior à data de entrada em vigor desta
Resolução Conjunta; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - de 1º de julho de 2026 até 31 de dezembro de 2027, deve ser
mantido o valor de que trata o inciso I acrescido dos seguintes percentuais sobre
a diferença positiva entre o montante que for apurado na forma desta Resolução Conjunta
e aquele valor:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) 25% (vinte e cinco por cento) até 31 de dezembro de 2026;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) 50% (cinquenta por cento) até 30 de junho de 2027; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) 75% (setenta e cinco por cento) até 31 de dezembro de 2027.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 1º  As instituições
mencionadas no art. 1º devem comunicar ao Banco Central do Brasil, até 30 de junho de 2026, as categorias de atividades
operacionais exercidas, conforme o art. 5º.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:18pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  O disposto nesta seção
aplica-se às instituições que tiverem protocolado no Banco Central do Brasil pedidos
de autorização para funcionamento ou para ampliação de atividades até a véspera
da data da entrada em vigor desta Resolução Conjunta.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">CAPÍTULO
VI<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">DISPOSIÇÕES FINAIS</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 13.  A Resolução nº 2.828, de 30 de março de 2001,
publicada no Diário Oficial da União de 31 de março de 2001, passa a vigorar
com as seguintes alterações:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">"Art. 3º  ...................................................................................................................................</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.................................................................................................................................................</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§ 2º  A realização de operações de câmbio e de
arrendamento mercantil depende de autorização do Banco Central do Brasil.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;"> ......................................................................................................................................."
(NR)</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 14.  A Resolução BCB nº
234, de 27 de julho de 2022, publicada no Diário Oficial da União de 29 de
julho de 2022, passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">"Art.
7º-A  O Patrimônio Líquido Ajustado é
obtido pela soma algébrica do patrimônio líquido e do saldo total das contas de
resultado credoras, deduzida do saldo total das contas de resultado devedoras,
integrantes do Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do
Brasil – Cosif." (NR)</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 15.  A Resolução CMN nº
5.051, de 25 de novembro de 2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de
novembro de 2022, passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">"Art.
10-A.  O capital social da cooperativa de
crédito deve ser integralizado exclusivamente em moeda corrente." (NR)</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 16.  A Resolução CMN nº
5.061, de 16 de fevereiro de 2023, publicada no Diário Oficial da União de 22
de fevereiro de 2023, passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">"Art.
9º-A  O capital social da confederação de
serviço deve ser integralizado exclusivamente em moeda corrente." (NR)</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">"Art.
11.  ..................................................................................................................................</span></p><p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo
único.  Admite-se a compensação das
perdas verificadas no exercício findo, mediante decisão da assembleia geral, com
sobras de exercícios seguintes, desde que atendidos os limites mínimos de
capital social integralizado e de patrimônio líquido definidos na
regulamentação vigente." (NR)</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 17.  Ficam revogados:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - a Resolução nº 2.607, de 27 de maio de 1999, publicada no
Diário Oficial da União de 28 de maio de 1999;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - a Resolução nº 2.678, de 21 de dezembro de 1999, publicada no
Diário Oficial da União de 23 de dezembro de 1999;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - os seguintes dispositivos da Resolução nº 2.828, de 30 de
março de 2001, publicada no Diário Oficial da União de 31 de março de 2001:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) incisos I e II do § 2º do art. 3º; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) art. 5º;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV - o parágrafo único do art. 5º da Resolução nº 3.426, de 21 de
dezembro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 26 de dezembro de
2006;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V - o art. 1º da Resolução nº 3.757, de 1º de julho de 2009,
publicada no Diário Oficial da União de 2 de julho de 2009, na parte que altera
o § 2º do art. 3º da Resolução nº 2.828, de 30 de março de 2001, publicada no
Diário Oficial da União de 31 de março de 2001;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI - os seguintes dispositivos da Resolução nº 4.721, de 30 de
maio de 2019, publicada no Diário Oficial da União de 3 de junho de 2019:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) art. 7º; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) art. 23;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VII - o art. 5º da Resolução CMN nº 4.976, de 16 de dezembro de
2021, publicada no Diário Oficial da União de 20 de dezembro de 2021;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VIII - o art. 4º da Resolução CMN nº 4.985, de 17 de fevereiro de
2022, publicada no Diário Oficial da União de 21 de fevereiro de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IX - o art. 4º da Resolução CMN nº 5.000, de 24 de março de 2022,
publicada no Diário Oficial da União de 28 de março de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">X - os arts. 4º, 5º e 6º da Resolução CMN nº 5.008, de 24 de março
de 2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de março de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XI - os arts. 6º, 7º e 8º da Resolução CMN nº 5.009, de 24 de
março de 2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de março de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XII - o art. 6º da Resolução CMN nº 5.046, de 25 de novembro de
2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de novembro de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XIII - o art. 4º da Resolução CMN nº 5.047, de 25 de novembro de
2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de novembro de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XIV - os seguintes dispositivos da Resolução CMN nº 5.050, de 25
de novembro de 2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de novembro de
2022:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) art. 6º; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) art. 14;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XV - o art. 10 da Resolução CMN nº 5.051, de 25 de novembro de 2022,
publicada no Diário Oficial da União de 28 de novembro de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XVI - o art. 4º da Resolução CMN nº 5.052, de 25 de novembro de
2022, publicada no Diário Oficial da União de 28 de novembro de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XVII - o art. 7º da Resolução CMN nº 5.060, de 16 de fevereiro de
2023, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 2023;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XVIII - o art. 9º da Resolução CMN nº 5.061, de 16 de fevereiro de
2023, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro de 2023;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XIX - o art. 1º da Resolução CMN nº 5.131, de 25 de abril de 2024,
publicada no Diário Oficial da União de 26 de abril de 2024, na parte que
altera o art. 10 da Resolução CMN nº 5.051, de 25 de novembro de 2022,
publicada no Diário Oficial da União de 28 de novembro de 2022;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XX - o art. 5º da Resolução CMN nº 5.237, de 24 de julho de 2025,
publicada no Diário Oficial da União de 28 de julho de 2025;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XXI - os seguintes dispositivos da Resolução BCB nº 80, de 25 de
março de 2021, publicada no Diário Oficial da União de 29 de março de 2021:</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) art. 17; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) arts. 20 e 21;</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XXII - o art. 5º da Resolução BCB nº 234, de 27 de julho de 2022,
publicada no Diário Oficial da União de 29 de julho de 2022; e</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XXIII - o art. 1º da Resolução BCB nº 407, de 2 de agosto de 2024,
publicada no Diário Oficial da União de 5 de agosto de 2024, na parte que
altera os arts. 17 e 20 da Resolução BCB nº 80, de 25 de março de 2021,
publicada no Diário Oficial da União de 29 de março de 2021.</span></p><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 18.  Esta Resolução Conjunta entra em vigor na data
de sua publicação.</span></p><p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="color:#444444;font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><span style="text-transform:uppercase;">GABRIEL MURICCA GALÍPOLO<br></span>Presidente
do Banco Central do Brasil</span></p></div>
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