RESOLUÇÃO CMN Nº
5.266, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2025
Altera a Resolução nº 3.339, de 26 de janeiro
de 2006, e seu regulamento anexo, que altera e consolida as normas que
disciplinam as operações compromissadas envolvendo títulos de renda fixa.
O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de
31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional,...
<p class="Epgrafe" style="text-align:center;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">RESOLUÇÃO CMN Nº
5.266, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2025</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 0cm 18pt 9cm;"><span style="color:#444444;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Altera a Resolução nº 3.339, de 26 de janeiro
de 2006, e seu regulamento anexo, que altera e consolida as normas que
disciplinam as operações compromissadas envolvendo títulos de renda fixa.</span><br></span></p>
<p class="MsoBlockText" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de
31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em
sessão realizada em 27 de novembro de 2025, com base nos arts. 4º, <i>caput</i>,
incisos VI, VIII, IX e XXI, da referida Lei, e 1º, § 1º, e 12 da Lei
Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009, </span></p>
<p class="MsoBlockText" style="margin:0cm 0cm 18pt;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">R E S O L V E U :</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;"><span style="color:#444444;"><a name="OLE_LINK49"></a><a name="OLE_LINK50"></a><a name="OLE_LINK42"></a><a name="OLE_LINK43"></a><a name="OLE_LINK44"></a><a name="OLE_LINK51"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 1º  A Resolução nº 3.339, de 26
de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 30 de janeiro de
2006, passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="color:#444444;"><a name="_Hlk215473187"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Parágrafo
único.  O disposto nesta Resolução não se aplica às administradoras de
consórcio, às instituições de pagamento, às sociedades corretoras de títulos e
valores mobiliários, às sociedades distribuidoras de títulos e valores
mobiliários e às sociedades corretoras de câmbio, que devem observar a
regulamentação emanada do Banco Central do Brasil no exercício de suas
atribuições legais.</span></a><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">"
(NR)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 2º  O regulamento anexo à
Resolução nº 3.339, de 26 de janeiro de 2006, publicada no Diário Oficial da
União de 30 de janeiro de 2006, passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><a name="_Hlk215473786"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">§
1º  A condição prevista no inciso II do <i>caput</i> não será exigida para as
operações compromissadas:</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - com
títulos emitidos pelo Tesouro Nacional;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II -
contratadas entre instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do
Brasil; ou</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">III -
contratadas entre instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do
Brasil e investidor profissional não autorizado a funcionar pelo Banco Central
do Brasil, nos termos definidos em normas da Comissão de Valores Mobiliários.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">§ 2º  Nas
operações de que trata o inciso III do § 1º realizadas com títulos que não sejam
emitidos pelo Tesouro Nacional e sem a contratação de câmara ou prestador de
serviço mencionado no inciso II do <i>caput</i>, o contrato da operação deve
possuir cláusula prevendo mecanismo de resolução de falha de entrega dos
títulos objeto da operação pela parte que assumiu o compromisso de revenda, que
permita à parte com compromisso de recompra:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - adquirir
no mercado os títulos objeto da operação ou títulos equivalentes; e</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II - cobrar da
parte inadimplente eventuais perdas decorrentes dessa aquisição." (NR)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">"<a name="_Hlk215474089">Art. 6º  Nas operações compromissadas, pelo menos uma das
partes contratantes deve ser banco múltiplo, banco comercial, banco de
investimento, banco de desenvolvimento, sociedade de crédito, financiamento e
investimento, sociedade corretora de títulos e valores mobiliários, sociedade
distribuidora de títulos e valores mobiliários, Caixa Econômica Federal ou
cooperativa de crédito, habilitada para a realização dessas operações.</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">"<a name="_Hlk215474212">Art. 7º  Na realização das operações compromissadas, a
base de cálculo para fins de apuração dos limites operacionais da instituição
será:</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - na
hipótese de a instituição não pertencer a conglomerado prudencial, o Patrimônio
de Referência – PR da instituição; ou</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II - na
hipótese de a instituição pertencer a conglomerado prudencial, o PR consolidado
das instituições habilitadas a realizar operações compromissadas que integrem o
conglomerado prudencial ao qual pertença.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Parágrafo
único.  No caso de instituição pertencente a conglomerado prudencial mencionada
no inciso II do <i>caput</i>, a verificação do atendimento dos limites
operacionais referenciados em PR de que trata o art. 8º, <i>caput</i>, incisos
I e II, deve considerar, de forma consolidada, tanto as operações realizadas
pela própria instituição como as operações realizadas pelas demais instituições
habilitadas pertencentes ao mesmo conglomerado." (NR)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">"<a name="_Hlk215474357">Art. 11.  Para efeito de atendimento dos limites
operacionais de que trata o art. 8º, não são computados:</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><a name="_Hlk215474403"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">IV
- as operações compromissadas nas quais instituições participantes do Selic ou
de sistema de custódia e liquidação de operações com títulos e valores
mobiliários autorizado pelo Banco Central do Brasil ou pela Comissão de Valores
Mobiliários atuem como meras intermediárias, não assumindo a condição de parte
contratante; e</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 6pt 70.9pt;"><a name="_Hlk215474413"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">V
- as operações compromissadas com títulos públicos federais realizadas por
instituições emissoras de moeda eletrônica exclusivamente para atendimento da
exigência de manutenção de recursos líquidos correspondentes aos passivos em
moeda eletrônica dessas instituições, desde que apartadas em contas específicas
para essa finalidade no Selic.</span></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 3º  Fica revogado o art. 9º do regulamento
anexo à Resolução nº 3.339, de 26 de janeiro de 2006, publicada no Diário
Oficial da União de 30 de janeiro de 2006.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:12pt;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 4º  Esta Resolução entra em vigor
em 2 de janeiro de 2026.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:12pt;text-align:center;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">GABRIEL MURICCA GALÍPOLO<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Presidente
do Banco Central do Brasil</span></p>
</span></div>
</div>
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