IFRS S1 e S2 na prática: abertura | um evento Anbima e CEBDS
Sumário Regulatório
Abertura do evento "IFRS S1 e S2 na prática: conectando investidores e empresas", organizado pela Anbima com o CEBDS, no dia 28 de abril, com apoio do iCS, do Climate Finance Hub, da Coopera Clima e do Instituto Itaúsa.
Em uma manhã, nos aprofundamos nas normas IFRS S1 e S2, que determinam o relato de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade e ao clima. Reunimos as empresas abertas (que terão que reportar as informações) e as instituições financeiras (que terão que ler esses dados) para debater juntos:
- Como aplicar o mesmo rigor dos balanços financeiros aos dados de sustentabilidade;
- Boas práticas para melhorar a qualidade das informações de sustentabilidade;
- Ferramentas para reduzir riscos de greenwashing e fortalecer a transparência e comparabilidade das informações para investidores e para o mercado.
Confira os próximos vídeos da playlist e assista ao evento completo!
Transcrição e Conteúdo
Olá, pessoal. Bom dia a todas as pessoas
presentes.
Eh, meu nome é Luís Pires, atuo aqui
como gerente sustentabilidade e inovação
da BIMA. Tô muito feliz de receber todo
mundo aqui hoje. Eh, lembrando que a
gente tem um pessoal aqui, a gente tem,
sei lá, mais de 60 pessoas presenciais
aqui. Tem mais uma galera pendurada numa
câmera que tá olhando para aqui. Para
todo mundo que...
Olá, pessoal. Bom dia a todas as pessoas
presentes.
Eh, meu nome é Luís Pires, atuo aqui
como gerente sustentabilidade e inovação
da BIMA. Tô muito feliz de receber todo
mundo aqui hoje. Eh, lembrando que a
gente tem um pessoal aqui, a gente tem,
sei lá, mais de 60 pessoas presenciais
aqui. Tem mais uma galera pendurada numa
câmera que tá olhando para aqui. Para
todo mundo que for falar no palco, a
câmera fica ali, tá, pessoal? pra gente
lembrar sempre disso. Tem bastante gente
pendurada aqui. Eh, então, só bom, antes
de agradecer e começar toda a a parte
mais formal, eh, pra gente é muito legal
receber todo mundo aqui em nome daima.
Fico muito feliz, né, em abrir esse
evento. Então, lembrando que esse evento
ela é uma construção colaborativa, acho
que ninguém faz nada sozinho e todo
mundo, né, acho que tá ciente disso, mas
acho que não custa lembrar esse evento,
uma construção que começou de uma
conversa, né, Lucas, tipo um bate-papo.
Ou se a gente pensasse nisso, nisso,
aquilo, eh, sei lá, noves fora, estamos
aqui hoje depois de um tempão. Então,
com a ideia de começar a falar sobre
IFRS, de começar a entender as
diferentes perspectivas, regulação tá
avançando, os prazos estão se esticando,
a gente tá chegando perto e tá todo
mundo assim com bastante vontade de
conhecer um pouco mais. Então, né, eh a
gente tá aqui para um primeiro primeiro
bate-papo, a primeira conversa, então um
evento coalização, CEBEDs, com um monte
de parceiros envolvidos e tem um monte
de gente aqui embaixo, né? Então a gente
tem a turma do X, a turma do Climate
Finance Hub, Coopera Itaúza, né, em
parceria com Bima, Cebeds, todo mundo
reunido para nos ajudar hoje nessa
conversa. Eh, é um assunto denso,
intenso, que tem provocado assim
arrepios e calafrios de muita gente. Eh,
hoje a gente começa fazendo um mergulho.
Professor Edu, mais uma vez obrigado por
compartilhar teu conhecimento
[limpando a garganta] com a gente.
Depois a gente vai fazer um bate-papo
assim com análise, né, uma visão
multistakeer de como cada entidade, cada
organização, cada pedacinho do
ecossistema, né, tá se vendo ou tá
entendendo os desafios que vem pela
frente. E a gente termina com um caso
prático, né, da Vale, trazendo um pouco,
compartilhando um pouco, né, do
aprendizado dos últimos anos com a
gente. Eu acho que vai ser bem legal
viver isso. Eh, eu queria que eu tô,
gente, isso aqui é tudo aviso para dar
para vocês, tá? Vou ficar 45 minutos
aqui na frente. Eh, brincadeira. Mas
assim, acho que a primeira coisa para
quem tá aqui no presencial, eu vou pedir
para quem quiser fazer pergunta levantar
a mão, tá? A galera que tá pendurada ali
no na internet, eh, só consegue ouvir se
a gente tá falando no microfone. Então,
isso é muito importante, tá? Então, toda
vez, ah, tenho pergunta, não sei quê,
mão para cima. Paraa galera que tá no
online, a pergunta tem que ser feita no
chat, que vai aparecer pra gente uma
forma mágica. Alguém vai ter essa
pergunta na mão.
Eh, mais um uma informação para quem tá
por aqui. A gente não vai ter intervalo,
a gente vai seguir direto, mas o nosso
café continua por ali. Então, quem
quiser, quem precisar de uma carga de
energia, um cafezinho para dar uma
despertada, fiquem super à vontade, tá?
É um padrãozão que a gente costuma fazer
por aqui, funciona bem. E é isso. Queria
eh mais uma vez agradecer a presença de
todo mundo, né? Eh, lembrá-los, né, que
a gente tá aqui no começo de muita
discussão, então a gente tem jornadas,
né, e discussões sobre FRS em todas as
instituições envolvidas. Então, cada um,
né, nos seus hubs de conexão, né, vão
ser convidados, né, e para participar de
tudo isso. E eu queria trazer aqui pra
mesa de abertura, convidar Marcelo
Billy, superintendente de
sustentabilidade, inovação e educação da
BIMA. Marcelo Billy, por favor. Lucas
Grilo, gerente de finanças sustentáveis
e economia circular do CEBEDs. Lucas,
por gentileza. Denise Hils, conselheira
do Climate Finance Hub e de mais metade
das empresas de capital aberto do
Brasil.
Bedu Curi, especialista em finanças da
natureza do X. Pessoal, muitíssimo
obrigado. Eh, agora tá com vocês.
[limpando a garganta]
>> Bom,
>> olá, bom dia a todos e todas. Eh,
bem-vindos, Zambima. Bem-vinda, Zambima.
É um prazer ter aqui com vocês, né? Eh,
essa coisa que o Luiz falou de que a
gente precisa, né, fazer, não dá para
fazer as coisas sozinhos é muito verdade
em sustentabilidade.
Essa foi uma orientação da nossa
diretoria quando a gente criou a rede
ambientabilidade, que é não vamos fazer
nada, não só em sustentabilidade, né, a
gente tem outras duas agendas que eu
lidero na BIMA, que são educação e
inovação. E nessas três agendas a
orientação é se tem alguém fazendo
alguma coisa legal vamos junto, não
precisa refazer, né? Então essa é um
pouco eh a abordagem que a gente tá
adotando neste evento, em toda a jornada
IFRS que a gente tem fazendo e nas
outras iniciativas de sustentabilidade,
né? A gente teve uma parceria muito bem
sucedida com a Febrab e com a CISEG, né?
De maneira que a gente tá juntos ainda
fazendo todas as jornadas de capacitação
que a gente consegue, tentando olhar
para todo o ecossistema, né? Seguros ou
a economia bancária e o mercado de
capitais, né? Então tem sido muito
gratificante, muito legal conseguir o
apoio. Então agradecer de novo ao
CEBEDs, né? A equipe que prepara o
líder, escreve aqui, ó, CEBEDIS para eu
não errar, tá vendo? [risadas] Obrigado,
Flavinha. Eh, o Climate Finess Ham,
Instituto Clima e Sociedade, o Coopera
Clima e Itaúza, né? [suspirando]
IFRS a gente tem eh hoje é um evento um
pouco diferente pra gente, porque na
BBIMA a abordagem que a gente tá
adotando para FRS
é um pouco a abordagem dos usuários da
informação, né? Porque a gente tá
falando que os emissores têm que se
preparar e a gente não é magicamente
que, né, num dia vai chegar as
demonstrações financeiras e todos os
analistas do mercado de capitais estarão
preparadas para analisar eh as novas
informações que a gente vai
disponibilizar para eles, né? Então essa
o IFRS como essa ferramenta, né, que
ajuda na alocação de recursos, né, eh
que ajuda, né, no na no processo de
decisão dos gestores, né, dos bancos,
né, na gestão de risco e na locação de
capital. É um pouco a abordagem que a
gente tá adotando. Não é simples, né, a
próprio pessoal do IFRS, a gente já
consultou muito sobre treinamentos,
ainda não tem. Então, é algo que a gente
tá se esforçando muito eh para construir
junto com com o mercado e com todo o
ecossistema, né? Por isso esse evento
pra gente que tá juntando, né, as duas
visões, a pessoal, os emissores e o
nosso mercado é bem relevante. A gente
já fez uma primeira jornada FRS, né,
nesse foco de análise de investimentos,
né, vários das nossos parceiros que
estão aqui nos ajudaram a construir essa
primeira jornada com aquele foco, né,
materialidade, riscos, oportunidades,
governança, né, que pro nosso mercado é
super relevante. eh foi um processo
grande de aprendizado de novo com o
mercado, mas mostrou também eh toda essa
assimetria de conhecimento, né, essa,
né, como tá heterogêneo o nosso mercado,
né, em termos de em termos de maturidade
para uso dessas informações, né? Então,
mostrou essa necessidade da gente seguir
nesse esforço de capacitação. Eh, a
gente fez nessa primeira nessa primeira
etapa da jornada um e-book. Eu convido
vocês depois a conhecerem. acho que a
nossa equipe depois manda para todo
mundo, que dá, né, um guia geral com
todos os eventos, o que a gente
discutiu. Então, já é uma ferramenta que
o pessoal pode usar. Eh, ali ainda é,
né, num grau de profundidade um pouco
menor. E a gente lança esse ano um outro
guia aí sim bem mais aprofundado, de
novo, com esse foco no uso que o nosso,
né, que o Cell Side, o Byide precisam
fazer dessas informações. Então, a gente
sai, a gente já tem o ebook, Saion guia
e a gente continua com a jornada esse
ano também. né? Eh, procurando sempre
com o mercado, o que que vocês precisam,
a gente vem aqui, organiza, então contem
com a gente, né? Aquilo que vocês
identificarem, poxa, eu tenho
treinamento bom aqui, né? A gente pôs a
área de educação e inovação junto com a
sustentabilidade até para isso, pra
gente conseguir alavancar as
iniciativas, né? Então, a área da de
educação daim está à disposição de
vocês, né? Eh, vamos conversar pra gente
entender como a gente faz um uso
coletivo desse esforço de capacitação eh
de todo o mercado, né? Eh, bom, de novo,
né, pedir participem, façam perguntas,
né? Eh, ninguém sabe muito disso ainda,
né? A gente tá todo mundo nesse processo
de aprendizado, então é importante a
gente compartilhar sem receio nossas
dúvidas e anseios e problemas que a
gente tá enfrentando, né, pra gente aqui
na Ambima, por exemplo, como associação
conseguir
tentar construir iniciativas coletivas
que ajudam a gente a caminhar eh nesse
esforço, né? Eh, contem com a BIMA, né?
a gente tem esse olhar muito de como é
que a gente prepara o nosso mercado, né?
Eh, como é que a gente faz essa ponte
com o mundo regulatório e com o
investidor, né? Então, a gente tem esse
olhar também, no final das contas, a
gente tá fazendo isso também para dar
segurança, conforto e e e aumentar o
nosso mercado, né? Dando essa segurança
e conforto para os investidores, né?
Essa é uma iniciativa também que tá
dentro do contexto da redeima de
sustentabilidade. Participem, é bem
legal, tem muita gente legal na rede.
Então, quem não conhecer ainda, eu
realmente convido vocês a participarem.
Aí eu já falei demais. Eu espero que
seja uma manhã bem produtiva e vou
passar aqui a palavra pro Lucas do
Cebedes.
>> Obrigado, Billy. Bom dia a todos. Muito
feliz de ver a casa cheia aqui hoje.
Como o Luiz falou, né? Essa ideia desse
evento que surgiu numa conversa nossa no
ano passado, um pouquinho antes da COP,
durante o evento do PR, né? A gente
comentou que faríamos uma jornada nesse
sentido. Ele falou: "Pô, a gente também
tem uma na BIMA". Então acho que a gente
falou: "Pô, vamos unir aqui então essas
duas jornadas em alguns momentos, porque
a gente tá falando justamente com o
consumidor primário dessa informação de
um lado e do outro lado quem tá
produzindo essa informação. Então se
esses dois públicos não tiverem se
conversando, não tiverem ali eh em
acordo, né, eu acho que a gente não vai
tá atingindo o objetivo que a regulação
busca trazer.
Teve uma pesquisa também eh no ano
passado, uma pesquisa pública que a CVM
fez, que trouxe ali como um dos
principais gaps, uma das principais
lacunas nesse tema, a falta de
treinamento. Então eu acho que esse
evento aqui e as duas jornadas, né, da
BIMA e também do CEBETs vem para poder
suprir um pouco essa lacuna, poder eh
apoiar aqui e criar esse espaço de
confiança, né, de trocas de aprendizados
para que a gente possa aqui, como Billy
falou, ninguém sabe muito bem ainda como
fazer, né, Billy? Então, acho que é um
momento da gente poder trocar eh e ter
esse momento aqui para poder ouvir o
outro também, compartilhar as
experiências e usar esse espaço. Então
contem aqui conosco, com ANBIMA, com
nossos parceiros que estão aqui apoiando
também o Climate Fance Hub, o Wx, eh, o
Coopera Clima e também a Itaúa para
poder construir sempre esses espaços,
para que a gente esteja sempre aqui
juntos discutindo, porque essa aqui é
uma regulação que tá posta, começa via
ano que vem, mas não é a primeira e nem
será a última também. a gente sabe que
muito mais vem por aí, então é
importante que a gente esteja aqui
junto, sempre discutindo, sempre
conversando para poder tá construindo
juntos eh esses caminhos, porque é um
caminho ainda novo para todo mundo.
Então, é importante a gente poder trocar
eh e se apoiar nesse processo. Vou
passar a palavra aqui agora pra Denise,
para ela poder falar um pouquinho pra
gente.
>> Bom, primeiro de novo, né, bom dia a
todos, todas, todo mundo que tá online,
né, nos assistindo. É, eu não vou falar
que é uma honra porque é, todo mundo já
sabe, tá? Mas estô aqui hoje, acho que
para lembrar o que que primeiro nos
trouxe até aqui, né? Se alguém voltasse
10 anos atrás e contasse para mim e
paraa Linda, né, que me convidou para
estar aqui representando, né, como
conselheira do Climate Finance Hub, que
esse dia aconteceria, a gente
provavelmente ia dizer que a pessoa não
estava bem, né, ou por mais que a gente
quisesse que esse dia acontecesse. E eu
acho que o que a gente tá discutindo
aqui hoje, essa oportunidade de criar
comunidades de prática, que é o que nós
estamos fazendo, é justamente, né, de
como materializar todo o conhecimento
que foi gerado até aqui num momento
[limpando a garganta] em que se torna
regulatório, talvez em alguns anos
passados, fazer alguma coisa semelhante
a isso, o que a jornada de muitos tenha
sido um diferencial, agora é o novo
business azujo. Então, qual a
importância da gente não só, né, usar
ferramentas disponíveis, né, como
pesquisas, como essa, como guia, né, que
a própria BIMA fez e como documentos e
ferramentas que o Climate Finance Hub
disponibilizou com avaliação, né, de
impactos de clima e comparação de
empresas, por exemplo, entre diversos
setores ou ent setores como energia e
tudo mais para auxiliar nessa
incorporação, materialização do risco e
consequentemente não o disclosure e a
transparência, mas a correta tomada de
decisão de investimento, de capex, de
opx, né, de budget, de todas aquelas
palavrinhas em inglês que todos vocês
estão acostumados a praticar no dia a
dia, porque na prática é sobre isso.
Essas questões são absolutamente
materiais e quando elas se tornam
regulatórias,
elas estão indicando que isto é o mínimo
necessário. E a gente, se for baseado em
materialidade, pode construir e seria
muito melhor gestor se na tomada de
decisão dos fundos, de uma emissão, h,
de qualquer tema do mercado de capitais,
a gente começasse a incorporar estas
questões como prática diária. Por quê?
Porque elas são materiais. Ela afeta o
seu resultado, o seu lucro, o seu EBIT,
o sua capacidade de investimento e pode
representar, na verdade, em muitos
casos, como a gente tem visto no Brasil,
uma fonte após, né, a correta diligência
do risco e implementação e entendimento
de atração de capital, visto que a gente
não tem discutido mais a questão de que
atrair capital para este tipo de
investimento, transição, adaptação,
inovação e tudo mais. Isso não tem sido
um assunto ruim. Muito pelo contrário, é
talvez uma das fontes recentes, mais
baratas, mais acessíveis, mais perfeitas
para quem já está ou se preparando ou
consciente da transição que tem que
fazer, tá? Então, eh, é de verdade um
orgulho, né, para nós tá aqui nesse dia,
ser parte dessa trajetória hoje, né, com
dois chapéus como rede, uma pessoa
também que torceu muito por esse momento
e muito [limpando a garganta] feliz de
vê-los aqui. Mas mais do que isso,
acreditar que nos próximos anos a gente
vai estar discutindo como a aplicação
disso muda a dinâmica real de mercado e
como a gente consegue refletir no dever
fiduciário, né, de cada um de nós, nos
nossos papéis, a realidade que tá
acontecendo na rua, na empresa, nas
pessoas, na vida, né? a justiça
climática como parte, por exemplo, de um
processo e não de uma crença. Tavamos
falando um pouco disso. E a
materialidade dos efeitos do clima como
um módulo de ação, de tomada de decisão
e não só, né, de desenho de risco, de
materialidade eh por design, né, mas
principalmente por prática, por
evolução, por adaptação. Quanto mais a
gente for capaz de olhar para evoluções
como essas, para ferramentas como essas,
com entendimento de que são ótimas
ferramentas para as empresas continuarem
eficientes, resilientes, integradas,
contemporâneas, mais rápida vai ser a
nossa transição. Então o meu convite é
que baseado em tanto esforço em
conhecimento, né, em comunidades como
essa de prática, a gente fosse o mais
diligente no aprendizado e na prática
possível, o mais transparente, inclusive
nas dificuldades para poder aprender com
o melhor que a gente tem aqui do
conhecimento, da ciência e tudo mais e
evoluir muito rapidamente pro lugar da
gestão, que eu acho que é onde todos nós
queremos ver, seja como investidores,
seja como gestores, seja como emissores,
como grandes ou pequenas empresas, tá?
Então, ao longo do dia, eu espero que
vocês vejam muitos exemplos. estava
falando com a minha amiga Vânia também e
sobre coisas que já estão acontecendo,
inclusive acessando isso para pequenas
empresas, mas é fundamental que a gente
entenda que isto não é mais um ponto de
diferencial, uma discussão de ser, é uma
discussão de como. E eu espero que vocês
aproveitem muito o dia para aprender não
só com quem tá aqui, mas com quem tá
praticando já e encontrando as primeiras
dificuldades, porque isso vai nos fazer
avançar eh de forma, eu acho que mais
diligente e coerente cada vez mais, tá?
Então, super obrigada pelo convite.
Desejo a vocês um excelente evento e
participem, tá? Por favor. Obrigada.
Bom, eh, bom dia a todos e todas. É um
prazer táar aqui. Reforço eh enfim o
agradecimento aqui dos meus colegas de
palco eh pelo convite eh para estarmos
aqui eh iniciando essa iniciativa com
vocês. Meu nome é Eduardo Curi, sou
especialista em finanças climáticas do
Instituto Clima e Sociedade. Eh, o
Instituto Clima e Sociedade eh eh nasce
na sequência do acordo de Paris eh pela
coordenação de filantropias
internacionais que entenderam que eh
para eh dar conta, né, das das ambições,
das metas assumidas no acordo de Paris,
era necessário ter uma uma organização
local que apoiasse a coordenação de
esforços, né, no no Brasil. Eh, e é isso
que a gente tá fazendo aqui, né,
coordenando esforços de múltiplas
instituições, eh, para, enfim, eh,
evitar duplicação de, de esforço, trazer
eficiência para essa agenda. Então, é um
prazer táar aqui e tá atrelado, claro, à
nossa missão eh eh eh de contribuir com
agenda climática no país. Eh, acho que
eh é uma agenda, a gente tá falando aqui
de FRS, é uma agenda que naturalmente
tem um custo regulatório, né, um farro
regulatório, eh, como a gente já, eh,
citou aqui. E é verdade, né, é uma tem
uma barreira de entrada. Eh, acho que a
gente tá aqui buscando coordenar, somar
esforços para eh mitigar essa barreira
de entrada. Eh, mas é uma barreira que,
uma vez superada traz uma série de
oportunidades. Acho que a Denise trouxe
muito bem aqui essa eh esse potencial de
eh conectar o mercado brasileiro a
mercados internacionais. É uma agenda
que vai atrair capital, né, que vai eh
harmonizar eh linguagem para eh
facilitar a atração de capital. É uma
agenda que vai contribuir pra
identificação de riscos nos negócios, eh
paraa melhor precificação dos riscos, eh
pro tratamento desses riscos.
>> [roncando]
>> Eh, então é uma é uma uma agenda que,
embora, claro, tem custo, tem uma série
de oportunidades eh muito eh eh eh eh eh
importantes de serem trabalhadas eh no
cenário local. Eh, e a de novo atrelando
eh essa discussão com eh o o Instituto
Clima e Sociedade, nessa filantropia
estratégica que nasce aí junto com eh
investidores globais, para citar os mais
conhecidos aqui eh do mundo de vocês,
né, a Bloomber, Rockefeller, que deram,
enfim, o a semente inicial do do Ix. Eh,
dentro da nossa trajetória, a gente
trouxe outros investidores eh também
conhecidos de vocês, como eh Bezos, como
[roncando] Google, como Fundação Gates.
Esses investidores olham pro Brasil eh
como um país das oportunidades
climáticas, das soluções climáticas, né?
Cbet tem uma publicação muito eh
relevante nesse sentido. Eh, e aqui que
a gente tá então buscando coordenar
esforços para mostrar para esses
investidores eh que o Brasil sim pode eh
contribuir sobre maneira na agenda eh do
clima. Eh, então, eh, enfim, muito fico
muito feliz em estar aqui, eh, junto com
os parceiros para, enfim, eh, iniciar
esse esforço com vocês. Eh, é um esforço
coletivo, eh, que, claro, cada cada
organização aqui tem um, né, uma um
dever de casa, eh, também em função da
regulação. Eh, mas, eh, quem tá olhando
paraas oportunidades tem um espaço aqui,
universo muito grande para trabalhar eh
e trazer capital. Então, enfim, eh
estamos eh aqui juntos com vocês, eh,
nesse primeiro momento. O tá de portas
abertas também para contribuir eh, com
vocês e acho que será, enfim, muito rico
acompanhar essa jornada. Eh, é isso.
Obrigado, Billy.
>> [limpando a garganta]
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur. Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum.
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