Relatorio "Women in Fintech" - Silva Lopes Advogados
Sumário Regulatório
Relatorio "Women in Fintech" - Silva Lopes Advogados
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REALIZAÇÃO Mapeamento da força de trabalho feminina no mercado de fintechs SUMÁRIO A pesquisa "Women in Fintech: Agora é a nossa vez" foi idealizada e conduzida com o objetivo de ir além de um diagnóstico superficial. Com essa missão, o método foi construído para gerar um conjunto de dados robusto e estratégico que quantificasse a presença feminina e seu impacto direto no desenvolviment...
Mapeamento da força de trabalho feminina no mercado de fintechs
SUMÁRIO
A pesquisa "Women in Fintech: Agora é a nossa vez" foi idealizada e conduzida
com o objetivo de ir além de um diagnóstico superficial. Com essa missão, o
método foi construído para gerar um conjunto de dados robusto e estratégico
que quantificasse a presença feminina e seu impacto direto no
desenvolvimento e inovação do mercado brasileiro de fintechs. Para isso, a
análise dos dados foi estruturada em frentes de coletas complementares,
garantindo uma visão holística e baseada em evidências: quantitativa,
qualitativa e de correlação.
Inicialmente, trazemos dados de um questionário que aplicamos entre os dias
11 de agosto e 26 de setembro de 2025 resultando em respostas espontâneas
de 103 mulheres do mercado brasileiro de fintechs. Nesta pesquisa
levantamos dados quantitativos como faixa etária, tempo de experiência e
distribuição hierárquica. E foram coletados dados qualitativos, como suas
percepções e experiências quanto às suas contribuições para a inovação e
tomada de decisão no setor e conselhos para mulheres que desejam entrar no
Agora é a nossa vez.
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mercado ou já estão inseridas. Com a análise dessa pesquisa, pudemos extrair
insights sobre os fatores que impulsionam ou impedem o avanço da carreira
feminina.
Em seguida, fizemos um levantamento de dados de informações públicas
disponibilizadas pelo Banco Central do Brasil (BC), em seu site oficial, onde
analisamos a quantidade de mulheres ocupando cargos de diretoria e levando
em consideração sua localização para trazer também uma análise geográfica.
Trazemos dados de todas as Instituições de Pagamento, Sociedades de Crédito
Direto, instituidores de Arranjo de Pagamentos e Sociedades de Empréstimo
entre Pessoas autorizadas pelo Banco Central até o dia 19 de setembro de 2025.
Por fim, realizamos o cruzamento dessas duas fontes para analisar o impacto da
força de trabalho feminina e quais seus benefícios e desafios no setor, levando
em consideração também depoimentos das embaixadoras da campanha, que
foram gravados e disponibilizados nesta pesquisa.
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O Women in Fintech: Agora é a nossa vez nasceu de
uma inquietação: se o setor de fintechs é hoje um dos
mais inovadores e dinâmicos do país, por que ainda
reproduz barreiras históricas à presença feminina em
cargos de decisão? Para responder a essa questão,
realizamos um levantamento inédito que combina
duas fontes: os dados oficiais do Banco Central do
Brasil e as respostas de um questionário espontâneo
aplicado a mais de 100 mulheres que atuam no setor.
O objetivo foi quantificar a presença feminina nas
estruturas de liderança e compreender, a partir da
experiência direta das profissionais, os desafios e
caminhos para ampliar nas estruturas de liderança e
Agora é a nossa vez.
“Para que o mercado evolua é fundamental que a nossa voz seja ouvida e traduzida em dados concretos”
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Introdução
compreender, a partir da experiência direta das
profissionais, os desafios e caminhos para ampliar
essa participação. Os resultados trazem uma
fotografia fiel do atual momento do mercado brasileiro
de fintechs. Mais de 40% das empresas autorizadas
pelo Banco Central do Brasil já contam com mulheres
em cargos de diretoria, e algumas possuem lideranças
integralmente femininas. Entretanto, a maioria das
cadeiras de decisão segue ocupadas por homens. O
questionário aplicado confirma esse contraste:
mulheres estão presentes em todos os estágios de
carreira, mas enfrentam barreiras culturais que
extrapolam a competência técnica, como o machismo,
a necessidade constante de provar credibilidade e a
escassez de referências femininas em posições
estratégicas. Este relatório é, portanto, mais do que
uma coleta de números: é um convite à reflexão e à
ação. A diversidade de gênero não deve ser vista
como um ideal distante, mas como uma estratégia de
inovação, competitividade e sustentabilidade para o
futuro das fintechs no Brasil.
Boa leitura!
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Powering fintech's future
Agora é a nossa vez.
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CONHEÇA MAIS SOBRE NÓS
O Silva Lopes Advogados é reconhecido
como referência nacional em assessoria
jurídica para fintechs. Com 13 anos de
atuação e mais de 450 clientes atendidos
no Brasil e no exterior, o escritório
consolidou-se como parceiro estratégico
para empresas que precisam atender às
rigorosas exigências do Banco Central, da
CVM e da SUSEP, oferecendo uma
combinação única de experiência jurídica,
visão regulatória e compreensão prática do
negócio.
O escritório de advocacia possui ampla
experiência na condução de processos de
autorização junto aos órgãos reguladores,
assessorando fintechs dos mais diversos
modelos, como: instituições de pagamento,
subcredenciadoras, iniciadores de transação
de pagamentos (ITPs), operações de
Banking as a Service (BaaS), Sociedades de
Crédito direto (SCDs), Sociedades de
Empréstimo entre Pessoas (SEPs),
instituições financeiras e plataformas de
equity crowdfunding.
A atuação do Silva Lopes não se limita ao
momento da autorização. O trabalho
envolve todo o ciclo de vida da fintech:
desde a concepção e validação do modelo
de negócio até o assessoramento contínuo
de sua operação, com foco no crescimento
sustentável e na mitigação de riscos. Nesse
percurso, o Silva Lopes estrutura empresas
societariamente, elabora contratos
estratégicos, implementa modelos de
governança corporativa e desenvolve
programas de compliance robustos, capazes
de atender tanto às exigências regulatórias
quanto às expectativas de investidores e
parceiros estratégicos. A proximidade com o
cliente e a postura de parceria estratégica
são marcas registradas do Silva Lopes
Advogados, que se destaca por alinhar
conformidade regulatória e estratégia
empresarial para impulsionar a inovação
financeira com solidez e credibilidade.
Conta Simples é um sistema de gestão de
despesas corporativas que une serviços
financeiros e tecnologia. Com o objetivo de
otimizar o tempo, a solução busca transformar e
potencializar a jornada financeira das empresas,
simplificando processos e garantindo uma gestão
mais estratégica.
Aarin Tech-Fin fornece soluções
tecnológicas e regulatórias para que
negócios se tornem seus próprios bancos
digitais. A plataforma integra a tecnologia
do Open Finance e do Pix, simplificando
operações e reduzindo custos.
Asaas é uma fintech que automatiza a gestão
financeira de empresas. Através de uma conta
digital completa, a plataforma oferece soluções
para a gestão de cobranças, antecipação de
recebíveis e comunicação com clientes, facilitando
as atividades burocráticas dos negócios.
AstroPay é uma carteira digital que permite
gerenciar fundos globalmente. Ideal para
autônomos, nômades digitais e empresas, oferece
contas em múltiplas moedas e transações
seguras, facilitando a gestão financeira.
Agora é a nossa vez.
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Silva Lopes Advogados é focado em
empresas de tecnologia e atua nas áreas de
Direito Empresarial, Tributário e Propriedade
Intelectual. Seu perfil inovador o diferencia
no mercado. O escritório possui clientes em
diversos estados e países.
A força da campanha "Women in Fintech: Agora é
a nossa vez" reside não apenas nos dados, mas
nas pessoas por trás deles. As embaixadoras são
essenciais nesta iniciativa, atuando como as vozes
que humanizam os números e criam uma conexão
emocional com as demais mulheres do mercado
brasileiro de fintechs. Com suas redes de
relacionamentos próprias, elas ampliaram o
alcance da pesquisa.
Com suas histórias e liderança, as embaixadoras
transformam estatísticas em narrativas de impacto,
reforçando o poder da presença feminina no
desenvolvimento e inovação do setor. Conheça
elas!
Celcoin fornece infraestrutura para empresas se
conectarem ao mercado financeiro. Com um
conceito de Embedded Finance, a plataforma
oferece soluções completas e sem burocracia,
assumindo a parte regulatória para que os
negócios possam focar em suas necessidades.
Locaweb (LWSA) é um ecossistema de marcas
integradas que oferece soluções completas e
modulares para todos os tamanhos de negócio.
Dentre os serviços estão plataforma de e-
commerce, ERP, integração com marketplace,
PDV, recorrência, geração de leads, crédito e
logística, entre outros.
Kamino oferece um software de gestão financeira
para empresas de serviços de médio porte no
Brasil. A plataforma automatiza rotinas de
pagamentos e recebimentos, integrando-se com
meios de pagamento, cartões de crédito, bancos e
ERPs.
Swap é especialista em Banking as a Service
(BaaS) para empresas B2B. A empresa oferece
soluções financeiras personalizadas que permitem
aos negócios lançar produtos financeiros com suas
próprias marcas.
Nicole Meneguetti é especialista em compliance e
desenvolvimento de produtos para finanças e
pagamentos. Atua com criptoativos, jogos e
apostas, focando em gestão de riscos, PLDFT e
alinhamento regulatório. Defende a tecnologia e a
inclusão feminina no setor financeiro.
Thaís Consiglio, advogada com mais de 10 anos
de experiência em finanças e tecnologia, une
expertise jurídica, gestão e visão estratégica. Atua
em governança corporativa, estruturação
regulatória e compliance, liderando times jurídicos,
de riscos, compliance, people e operações,
promovendo inovação e conformidade.
Magnum Bank é um banco 100% online que
transforma compras em benefícios. Parte do valor
gasto retorna, permitindo investir em shows,
viagens e jantares.
PayU oferece serviços financeiros em mercados
emergentes na Ásia, Europa, América Latina,
Oriente Médio e África. A empresa é líder em 18
mercados, disponibilizando processos de
pagamento rápidos e eficientes para mais de 300
mil comerciantes e milhões de consumidores.
Agora é a nossa vez.
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Quem são as mulheres do
mercado brasileiro de fintechs
Resultados do questionário realizado entre os dias de 11 de agosto e 26 de
setembro de 2025
Agora é a nossa vez.
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Agora é a nossa vez.
Perfil
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9
Com base nas 103 respostas obtidas no
questionário, constatamos que a maior parte das
mulheres participantes encontra-se na faixa
etária de 26 a 35 anos (52,9%), seguida pelo
grupo de 36 a 45 anos (22,5%). Também se
destacam as faixas de 46 a 55 anos (16,7%) e de
18 a 25 anos (7,8%), mostrando uma
predominância de perfis em idade de
consolidação profissional, mas com participação
relevante de gerações mais jovens e mais
experientes.
Agora é a nossa vez.
Distribuição geográfica das participantes
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10
Sobre a região em que estão localizadas, 67 mulheres responderam que estão no estado de São Paulo (65,7%), 13 no Rio Grande do Sul
(12,6%), 6 em Santa Catarina (5,8%), 5 em Minas Gerais (4,9%), 3 no Rio de Janeiro (2,9%), 3 no Paraná (2,9%) e 2 no Rio Grande do
Norte (1,9%), 1 em Goiás (1%) e 1 no Maranhão (1%). Não informaram 2 pessoas (1,9%).
12,6% das participantes5,9% das participantes
Agora é a nossa vez.
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11
Escolaridade
Considerando o nível de escolaridade das 103
participantes, observa-se que a maior parcela é
composta por mulheres com pós-graduação concluída,
totalizando 65 respostas, o que corresponde a 63,1%
do grupo. Em seguida, 22 profissionais, ou 21,4%,
possuem ensino superior completo, enquanto outras
13, equivalentes a 12,6%, alcançaram o mestrado. Por
fim, 3 profissionais, representando 2,9%, ainda estão
em fase de formação, com o ensino superior
incompleto.
Área de estudo
Agora é a nossa vez.
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12
A formação das participantes mostra predominância em Direito (50,5%) e Administração (15,5%), seguidas por áreas como Ciências
Sociais (8,7%), TI (5,8%), Contabilidade (4,9%) e Marketing/Comunicação (4,9%). Outras áreas aparecem de forma mais pontual, como
Economia (3,9%), RH (2,9%) e Engenharia (2,9%), revelando diversidade, mas com forte concentração nas áreas jurídica e de gestão.
Agora é a nossa vez.
Tempo atuação das participantes
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13
Quando analisamos o tempo de atuação dessas
mulheres no setor de fintechs, observamos um
quadro diverso que combina renovação e
senioridade. Uma parcela de 7,4% está há menos
de 1 ano no mercado, enquanto a maioria
concentra-se entre 1 e 3 anos (27,7%) e entre 4 e
6 anos (24,5%). Além disso, 16% já acumulam de
7 a 10 anos de experiência, e 24,5% possuem
mais de uma década de trajetória. Esses números
evidenciam tanto a entrada de novas profissionais
quanto a consolidação de carreiras mais longas,
refletindo a pluralidade da presença feminina no
ecossistema.
Posições hierárquicas das participantes
no mercado brasileiro de fintechs
Agora é a nossa vez.
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14
O levantamento revela a presença feminina distribuída em diferentes
níveis de atuação e liderança no setor de fintechs. No topo da
hierarquia, 7 mulheres (6,8%) ocupam posições de C-level, como
CEO, CTO e CMO, marcando presença em cargos de decisão
estratégica. Logo abaixo, destacam-se 16 diretoras (15,5%),
seguidas por 24 gerentes (23,3%), que compõem uma camada
relevante de gestão intermediária.
Em funções que aliam conhecimento técnico e responsabilidade de
processos, estão 19 coordenadoras e especialistas (18,4%). A maior
concentração, porém, está entre as 31 analistas pleno/sênior
(30,1%), profissionais que sustentam grande parte da operação com
experiência consolidada. Já a base é formada por 6 mulheres (5,8%)
em cargos de assistente ou analista júnior, refletindo a entrada de
novas gerações no ecossistema.
(6,8%)
(15,5%)
(23,3%)
(18,4%)
(30,1%)
(5,8%)
Agora é a nossa vez.
Sobre as empresas
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15
30,1%
49,5%
13,6%
6,8%
Grande
Média
Pequena
Micro
Entre as 103 respostas analisadas, observa-se que 49,5% das
participantes (51 respostas) atuam em médias empresas,
definidas como aquelas com 51 a 500 funcionários. Em
seguida, 30,1% (31 respostas) estão vinculadas a grandes
empresas, com mais de 500 colaboradores. Já as pequenas
empresas, que contam com 11 a 50 funcionários, reúnem
13,6% (14 respostas), enquanto as microempresas, de 1 a 10
funcionários, correspondem a 6,8% (7 respostas). Os dados
indicam maior concentração de profissionais em estruturas de
médio e grande porte, mas também registram presença em
organizações de menor dimensão.
Agora é a nossa vez.
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16
Agora é a nossa vez.
As percepções das entrevistadas sobre a presença
feminina no mercado brasileiro de fintechs
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Com o intuito de compreender de forma aprofundada as percepções das mulheres sobre a presença feminina no
mercado brasileiro de fintechs, as participantes foram convidadas a avaliar um conjunto de afirmações em uma
escala de 1 a 5, sendo 1 “Discordo totalmente” e 5 “Concordo totalmente”. Essa abordagem permitiu captar não
apenas opiniões individuais, mas também tendências coletivas sobre aspectos como inovação, tomada de decisão,
valorização profissional e contribuição das mulheres no setor.
Nos próximos slides, apresentamos em detalhe cada afirmação e a distribuição das respostas, permitindo visualizar
tanto os avanços já consolidados quanto os pontos que ainda demandam atenção.
Agora é a nossa vez.
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18
“A presença feminina é crucial para a inovação do setor”
4,53
MÉDIA
Agora é a nossa vez.
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19
“Mulheres trazem uma perspectiva mais centrada no cliente”
4,32
MÉDIA
Agora é a nossa vez.
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20
“A diversidade de gênero impacta positivamente
a tomada de decisões na minha empresa”
4,35
MÉDIA
Agora é a nossa vez.
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21
“Minhas contribuições são valorizadas da
mesma forma que as de meus colegas homens”
3,35
MÉDIA
MERCADO NOVO, BARREIRAS ANTIGAS
Quando iniciei no mercado, já esperava encontrar um
ambiente predominantemente masculino, pois o setor de
pagamentos deriva diretamente do financeiro,
historicamente dominado por homens. Essa percepção se
confirmou, mas também revelou um espaço importante
para transformação. Hoje, as mulheres têm forte
presença nas áreas operacionais, sustentando as
empresas no dia a dia, mas ainda são minoria nas
cadeiras de decisão, o que mostra o quanto ainda há a
conquistar. Um dos maiores desafios é o estranhamento:
quando uma mulher jovem chega a esse mercado novo,
muitas vezes enfrenta resistência de clientes e pares. Ao
mesmo tempo, justamente por ser um setor em
construção, há oportunidade para que as mulheres
avancem, ocupem posições estratégicas e imprimam uma
visão voltada para responsabilidade social e impacto
positivo.
Agora é a nossa vez.
Desafios mais destacados na pesquisa
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22
VEJO MUITAS MULHERES ATUANDO
COMO ANALISTAS, MAS AINDA POUCAS
EM CARGOS DE LIDERANÇA. ESSE É UM
DOS GRANDES DESAFIOS A SUPERAR.
Juliana Strohl
(Kamino)
COMO MULHERES, SOMOS MUITO MAIS
QUESTIONADAS DO QUE OS HOMENS.
ISSO EXIGE ESTAR SEMPRE MUITO
PREPARADA, CONFIANTE E SEGURA DO
QUE FALAMOS.
Leiziane Oliveira
(Astropay)
PARA AS MULHERES, OS DESAFIOS SÃO
SEMPRE MAIORES. PRECISAMOS
PROVAR O DOBRO, ESTUDAR O DOBRO
E NOS POSICIONAR O DOBRO PARA
CONQUISTAR CREDIBILIDADE.
Andressa Dulor
(Silva Lopes Advogados)
Agora é a nossa vez.
Conselhos das entrevistadas
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23
A nuvem de palavras foi utilizada como recurso para
sintetizar de forma visual os principais conselhos
compartilhados pelas entrevistadas. O destaque
para determinados termos reflete a frequência com
que aparecem nas respostas, permitindo identificar
padrões recorrentes sem perder a diversidade de
perspectivas. A visualização mostra, de maneira
imediata, quais orientações se repetem com maior
intensidade. Esse formato facilita a leitura dos
resultados e oferece um panorama objetivo sobre os
pontos de atenção mais lembrados pelas
participantes.
O retrato oficial do Banco Central
Análise das instituições autorizadas pela autoridade monetária até 19 de setembro de 2025
Agora é a nossa vez.
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Agora é a nossa vez.
Representatividade
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25
Entre as empresas autorizadas pelo Banco Central ( como
Instituições de Pagamento, Sociedades de Crédito direto,
Instituidores de Arranjos de Pagamento e Sociedades de
Empréstimo entre Pessoas) a presença de mulheres em
cargos de diretoria é expressiva, mas não majoritária.
Do total de 354 empresas analisadas, 146 (41,2%)
contam com ao menos uma mulher na diretoria, enquanto
208 (58,8%) não possuem mulheres nesse nível
hierárquico.
Esses números ajudam a dimensionar a participação
feminina em posições de decisão. Há uma presença
relevante, mas a maior parte das diretorias segue formada
exclusivamente por homens, o que evidencia um cenário
em que a representatividade feminina ainda está em
desenvolvimento.
Agora é a nossa vez.
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26
Nas 146 empresas que possuem mulheres em cargos de diretoria, a composição média é de
3,78 integrantes por diretoria. Dentro desse total, a média é de 1,46 mulheres e 2,32 homens.
Esses números mostram como se distribuem os assentos entre gêneros quando há participação
feminina no quadro de liderança.
Homens
2,32
Mulheres
1,46
Agora é a nossa vez.
Mesmo nas empresas que já possuem mulheres na diretoria, as
profissionais femininas representam em média apenas 37,8%
dos cargos, ou seja, pouco mais de 1 em cada 3 cadeiras.
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COMPOSIÇÃO DAS DIRETORIAS
Os dados revelam algo importante: quando as
mulheres estão presentes nas diretorias, sua
participação média fica em torno de um terço
dos assentos. Isso mostra que já existe
representatividade, mas também evidencia que
a maioria das cadeiras ainda é ocupada por
homens.
Esse equilíbrio parcial não deve ser visto
apenas como um número, mas como um sinal
de que o mercado brasileiro de fintechs está
em processo de mudança. Por ser um setor
novo, há espaço para que mais mulheres
avancem para esses cargos e tragam
perspectivas que unem crescimento
empresarial e impacto social.
Homens Mulheres
Qual o percentual de empresas que possui mulheres com
cargo de Diretora Presidente/CEO/Diretora Executiva?
Agora é a nossa vez.
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28
Agora é a nossa vez.
Apenas 14 mulheres ocupam o
cargo de Diretora Presidente em
instituições autorizadas pelo Banco Central
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29
A análise das 146 empresas que possuem mulheres em cargos de diretoria identificou um total de
213 profissionais. Destas, 77 (36,1%) aparecem apenas com a designação genérica de “Diretora”,
sem detalhamento das funções, o que limita a precisão sobre suas atribuições.
Nas demais 136 posições (63,9%), foi possível identificar o cargo específico: 14 (11,6%)%) estão
registradas como Diretora Presidente, 9 (4,2%) como Administradora e 9 (4,2%) como Diretora
Executiva, além de outras funções listadas em menor número.
Agora é a nossa vez.
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30
Os 5 principais
níveis hierárquicos
Agora é a nossa vez.
Distribuição geográfica da presença feminina no setor
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31
A distribuição da liderança feminina no mercado de fintechs concentra-se, em grande parte, em áreas urbanas.
São Paulo lidera com o maior número de diretoras: 102 mulheres. Em seguida, estão Barueri (21) e Cuiabá (10).
A capital paulista também se destaca percentualmente com 47,8% da representatividade total, reforçando seu
papel como o principal polo financeiro para a liderança feminina.
7,5% das participantes
As 3 cidades com o maior número de diretoras mulheres
1º
2º
3º
São Paulo
102 diretoras
Barueri
21 diretoras
Cuiabá
10 diretoras
Agora é a nossa vez.
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32
Qual cidade que percentualmente possui a maior
representatividade de mulheres como diretoras?
Agora é a nossa vez.
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33
Mulheres em cargos de diretoria por estado
Agora é a nossa vez.
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34
São Paulo (SP): 854 – 63,9%
Minas Gerais (MG): 85 – 6,4%
Santa Catarina (SC): 68 – 5,1%
Rio Grande do Sul (RS): 68 – 5,1%
Mato Grosso (MT): 62 – 4,6%
Paraná (PR): 54 – 4,0%
Rio de Janeiro (RJ): 29 – 2,2%
Ceará (CE): 19 – 1,4%
Goiás (GO): 15 – 1,1%
Pernambuco (PE): 13 – 1,0%
Mato Grosso do Sul (MS): 12 – 0,9%
Sergipe (SE): 11 – 0,8%
Bahia (BA): 10 – 0,7%
Amazonas (AM): 8 – 0,6%
Piauí (PI): 8 – 0,6%
Distrito Federal (DF): 7 – 0,5%
Pará (PA): 5 – 0,4%
Rondônia (RO): 3 – 0,2%
Espírito Santo (ES): 3 – 0,2%
Paraíba (PB): 2 – 0,1%
Agora é a nossa vez.
Em quais tipos de instituições as
mulheres estão?
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35
A diversidade de gênero varia consideravelmente entre os diferentes tipos de
instituições financeiras no Brasil, conforme dados do Banco Central. A categoria de
Instituição de Pagamento (IP) apresenta a maior representatividade, com 42,3% de
suas empresas (83 de 196) possuindo mulheres na diretoria. Em seguida, a Sociedade
de Crédito Direto (SCD) mostra 35% de representatividade, com 49 de 140 empresas.
O Arranjo de Pagamentos possui 33,3% de representatividade (2 de 6 empresas). Por
fim, a Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP) apresenta o menor percentual
entre os tipos de instituições analisados, com 25% de representatividade (3 de 12
empresas).
A maior representatividade nas Instituições de Pagamento sugere que este segmento,
que engloba muitas das fintechs mais inovadoras, pode estar mais à frente na adoção
de políticas de diversidade.
(57%)
(43%)
(65%)
(35%)
(75%)
4 (75%)
Agora é a nossa vez.
Empresas com maior percentual de mulheres na diretoria
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36
A análise dos destaques corporativos oferece
uma visão clara das empresas que lideram na
promoção de mulheres a cargos de diretoria.
As empresas CDC, Dlocal, Mova, NVIO e
PagCerto sobressaem por terem 100% de
mulheres em suas diretorias, um indicativo de
composição totalmente feminina em seus quadros
de liderança.
Outras empresas como Credi-shop, Adyen, Astro,
Bigcash, Dapper, Iupi, LP do Brasil, Nium, Nvio
Bitso, UzziPay, We Pay Out e Worldpay também
demonstram participação expressiva, com 66,7%
de representatividade feminina, reforçando a
tendência de maior presença das mulheres no
setor de tecnologia financeira.
Top 1
Top 2
Top 3
Agora é a nossa vez.
Empresas com maior número
de mulheres na diretoria
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37
Em termos de volume absoluto, algumas grandes corporações
concentram os maiores números de mulheres em cargos de
diretoria. O Itaú lidera com 10 diretoras, seguido por Nu
Pagamentos, Cielo, ACG e Credi-shop, cada uma com 4 mulheres
em suas diretorias. Esses números refletem a presença feminina em
organizações de maior porte no setor, onde a estrutura de liderança
tende a ser mais ampla.
Itaú concentra o maior
número absoluto de diretoras
10
diretoras
4
diretoras
Entre estatísticas e percepções
O que o questionário e o Banco Central revelam sobre a liderança feminina
Agora é a nossa vez.
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38
Perfil médio da mulher que atua no mercado brasileiro de fintechs
Agora é a nossa vez.
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39
Idade: 26 a 35 anos
Localização: São Paulo
Escolaridade: Pós-graduação/MBA
Formação: Direito
Tempo de atuação no setor: 1 a 3 anos
Cargo: Analista Pleno/Sênior
Tipo de empresa: Média (51 a 500 funcionários)
Segmento de atuação: Pagamentos e infraestrutura
*Dados extraídos da pesquisa aberta
Agora é a nossa vez.
Comparação da localização dos cargos de diretoria
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40
Nos dados do Banco Central, São Paulo concentra 56,8% das mulheres em
cargos de diretoria, seguido por Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do
Sul e Paraná, todos com participação inferior a 6%.
No questionário espontâneo, São Paulo também lidera, com 65,7%, mas o
Rio Grande do Sul (12,6%) e Santa Catarina (6%) apresentam
representatividade proporcionalmente mais elevada. Nenhuma respondente
indicou atuação em Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro ou Mato Grosso.
A comparação confirma a predominância de São Paulo em ambos os
recortes, mas revela que, entre as respostas do questionário, a presença
feminina ganha maior destaque no Sul. Esse resultado sugere que
ecossistemas regionais podem favorecer a ascensão de mulheres em
empresas menores, mesmo que esse movimento não esteja refletido nos
registros formais do Banco Central.
São Paulo lidera nos dois levantamentos, mas o Sul (RS e SC)
ganha mais destaque no questionário espontâneo.
Agora é a nossa vez.
Comparação da hierarquia dos cargos
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41
O BC mostra a assimetria frente aos homens (gap estrutural). O questionário que as participantes responderam de forma espontânea mostra que 1 em
cada 5 mulheres do setor (20%) alcança a liderança (funil interno). O contraste reforça a questão estrutural da diferença de gêneros sendo um
obstáculo maior que a ascensão quando comparadas com outras mulheres. Há mulheres liderando, mas em menor proporção no registro estatutário.
Agora é a nossa vez.
Top 3 ocupação de mulheres na
diretoria por tipo de instituição e estado
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42
A análise cruzada revela que São Paulo concentra a maior parte das diretoras em todos os segmentos, tanto na foto
oficial do Banco Central quanto na percepção das respondentes da pesquisa independente. No entanto, há diferenças
relevantes nos estados que aparecem como secundários: enquanto no BC surgem Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina,
Distrito Federal e Mato Grosso, no questionário espontâneo despontam Rio Grande do Norte e Maranhão, que não têm
peso expressivo nos cargos estatutários formais. Além disso, segmentos como SEP e Instituidores de Arranjo de
Pagamento não aparecem nas respostas ao questionário, o que evidencia áreas ainda sem representatividade feminina
captada na amostra, reforçando o descompasso entre os dados oficiais e a vivência relatada pelas profissionais.
Agora é a nossa vez.
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43
Instituição de Pagamento (IP)
SCD (Sociedade de Crédito Direto)
SEP (Sociedade de Empréstimo entre Pessoas)
Instituidor de Arranjo de Pagamento
Tipo de instituição Banco Central Questionário
Diversidade não é custo.
É vantagem competitiva
O manifesto “Women in Fintech: Agora é a nossa vez” continua, e este é apenas o começo
Agora é a nossa vez.
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44
Agora é a nossa vez.
A transformação já começou, mas precisa acelerar
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45
O levantamento mostra que mais
de 40% das empresas autorizadas
pelo Banco Central já contam com
mulheres em cargos de diretoria.
Algumas companhias chegam a ter
lideranças integralmente femininas.
Mas o retrato ainda é desigual: a
maior parte das cadeiras de decisão
segue nas mãos de homens,
evidenciando barreiras que insistem
em se manter.
Obstáculos culturais
Mansplaining, necessidade constante de provar autoridade e falta de
referências femininas em cargos estratégicos compõem o quadro desafiador
enfrentado pelas profissionais.
Ferramentas de superação
Preparo técnico, autoconfiança, networking e mentoria surgem como
instrumentos fundamentais para quebrar as barreiras existentes no setor.
Diversidade como vantagem competitiva
Inovação
Diversidade promove inovação e
amplia a visão estratégica das
empresas, trazendo perspectivas
únicas para o desenvolvimento de
soluções financeiras.
Sustentabilidade
Fortalece a sustentabilidade das
empresas no longo prazo, criando
organizações mais resilientes e
adaptáveis às mudanças do mercado.
A força de trabalho feminina está
presente, qualificada e em ascensão,
mas ainda precisa de mais espaço para
chegar ao topo das organizações.
Há um movimento em curso. A força feminina está presente, qualificada e em ascensão.
E “Women in Fintech: Agora é a nossa vez” continua, e este é apenas o começo.
Agora é a nossa vez.
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Manifesto
Agora é a nossa vez.
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O setor de fintechs é hoje um dos mais
inovadores e dinâmicos do Brasil, responsável
por impulsionar novos modelos de negócio,
ampliar a inclusão financeira e desafiar o
sistema tradicional. No entanto, mesmo em um
ambiente marcado pela transformação, ainda
persistem barreiras históricas à presença
feminina em posições de liderança.
Para demonstrar esta impressão, uma pesquisa
inédita conduzida pelo movimento Women in
Fintech: Agora é a nossa vez trouxe à tona esse
contraste, a partir de formulários abertos e
pesquisa pública realizada com o banco de
dados do Banco Central: a pesquisa pública
demonstrou que embora 41,2% das empresas
reguladas pelo Banco Central já contem com
mulheres em cargos de diretoria, a maioria das
cadeiras de decisão segue ocupada por homens.
E entre todas as instituições analisadas, apenas
9 mulheres ocupam o cargo de Diretora
Presidente.
Por outro lado, no levantamento com 103
profissionais do setor revela um perfil feminino
altamente qualificado: 63,1% possuem pós-
graduação ou MBA, a maior parte tem entre 26
e 35 anos (53,1%), e a formação predominante
está em Direito (50,5%) e Administração
(15,5%). A maioria atua em empresas de porte
médio, do segmento de pagamentos e
infraestrutura, sustentando operações críticas e
estratégicas.
A pesquisa inédita é um dos pilares do Women
in Fintech, que nasceu de forma orgânica, a
partir de um encontro promovido pelo Silva
Lopes Advogados com mulheres que já atuam
no setor. Daquele momento surgiu a clareza de
que era preciso ir além do discurso e criar uma
iniciativa estruturada para dar visibilidade à
atuação feminina.
Mas o Women in Fintech vai além: o movimento
existe para exaltar conquistas, ouvir histórias e
apoiar trajetórias, fortalecendo uma rede que se
retroalimenta de exemplos e referências.
O Women in Fintech também se expressa em
outros formatos, como em forma de websérie no
YouTube, trazendo as histórias e percepções das
embaixadoras do projeto, painéis e encontros
exclusivos para mulheres, e seguirá se
expandindo em novas ações que consolidam
essa causa como parte essencial do
ecossistema. Não é um projeto com começo e
fim, mas um compromisso contínuo.
Mais do que falar de diversidade, o movimento
reafirma que a liderança feminina é um
diferencial estratégico para empresas que
querem inovar, crescer e se preparar para o
futuro.
Agora é a nossa vez: de valorizar e
potencializar a contribuição feminina
que transforma o mercado brasileiro
de fintechs.
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“WOMEN IN FINTECH”
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EXPEDIENTE
AUTORES
Cristiane Serra, Daniela Froener, Layon Lopes e Mateus Zorzi
REVISÃO
Layon Lopes e Lucas Euzébio
EDIÇÃO
Cristiane Serra
COLABORADORAS
Lydiane Ribeiro, Milena Tuerlinckx e Tiele Alves
DESIGN
Cristiane Serra, Mateus Zorzi e Milena Tuerlinckx
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