Conferência Anual do Banco Central 2026 - 13/05 (PT-BR)
Sumário Regulatório
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Transcrição e Conteúdo
[música] [música] [música] [música] tem por objetivo estimular o debate e a pesquisa nas áreas da macroeconomia, sustentabilidade, estabilidade financeira, economia bancária, intermediação e inovação financeira, regulação macroprudencial, economia internacional e finanças. Nesses três dias, contaremos com apresentações feitas por acadêmicos, especialistas do setor privado...
[música]
[música]
[música]
tem por objetivo estimular o debate e a
pesquisa nas áreas da macroeconomia,
sustentabilidade,
estabilidade financeira, economia
bancária, intermediação e inovação
financeira, regulação macroprudencial,
economia internacional e finanças.
Nesses três dias, contaremos com
apresentações feitas por acadêmicos,
especialistas do setor privado e
representantes de bancos centrais e
entidades instituições multilaterais. Ao
longo da semana, teremos palestras
magnas e uma sessão especial. serão
transmitidas para o canal do Banco
Central do Brasil no YouTube. Sessões
paralelas de apresentações e debates
serão gravadas para posterior divulgação
na página do evento no site do Banco
Central do Brasil. A programação
completa do evento pode ser encontrada
no site do Banco Central ou consultada
por meio do QR code disponível em seus
crachás.
Neste ano, o Banco Central do Brasil
conta com a parceria do Fundo Garantidor
de Créditos, FGC. para a organização da
conferência. Temos também o apoio das
seguintes instituições: Associação
Brasileira de Instituições de Pagamento,
ABPAG, Associação Brasileira das
Entidades dos Mercados Financeiro e de
Capitais, ANBIMA e Za, Associação de
Empresas de Tecnologia com atuação no
setor financeiro e de meios de
pagamento.
Colabora para a realização do evento a
Federação Brasileira de Bancos,
Febraban, e contamos ainda com a
cooperação da Associação Brasileira de
Bancos ABBC.
Para proferir o discurso de abertura,
convidamos o senhor Gabriel Galípolo,
presidente do Banco Central do Brasil.
[aplausos]
[aplausos]
Bom dia a todos. Eu vou tomar o cuidado,
deixar um celular aqui na frente para eu
ver o horário e não falar demais de
novo, como eu costumo falar.
Eh, agradecer a presença de todos aqui
hoje, eh, em especial de todos os
servidores do Banco Central que
trabalharam aqui arduamente para
conseguir
realizar mais um, uma conferência anual
do Banco Central, que é um evento que já
tá consagrado aqui como uma grande
confluência dos diversos atores que
estão pensando as os diversos mandatos e
atividades que envolvem o Banco Central.
Então, queria começar agradecendo a
todos os servidores do Banco Central, no
nome do meu amigo Daniel Lima aqui,
agradecer a todos os parceiros ali, tá
escrito FGC parceiro, não é só para esse
evento ali, o FGC é parceiro, realmente
parceiro em vários outros temas aqui. O
UFGC tem sido cada vez mais um grande
parceiro aqui nosso. Então, agradecer em
nome do Daniel todos os demais parceiros
aqui que tam
colaboraram para pr pra realização desse
evento.
É, como vocês sabem, a atividade de de
banqueiro central e a atividade de banco
central é daquelas atividades de que se
você é apaixonado por economia, se você
escolheu economia como ofício,
independente de qual foi a sua formação
acadêmica, ela ela vai demandar de você
a reunir todas as faculdades necessárias
para você desempenhá-la como nenhuma
outra. Ela é bastante demandante,
desafiante, mas ela vai te permitir
exercer esse ofício que você escolheu
como economista de maneira plena, como
nenhum outro lugar vai te permitir. E e
é por [limpando a garganta] isso que
este evento aqui ele consegue concentrar
e reunir essas diversas faculdades que
demandam pessoas que são e convidam
pessoas que estão aqui hoje, eh, que são
representantes e atuam fazendo política
pública, seja dentro do banco central,
de um banco central, seja em algum outro
setor eh público, ou de órgãos
multilaterais, organismos
internacionais, pesquisadores em
universidades ou em centros de pesquisa.
Então, eu quero fazer aqui esse
agradecimento especial
para todos que se dispuseram a vir aqui
participar do evento, em especial para
aqueles que vieram de longe. Eu sei o
quão custoso é a gente se deslocar, se
asentar, vi, poder vir até aqui para um
evento como esse, mas sei também
recebendo vocês aqui agora de o quão
importante é a gente poder ter esse
intercâmbio tendo vocês aqui perto da
gente e podendo ouvi-los. dialogar. Esse
tipo de intercâmbio é que permite a
gente conseguir avançar cada vez mais,
reunir mais informações nesse nosso
trabalho de tá cada vez mais preparado
para o que pode vir à frente. O Paulo
brinca que eu uso muito metáforas
náuticas, ainda que o velejador seja
ele. Eu não sei velejar, mas eu tô
simplesmente plageando algo que a
humanidade faz há muito tempo, né? desde
os desde Cênca, desde os gregos. Depois
foi gradativamente tentando se atualizar
com cubrec usando um pouquinho viagens
pro espaço. Mas essa nossa atividade é
uma atividade que a razão é uma condição
necessária, mas não suficiente pra gente
se preparar a priori para aquilo que
pode vi, né? eh essa metáfora de quem
tem que desenhar um barco e reforçar
esse seu barco e se preparar para as
tempestades que podem chegar sem nunca
se desviar e esquecer do que que é o seu
destino, qual é o seu ponto eh de
chegada. Ela se aplica muito bem para o
que é a atividade cotidiana de est
fazendo atividade de banqueiro central,
de banco central. Eh, e a gente tá
vivendo um período onde essas surpresas
e intemperes do do de mudança do clima e
do tempo tem ocorrido de uma
concentração bastante grande, né? A
gente tá aqui passando pelo quarto
choque de oferta
em menos de 6 anos, né? Um os choques de
oferta colocam o Banco Central diante de
um desafio que é bastante especial, né?
Esse nosso barco, ele foi um barco que
foi desenhado para enfrentar outro tipo
de tempestade. Todos os instrumentos que
nós temos são instrumentos que foram
desenhados para enfrentar outro tipo de
de tempestade. Mas, infelizmente, esse
tipo de de choque que a gente vem
sofrendo afeta diretamente a percepção
sobre aquilo que é o mandato central do
Banco Central, né, que é defender o
custo de vida das pessoas, a moeda, a
alta de preços. E isso tem demandado
reunir ainda mais essas diversas
faculdades para que a gente possa
entender como enfrentar este problema.
um problema que coloca em cheque
uma uma questão de credibilidade para
todas as autoridades monetárias, mas não
eh a credibilidade só aquela que nós
estamos acostumados quando a gente tá
discutindo formação de expectativas e e
surveys que nós recebemos de
especialistas, mas hoje esse é um debate
que chegou no cotidiano da vida das
pessoas. eh a dissonância entre muitas
vezes os números oficiais e o que é o
sentimento das pessoas pelo fato que os
bancos centrais são eh desenhados para
ter como objetivo uma meta de inflação e
as pessoas convivem com nível de preço
após quatro choques. Isso vem produzindo
uma dissonância que ela é bastante
arriscada e coloca os bancos centrais
numa situação especialmente difícil de
como endereçar esses desafios.
Eh, a gente tem a oportunidade do banco
aqui no Banco Central de estar
dialogando com as maiores autoridades e
os maiores pesquisadores sobre política
monetária. E a gente tem assistido,
inclusive uma rejeição, não ia falar uma
resistência, mas é uma rejeição ao usar
a expressão STG inflação durante esse
período. Curiosamente o STAG o pessoal
tá menos resistente, mas o tema de
inflação o pessoal tá um pouco mais
resistente.
justamente para sinalizar de que aquilo
que a gente tá passando agora se trata
menos do que a gente entende como uma
inflação tradicional, que é aquela
pressão dos preços em função de uma
elevação na demanda, mas algo que advem
outra natureza, né?
Mas a gente simplesmente ter esse
cuidado no trato da terminologia não
endereça um problema central, que é como
as pessoas estão percebendo a evolução
de preços e como é que o Banco Central
deve conseguir eh navegar por esse novo
desafio que se coloca e nisso conseguir
reunir
tantas cabeças, pessoas que estão na
fronteira do do da da aplicação prática
e da formulação dessas políticas. Ela é
absolutamente essencial. E no Brasil, em
especial, talvez eu falei que o Banco
Central dos lugares onde você vai
conseguir exercer na maior na maior
plenitude todas as faculdades que são
necessárias no Brasil em especial, né? O
Brasil é um lugar que costuma, falar mal
do Brasil, não é? Tá falando mal não,
gente.
Recebi já minha uma chamada aqui de
algum lugar. Eh, mas o Brasil costuma
demandar um pouco a mais, né? a gente
que tá aqui há 1 ano e meio, um pouco
mais de 1 ano e meio no na cadeira, já
conseguiu reunir um bastante desafio que
a gente passou e e experiência
enfrentando uma série dessas dessas
questões e e neste momento conseguir
separar eh o que que é efetivamente um
processo de choque de oferta, seja por
causa da questão do do conflito
geopolítico, seja porque a gente tem
algum efeito climático, dos efeitos de
segunda ordem que a gente precisa estar
ainda mais vigilante do que estaria
normalmente, né? dado que a gente tem
uma economia com expectativas
desancoradas, dado que a gente tem um
mercado de trabalho apertado, eh não é
um não é um um uma abordagem simples,
mas o Banco Central toda vez e vai
seguir dando eh toda vez que foi
colocado em desafio vai seguir dando eh
essa resposta não vai se desviar daquilo
que é o seu objetivo, que é o controle
do processo inflacionário, e tá sempre
reforçando o seu barco para poder
navegar. nesses períodos de maior
desafio e adversidade.
Eu só quero encerrar falando sobre tanto
sobre política monetária.
Esse o ano 2026 é um ano que o COPOM faz
30 anos, né? Que a concepção do COPOM
fazem 30 anos.
E na concepção e formulação do COPOM, a
gente tem a maravilhosa figura do Chico
Lopes, que nos deixou recentemente.
Eh, foram feitas várias matérias com
depoimentos maravilhosos de amigos,
pessoas que foram ministros da Fazenda e
ex-presidente de Banco Central. E o
Chico, ao longo da vida dele, eu queria
ter uma outra palavra mais leve para
dizer, mas foi uma pessoa que sofreu uma
série de injustiças na vida dele, né?
Mas a gente, nós economistas que temos
uma ciência que nasce ali sobre a sombra
de discussão do que que é o tempo, como
é que o tempo influencia o valor, né?
dialogando com a com a com as
descobertas da física. E essa física que
evoluiu para dizer que o tempo é uma
coisa relativa, que talvez ele nem
exista, seja só uma forma de percepção
que o ser humano tem das coisas, mas o
tempo é o melhor juiz que existe. Não
há, eu sou um sujeito que muitas vezes
alguém fala para assim: "Ó, você viu
aquele livro novo ou aquela música
nova?" Eu eu tenho uma tendência sempre
a gostar mais dos clássicos, porque os
clássicos são essas coisas que
sobreviveram ao tempo, que passou o
tempo, elas continuam ali tendo algo
para dizer pra gente, né?
O Chico é um clássico. O Chico deixa a
gente com essa certeza de que cada vez
mais que o tempo passar, ele só vai
ficar maior. A perspectiva do tempo não
vai fazer ele diminuir no horizonte, ao
contrário, só vai fazer ele aumentar no
horizonte. E ele disse uma vez que ele
tinha sido, a, o processo todo tinha
acontecido, porque ele tinha sido o
ingênuo de ter feito uma proposta
técnica num ambiente que muitas vezes é
conflagrado pela política.
pelo contrário, eh não haveria nada mais
inteligente para fazer eh do que ter
seguido com uma proposta técnica que
ainda que naquele momento possa não ter
sido compreendida, que ainda naquele
momento pode ter sido utilizada para
qualquer questão que tenha desviado o
que o que se pretendia fazer.
O Chico segue sendo essa esse farol para
nós eh de perseverança, de de dedicação
na sua contribuição, seja na academia,
seja aqui no Banco Central, para aquilo
que afeta tanto o nosso destino e a vida
das pessoas comuns, que é a atuação eh
de uma autoridade monetária do Banco
Central. Então, queria aqui mandar um
abraço para toda a família do Chico e
dizer que essa casa e o país é
eternamente grato a ele aqui. Então,
muito obrigado a vocês e tenham todos um
excelente evento. Obrigado. [aplausos]
[aplausos]
Agradecemos as palavras do presidente
Galípolo. E para darmos início à
palestra magna do dia, convidamos para
compor a mesa o Sr. Paulo Piquete,
diretor de política econômica de
assuntos internacionais e de gestão de
riscos corporativos do Banco Central do
Brasil,
[aplausos]
o Senr. Christopher,
diretor adjunto do Departamento de
Mercados Monetários e de Capitais do
Fundo Monetário Internacional.
[aplausos]
>> [aplausos]
>> Passamos a palavra ao diretor Paulo para
moderar a sessão.
Good morning everybody.
>> Bom dia a todos. Eu vou falar em inglês
agora. Meu trabalho é apresentar o nosso
palestrante e eu vou fazer isso
rapidamente porque nós temos um dia
bastante cheio,
temos outras falas e
outras sessões que acontecerão ao longo
do dia. Então eu vou falar de forma
muito rápida
que ele vem da Universidade de Chicago,
trabalhou no Fed durante algum tempo e
atualmente ele é o vice-diretor do
mercado de capitais
no
FMI. Ao longo da sua carreira, ele
pesquisou e publicou de forma extensiva,
no nível mais alto, em questões
relacionadas à microeconomia.
incluindo
microprudência,
políticas econômicas e várias outras
questões. Então, se vocês ouviram o
presidente falando [roncando]
no na sua abertura, agora nós estamos
enfrentando essa
crise
de oferta. E, nesse sentido, esse tópico
não poderia ser mais atual, porque ele
vai falar exatamente disso, mas também
de uma forma muito analítica e rigorosa.
Então, eu gostaria de agradecer ao
professor pela sua por aceitar a nossa
convite de para estar aqui para assim
nos dar fazer essa fala. Então,
professor segue,
>> a palavra é sua. Muito obrigado.
[aplausos]
Bom, eu gostaria de agradecer,
agradecendo ao Banco Central do Brasil e
também ao senhor presidente Galipolo e
ao Piquete por me convidar para falar
nesse nessa reunião, nessa conferência
tão importante.
Estou me sentindo muito honrado por
estar aqui. Muito obrigado a Paulo
também pelas suas palavras de
apresentação. Bom, geralmente eu tenho
que fazer alguns avisos
que essas são as minhas visões e não do
banco do Fundo Monetário. Muitas pessoas
já anteciparam no começo dessa década
alguns dos desafios que
enfrentamos. Então isso inclui um
ambiente geopolítico com grande
fragmentação, mas também a necessidade
de realmente poder navegar esses
desafios que estão associados com as
novas tecnologias
que vão afetar como que nós fazemos
pagamentos, que vão de fato afetar como
nós interagimos juntos.
Então, é de fato muito importante pensar
sobre a pesquisa nesse tipo de ambiente
e o trabalho que é feito aqui do lado da
pesquisa realmente vai poder ajudar os
bancos centrais e outras instituições a
poderem navegar nessas mudanças
transformativas.
Então, quais são as mudanças
consequenciais?
eh prosseguindo no que na fala do Dr.
Galípolo, num ambiente que tá sempre
nessa nesse choque e esse vai ser o foco
da minha fala hoje. Então, é
realmente interessante
eh o acabo que é usado pelos bancos
centrais que deram pouca atenção a esse
choque. são basicamente focado nos
problemas que são impostos por taxas de
juros baixas. Então, é tudo uma questão
de como estimular a demanda. E agora
esses choques, eles são basicamente
eles estão podem ter um papel muito mais
prominente, onde a prominência talvez
seja ah ter acontecido a partir dos anos
mais forte do que dos anos 70. Então, ao
invés de ficar preso a um determinado
setor, nós vemos que esses choques eles
são muito fortes e eles são associados
com mudanças geopolíticas.
Eu
vou me afastar um pouco do mercado do
comércio aberto, a reestruturação
da da cadeia de valores.
Então, existe um bom um bom razão para
poder se pensar que estamos num ambiente
no qual esses choques eles estão
acumulados. aquilo que nós podemos
chamar de inovação.
Ele
o ambiente de choque realmente traz
perguntas relacionadas à transmissão,
estratégia, mas também as metas de
inflação.
Então, em termos de transmissão, a chave
eh
a maioria da literatura foca em modelos
lineares. Estamos olhando os efeitos do
choque em isolamento, mas a pandemia ela
nos faz pensar sobre a importância de
não linearidade e entre os choques.
Então o choque ele pode ser transmitido
de forma diferente se a inflação for
muito mais alta antes da da infla do
choque.
Então is essa tem sido um problema já há
muito bem tempo para os bancos centrais.
Se nós voltarmos para as experiências
dos anos 70,
o esses choques eles foram precedidos
por outros choques. É possível que essa
interação possa ser ampliado os fatos,
mas certamente
é o foco do Banco Central hoje em dia,
onde tem que pensar sobre outros choques
e também se a transmissão pode ser
afetada pelo desenvolvimento em torno de
inflação. Então, a alta inflação dos
próximos anos podem influenciar a
transmissão.
Então, em ambientes de
proliferação de choques, então é preciso
ter estratégias. E esse é o papel do
Banco Central, analisar
e esses choques e a base para isso é
muito intuitiva. Se acreditar que esse
choque é transiente, mas também você
pode reagir porque você pode aumentar a
velocidade do retorno da inflação e isso
pode afetar a economia. De outra forma,
os mercados emergentes
acredita que é importante no contexto de
de surto de inflação abordar esses
choques para que possa
instalar uma maior credibilidade. Mas
mas isso também traz a questão em
relação a quais foram as lições
aprendidas. Será que todos os bancos
centrais conseguiram responder de forma
isolada ou será que nós precisamos de
novas nuances?
E nós queremos garantir que evitemos
os erros opostos que podem causar uma
maior recessão.
Então, existem muitas questões
relacionadas a uma abordagem granular.
Se o a inflação existir, qual é a melhor
forma de trazê-la à volta? Então, existe
uma abordagem que acaba sendo desafio,
porque
isso meio que é um colchão em relação ao
objetivo da inflação, mas também torna a
economia muito mais eh vulnerável. Então
você tem que pensar sobre quais são os
riscos associados com deixar a inflação
alta e baixar apenas de forma devagar.
Então, essas considerações são muito
importantes.
Então, isso é uma pergunta muito antiga.
Como navegar tudo isso? E seria uma
abordagem mais leve, uma abordagem mais
forçada?
E aí
esse ambiente de choque tem tem eh esse
alvo de inflação e
ter essa inflação como alvo também tem
essa questão desse ambiente que tem é
mais suscetível a choques.
Em particular,
tivemos muitos resultados
impressionantes quando se fala de
inflação nesses dois momentos.
E essa performance também reflete um
governo forte em aspectos de eh alvo de
inflação que melhora a efetividade
e aumenta
essa responsabilização
e dá apoio a esses bancos centrais. Mas
pode ser algumas mudanças que precisam
ser requeridas. E uma pergunta chave é
se esses ambientes de choque,
suscetíveis a choque vai diminuir a
habilidade dos bancos eh para ter esses
alvos de inflação, colocando esse peso
na atividade ou no componente dos seus
objetivos como mandato secundário.
E um artigo recente,
como vamos ter o traço das e do alvo de
inflação pelas por essas décadas. Eh uma
coisa chave é essa progressiva mudança
dessa inflação como alvo e vai ganhar
dessa meta e vão ter as políticas para
conseguir pegar essas metas. E
isso pode mudar com no futuro. E a
credibilidade começou baixa
em 1990,
mas foi bem credibilizado para eu ter
certeza que a prioridade seria na
controle de inflação,
mas ajuda, mas sorte também ajuda.
E os bancos centrais beneficiaram desses
choques e também tiveram
desenvolvimentos muito favoráveis,
incluindo
esses choques que são associados com
esse escalamento
das das economias do mercado.
Como tu foi maturado, eles focaram nos
ponentes, nos mandatos
e
isso significa que eles poderiam olhar
a inflação e suas metas
e a preocupação, mas acho que demandia
mais cedo, mas mais paraa frente os
bancos centrais precisam pensar que eles
têm mais credibilidade, mas como eles
vão manter essa credibilidade num
ambiente que tem muitos choques.
Vamos ver a inflação desviar muito mais
dos alvos de forma mais persistente e
pode significar umas funções de reação
que tivemos nas últimas eh décadas e
pode ser mais pronunciado esses desvios
e essas razões para voltar. e
potencialmente pode,
precisamos de mudanças de estratégia
dentro desse ambiente.
Então, seguindo para
uma questão mais progressiva da minha
apresentação, como já são as nossas
consideração que nós estamos tentando
adereçar. E eu queria falar da minha
atenção, voltar minha atenção para
falando eh do enquadramento,
ele entender melhor alguns dos ricos
desse desse choque de abastecimento.
E os tropaches da universidade
não teria capaz de fazer essas
contribuições sem eles. Quando se fala
de economia, eles também, todos que eles
fizeram,
eles tiveram muitos esforços
qualitativos. Então, um modelo que eu
vou tentar capturar algumas
das
quando se fala da insurgência nos
Estados Unidos e em outras economias
também, o nosso foco do da calibração do
modelo dos Estados Unidos, mas eu acho
que realmente
tem uma aplicabilidade válida quando
você fala das percepções
e nosso modelo que foi descrito em mais
detalhe, a gente não pode
falar se ele é se ele é mais transitivo,
transitório ou é persistente. Então, a
gente tem que fazer essa filtro para
fazer essas influências.
E o Philips descreveu que tem essa
mudança no regime,
que tem essa eh persistência do
economia.
E depois de descrever o modelo, eu vou
discutir algumas extensões paraas pro
ecomércio livre e emergentes para falar
como algumas dos choques de
abastecimento tiveram esse esse modelo
econômico oponente. Então, acho que todo
esse enquadramento deveria ser útil para
os bancos centrais olhar
em como comunicar
as incertezas impostas pelo choques e em
eh cenários alternativos. E eu espero
refinar essas políticas quando se fala
desses choques. Então eu vou olhar as
implicações, as prescrições
dos dos choques
e finalmente eu vou discutir algumas
aplicações
para essas metas.
Então, indo para
os detalhes do nosso modelo, algumas
algumas características do nossos
modelos, mas talvez não todos os
detalhes, eu basicamente
tivemos os trabalhos de Harding Lind e
Travantit e
tem um número de características dos
modelos de SD. Então você pode ver
uma uma perspectiva de consumo e o
modelo para as propriedades eh e esses
monitoramentos,
mas as características que eles têm é um
agregador
e como isso significa.
Temos os disigless, que é um cur são
curvas não lineares que pode afetar a
transmissão
de choques e transmissões.
E
tem alguns resultados seus artigos
que vai ser inflação e também a pressão
dos eh
que tem mais pressão dos recursos.
E se você vê aqui, tem uma simulação que
vamos olhar para os choques
e no versão linear
vamos ter essa linha reta. Se for ver
poder, vamos mudar a linha relativa
a esse ponto médio.
E estamos também a questão dos recursos
e essa mudança relativa.
É muito diferente
o seu eh ambiente em particular.
Isso é o que parece. E os níveis de
quando a economia está em recessão,
temos algumas lacunas,
mas quando tem a pressão de recursos tá
mais alta, pode realmente mudar eh mais
para cima. tem uma uma curvatura mais eh
para cima e também tem implicação.
Se você olhar esse choque, muda um
pouquinho
e níveis baixos de recursos e essa falta
na economia é muito maior. Então você
tem muita passagem na economia que tá
mais quente
e também tem esse complementariedade
e esse agregador.
E é muito similar esse tipo de efeitos
que também tem esses choques dependendo
da inflação que é muito mais alta. Nesse
caso,
se eu me afastar do microfone fica mais
difícil de ouvir, né? Eu vou falar aqui.
Então, em termos de o que fazemos
em questão de valor agregado, vamos ter
essas outras características. Primeiros
temos o aprendizado de comm
da persistência dos choques. E como eu
mencionei, temos um enquadramento que
eles não vão saber dizer se os choques
são transitórios ou persistentes. Então
eles precisam fazer esse filtro para
poder analisar isso e pode ser capturado
pela surgência da inflação. E aqui
focamos em outros aspectos, mas foi
muito aplicável em outras economias.
E aqui essa linha vai ser a inflação do
USPCI nesse período,
mas o que tão mostrando seria uma
previsão desse
desse previsão imediata e
vão chegar a 2% e mesmo que a inflação
tão chegando a 5%. Então
eles acharam que seria um choque
transitório.
E esse é um aspecto chave quando se fala
de um modelo para tentar
entender isso, esse fato que a inflação
aumentou muito e essa previsão viu que
seria transitório.
também permitimos essa previsão da, isso
é muito importante na nossa análise
pelessas eh regras de monitoramento, mas
isso é crítico porque a inflação vai
responder
de forma esperada com a inflação um
pouco mais paraa frente. é consistente
com a literatura e se isso faz sentido
quando se tem essa meta de inflação e
essa previsão pode fazer sentido nesse
nesse contexto. E isso também está
alinhado com as políticas durante as
emergência das políticas e também essa
previsibilidade.
Isso foi esperado
e 2022, no começo de 2022,
isso foi teve um platô muito grande de
5%.
Então isso tem um papel importante
e também está falando do preço. Isso
seria a segunda chave no nosso modelo
e tem esse coeficiente
capturando
essa persistência na economia. E o que a
gente vai fazer é ao invés de ser
exógeno, a gente vai endógeno, a gente
vai levar
endógeno. Vai depender do nível de
inflação e como desvia da linha base.
Então, se você tem uma deviação muito
persistente,
nessa persistência vai aumentar. Então,
o que isso significa?
mesmo choques transitórios pequenos
podem ter uma persistências efetivas e
esses choques persistentes pode também
influenciar nessa inflação.
Então, chegando a alguns detalhes do
modelo,
essa função é utilidade funcional
é o CT, a gente tem para a o consumo
externo e o CT maiúsculo, que é o que
estamos trabalhando.
também
tem as os casas familiares que tem o
PCCT
e esse essa renda familiar
eles pagam eh muitos impostos
e esse termo é só um pagamento
como se fosse um calção
de seguro ou subsidiário
para ser equalizado
porque
tem essa distribuição igualitária de
renda.
Então, voltando aos termos, isso é muito
familiar em vários respeitos, porque
temos comparando as firmas e chegar a um
produto final com um agregador, isso vai
aumentar
eh essas demandas para produtos
individuais. Isso vai depender do dos
preços que foram agregados.
E esse termo CPI
que eu descrevi mais cedo,
esse problema seria bem padronizado de
qualquer outra forma.
E temos esses produtores imediatados que
vão maximizar seus produções e ter essa
fricção desde que eles tenham habilidade
de optimizar os produtos.
Isso vai aumentar essas características
também. Eu
mencionei que os agentes precisam
aprender sobre esses choques. E aqui
temos um choque que vai consistir na
parte
IT e AP. E os agentes
não têm componentes separados.
Isso basicamente aumenta a representação
onde
eles vão usar um filtro em comum para
ter essa previsibilidade. E assim que
eles definem isso. E a uma
característica chave que é a variação de
inovação que é muito maior do que o
componente persistente. O que isso
significa? Que quando eles vêm o choque
persistente, eles podem prever.
Então agora a política monetária,
onde
a taxa está respondendo à
previsibilidade
de inflação
e aí podemos identificar a lacuna
e consideramos as variações que t a
resposta paraa inflação
ou
um pouco mais paraa frente a gente pode
fazer através da equação.
Então, a indexação endógena de preços
é um pouco familiar, porque o que
acontece
eh pode ser otimizado
e temos esse preço do último período
que pode ser a média
do meta de inflação
e esse aqui menos
Então isso é familiar cristiano e seus
métodos. A diferença é que vai depender
do da geometria e da media do preço
mediano.
É o pi t - 1 que vai ser vai medir a
inflação. Isso vai capturar a ideia que
a inflação vai aumentar persistentemente
e isso vai ter essa mudança que vai
mudar a estrutura da economia
que pode afetar essa curva de Philips. E
se visualmente
você for calibrado essa interseção aqui
que tem o nível de inovação.
E esse eixo vertical vai mostrar a
inflação. Então,
a os parâmetros de anexação tão pés de
zero e se a inflação tá para três é
baixa ainda,
mas se a inflação chegar a 4, 5% aí vai
começar realmente a afetar e vai chegar
a pon 7.8.
Isso significa que esses choques
transitórios podem ter muito mais
defeitos persistentes.
Então,
o que vemos é que não deveria ser visto
como
limitada,
mas ampla na verdade é como tem a
dimensão de inflação pode mudar.
E eu acho que é no espírito de trabalho,
incluindo e a gente tem um um artigo
muito importante
que fala dos regimes de inflação, que
eles têm a distinção do comportamento de
inflação num ambiente de baixa inflação.
E esses choques têm é pequena
influência,
onde as transmissões dos choques é muito
baixa,
mas
numa economia quente, onde a inflação
está grande, a transmissão muda de forma
significante.
Então esse choque específico pode ter
algum transbordamento com relação a
isso. Os choques que afetam a inflação
pode transbordar bastante. Então, os
trabalhadores estão mais resistentes
e isso é o que a gente tá tentando
capturar aqui.
Para ter melhor noção do que isso
implica, o que mostramos é a média
parâmetro.
E me desculpe,
esse aqui é
é uma inflação a cada 4 meses, mas essa
aqui tem 10% de inflação. Então essa
aqui é a média geométrica
até os anos 80 e aí abaixa bastante.
Então vamos ter esse parâmetro que é
mais baixo.
Então basicamente nos final dos anos 60
e vai pular. Então a inflação é mais
alta, então ela desce bastante mais
perto dessa época aqui do final dos anos
80 e continua em níveis muitos mais
baixos nos próximos 3 30 anos.
E isso é mostrado através desse período
de moderação com indexação muito baixa.
E
você pode ver que isso é particular
desse ambiente. Em um período mais
recente, nós vimos um aumento
que onde a inflação houve um aumento de
diminuição da inflação de forma
significativa.
Eu não vou falar muito da calibração, a
parte apenas de dizer que nós temos uma
calibração muito típica da regra de
Taylor
e o coeficiente da inflação esperada de
1,5.
E
um outro aspecto, como eu mencionei, é
essa esse desvio que é muito maior do
que o choque persistente. Nós vamos ver
o que isso significa em alguns momentos.
Então agora passando a falar do modelo
no nosso artigo, o que nós temos eh
essencialmente tentando
explicar esse esse aumento e nós temos
um choque entre demanda e oferta que
tenta responder da melhor forma possível
para esse aumento de inflação, não
apenas o comportamento da inflação e da
atividade, da política, mas também
tentamos encaixar essas expectativas e
muitas das características podem ser
muito bem resumida
por essa persistência. E eu vou focar
nisso, nessa minha apresentação.
E eu vou focar nessa persistência do
ponto nove. E os agentes eles vão ver
isso como um choque transitório. O que
nós vemos quando nós olhamos à esquerda
que mostra que a inflação e como que nós
podemos ver que as linhas vermelhas
mostram o caminho da inflação implicada
nesse modelo que é muito parecido com
aquilo que é demonstrado na realidade. E
nós vemos essas linhas em verdes que
estão aqui e o que elas representam é a
previsão dos agentes dentro do modelo.
Então, de forma muito parecida com os
modelos que mostramos, com os dados que
mostramos antes,
eh, a inflação, ela vai reduzir muito
rapidamente, mas é apenas quando elas
são continuam a surpreender, que talvez
a gente perceba que é um choque mais
persistente. Agora, em termos da da
resposta política, existe pouca eh
resposta no primeiro ano. E por quê?
Porque o Banco Central também acredita
que esse choque vai ser transitório.
Então isso acaba afetando a forma como
você vê.
E isso acontece porque
isso aqui teve uma taxa de resposta
bastante eh passiva. Então você acaba
tendo um choque que não apenas aumenta a
inflação, mas também aumenta o
resultado. E eu acredito que isso pode
ajudar a responder à resiliência de
muitas economias que nós observamos
durante a experiência da COVID.
Mas também tem uma coisa muito
interessante de se observar quando
identificamos o ambiente estrutural,
porque aqui você identifica a os métodos
estruturais
e
isso significa que a inflação
e a meta podem ir para direções opostas.
desse modelo talvez não seja muito
aplicável, mas vai dar essa resposta de
inflação, onde a inflação ela sobe um
pouco acima de 3%
seguido por essa linha azul ou roxa. E
isso é fácil de controlar, isso não
significa um grande desafio para as
políticas monetárias. Agora, se você
permitir
a especificação do modelo de Kimball,
então você chega a essa linha ponteada
em vermelho e aí você percebe que a
resposta ela amplifica um pouco, mas não
aumenta a persistência, ela diminui de
forma muito rápida. É apenas quando você
tem essas duas formas de não linearidade
que você tem esse aumento. Isso traz um
desafio político muito maior.
Em termos de pensar nos desafios de
políticas aqui, essencialmente o que é
possível fazer é enfrentar uma curva
muito maior. Então a inflação ela sobe
muito rapidamente, mas é muito fácil
diminuir tudo isso
e então você pode contrair e a inflação
vai diminuir. Então
isso meio que se encaixa na linha de
Felip nesse em contraste, uma vez que a
inflação aumenta aqui, então talvez você
possa ter um pouco de latitude
para diminuir a inflação, mas mesmo que
você tenha esse potencial, você tem um
problema inflacionário. Isso significa
que os tradeoffs vão ser muito mais
difíceis nesse ambiente, como conforme
veremos em alguns minutos.
Agora, a lonilearidade, ela vai importar
em duas condições. Primeiro, se você
tiver na linha base e e o segundo, você
pode começar com condições não muito
favoráveis.
Então nós vamos ilustrar isso no
primeiro caso, começando com a linha
base, bem aqui,
apenas repetindo o último diagrama, onde
a inflação sobe a quase 70%,
7%
e aqui 3%, é o segundo choque que eu
mostrei antes, mas o choque ele é
basicamente a metade do tamanho quando
você tem não linearidade. Isso é
mostrada aqui nesse nesse gráfico onde
você vê o modelo com as duas as duas não
linearidades e a inflação vai um pouco
acima de 2 3%.
Mas no modelo não linear você não tem
muita lacuna. Então, dado que a inflação
dos Estados Unidos ela passou por uma
média eh em cerca de 3% durante cerca de
30 anos, talvez você pense que a
lailiaridade ela funciona e ela não teve
consequência durante esse durante esse
período. E nesse caso é é possível se
pensar em não indexação,
mas a questão é o que que acontece
quando você sai desse período quando os
choques são muito maiores?
Nós temos algumas condições que podem
funcionar de forma muito parecida. E o
que nós fazemos aqui é considerar
e permitir choques que aumentam o
output.
Dessa forma consideramos esse post
shock. Se começarmos com essa base,
então o custo por choque vai aumentar a
inflação a 7.4% 4% acima do nível
esperado. Então é assim que o choque se
aumenta. Mas se nós olharmos a quarta
linha, por exemplo,
o
o a lacuna de produção é de em torno de
e 4% e a resposta da inflação foi em
torno de 8%, então basicamente mudou o
dobrou o tamanho do choque.
Isso meio que sublinha o como que essa
não linearidade pode variar.
Então, a chave aqui é tentar avaliar com
maior precisão quando que a não
linearidade chega e
aumenta a transmissão.
E acontece isso quando você tem uma
inflação de 3%
e ela aumenta ou você tem que subir para
uma inflação de 3 a 4% para isso
acontecer? E isso vai depender muito no
nosso modelo
da calibração e da estimação e da
indexação. Então o que nós temos
trabalhado é com
na estimativa do nosso modelo para assim
buscar tentar trazer essa função de
indexação para um nível mais alto. E um
desafio gigante é que tivemos poucos
episódios de alta inflação na história
dos Estados Unidos, fora desse surto
inflacionário, a menos que você volte
para um período dos anos 60 e anos 70.
Então isso essencialmente o que nós
fizemos é voltar para os anos 60 para
poder tentar trazer estimativas mais
precisas, assim como dos choques
subjacentes. Dessa forma nós estimul
estimamos o modelo, significa que nós
encaixamos a o modelo ao dado e a
atividade do dado, ou seja, a o
resultado. E dessa forma usamos muitos
póschoques. Nós tivemos o modelo de
dimensão, que é o fator de desconto e
especificações simples,
e
nós alcançamos
aquilo que nós estimamos, que seriam as
propriedades dos choques subjacentes,
assim como também suportar cada um
desses componentes.
E isso tá funcionando ainda,
mas algumas questões parecem se mostrar
muito robustas. Uma delas é que ambos os
tipos de não linearidade parecem ser
muito importantes durante períodos de
grandes choques eh de custos.
Então você tem essas duas linhas não
lineares que eu mostrei antes, que são
muito consequenciais e você tem que
trazer a indexação além da da agregação,
linearidade.
Então
essa não, isso é a não linearidade, mas
o período entre os anos 70 e 60 foi
muito forte não linearidade. Então aqui
nós tivemos um caso que aconteceu em
2009, onde esse modelo de noilidade
parece ter tido um efeito muito forte na
inflação. O modelo não linear, por causa
desse formato em banana, ele vai assad
vai aumentar esse problema.
Uma
segunda coisa que acontece é na parte de
decomposição
dos difer das diferentes respostas,
incluindo a inflação do PCE mostrada
aqui. O que nós vamos fazer é decompor
esses choques em três componentes.
E
vocês estão vendo essa linha azul aqui
que sugere que o custo de de
[limpando a garganta] o choque o custo
do choque, o choque do custo.
Eh, o que é interessante é que os custos
negativos têm um papel muito importante
durante todo esse período e você vê isso
refletido aqui. Então, no geral, a
mensagem é de que os choques eles são
muito inconsequenciais, mas também
existe
alguma sugestão importante em relação de
interação entre os choques. E você vê
isso durante um período recente, no qual
você teve um estímulo
de choque de custos para poder diminuir
a inflação.
Então, agora eu gostaria de discutir
algumas implicações relacionadas à
estratégias políticas. Bom, nossa
primeira eh primeiros a fazermos a
avaliação de resultados no artigo, a
meta de inflação se aplica para choques
eh
pequenos.
Então isso não faz sentido reagir de
forma agressiva
a um choque tr muda e reage, mas aqui é
um modelo bastante rápido. E se muda e
reage, mas aqui é um modelo bastante
rápido. Se você de fato fizer um cálculo
rápido de de modelos utilizando
a funções relacionadas à inflação,
existem benefícios para poder reagir de
forma mais agressiva
ao longo dessa linha roxa rosa que você
vê aqui refletindo o ambiente. Essa
lógica, ela vai vir de forma um forco
mais forte no contexto do sucassics. E
aqui o que nós fazemos é considerar como
que os bancos centrais enfrentam uma
economia difícil, no qual a inflação ela
tem dígitos duplos.
E quais desafios são enfrentados se
existirem choques além desses choques?
Isso destaca
a
o papel da inflação. E é difícil de ver
isso aqui, mas o que nós fizemos foi
basicamente
combinar essa distribuição de choques ao
longo do período que eu que eu falei
antes, começando dos anos 60.
E isso é tem uma uma um papel muito
importante na distribuição da inflação
que nos mostra o quão essa abordagem
crédula poderia diminuir a inflação, mas
deixa a economia bastante vulnerável.
custo do benefício
pode fazer com que parecer
bom por causa do que tá acontecendo. É
basicamente o choque de oferta,
mas existe pouca realidade nisso. Então,
benefício da granulação que parece que
pelo menos, aliás, isso deixa você
bastante vulnerável a choques adicionais
e talvez você possa considerar uma
política um pouco mais agressiva que não
vai trazer a inflação abaixo conforme se
espera, mas também fazer uma espécie de
diminuição
desses efeitos
e isso pode ter um efeito muito pesado.
Então, a mensagem geral que eu gostaria
de deixar é que
pode ser desejável utilizar uma regra
baseada em previsão, mas uma resposta
mais agressiva contra a inflação pode
ser desejável para choques maiores ou
quando a super aquecida.
Então, nós também trabalhamos para
basicamente incorporar os mesmos
mecanismos em uma economia, em um modelo
de economia aberta que nós chamamos de
arcabolso quantitativo que foi
desenvolvido pelo departamento da MCA,
pelo departamento DM. E esse é um modelo
que foi aplicado para muitos, muitas
economias de mercado.
E o modelo é bastante útil na avaliação
de porque existe esses choques e também
os riscos.
E muitas dessas implicações que eu
analisei, tanto em termos de
transmissão, mas também em termos de
aplicação política, continua a se
aplicar nesse tipo de ambiente. Então,
por exemplo, talvez nós possamos pensar
que os riscos podem se tornar muito mais
voláteis em um ambiente de eh políticas.
E nós mostramos isso na
eh
GFCA da do FMI, onde nós temos políticas
que afetam e a gente e tenta aplicar
esse modelo.
Esses choques, eles podem ter efeitos
bastante bastante modestos. são choques
ao prêmio americano que eh deprecia a
moeda em 10%, mas isso é bastante
modesto em termos de inflação, incluindo
economias pequenas abertas e também
mercados, economias marginais e pode
estimular o output, mas isso pode
trabalhar contra uma uma inflação que já
está acima da meta. Então, existe um
artigo que publicado que mostra, no caso
do sueco, como que você tem esse
processo de transmissão que é realmente
baseado em ações do estado. E esse é um
arcaboo que é bastante útil para
poder desenvolver cenários alternativos,
não focando apenas em respostas de
choque.
O que que acontece se houver uma
mudança, por exemplo, na no meta prêmio
de 10%, mas o que que acontece na
transmissão?
Então, é isso que eu vou ilustrar agora
no contexto de um choque.
Então aqui nós temos que pensar sobre
transmissão de choque energético
dependente do estado, que basicamente
está calibrado de forma muito similar
com o que eu descrevi antes da economia
americana, mas nós consideramos muitas
eh outras outros fatores.
Aqui nós temos um choque de energia de
50% sobre diferentes condições iniciais.
E se você começar no um pouco do lado
estacionário, onde a inflação então um
pouco abaixo de 2%, então e o choque
energético vai elevar a a inflação a
torno de 1% mais ou menos.
Mas se você
estiver numa economia onde a taxa de
inflação está em torno de 4%, em torno
de 5%, então você tem que ver que há uma
amplificação da transmissão, onde os
efeitos eles estão mais ou menos
próximos do set, então não tá dobrando,
mas tá quase chegando lá. E os efeitos
muito maiores acontecem. E se você
pensar sobre o caso de um mercado
emergente, onde os efeitos no mercado
eles não são muito profundos, se existir
um importador de petróleo que pode
beneficiar da depreciação quando o preço
da energia aumenta, e isso pode ter
bastante transmissão eh para a taxa de
câmbio em relação à inflação. Então você
pode até ter efeitos maiores. Mas quais
são os pontos chaves aqui? Um deles é
pensar sobre como essas questões não
lineares se tornam chave. E é por isso
que nós estamos, o que estamos tentando
fazer desenvolver um arcabooço no qual
podemos pensar mais sobre transmissão,
incerteza e diminuir essa incerteza de
forma razoável. Porque se nós não
queremos fazer presunções em relação à
amplificação da transmissão, que na
verdade não são baseadas em dado, então
a estimativa da da função da indexação
poderia ajudar a equilibrar tudo isso.
Então agora
vou me voltar a fazer de uma forma
generalizada as implicações de suas
metas. Eu acho que nesse contexto é
muito útil pensar
na curva de Taylor,
que tem muitas contribuições. Uma delas
a é a Taylor, a curva de Taylor. Isso
aqui só para ter
um pensar nas oportunidades dos
formadores de políticas
num
num ambiente de maior volatilidade de
choque. Então, se você olhar aqui,
isso devia ser o desvio padrão
e eh identificar essa lacuna
e a volatilidade, diferença de saída.
Isso deveria ser associado com a calaba,
com com a colaboração do da curva de
Taylor. E se você tá pensando
num comprometivo e uma política
otimizada, você vai ver a diferença de
lacona e você vai vê-lo bem aqui. Esse
lacona alfa,
o que vai acontecer
esse vai reagir mais à inflação. nessa
curva,
então a inflação vai ser complacente e
vai poder expandir.
Então, se você tem uma mudança por causa
dos choques de abastecimento que tá mais
ou menos aqui para se mover para cima,
se você manter a função de reação,
onde você tem mais inflação
considerável,
e isso tem um grande desafio
nos bancos centrais para poder achar
seus suas metas, porque a inflação
mediana vai est longe do alvo e então
faz sentido
para fazer de uma forma mais forçada e
voltar para esse ponto, mas tem uma
mudança nos pontos de reação.
Então,
uma coisa mais difícil pode aparecer
nesses tradeofs
se você tá numa situação que essa
isso depende da escola, da escolha de
quem tá fazendo as políticas.
Eu
sou muito grato ao meu colega Colassa,
que fez muito trabalho nesse modelo para
ajudar a com essas simulações. O que
estão fazendo é caracterizar
essa a curva Taylor condicional,
seria condicional nesses choques
sobrexpostos.
E nesse modelo
você pode pegar o ponto A como ponto
inicial.
onde eles botam algum peso nessa
inflação e
peso maior
quando a inflação e tem essa lacuna.
E se você considerar esses choques, o
que pode acontecer é se você começar com
a mesma regra,
se você considerar a mesma regra aqui,
essa eh realização de choques, você pode
chegar nesse ponto com uma inflação onde
tem muita persistência na altura da
inflação. E você vai ter outras
respostas. Eu acho que é muito útil
pensar no termos como você, como isso é
afetado. Agora, se você decidir reagir
mais,
não tá movendo para baixo nessa curva,
Philips, realmente
leva um grande choque quando se se fala
disso.
E o método que temos
é ajudar nesse ambiente. Mas se você
tiver choques, principalmente os choques
mais altos, onde as circunstâncias, a
inflação tá muito alta
e tem esses efeitos interativos.
Então vou terminar aqui a minha
palestra. Eu foquei nas implicações
de um de um ambiente mais cetivo a
choques e antes da pandemia.
Então eu eh eu fiz a proposta de desse
modelo para ajudar a capturar como esses
desenvolvimentos vão afectar a
transmissão
e atenção particular nas curvas de tê
que teve as interações com os choques e
pode impor essas variações. Eu espero
que essas modificações nessas linhas vão
ser muito úteis em ajudar os bancos
centrais a aumentar as suas e melhorar
as suas análises e nesses cenários e nas
alternativas
dos dos cenários alternativos e ao invés
de focar só nos choques.
Mas você vê a importância dessa
transmissão nesses noutros cenários e
como ligar essa incerteza
e algumas escolhas de políticas e isso é
muito central e o Banco Central precisa
ver como responder a essa analogia. E
olhando para o futuro, se estamos vendo
eh enfrentando esse tipo de cenário e
melhor entender eh esses limiares. E eu
não tenho muita experiência com isso,
mas é importante apegar em evidências
para eh períodos mais antigos. E quando
se fala de políticas, minha análise
sugere
que temos esse choque de abastecimento
e quando a inflação tá mais alta, a
economia está quente e ao mesmo tempo
faz muito sentido para essencialmente
fazer dessa forma quando está próximo e
os choques têm moderação
e a capacidade alta de transferência.
Então, uma perspectiva mais ampla, esse
ambiente pode requerir algumas mudanças
na a meta de inflação e ter mais reação
quando temos algumas circunstâncias para
manter essa credibilidade de políticas.
E quando os riscos podem ser medidos e
como eles dependem nas circunstâncias
dos países, é uma tarefa chave para a
pesquisa e é uma das razões por causa da
pesquisa é preciso de boas políticas e
isso também
enfatiza os valores.
Eu estou muito ansioso para os próximos
dias para as apresentações para poder eh
explorar essas questões. Muito obrigado.
[aplausos]
[aplausos]
>> Posso pegar o seu microfone emprestado?
Muito obrigado, Christopher. E você
capturou
bem com seu tempo, mas
começamos um pouco mais tarde. Então,
por causa do tempo,
todos deverem ter muitas perguntas, mas
talvez
pegar três perguntas só por causa do
tempo e você estaria aí no resto da
semana e aí outras pessoas poderem te
abordar e tirar mais dúvidas. Fernanda,
por favor,
tem um microfone
aqui na frente, por favor.
Obrigada, Christopher. Isso foi um
modelo muito interessante. Eu acho que
vai ser muito útil para um número de
bancos centrais.
Mas minha pergunta é,
se você for um banco central e se você
concordar com esse cenário de
mais choques frequentes e você não tem
certeza
na extensão de choques, como aquele que
você embutiu no seu modelo,
com as estratégias de políticas além
delas que a gente viu aqui,
talvez adicionar outra
Quando vendo essa incerteza no tamanho,
na extensão do choque, os bancos
centrais deveriam sempre reagir de uma
forma mais agressiva.
Obrigada pela apresentação, Cris.
E o jeito que eu pensei nesse
persistência endógena talvez seja
um atalho para os regimes de
expectativas entre âncora e âncora. Você
tem que entender as expectativas,
entender as expectativas com problema de
filtro, mas talvez seja um atalho de
tentar pensar nas expectativas.
Nesse modelo, vocês pensaram um pouco
nisso e quanto peso você coloca
na expectativa da sua pesquisa, o que
você observou, talvez um jeito de
detectar esses regimes. Obrigada.
Isso é uma,
não é uma resposta fácil. se pode
responder com sim ou não, mas você
mencionou que partir do que acontece nos
Estados Unidos,
você vê no seu modelo um espaço para
custo negativo, para depois do choque
vindo de produtividade seus ganhos na
IA, no horizonte da política monetária?
Não, obrigado. Então, muito boa
pergunta. Eu acho que em termos de se
você sempre quer reagir de forma mais
agressiva
com esse choque, o por choque, eu acho
que a resposta seria não. Seria
relativamente perto
do seu a da sua meta. Eu acho que a
economia não está quente e esse choque,
seja de abastecimento ou energia, eu
acho que seria mais persistente você
essencialmente tentar calibrar essas
limites, em quão grande esses são esses
efeitos. Esse exemplo aqui você pode
falar: "Ah, isso é um choque transiente
transitório e tem 50% de choque, mas só
vai ser do 0.2, do, mas se é persistente
e vai murchando, vamos dizer, no período
de 9 meses,
então a inflação seria correspondente
ser ponto 4 e seria a sua posição dentro
disso, mas você bota esses
isso pode reagir muito mais
agressivamente, especialmente no início,
você pode levar um pouco de mais tempo
para aprender como
quão grande e progressivo seria o choque
para realmente reagir contra ele,
incluindo nessa comunicação. Então isso
é um ponto em termos de mudança de
regime. Acho que isso é uma
interpretação prática do que temos em
mente, que realmente temos
o coração do nosso modelo e tentar
capturar quão grande é a essa inflação
nesse ambiente. Então você tem mudanças
fundamentais e expectativas sobre como
os choques vão acontecer. tem esse
modelo de expectativas, é claro, mas o
que iso significa
é que o agente C tem essa persistência
vai aumentar e vão reconhecer os choques
e até os transitórios que têm efeitos
muito maiores. Então eles generalizam
isso. E quando se fala de positividade,
a expectativa para aqueles choques,
então captura todas as características
de uma forma reduzida.
Acho que eu usaria isso como uma
plataforma de dizer eles têm
incertezas adicionais que provavelmente
gostariam de incorporar em outras
análises. E
aqui temos o enquadramento de funções e
reações que estão completamente
entendidas
e uma incerteza dos metas do Banco
Central. Você pode imaginar as
circunstâncias onde temos grande
inflação e pode ser pior do que já vimos
aqui.
E isso pode ser o caso. Por exemplo, se
você permitir que a inflação continue
alta e agir mais passivamente do que o o
mercado viu, isso vai ver como um
comprometimento do meta de inflação.
Então a inflação e suas expectativas em
longo prazo.
Eu acho que muitos anos atrás aconteceu
exatamente isso e pode ser embutido
nesse tipo de enquadramento. Também
temos características que
são relevantes em pensarem dominância e
a dominância financeira. Eu acho que
tivemos uma grande discussão na última
semana mais detalhada com relação a
isso. E finalmente paraa sua pergunta
sobre as possibilidades da IA ter
efeitos negativos na inflação.
Certamente isso é possível de ver se
voltarmos à experiência dos Estados
Unidos de 2003 para 2006, esse período,
esses choques de abastecimento realmente
tiveram um efeito negativo na economia.
Foi um ambiente onde o crescimento
cresceu de forma enorme para 4.5 C e a
inflexão realmente estava acontecendo e
estão estávamos tendo problemas com a
baixa inflação e nesse período mais cedo
e a vontade de aumentar as taxas de
juros e
vamos ver os efeitos de abastecimento e
demanda e oferta e demanda e nos anos 90
tiveram efeitos muito mais altos.
que
se você pensar no ambiente agora tem uma
pergunta aberta na qual temos os efeitos
colaterais vindo das do aumento dos
valores de equidade pro mundo inteiro
e você tem os efeitos colateros que são
positivos,
que estão construídos no mundo inteiro.
Isso crie eh pressões de demanda e isso
fala do impacto deflacionário também.
Mas uma ótima pergunta. Obrigado.
>> Muito obrigado, Christopher.
Eh, nós começamos muito bem essa
conferência. Obrigado por isso. Eh, se
você quiser me se juntar a mim, eu de
novo, uma salva de palmas pro nosso
convidado. [aplausos]
>> Agradecemos ao senhor Paulo e o senor
Christopher pela apresentação. Thank you
very much, Mr. Christopher.
>> Muito obrigado.
>> 20 minutos.
teste S
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>> Thank you for being
vaiar. OK. Vai.
>> Bem-vindos de volta à quarta edição da
conferência anual do Banco Central do
Brasil. Nossa próxima sessão abordará
experiências com a implantação e
operação de o buffer contracíclico
neutro positivo de diferentes
instituições estrangeiras. Para moderar
a sessão, a senra Fernanda Bandeira, ao
centro da mesa, auditora do Departamento
de Regulação Prudencial e Cambial do
Banco Central do Brasil,
[aplausos]
fazendo parte da mesa, igualmente o
Senr.
Estrada, consultor sior do governador do
Banco de Espanha,
[aplausos]
o Senr. Grillan Magrath, chefe da
divisão de teste de estresse bancário,
resiliência do Bank of England.
[aplausos]
Senor Thorlon, economista chefe da Finan
Peconen, supervisor do sistema
financeiro SUEC.
>> [aplausos]
>> e a senhora Mara Piróvano, líder de
estabilidade financeira da divisão de
política macroprudencial do Banco
Central Europeu.
[aplausos]
>> Fernanda, a palavra é sua.
>> Thank you all.
>> Obrigada a todos. Bom dia a todos.
Obrigado por estarem aqui.
Hoje é um grande prazer para mim.
a receber esses panelistas hoje. Mas
antes eu gostaria de agradecer os
organizadores
por esse espaço especial para discutir
esse assunto tão interessante para mim e
também para o
expert que estão aqui hoje. Meu objetivo
aqui é ter a oportunidade de encorajar
mais pesquisa nesse tópico. Vamos
discutir aqui hoje, é mais orientado
pelas políticas, mas esperamos que as
pesquisas possam ser desenvolvidas nessa
área. Então,
começando,
eu tenho algumas palavras sobre,
talvez vocês saibam
que temos esse buffering contra cíclico
e tem algumas respostas chave a 2010
para as crises globais financeiras, que
foi parte eh disso no Brasil.
Introduzimos
essa padronização em 2015 e hoje
temos essa base
para o comitê de estabilidade financeira
aqui nessa assência técnica.
ou
YB, design
foi o design
para ser acumulado, ativado
e ou aumentado, como melhor achar por a
riscos cíclicos
eh e para ser
lançado em termos de em tempos de
estresse. E em 2010 o seu design
original
tem com essa falta de riscos ou sinais
de desequilíbrio, essa taxa deveria
continuar 0%, que é a parte mais baixa
desses valores do CC YB.
E referimos para essa
como a taxas neutra que é zero no
Brasil.
E mais recentemente essa experiência
internacional
tem eh diminuído esse caso para
de uma forma mais prática para começar a
acumular
esse capital que podemos lançar e
podemos ver os reguladores
chamando o CCYB como uma capital que foi
adjustado
ciclicamente
teve esse caso para começar a acumular
isso até agora, mas de antes em tempos
normais. Então, a ideia
é que se você tem
um capital que pode ser lançado a
disponível quando for lançado,
essa política provou ser eh efetiva em
absorção dos do créditos e também na Mas
como eu mencionei antes, o design
original vai implicar que essa taxa de
zero tem um tipo de inércia que será
discutida aqui e por várias razões
e por causa disso tem essa discussão de
seguir de forma mais proativa
e ter essas taxas positivas neutras no
nosso enquadramento.
Então eu vou convidar a Mara. Mara tem
uma experiência extensiva e um grande
entendimento de diferentes
designs e calibração e desafios dentro
do CCYB no nível europeu. Mara, você tem
a palavra.
[aplausos]
É aqui, né? Bom dia a todos e obrigada
aos organizadores por me convidarem para
esse painel de hoje.
E eu não tô vendo a minha apresentação
na tela.
Então,
meu nome é Mara Pirovana e eu trabalho
no Banco Central da Europa. E vai ser um
prazer para mim hoje falar com vocês
sobre os desafios de
um
trazendo a perspectiva europeia.
[roncando]
E esse é o meu aviso legal, que
é a minha visão e não reflete
necessariamente a visão do Banco
Europeu, mas eu gostaria de começar
antes de
os slides virem a tela e gostaria apenas
de recomeçar
explicando o que seria um CCIB eh
positivo. Na verdade, esse foi um dos
primeiros desafios que nós encontramos
quando começamos a abordar esse tema.
E o que não é exatamente um [roncando]
uso estrutural de um tampão que foi
desenhado para ser contracíclico.
Mas ao invés disso, o que é a ativação
precoce
desse tampão contracíclico em um
ambiente no qual
riscos sistêmicos cíclicos não são eh
subjulgados ou elevados, que se chamaria
de ambiente de risco. CCB, nós apoiamos
essas atividades precoces e essas
abordagens de ativação precoce para
evitar uma confusão com esse uso
semiestrutural
que
foi mudado para ativação precoce do que
uma
coisa neutra, o que dá uma delineação
melhor para esses tampões.
E nós fizemos um trabalho bastante amplo
nesse tópico
que eu deveria mostrar para vocês, onde
tem vários links a e publicações
com mais políticas relacionadas a
aplicações acadêmicas. E se vocês
tiverem interesse, talvez vocês possam
observar.
Mas o mais importante é que juntamente
com o Conselho de Riscos Europeu, nós
criamos um fluxo no
nos anos de 2024, que incluem mais de 20
membros de autoridades nacionais na área
econômica europeia.
E esse fluxo de trabalho flui, criou,
gerou um
artigo, um relatório conjunto que foi
publicado em 2025, no qual os insightes
serão apresentados agora.
E agora para o próximo slide, eu vou
realmente vou precisar da apresentação,
porque é um é uma apresentação visual.
Eu não sei exatamente
como
peço desculpas. Bom, os slides eles
falam, vou tentar improvisar um pouco
aqui. [risadas]
E o slide é sobre a implementação atual.
Ah, muito obrigada.
Na área econômica europeia.
É esse aqui que eu tô agora.
Então, no momento, nós temos 18 países
que adotaram essa ativação precoce dessa
abordagem CCIB.
E nesse slide você já pode ver alguns
dos desafios que eu vou eh abordar um
pouco mais ao longo da minha
apresentação. Aqui vocês podem ver aqui
alguns países têm alguns
pontos que vermelhos que são as metas
positivas que eles anunciaram,
enquanto que outros países não têm esses
pontos vermelhos. Uma outra
característica que é possível ver é a
heterogeneidade
nas taxas que são aplicadas pelos
países. Então, a taxa hoje ela vai de 2
uma uma meta de 2% até 0
5. E um dos principais desafios na
Europa é a heterogeneidade.
Então,
os 13 países que introduziram uma taxa
de
uma taxa alvo ou uma meta alvo
explícito,
é preciso essa taxa para que haja essa
previsibilidade, para que haja
transparência
e também uma melhor comunicação.
Outros cinco países optaram por uma
abordagem
mais eh precoce
para que assim possam ter uma não
ativação para que assim eles possam ser
mais flexíveis. Eles não viram a
necessidade de ter uma taxa eh
como meta. E essa calibração de
heteronologia, ela não vem apenas por de
questões de
eh escolhas políticas, mas também
com metas de calibração
que são usadas.
Nessa tabela que vocês podem ver aqui,
vocês podem ver uma grande variedade de
métodos que foram implementadas por
autoridades nacionais.
E,
no entanto,
apesar das autoridades, grande parte das
autoridades contarem com um arcabolso,
ainda há determinado de alguns
julgamentos.
Existe também alguma heterogeneidade em
relação aos objetivos para a adoção
dessa ativação precoce
que às vezes eh
podem coexistir.
E a principal motivação em relação ao
tempo e quantia. Em relação ao tempo,
as autoridades mencionam que essa
abordagem é muito útil para garantir a
ativação precoce
do CCIB.
E essa ativação
dada
por causa de um lapso de dado que pode
atrasar a identificação de riscos que
podem resultar em uma ativação desse
colchão, mas também uma granulação maior
desse colchão. Então, quanto mais cedo
você começa,
melhor você pode aumentar, construir
dessa forma, ter
eh
consequências mais limitadas.
E em relação à à quantia, as motivações
são para garantir uma maior
disponibilidade de colchões que possam
ser liberados eh no caso de um choque. E
isso foi uma grande lição da COVID-19,
incluindo resolução em relação ao maior
espectrum de eh choques um pouco
maiores.
E bom, começamos dizendo que é um
colchão ou tampão que pode ser ativado
quando os riscos não são elevados, ou
seja, um ambiente de risco eh
controlado, porém desafiador, mas é um
ambiente de risco padrão. É uma situação
na qual os riscos não são excessivamente
altos, mas também não são excessivamente
baixos. E você pode identificar melhor
como o período de recuperação que que
acontece ou talvez uma fase de expansão
mais precoce. Então, a imagem aqui ela
mostra como esse tampão pode ser
utilizado ao longo do ciclo
com ativação precoce, que pode acontecer
numa situação na qual a economia é está
se recuperando.
Os balanços bancários estão também se
recuperando, mas algumas situações
bancárias podem ser favoráveis
e esse aumento ele pode ser eh gradual
em relação a uma meta
e
esse risco, na verdade pode se tornar
elevado.
Mas também desafios acontecem
para poder avaliar como liberar ou como
lançar o CCIB
CYB
é acima da taxa de
da taxa e eh prevista
com riscos cíclicos ou liberar o tampão
completo que realmente começa a se
materializar onde você tem uma
expectativa maior
e
pode permitir que os bancos possam
continuar a emprestar.
Um outro desafio que foi mencionado por
algumas autoridades no nosso trabalho é
a falta de clareza em relação
a o arcabolso legal da União Europeia.
O comitê de Baseleia sobre supervisão
bancária expressou apoio explícito ao
uso de um CCYB
eh no artigo que foi publicado em 2000
de outubro de 2022. Eles publicaram,
inclusive em 2024 também uma variedade
de práticas na implementação de CCYB,
eh, mostrando a experiência de países
que implementaram.
>> [roncando]
>> No entanto, isso não significa que
o acaboço de Basileia para alguns países
países constituam o desafio, sobretudo
no dentro da União Europeia, onde
algumas jurisdições
eh por falta de clareza
no arcaboo fiscal da União Europeia
alega uma impossibilidade de aplicar uma
taxa de CC CYB quando a taxa não é
elevada. Isso basicamente
tem demonstra duas transposições
diferentes das diretrizes europeias em
relação à lei, ao direito internacional.
Um outro desafio que foi discutido de
forma exaustiva em relação à
sobreposição com outras eh instrumentos
eh macroeconômicos. E esse talvez seja
mais específico, um elemento da União
Europeia mais específico, ou seja, na
União Europeia nós temos um tampão de
riscos sistêmicos, cujo objetivo é
evitar a a mitigação de riscos que não
estejam cobertos pelo CCYB ou outros
tampões, tais como o tampão para outras
necessidades sistêmicas de instituições
que têm importância global.
e
de forma conceitual, esse tipo de
definição vaga dos riscos sistêmicos ou
desses tampões oferecem a possibilidade
de objetivos que o CCYB poderia abordar,
como por exemplo um CCYB positivo em
relação ao aumento de resiliência a
choques exógenos. Então
esse tipo de
bom, na verdade isso resultou em fazer
com que muitos países buscassem clareza
na defini nas definições
desses diferentes instrumentos que
não estão entrelaçados com esses
objetivos para evitar sobreposição.
Finalmente, muitos países discutiram a
importância de comunicação.
Então, a comunicação é chave
não apenas quando você quer introduzir
ou apresentar um
um CCY, um arcaboo CCYB,
porque obviamente isso tem uma certa
aceitação por parte do setor bancário e
também do público.
e
também tem essas expectativas em relação
a
a implementação dessas taxas e tal, qual
é o tampão e buscado. Mas, por exemplo,
a União Europeia não liberaria, não
lançaria um CCYB, porque de fato é
importante comunicar de forma clara qual
é o tempo e a possibilidade de
recuperação, porque isso urge os bancos
a realmente utilizarem o capital
liberado para poder apoiar a empréstimos
ao quando houver uma baixa. Caso
contrário,
isso poderia eh evitar o não uso desses
tampões. E [roncando] na verdade as
autoridade colchão, as autoridades elas
trazem uma comunicação muito clara,
sobretudo através
de uso de de relatórios de estabilidade
financeira e estratégias políticas ou
artigos de estratégias políticas. E para
concluir, nós acreditamos que
uma ativação de desse colchão é uma
abordagem precoce e pode ser uma
abordagem muito interessante porque pode
ajudar nas questões cíclicas dos bancos
em relação aos a esses colchões e pode
ser consistente na aplicação em
jurisdições, o que pode ser benéfico
para aumentar a transparência,
previsibilidade e também comparabilidade
país a país, mas também aumentar a
clareza em relação ao arcabuço
internacional e a legislação europeia
poderia ajudar bastante para esclarecer
os objetivos
e
o design e também mecanismos de
liberação para que dessa forma possa
fomentar o uso mais harmonizado que
poderá ajudar
o setor bancário. a entender. E
finalmente,
comunicação clara é um elemento
essencial que deve ser levado em
consideração quando se pensa sobre
a introdução de uma estratégia CCYB
neutra e também no uso desse colchão.
Com isso, eu concluo a minha
apresentação e agradeço. [aplausos]
>> Muito obrigada.
Eu gostaria de convidar agora estrada,
por favor, Anel. Ele foi o ex-diretor de
estabilidade financeira e regulação e
resolução no Banco de Pânia.
Ele tem já lidou com todo tipo de
estabilidade, de questões relacionadas à
estabilidade financeira, mas também o
CCY B. Eu acredito que o Anhel
tem um papel
fundamental na implementação dessa nova
abordagem que tá sendo discutido, tá
sendo discutida aqui, taxas de depósito
para o CCYB nos anos anteriores. Então,
los micrófonos são studios. Muito
obrigado. Muitas gracias.
Muito obrigada, muito obrigado pessoal
por me convidarem para poder estar com
os senhores nesse para mostrar o
arcaboço que nós utilizamos para poder
liberar esse CCYB, ou seja, sair de uma
situação na qual nós apenas operávamos
com o colchão quando os riscos
sistêmicos eram elevados,
mas a situação na qual nós também
ativamos o colchão, como a Mara disse,
para o nível padrão.
>> Bom, primeiro eu gostaria de passar.
Ah,
>> eu não sei como usar o passador. Ele tá
dizendo.
>> Bom, gostaria de tentar explicar para os
senhores o por que nós decidimos mudar
esse arcaboço.
Eles eram fatores que afetam a todos
nós, mas também fatores
eh que afetam os nossos bancos como um
todo. O primeiro fator foi a pandemia da
a pandemia da COVID. Nós chegamos na
pandemia da COVID
com
um
com esse ciclo em zero, porque nós não
essa acumulação,
uma ferramenta que poderia ser usada
para poder mistigar e
a mitigação da COVID não existia ali.
E também nós temos muitas pesquisas
impéricíricas.
Alguns países ativaram esse colchão
contra cíclico. O que f deixa muito
claro que a ativação desse colchão de
capital cíclico é muito importante e
traz bastante benefícios quando você
lida, quando você aplica de forma
precoce. A ideia é minimizar os custos e
aumentar os benefícios. E uma das coisas
que você pode fazer para poder minimizar
os custos é ativar esses colchões, como
a Mara disse, de forma precoce, para que
você possa tempo suficiente para poder
[roncando] iniciar esse colchão e
diminuir os custos.
E a ideia era de que organizações
internacionais
e utilizem essa ferramenta. Por exemplo,
no caso europeu,
>> você tem a política mitroissional
e foi aconselhada a usar essa
ferramenta, mas também o o FMI traz
elementos específicos
e nas crises globais e financeiras
que a gente pode ver esse balanço e
vamos considerar o tempo como uma
prioridade para fazer uma limpa nesses
eh balanços que implicam
a previsão para reduzir os benefícios
e até esse tempo aumentar os
requerimentos de capital
e seria um caminho paraa economia como
um todo.
Isso foi basicamente depois da pandemia
que vai
ver a essa esse aumento dos bancos e do
capital.
E o segundo, o segundo elemento muito
importante é a volatilidade dos da desse
ciclo dos negócios em outros países na
Europa
e também a correlação
entre o ciclo financeiro e de negócios.
Isso vai ajudar as autoridades a
estabilizar a economia muito importante
para os países como de Espanha, que
outras eh ferramentas macro podem ser
feitas nas políticas, isso vai aumentar
no Banco Central. Então isso não foi eh
o design da Espanha,
mas a Europa como um todo.
Isso, essas políticas têm
eh eh podem, a gente tem que levar em
consideração
todos esses fatores.
E nós achamos, a gente tentou mudar esse
enquadramento, esse arcabolso,
porque
no primeiro nível
temos a legislação da a União Europeia e
temos uma fala que falou que o colchão
só pode ser ativado no nível de risco. E
a interpretação disso desses
só tem essa natureza no mundo inteiro.
E se não tem riscos, a gente não pode
compactuar. Mas se combinar o ciclo
financeiro com o de negócios,
isso pode dar todas as possibilidades.
Nessa situação
eh tem essa padronização dos ciclos
cíclicos. Então essa interpretação
vai mudar.
E o segundo elemento que é muito
importante esse papel que a Ben tem na
ativação desse colchão e basicamente os
créditos
nãoos financeiros daquele setor
e o desvio
e está sendo estimado com essa oferta.
Qual é o problema
com esse indicador?
é que quando a pandemia começou, tivemos
esse declínio
substancial
e a ativação desse colchão, precisamente
quando a economia
teve essa esse declínio. Então, o uso do
colchão seguindo todo esse setor
terveria sido cíclico,
não contracíclico.
na legislação
você pode usar mais indicadores.
Então, no sentido
do nosso arcabolso, basicamente,
teríamos que fazer duas decisões.
Primeira, como
decidir
onde a economia estava, em qual fase, em
qual estado.
E para fazer isso, desenvolvimento do
sistema de indicadores do painel. Esses
indicadores basicamente incluem
todos os elementos que consideramos
primeiro os macroeconômicos, os
indicadores macroeconômicos.
você precisa ter esse tipo de indicador
microfinanceiro, porque esse ciclo
financeiro que tentamos, estamos
tentando controlar
e também dos mercados, porque tem essas
propriedades para esses indicadores e
também indicadores do setor bancário,
porque
temos muita evidência
que fala
para minimizar os custos da ativação
desse colchão nos bancos.
Quando os bancos estão numa situação
melhor,
eles podem ativar esse colchão. Então,
precisamos levar em consideração a
situação dos bancos.
O segundo elemento
foi apresentar isso muito claramente
muito importante a estabilidade,
porque todos esses indicadores deveriam
ser reproduzíveis para todas as pessoas
que vão sofrer esse colchão.
Isso tem uma evidência muito clara
e diretriz em como o colchão vai estar e
como você pode ver é muito similar.
Então é muito importante
>> comunicar
para as pessoas que estão no mercado
como isso vai ser. No nosso caso temos
que depende do tempo, mas também depende
da evolução também. e o elemento final
para que possa determinar a operação
desse
eh arcaboo e as taxas que são adequadas
para a situação
dos ciclos padronizados. Nesse caso
seria basicamente
os desvios que temos para poder fazer
essa estimativa,
porque porque aqui você tem uma situação
da economia que você define um cenário,
um cenário e de previsibilidade, quão
previsível aquilo e do estresse. depende
do que que eh do cenário que é mais
sucetível acontecer. E nessa situação
você vê algumas faltas de equilíbrio com
a correlação e os riscos de sistema na
situação
que diria que esse padrão concional não.
E aí temos os diferenciais
doméstico, financeiro, externo
e dos setores econômicos.
que tem essa intensidade, diferença de
intensidade para que tenha implicações
diferentes. Então, a consumo de capital
tem situações diferentes. Aqui, como
você pode ver,
temos a frequência de intensidade
e no final foi decidido pelo conselho do
governo que a situação
seria aquela ali que tá afetando a
economia.
e a intensidade
provavelmente
ter uma corre autocorreção na economia
numa situação
de desenvolvedores padrões
e no final
o colchão é 1% e você pode ver a
diferença do 1% que seria a atividade
que foi é muito grande, grande demais
até. E na Espanha teve 5% da atividade.
Então, para uma consumo capital,
precisamos
fazer essa
contra o colchão contracíclico,
colchão de capital contracíclico para
poder comunicar
esse colchão
que depende
se eles têm essa essa disposição, essa
diferença. Então, isso é tudo por mim.
Obrigada.
>> [aplausos]
>> foi crucial para esse último slide.
Então, conectando os pontos, eu vou
convidar Brenda
para falar.
Ele é do Banco da Inglaterra.
Ele é um das frentes da dessa ideia.
Ele tem experiência grande
nesse nesse teste de estresse é uma das
metodologias principais, não só para
entender a resiliência, mas também
calibrar o colchão.
E eu acho que você também tem uma
memória muito vívida
desses eventos disruptivos. Vamos
mencionar aqui o acidente do COVID. Isso
é uma experiência muito interessante que
podemos acessar. Muito obrigado,
Griland.
>> Obrigado.
>> Muito obrigado. Eu gostaria de falar
algumas palavras sobre como usamos as
nossas experiências usando o CCB.
Eu acho que vai coincidir com muitas das
ideias que a Mara e eu tivemos.
OK, muito obrigado.
Só para dizer,
vamos eh os fomos usuários ativos quando
foi eh apresentado inicialmente e você
pode ver os níveis nos Reino Unido, é um
pouco dos gráficos que a Mara tava
mostrando mais cedo e eu vou falar um
pouco das questões específicas que
fizemos, alguns jogadas específicas que
tivemos e usando o CCYB
nos Reino Unido, a gente tentou alcançar
duas coisas. Primeira seria ter certeza
que temos capital suficiente para
absorver todo tipo de perdas
nos na questão financeira e ter certeza
que o banco, o sistema do banco vai usar
isso quando cristalizar os choques.
Então o que estamos tentando fazer,
evitar esse custo que estávamos vindo
durante as crise financeira. E o que
gostaríamos de dizer é que se esse
chefe, esse choque bater, eles devem
fazer essas essas células grandes e dos
negócios não baseado
que tem seus próprios balanços.
Então, os comitês de financeiros que
pode eh gerado pelo governo e tem muitos
membros que estão sobrepostos do comitê
e também a supervisão, esse conselho de
supervisão que ajudaria nessa questão de
coordenação.
Então, em 2019
aumentamos a taxa para eh 20% para 2%. E
teve algumas coisas atrás disso. Eu acho
que isso provavelmente
vai mover a 2% quando se fala de taxa
neutra.
Mas teve
o primeiro seria que
para poder absorver o tipo de choque que
poderia atingir o impacto no topo do
ciclo financeiro, o CCYB estaria entre
3% 3.5% e 5%.
E tem muito colchão nesse questão do
sistema de bancos e quando se fala da
taxa mínima. E o segundo seria olhando
para 2007, a maioria dos indicadores não
indicaram que teria uma necessidade
paraa resiliência até. Isso foi bem
complicado, mas isso mostra que os
indicadores
estavam sendo apontados e não não foram
elevados até 2004, para começo de 2004,
200525. Então, para aquele ponto, até
aquele ponto teria sido muito tarde para
aumentar o CCYB, então chegaria a 3.5%,
eles teriam que fazer movimentos muito
bruscos com relação a isso
para ter um impacto e nesse crédito.
por contraste, vamos começar a o CCYB a
2% e aumentar, dá ao comitê mais chance
de aumentar essa taxa gradualmente para
chegar aonde precisa estar para absorver
esse choque do ciclo financeiro.
Então, aumentamos a taxa para 2% em 2019
e tiveram dois grandes benefícios. O
primeiro é que deu mais eh colchão
capital para os bancos para observer
essa questão. E o segundo é que, como eu
falei, facilita essa abordagem gradual
enquanto o ciclo vai se elevando
e tentamos comunicar que vamos ter esse
essa abordagem cíclica que tem menos
impacto quando se fala do dia a dia e do
impacto do dia a dia. E outra questão
importante é que diminuímos para de
aumentamos de 1 para 2%. A gente não
queria a gente não queria afetar o
capital geral do banco, mas sim os
requerimentos. E ao mesmo tempo que o
CCY foi aumentado para 2%, teve essa
mudança para reduzir esses requerimentos
que nos ajudou
a assegurar o sistema do banco que isso
não seria um jeito de aumentar o
elemento de de captar nesse sistema.
Então, só para falar um pouco mais sobre
como vemos
a a taxa do CCYB, em particular, quando
lançamos isso em duas ocasiões. primeira
aqui em 2016 pode ver que a gente
conseguiu aumentar o CY
para eh ia chegar a 1%, mas
indica para poder sair o o Ev e teve um
pouco de surpresa de eu sou irlandês,
então foi um grande choque.
Então
eu nunca tive que fazer isso.
Fizimos o o
peito
para perto de zero. Então temos esse
tempo de incerteza, a gente quer certeza
que os bancos têm essa confiança para
continuar
mantendo essas e mais tarde, depois de
um ano mais ou menos, foi é claro que
não foi deteriorado o quanto a gente
gostaria ou a gente temia. Tá? Então, em
2017, o comitê
viu essa ambiente de risco e aumentou o
CCYB para suas taxas neutras 1% durante
2017, 2018. Então, teve esse aumento
para 2% em 2019, que eu já mostrei.
E de novo a gente conseguiu chegar lá
quando a pandemia do COVID aconteceu e
imediatamente podemos reduzir para 0%. E
de novo, isso ajudou muito
em ter essa narrativa forte, que o
sistema de banco teria a capacidade de
continuar a dar apoio
e a negócios durante a pandemia.
E
essa essa questão da pandemia nos deu um
exemplo para estudar o impacto do CCYB e
teve muita pesquisa feito com isso e
isso estudo foi feito para o
o pessoal que estava trabalhando nas
experiências do de Hong Kong também.
[roncando] E a descoberta chave foi o
liberamento dos colchões no começo da
pandemia para os bancos.
beneficiaram mais do CCYB, tendo
melhores preços e continuou a ter
mais e medição de riscos. E isso foi uma
descoberta muito chave pra gente, porque
que estávamos tentando alcançar com a
micro macro eh políticas e ter
ver com que esses negócios evitar o tipo
de produção e créditos em 2007.
E a última coisa que eu teria é que o
sistema de banco
tem sido positivos pelos
responsividade e ter mais colchões para
que são não são lançados.
e que a gente fala muito é do
MDA e alguns pontos que tem restringido
isso para alguns dos lucros e dividendos
e coisas assim.
E essa taxa reduz
eh tudo que está sendo ativado e é muito
importante para os bancos, porque são
importantes também para as partes
interessadas e estão sendo muito
positivos quando se fala do CCYB
e dos FPCs. Então eu acho que o fato é
que fomos lançado nas duas ocasiões,
essa credibilidade não é só um caminho
para alcançar o capital.
E sim, num palavra final que volta para
os pontos
que Mara e Anel fizeram desses pontos de
comunicação, porque estamos sendo usando
para 10 ou mais anos,
temos essa arcabolso bem estabelecido e
alguns algumas questões de políticas que
tivemos atualização alguns de anos atrás
e o tipo de coisa que o FPC leva leva em
consideração para o CCY B algumas
condições que
eles podem aumentar ou diminuir essa
questão da neutralidade
e também os dois passos de preços que
são similares ao que
eh foram feitos paraa Espanha,
analisar o tipo de vulnerabilidade
e onde estamos no ciclo financeiro.
E aí também fizemos análise dos sistemas
de banco para poder aguentar os choques
sem precisar a acessar os recursos dos
negócios. Eu acho que isso é uma
diferença
em que a gente não tem um único
indicador. Eu acho que é algo que
olhamos para grande eh diferença de
diversidade e como isso compara a
economia e usar a inteligência dos
bancos dos negócios também para ver as
suas experiências. também usamos esse
questão de estresse e isso é muito
importante.
Tendemos a ter essa variação de estresse
no topo do cíclico
financeiro e vamos ver quais são os
resultados implicados no capital e no e
o que que o banco precisa para ter.
E só para dizer, por último, tentamos
responder alguns do feedback que
conseguimos do setor bancário
para duas coisas que estamos levando
para ser relevante. Uma, primeiro, como
aumentar a durabilidade de forma mais
genérica.
I que os bancos
têm impedimentos para usar outros
colchões de capital, como os os
colchões.
Eh, e esses colchões eles são liberados.
E o ponto que eu mencionei antes e a
última coisa que eu recebo muito
feedback do nosso setor bancário é sobre
a interação do CCYB com outros
requisitos que também são calibrados
para despesas domésticas e traz a
questão de que o CCYB
e o colchão sistêmico doméstico também
riscos de concentração de crédito
eh eleva o nível de exposição doméstica.
Então eles pediram que eu analisasse
para ver se tem algum tipo de
sobreposição aí. Mas isso tudo para
poder dizer que eu acredito que
eu eu acredito que a experiência do
Reino Unido tem uma taxa de CCYB
bastante positiva e nós acreditamos que
isso realmente ajuda a aumentar esse
arcabolso e e a garantir que o sistema
apoia a economia
e muitas das coisas sobre as quais já
falamos sobre ser transparente, sobre
como nós usamos e respondemos aos
feedback Isso tem sido muito importante
para poder aumentar a credibilidade. É
isso. Eu acredito que a última coisa que
eu gostaria de mencionar é que nós
fizemos muitas pesquisas que não
mencionei aqui, mas ao longo dos anos
foi foram feitas muitas pesquisas e eu
posso enviar alguns links e artigos,
mas eu acredito que tem muito mais. E
isso é muito, isso há muito mais que
possa ser feito. Muito obrigado.
[aplausos]
Very
>> muito inspirador.
Agora
obrigado por estar aqui. Vou convidá-lo
para o
pegar para eh usar o microfone. O nosso
próximo exponente é do Banco da
Suécia e trabalha com Ccbon
Thor
enfrenta o desafio.
Você quer ajuda? Precisa de ajuda?
Eu
ia dizer que você tem uma grande
experiência na economia tão aberta
quanto da Suécia, mas também um usuário
ativo do CCYB como uma ferramenta.
>> Então, muito obrigado.
>> Muito obrigada. Obrigado. [aplausos]
Bom, eu só morei na só moro na Suíça há
do anos,
porque eu estou nesse papel há do anos.
Mas antes disso, e
na fase inicial
desse CCYB,
eu era diretor
da autoridade de supervisão na Islândia,
um país bastante remoto, mas também
nessa família europeia,
mas são experiências muito parecidas com
as que já foram eh comentadas aqui. Bom,
nós tivemos excelente contribuição,
então eu vou tentar
ser
o mínimo repetitivo possível, mas é
claro que isso pode ser perigoso. Eu
imaginei que eu poderia começar sobre o
valor
da minha fala, que seria dar aos
senhores a história da Suécia e como
isso se encaixa com tudo isso. Essa
imagem, basicamente
ela é fraudulenta,
porque nós estamos calculando o guia de
colchão de forma retroativa, quando na
verdade isso não era sequer uma ideia.
Estamos falando dos anos 90,
mas eu gostaria de apenas ilustrar que a
Suécia como um país que tem vivenciado
crises ou episódios de crise bastante
eh contínuos ao longo dos anos. É claro
que a grande crise financeira todo mundo
sabe e a Suécia foi afetada de forma
bastante
mínima nesse sentido, mas o que nos
afetou foi justamente a forma como nós
começamos a desenvolver as nossas CCYB,
o nosso colchão de capital contra
contracíclico. Nos começos dos anos 80,
nos anos 90, aliás, a Suécia tinha
muitos problemas. Então, definitivamente
não existe a esperança de que aos a
Suécia tenha encontrada uma chave,
digamos assim, para a crise financeira
naquela época. Mas isso também é um
outro ponto que eu devo mencionar sobre
essa imagem, que é justamente falar
sobre a lacuna de crédito que existe,
eh, que existiu, pelo menos. E isso meio
que
é um indicativo
do tempo. Em outros momentos sugere que
esse colchão não deva ser usado. Se você
olhar para o final da imagem, você vai
ver que é exatamente esse período sobre
o qual estamos falando.
Mas nós podemos pensar que, bom, essa é
uma imagem sobre como esse ciclo, aliás,
como esse colchão foi foi aplicado na
Suécia. E o dado se refere à data de
implementação e não do seu anúncio,
como acontece em todos os países. Nos
países, geralmente você tem um anúncio
que é feito com a um ano antes da
ativação.
Então
é mais ou menos quando da implementação
dessas novas regras em nível europeu, a
Suécia começou a aplicar isso em nível
de 1%.
com já com relação a essa essa matriz
que nós começamos já na implementação,
mas continuou de forma gradual,
aumentando a taxa de colchão
eh até 2020,
mas com argumentos diferentes em relação
à norma um foi a
nós tivemos alguns argumentos que são
muito um pou um pouco mais prolí pr pr
pr prolíficos. Isso tem a ver com
vulnerabilidade subjacente do país em
questão. E no caso sueco, isso é
primariamente
um endevidamento de alto nível, não
apenas das famílias, mas também das
empresas.
E também
como que o a o preço das casas da das
moradias não diminui, não caiu, como
aconteceu no caso da crise dos Estados
Unidos.
um um preço alto, contínuo,
vulnerabilidades e além disso, tivemos
muita exposição
a vulnerabilidades relacionadas ao
mercado imobiliário e exposição de
bancos
e
isso foi aplicado de forma precoce na
Suécia.
uma
e isso falando da COVID,
a Europa como um todo aplicou
essa opção de liberar o tampão e alguns
países
fizeram um grande eh
fizeram tiveram espingo ou esguo,
digamos assim. E a Suécia teve
acontece, na Suécia, isso aconteceu
antes desse evento. E essa experiência,
ela pode ser positiva porque ela deu aos
bancos uma maior capacidade de poder
acomodar uma situação de forma muito
rápida. É claro que o principal objetivo
era contrabalancear
essa grande incerteza que acontecia no
momento. Definitivamente foi um momento,
foi um uso
porque havia uma volatilidade
e
isso foi feito com base na expectativa.
terceira fase é o tópico que temos em
mão aqui, que seria essa questão da
neutralidade.
E
a a aplicação desse
colchão mudou a sua característica ao
longo do tempo,
eh, passando de uma forma muito baseada,
baseada nesse colchão e para uma forma
um pouco mais ampla, nós podemos dizer,
no entanto, que essa ideia de
neutralidade começou apenas de de uma
forma mais eh formal durante a pandemia.
mas foi formalizado
depois da pandemia,
muito bem comunicado e eu realmente eh
agradeço aos meus colegas por já terem
falado disso. E esse colchão foi
amplementado em dois passos
de 1% para 2%, numa velocidade que era
apropriada para a situação dos bancos,
onde as pérdidas não eram tão severas
quanto se temia. E nós tínhamos espaço
no sistema bancário para poder
acomodar.
Então isso não tem um impacto muito
sério no na capacidade dos bancos de
continuar a emprestar.
Então, as principais arguições
levadas na Suíça, Suécia comunicada de
forma muito cuidadosa para se ter um
colchão,
é que
a capacidade
de poder liberar esses colchões
financeiros de de colchões futuros é
extremamente importante.
E é claro que nós tivemos a lição da
COVID para realmente poder apoiar essa
ideia, mas também porque
estresse econômico
e e estresse financeiro é muito
previsível. E se você puder tiver um
modelo, puder ter um modelo que seja bom
na definição da crise financeira,
então é bem provável que você possa
basear as suas estimativas em dados
antigos e dessa forma você vai
praticamente em todos os casos, apenas
conseguir de forma muito cuidadosa
e digamos granular, calibrar a taxa de
colchão,
só que de forma muito tardia. dia quando
o evento já passou.
Então agora a Suécia tem esse nível de
2%,
que é o que nós chamamos de taxa normal,
quando já não tem
risco elevado no sistema financeiro e
tampouco existe qualquer tipo de crise
acontecendo. Por questão de tempo, eu
vou saltar essa tela, porque aqui era
apenas para poder falar sobre a
metodologia e sobre como isso é
calibrado. E a minha mensagem principal
é de que esse é um processo, não é um
processo assimétrico. Existem
considerações bastante importantes a
serem feitas quando você está no começo
desse ciclo, quando você está
considerando eh liberar. Então, nesta na
nossa metodologia, nós temos dois eh
conjuntos aqui. Podemos argumentar que
poderia se existir mais porque a liberar
de níveis diferentes
tem esteja você tenha você alcançado um
ponto neutro ou não. Isso é de bastante
importância.
Eu
gostaria apenas de falar uma única coisa
que pode não parecer conexitada
conectada com o neutro positivo, mas é a
questão da usabilidade ou a utilidade
dos colchões. Isso já foi mencionado
antes, mas isso acaba se tornando uma
questão bastante importante em nível
mundial, mas sobretudo na Europa, onde a
implementação nos últimos 3 anos tem
sido bastante eh fusiva. Então nós
fizemos uma análise no nosso contexto
sueco e essa imagem do lado esquerdo
fala exatamente sobre
as linhas amarelas que indicam o que que
os bancos teriam que ter.
como eh números. E se você levar em
consideração que existem outras
restrições que podem ser aplicadas, que
podem vir da liquididade,
da liquidez, mas também podem vir de
agências de classificação e outros tipos
de entidades, mas o mais importante no
nosso caso
é a resolução de recuperação. Existem
alguns requisitos
para os bancos, digamos,
bancos grandes que podem ser resolvidos.
E esses requisitos, geralmente eles são
mais eh vinculantes do que o capital
bancário.
[risadas]
Consegui terminar,
concluir esse raciocínio. Bom, eh esse
isso não pode ser a questão relevante,
mas existe também uma preocupação
e com essa questão. Isso pode trazer um
efeito de estigma. E a nossa experiência
é
com esse CCYB é de que a sua liberação é
bastante apreciada como e us quando
usada de forma intencional
e
pode ser uma recomendação para a
distribuição de empréstimos de bancos
durante um determinado período, porque
é claro que isso poderia ter um
resultado diferente. Bom, do lado
direito dessa imagem, nós vemos um
desses bancos que é
que permite ver o tipo de restrição
vinculante no caso de perda.
E conforme vocês podem ver, e isso está
presente em todos os lugares, o que é
preocupante com isso, ter
um colchão de capital contracíclico é
realmente importante porque esse é uma é
o
colchão que você pode liberar e isso é
algo que os bancos podem usar podem usar
em quando há algum tipo de tempestade
que realmente não afeta a credibilidade.
e o uso de agências de classificação,
etc. Bom, basicamente
essa é a minha mensagem principal de
hoje.
Não vejam isso como algo simétrico,
porque é assimétrico e é muito
importante que tenhamos
eh colchões que possam ser aplicados.
Muitíssimo obrigado. [aplausos]
Thank.
>> Obrigada Wall pela sua apresentação.
Muito obrigada aos panelistas
e eu acho que isso nos ajuda a colocar
todos no mesmo lugar. Talvez nem todos
aqui tenham
uma um contato mais profundo com esse
arcabolso capital. E esse
colchão de capital contracíclico. E isso
realmente traz reflexões e perguntas
muito interessantes. Por isso que eu vou
diretamente para a primeira pergunta por
uma questão de tempo e depois eu vou
abrir o a o microfone para a palestra
para o público para perguntas
adicionais. Uma característica chave que
eu vejo em todas as suas apresentações
tem a ver com
o começo
da acumulação de capital da parte eh
liberável, digamos assim, do capital em
momentos normais, digamos assim, de
risco eh padrão, mas também de forma
gradual.
E para mim, eu vi alguns gráficos
e isso é existe um raciocínio, digamos,
comum em relação a isso, pelo menos com
base na minha pesquisa.
E é menos eh custoso para os bancos
adquirir capital em momentos bons, em
capital, em situações de capital
benignas comparado quando você tem que
aumentar de forma muito rápida ou quando
você não tem colchões acumulados, quando
chega um choque.
E uma pergunta que me vem à mente é: OK,
mas
qual
indicador? Eu sei que vocês mencionaram
alguns, mas quais indicadores adicionais
podem ser usados para poder formar o
nosso processo de tomada de decisão ou
as nossas análises que podem
considerar esses argumentos de se ter
um custo benefício?
Que tipo de indicadores ou que tipo de
informação ou como que nós devemos
definir esse ambiente ambiente de risco
padrão? Essa pergunta é para todos. Eu
não sei quem gostaria de começar, mas eu
gostaria de ouvir a reação de cada um de
vocês.
>> É difícil, né? Pode ir.
>> Muito obrigada, Fernanda. Você pode me
ouvir?
Isso é uma pergunta muito relevante. É
sobre
quando é o tempo certo para introduzir,
para construir
eh cedo no ciclo. Claro, o tempo tem uma
relevância muito grande, mas porque isso
escolhamos fazer muito cedo na economia,
no setor bancário,
mas mas você
fazer essa forma procíclica
e essa recuperação
na nossa experiência que é útil a se
ver.
indicadores para ter uma ideia
como sua recuperação
ou como a sua economia está se
recuperando,
mas também nas condições
do setor bancário
e os dois mais relevantes
[limpando a garganta]
nos estudos acadêmicos também.
e dos colegas
tem
feito
eh questão de lucros e de capital,
porque um banco eh um setor bancário que
tem bastantes lucros significa que vai
aumentar os requerimentos
que facilmente podem ter esse retorno em
questão de lucro. Isso obviamente
eh gasta dinheiro com isso. E o capital
significa que
que esses colchões voluntários têm
alguns requerimentos
que são amplos e são facilmente eh podem
ser convertidos facilmente para esse
gerenciamento de colchões dentro desses
requerimentos sem
sem ter essa equidade expansiva.
Então temos essa diferença de tem,
basicamente o que eles têm
é colocar no colchão
[limpando a garganta] sem ter a
necessidade
de ter equidades mais expansivas. Isso
significa também
que o impacto de pouso seria mais
reduzido.
A experiência
que tivemos na nessa área seria
muitos países tem
são introduzidos
dentro dessa arcabolso
e e aumentando os colchões mesmo quando
as políticas monetárias
estão ficando mais apertadas. Então,
nesse período de aperto que começou em
2022, basicamente no espaço de um ano,
eles vem essa margem de financiamento
que foi de 0 a 4%, que é bastante
é bem significante. No mesmo ano, muitos
países,
eu acho que seis, se eu tô correta,
aumentou
o CCYB.
E a razão deles poderem fazer isso uma
forma procíclica foi que
o setor bancário foi excepcionalmente
eh lucrativo durante essa eh alta taxa
de
então
esses colchões eles tinham condições
favoráveis.
Então, basicamente, como foi dito, acho
que é muito importante desinir a
diferença
de uma forma mais natural, por exemplo,
esse nível eh padrão de riscos
e as variáveis bancárias, eu acho que é
muito importante, temos evidências que
mostra que a situação do banco
tem o o a razão de de fazer de aumentar
de aumento é bem reduzida
e tem essa questão positiva nessa
situação
também pode ser reduzido, mas quando
você tá numa situação que está
acumulando os recursos, eu acho que as
variáveis financeiras
elas são dominantes, com certeza. Então,
nesses casos, provavelmente estão
acumulando,
créditos, estão aumentando e, por
exemplo, eu acho que você tem que
adicionar esse aumento eh nessa situação
macroeconômica e uma situação com os
bancos e e nessa situação precisamos
agir também
porque aumenta
para tratar esse essa questão do
abastecimento.
E essas padronização dessas situações
em aumento de preços
e que temos em banco. É economia. Eu
acho que a cuma coisa que ser
considerada. Obrigado.
>> Eu vou abrir a palavra para perguntas,
por favor.
aqui.
>> Fale o seu nome e a sua instituição.
>> Obrigado.
>> Olá a todos. Douglas Araújo do Banco
Central do Brasil.
Antes de fazer minha pergunta, eu
gostaria de dizer nossa aqui mesa
incrível. Muito obrigada por essa grande
opinião. Eu nem sei, minha mão tá
machucada de tanto eh anotar coisa, mas
eu acho que você colocou muito bem eh o
número de vezes [roncando] na sua
apresentação que uma meta do da
neutralidade da CCB é permitir a manter
a capacidade dos bancos de ter esses
serviços financeiros na economia quando
tem esse grande choque.
e se o choque é financeiro ou não e
assim em diante. Mas para países como o
Brasil e países que tem 0% do CCYB,
uma preocupação que eu vejo dos
participantes e comentadores é quando se
fala do alvo de positividade das taxas,
isso poderia constr abastecimento de
crédito. Então, eu gostaria de ouvir
dos panelistas quais são as suas
experiências dessa implementação desse,
se você olhar para trás quanto estava
correspondendo
e como isso correlaciona com as
instrúcias e vai além das expectativas
que o que está sendo discutido
corresponde os seus piores eh medos ou
essa
isso na realidade na verdade foi para
zero.
útil para considerar também. Muito
obrigado.
>> Olá, sou Francisco também do Banco
Central do Brasil. Eu tenho uma pergunta
para qualquer pessoa do do painel
também.
E isso é com relação
à eventual necessidade ou adaptação da
calibração,
considerando
a possibilidade
da arbitragem
com os requerimentos
e correlações, considerando os bancos
internacionais, considerando
os bancos multinacionais.
mas mover
a estrutura capital dentro
[limpando a garganta] desse grupo
e se tem ou deveria ter uma
possibilidade de levar em consideração
a o supervisor financeiro esse essa
calibragem para neutralizar. Obrigado,
amor.
>> Mais uma.
>> OK.
Então, muito interessante esse painel.
Minha pergunta é mais sobre a fase de
liberação,
porque não foi tão eh não foi tão
enfatizado durante o painel. estava me
perguntando na sua instituição
como mover de uma
de um neutro para o positivo
e no nessa no colchão contracíclico no
Brasil, esse número positivo tem afetado
ou pelo menos interagido com as
discussões sobre as regras em restrições
e dividendos de pagamento durante essa
taxa de essa fase de lançamento. Como
essas questões deveriam interagir
na sua instituição?
Parece que tem um debate acadêmico
sobre os prós e os contrasos
de dividendos,
provocando esse senso de risco e
discussão. queria saber como isso
eh foi levado em relação à sua
instituição.
Muito boa pergunta. Eu não vou ser capaz
de responder todas.
Primeiro sobre o crédito durante o
choque. Eu concordo. É fundamental
a razão, por isso que está implementado,
é em aprofundar essa crise financeira.
Tem questão é restritível com relação à
pandemia
e exacebando os efeitos da economia.
Então,
que que e tem
>> uma coisa chave seria isso, mas quando
se fala do jeito de do caminho para
chegar a isso que chamamos de liftof,
que tem sido uma consideração chave
ou se é do modo antigo ou eh taxa
neutra, eu concordo.
que os bancos têm esse lucro
e temos outros indicadores, talvez eh
tenhamos de analisar, mas
como a a questão de riscos de preços e
esses níveis, mas definitivamente
e também vou levar a terceira pergunta.
Quando você quer construir essa taxa
neutra positiva,
você quer fazer de uma forma que seja eh
custo efetiva
e
parece ser possível, né, os casos
descritos para
do que foi eh do que restou da crise,
que não foi uma série de para
que não foi necessariamente
É, no na caso inicial,
quando se fala
da jurisdição,
e isso é um caso que foi muito familiar
para Suécia, que é um país nórdico, e a
interação com os países do ao lado
Finlândia,
eh, Dinamarca,
cinco maiores bancos que estavam são
bancos estrangeiros uma questão chave
como esse capital tá sendo recebido,
mas ninguém nessa parte europeia, então
o sistema
quer que esses colchões capitais tenham
essas exposições e as expectativas
de onde eles estão chegando quando se
fala da acessibilidade de riscos.
Isso é difícil às vezes, particularmente
quando tem o risco grande e a gente
mencionou a questão europeia e
particularmente entre a Finlândia e
ones as autoridades não concordaram
e temos esses
eh colchão em particular em alguns casos
particulares dele.
Mas o positivo aqui é que temos esse
capital, esse colchão capital restrito,
esse
e essa reciprocidade
é bem automática.
Se você não alcançar o nível de 2.5%,
se você ninguém fez isso antes, tenha
claro,
eu não sei se veríamos esses níveis
altos. Então
eu posso falar, com certeza é uma razão
que alguns países gostariam de fazer
questão ao invés de outros sistemas em
algumas ocasiões.
Então eu a suponho que esses sistemas
estão eh estão implicados.
E a pergunta que estamos indicando, que
fizemos a primeira vez, acho que 2015,
eh, aumentando o CCYB para 0.5% 5% é
parte da capital da questão da crise
financeira
e ver qual é o impacto específico na
nossa experiência foi geralmente o que
que as políticas estavam dizendo nas
pesquisas acadêmicas para aumentar
o CCYB durante essa esse tempo que os
bancos estavam lucrando bem é bem menos
custoso e tem muito impacto. tem pouco
impacto e é consistente com algumas
descobertas que tivemos para aumentar o
CCYB em geral e ter menos impacto em
tempos normais, digamos assim.
Então, em 2021 foi um pouco diferente
porque os bancos tiveram
espaço para o o efeito do da pandemia
e alguns bancos tiveram
algumas questões que eles foram eh
capazes de usar e aumentar o CYB de
forma relativamente rápida e tiveram um
pouco impacto no abastecimento de
créditos.
E eu acho
que na atualidade temos
reclamações do nível de CB. Alguns casos
estão mais altos em outras jurisdições,
mas temos duas coisas para falar. A
primeira seria
lembrar que essa taxa de estabilidade
durante [roncando] o capital, ao mesmo
tempo e segundo quando olhamos para
quanto eh pouso temos nos eh Reino Unido
e no sistema nosso sistema.
eh tendo essa restrição no capital no
capital e não não intervimos nessa
questão.
E a outra pergunta,
eu acho que são três elementos.
Primeiro, se
reduzimos o C6 para B, a intenção é que
um capital pode ser usado para dar apoio
aos a bancos e nós não gostaríamos
que os bancos só paguem tudo e reduzam o
capital.
pelos distribuições, as partes
interessados, etc. Então, queremos
diminuir os dividendos
e no que eles estão fazendo e dentro
desse escopo que eles ter pagar os
benefícios e desde que não leve para o
colchão capital. Eu acho que tem uma
ferramenta separada que queremos
restringir completamente,
que eu penso pessoalmente é um passo
diferente que gostaria de fazer que ter
mais
de forma mais extrema e tentar aumentar
seus dividendos.
E para voltar para o NDA,
vou colocando essas duas coisas de lado.
É um benefício para os bancos e uma
forma tática para voltar ao seu colchão
combinado e
o AT1.
Eles eh lançaram para também ter essa
ação de continuar. Isso acho que é muito
útil.
E eu gostaria de eh falar do quando se
fala do dividendessas suas restrições,
um dos que
eu recomendo aos bancos a não fazer isso
com os dividendos. Eu acho que foi
um alívio, uma recomendação para não
mexer.
teve um artigo falando do impacto
e políticas nessa questão do pouso
e o artigo achou
que o impacto no pouso em específico
no setor econômico
que foi eh acobertado pela pandemia
e isso mostra que
é uma política efetiva para combinar
para assegurar que temos crédito
e metas da economia,
que não vai, é um dinheiro que não vai
pro bolso dos investidores,
que não é o objetivo primário
desse lançamento. E teve uma pergunta
quando se fala de
com relação a a
coordenação durante as as restrições e
o CB tem uma reciprocidade que é
obrigatória
até essa taxa
tem uma reciprocidade automática.
Isso é garantido.
E se a pergunta é
seria uma taxa neutra positiva,
analisamos essa pergunta no contexto
da questão europeia e a a resposta foi
sim. Eh, simplesmente porque não estamos
lidando com um novo instrumento, é o
mesmo instrumento e
as mesmas regras se aplicam.
a um uso padronizado do CYB
para ser aplicado
para sua ativação precoce.
Para esclarecer isso,
estamos falando de um instrumento
e o mesmo design que seria aplicado. Não
importa
se você escolhe ativar precocemente ou
um uma abordagem mais tradicional.
>> Obrigada.
Gostaria de concluir. Eu sei que todo
mundo quer sair para almoçar.
Então, muitíssimo obrigada
pelas contribuições
hoje para o debate de hoje, o que
demonstra que o papel do CCYB está
evoluindo e como isso está evoluindo
para mim é um paradigma
de reação passiva
para
>> uma
vulnerabilidade
caracrachá para uma nova abordagem, que
é o mesmo instrumento, mas uma nova
abordagem
na qual nós
estamos preocupados em relação à
construção de forma progressiva,
de resiliância com longo do tempo, de
forma custob benefício, com custo
benefício para sim poder lidar com
um
mundo que está sempre em choque. Uma
coisa mais a ser dita é que eu acho que
é uma um insight muito poderoso poder
compreender
que isso significa sendo o sustento da
pesquisa de que o custo da construção do
capital
é um é depende do cenário e para mim
isso é extremamente interessante
e a a investigação dessa questão para
assim poder compreendê-la
que existe esse insite de que o capital
dinâmico pode ser uma forma eh custob
benefício de se lidar com questões
financeiras. Isso está ganhando maior
importância hoje em dia e espero que
assim também no futuro. Então, muito
obrigada pela atenção de vocês e
obrigada pelas palas, pelas palestras.
[aplausos]
Bom, antes do intervalo para o almoço,
daremos início agora a sessão
envolvida pela instituição.
avaliados
estágos de avalia sejam melhoredor
necessariamente reflet
do
text
po
central
segunda finanos
prêmios, né,
do seu
gestão de riscos banc Central São Paulo
Deputy
Governor Mr. Paulo Piquetti
para receber o prêmio pelo artigo
do Rio de Janeiro.
P Rio de Janeiro e na Researcher.
[aplausos]
[aplausos]
>> Para receber o prêmio pelo artigo
Consiler.
de finanças
convidando
as pesquisas
professor Amanda Fantin Faculdade de
economia
Paulo
>> [aplausos]
[aplausos]
>> Um breve aviso de que retornaremos às
13:45.
sessões acadêmicas de macroeconomia vão
acontecer neste auditório.
Até os momentos foram transmitidas ao
pelo canal do YouTube e a sessõ serão
gradunch.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur. Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum.
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