Instrução Normativa BCB N° 606
Sumário Regulatório
Extraído do BCB
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INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB Nº 606, DE 3 DE ABRIL DE 2025     Estabelece orientações sobre o processo de elaboração e submissão da convenção que disporá sobre os eventos de crédito a serem utilizados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil nas operações de derivativos de crédito contratadas no país ou na emissão de certificados de operações e...
</span><style style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</style><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><div class="WordSection1"><span style="color:#444444;">
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:0cm;text-align:center;line-height:normal;"><span style="text-transform:uppercase;font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">INSTRUÇÃO NORMATIVA BCB Nº 606, DE 3 DE ABRIL DE 2025</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;line-height:normal;"><span style="text-transform:uppercase;font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;line-height:normal;"><span style="text-transform:uppercase;font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 0cm 9cm;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"><span style="background:white;">Estabelece orientações sobre o processo de elaboração e
submissão da convenção que disporá sobre os eventos de crédito a serem
utilizados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do
Brasil nas operações de derivativos de crédito contratadas no país<a name="_Hlk132703179"> ou n</a></span>a emissão de certificados de operações estruturadas (COE)
na modalidade risco de crédito, conforme previsto na regulamentação específica
desses produtos<span style="background:white;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="background:white;font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="letter-spacing:-0.1pt;font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">O Chefe do Departamento de Regulação do Sistema
Financeiro (Denor), no uso das atribuições que lhes confere o art. 23, inciso
I, alínea "a", do Regimento Interno do Banco Central do Brasil, anexo
à Portaria nº 84.287, de 27 de fevereiro de 2015, com base no art. 11, <i>caput</i>,
inciso VIII, e § 4º, da Resolução CMN nº 5.070, de 20 de abril de 2023, e no
art. 19, <i>caput</i>, inciso VIII, e § 4º, da Resolução CMN nº 5.166, de 22 de
agosto de 2024,</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="letter-spacing:-0.1pt;font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">R E S O L V E :</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 1º
 Esta Instrução Normativa divulga as orientações para a elaboração e submissão
da convenção que disporá sobre as normas de autorregulação aplicáveis aos
eventos de crédito a serem utilizados pelas instituições autorizadas a
funcionar pelo Banco Central do Brasil nas operações de derivativos de crédito
contratadas no país ou na emissão de certificados de operações estruturadas
(COE) na modalidade risco de crédito.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 2º
 A convenção de que trata esta Instrução Normativa deve ser elaborada por meio
de entidade representativa do mercado de derivativos de crédito, em nível
nacional, e ter como signatárias as instituições mencionadas no art. 1º que
sejam contrapartes em operações de derivativos de crédito no país ou emissoras
de COE na modalidade risco de crédito.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><a name="_Hlk193827697"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art.
3º  O conteúdo da convenção de que trata esta Instrução Normativa deve, no
mínimo:</span></a></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - descrever,
de forma detalhada, todos os tipos de eventos de crédito passíveis de
utilização pelas instituições mencionadas no art. 1º, tanto na contratação de operações
de derivativos de crédito no país, como na emissão de COE na modalidade risco
de crédito; e</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><a name="_Hlk193883811"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II
- prever o tratamento que será dado aos contratos de derivativos de crédito e aos
COE emitidos na modalidade risco de crédito que utilizarem as definições nela estabelecidas,
no caso de revogação, rescisão ou suspensão, total ou parcial, de dispositivos da
convenção aplicáveis a esses contratos e certificados.</span></a></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><a name="_Hlk193827624"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Parágrafo
único. A descrição dos tipos de eventos de crédito de que trata o inciso I do <i>caput</i>
deve estar em consonância com:</span></a></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - as
definições dos respectivos tipos de eventos de crédito já contidas nas
regulamentações específicas aplicáveis à contratação de operações de
derivativos de crédito no país pelas instituições mencionadas no art. 1º e à
emissão de COE na modalidade risco de crédito; e</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II - os
padrões internacionais reconhecidos e praticados pelas instituições que operam
no mercado de derivativos de crédito. </span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 4º
 A minuta da convenção deve ser submetida à aprovação do Banco Central do
Brasil pela entidade de que trata o art. 2º, por meio de correspondência
encaminhada ao Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) via
Protocolo Digital, com a indicação do assunto “Aprovação de Convenção”.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">§ 1º  A
correspondência de que trata o <i>caput</i> deve:</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - ser
subscrita pelos representantes designados em estatuto ou contrato social de
cada entidade participante do processo de elaboração da convenção com poderes
jurídicos para a prática do ato; e</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II -
conter, em anexo, a minuta da convenção, a ata ou documento equivalente da
reunião na qual se deliberou sobre a sua elaboração e submissão à aprovação do
Banco Central do Brasil, bem como os demais documentos comprobatórios dos
poderes dos respectivos representantes que a subscrevem, referidos no inciso I.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">§ 2º  A
minuta da convenção também deve ser encaminhada em versão no formato Word para
a caixa corporativa do Denor, no endereço <a href="mailto:" target="_blank"></a><a href="mailto:denor@bcb.gov.br" target="_blank">denor@bcb.gov.br</a>, na mesma data em
que ocorrer o seu envio pelo Protocolo Digital.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 5º
 As alterações realizadas no teor da convenção em vigor devem ser submetidas à
aprovação do Banco Central do Brasil, mediante o encaminhamento da nova versão
objeto de deliberação pelas entidades convenentes, com pedido de aprovação
dirigido ao Denor pelo Protocolo Digital, nos termos do art. 4º desta Instrução
Normativa.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Parágrafo
único.  Ao protocolizar minuta de nova versão da convenção, a entidade de que
trata o art. 2º deve registrar as modificações promovidas no texto por meio de
controle de alterações e marcas de revisão no formato Word.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art.
6º  O Banco Central do Brasil poderá determinar à entidade de que trata o art.
2º, a qualquer tempo, ajustes na convenção, observado o disposto no art. 7º.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 7º
 As manifestações e exigências do Banco Central do Brasil, a respeito da
convenção, serão realizadas por intermédio de ofício desta Autarquia dirigido à
entidade de que trata o art. 2º.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 8º 
Até a entrada em vigor da convenção de que trata esta Instrução Normativa, as
instituições mencionadas no art. 1º somente poderão utilizar, na contratação de
derivativos de crédito no país e na emissão de COE na modalidade risco de
crédito, os tipos de eventos de crédito já definidos na regulamentação
específica dos referidos instrumentos financeiros.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Art. 9º
 Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoPlainText" align="center" style="text-align:center;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">MARDILSON FERNANDES
QUEIRÓZ<br>Chefe do Departamento
de Regulação do Sistema Financeiro</span></p>
<p class="MsoPlainText" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:18pt;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">NOTA 208/2025 – BCB/DENOR, DE 03 DE ABRIL DE
2025<a name="_Hlk162898374"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 0cm 9cm;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Fundamenta proposta
de edição de Instrução N<a name="_Hlk92211560">ormativa que</a><a name="_Hlk89793188"> e</a><span style="background:white;">stabelece orientações sobre
o processo de elaboração e submissão da convenção que disporá sobre os eventos
de crédito a serem utilizados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil nas operações de derivativos de crédito contratadas no
país ou na emissão de certificados de operações estruturadas (COE) na
modalidade risco de crédito, </span>conforme previsto na regulamentação específica desses instrumentos
financeiros<span style="background:white;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 12pt 212.65pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Senhor
Chefe do Denor,</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;text-indent:70.9pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">A
presente Nota fundamenta proposta de edição de Instrução Normativa que e<span style="background:white;">stabelece orientações para o processo de elaboração e
submissão de convenção que formaliza normas de autorregulação sobre os eventos
de crédito a serem utilizados pelas instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil nas operações de derivativos de crédito no país e na
emissão de certificados de operações estruturadas (COE) na modalidade risco de
crédito, nos termos do art. 11, <i>caput</i>, inciso VIII, e § 4º,
da Resolução CMN nº 5.070, de 20 de abril de 2023, e do art. 19, <i>caput</i>,
inciso VIII, e § 4º, da Resolução CMN nº 5.166, de 22 de agosto de 2024</span>. A edição da
Instrução Normativa baseia-se em competência do Departamento de Regulação do
Sistema Financeiro (Denor) prevista no art. 23, inciso I, alínea "a",
do Regimento Interno do Banco Central do Brasil, anexo à Resolução BCB nº 340,
de 21 de setembro de 2023. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">2.                    <span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">O art. 11 da Resolução CMN nº 5.070, de 2023, e o art. 19
da Resolução CMN nº 5.166, de 2024, especificam os tipos de eventos de crédito
passíveis de utilização pelas instituições autorizadas a funcionar por esta
Autarquia, respectivamente, na contratação de derivativos de crédito no país e
na emissão de COE na modalidade risco de crédito, admitindo, no inciso VIII do <i>caput</i>
dos referidos artigos, a utilização de outros eventos de crédito não listados,
desde que previstos em normas de entidade de autorregulação, formalizadas em
convenção previamente aprovada pelo Banco Central do Brasil.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">3.                    Conforme
o estabelecido nos mencionados atos normativos, a convenção deve ser elaborada
por entidade representativa das instituições a eles sujeitas, conter o detalhamento
dos eventos de crédito e seus tipos, em consonância com os padrões
internacionais reconhecidos e praticados pelo mercado de derivativos de crédito,
e ter sua primeira versão e alterações posteriores submetidas à aprovação do
Banco Central do Brasil. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">4.                    Com
o objetivo de dirimir possíveis dúvidas dos participantes desse mercado sobre o
processo de elaboração e submissão da minuta a ser avaliada por este Banco
Central, entende-se necessária a publicação de Instrução Normativa, esclarecendo
sobre:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">I - a
unicidade da convenção de autorregulação dos eventos de crédito a serem
utilizados em ambos os instrumentos financeiros;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">II - as
formalidades a serem observadas na elaboração e no envio da minuta de convenção
e de suas futuras alterações; e</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">III -
os canais de envio e o destinatário – departamento responsável pela avaliação e
aprovação do documento (Denor).   </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">5.                    Lembro
que, em atendimento ao previsto no art. 5º da Lei nº 13.874, de 20 de setembro
de 2019, o Decreto nº 10.411, de 30 de junho de 2020, determina que as
propostas de atos normativos de interesse geral de agentes econômicos
formulados por órgãos e entidades da administração pública federal direta,
autárquica e fundacional, bem como por colegiados, por meio do órgão ou da
entidade encarregada de lhe prestar apoio administrativo, sejam precedidas de
análise de impacto regulatório (AIR).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">6.                    Contudo,
conforme dispõe o art. 4º, inciso II, desse Decreto, a obrigatoriedade de
elaboração de AIR pode ser dispensada para ato normativo destinado a
disciplinar direitos ou obrigações definidos em norma hierarquicamente superior
que não permita, técnica ou juridicamente, diferentes alternativas regulatórias.
Desse modo, a Instrução Normativa ora proposta, que disciplina a forma de
elaboração e submissão à aprovação desta Autarquia da convenção de
autorregulação prevista nas Resoluções CMN ns. 5.070, de 2023, e 5.166, de
2024, está dispensada da elaboração de AIR.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;text-align:justify;text-indent:70.9pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">À
consideração de V.Sa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:0cm;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">FELIPE DE OLIVIO DERZI PINHEIRO</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:0cm;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Chefe Adjunto</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;text-align:justify;text-indent:70.9pt;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">De acordo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;text-align:justify;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:0cm;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">MARDILSON
FERNANDES QUEIRÓZ</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="margin-bottom:0cm;text-align:center;line-height:normal;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;color:#444444;">Chefe de Departamento <br></span></p>
</span></div>
</span></div>
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