Coletiva Associação Open Finance Brasil - Início da Portabilidade de Crédito via Open Finance
Sumário Regulatório
A partir de 3 de fevereiro de 2026, os clientes das 27 instituições financeiras que participaram dos testes da portabilidade de crédito para pessoa física via Open Finance já podem aproveitar o novo serviço. Este é um marco na agenda de inovação e segurança do ecossistema. A primeira modalidade atendida é a de crédito pessoal sem garantia. Confira a coletiva de imprensa realizada no dia 3 de fevereiro com Ana Carla Abrão – CEO, Elcio Calefi – diretor de Tecnologia, e Mayara Santos – líder de Produto de Portabilidade de Crédito na Associação.
Transcrição e Conteúdo
Pessoal, só mais um minuto. Tá aberto aí? aber Tá, pessoal, vamos começar. Muito obrigado pelo por aceitarem o nosso convite. Eh, então ontem entrou para a disposição dos consumidores o início da portabilidade de crédito pela pelo Open Farness. Essa é uma mudança bem grande, não só na prestação de serviço, como ele é feito, como do próprio open finance alcance que ele tem...
Tá aberto aí?
aber
Tá, pessoal, vamos começar. Muito
obrigado pelo por aceitarem o nosso
convite.
Eh,
então ontem entrou para a disposição dos
consumidores o início da portabilidade
de crédito pela pelo Open Farness. Essa
é uma mudança bem grande, não só na
prestação de serviço, como ele é feito,
como do próprio open finance alcance que
ele tem. E a gente tá aqui para
compartilhar os detalhes de como foi a
construção desse processo e como vai
funcionar pro consumidor
a o serviço de portabilidade, quais ser
a operação, a gente vai mostrar em
detalhes, tá? E a gente começa então a
primeiro a Ana Carla vai falar a CEO do
da associação Openfes Brasil. Depois o
Éls Calep, que é o nosso diretor de
tecnologia e operações, vai explicar
como foi o desenvolvimento.
E a Mayara, que é a líder do do produto
Portabilidade de Crédito, vai apresentar
para vocês o passo a passo, como vai
funcionar na tela do celular, a operação
mesmo pro a jornada do consumidor, OK?
Depois disso a gente vai abrir para
pergunta. Se tiver algumas qualquer
dúvida, a gente vai ficar aberto. Então
eu passo paraa Ana Carla abrir. E
>> obrigada.
>> Obrigada, Raul. Bom dia a todos.
Obrigada pela, né, por terem se juntado
aqui. Para nós é, né, um momento super
relevante aqui pra Associação Open
Finance, o lançamento de um produto que
era um produto bastante esperado e que a
gente acredita aqui que que vai ter
impacto relevante no funcionamento do
ecossistema. E claro, né, vamos passar a
medir os impactos, eh, do ponto de vista
de de redução de de crédito,
acessibilidade,
eh, experiência do consumidor, tudo
aquilo que, né, que a associação aqui
tem como atribuição, eh, ao buscar o
nosso objetivo aqui, que é gerar impacto
pra sociedade, pra população que tem
acesso, né, a serviços financeiros e, e
ampliar esse acesso cada vez mais. Eh,
bom, o produto portabilidade,
como vocês devem saber, ele já existe.
Ele existe em outros trilhos. de está
trazendo aqui uma alternativa que a
gente entende que é uma alternativa
muito mais simples, muito mais digital,
muito mais rápida pro consumidor de
crédito. Eh, nós temos as instituições
detentoras de conta, ou seja, aquelas
instituições mais relevantes que ofertam
crédito no Brasil, preparadas, né, para
acessar os trilhos do Open Finance e
ofertar eh a portabilidade.
são 27 instituições financeiras que
participaram do piloto e que estão,
portanto, né, habilitadas a ofertar o
serviço. É, ele tem primeiro e ele é
feito totalmente no aplicativo ele tá
restrito nesse primeiro momento a
operações de crédito pessoal não
garantido, ou seja, o nosso, né,
conhecido como CDC, o crédito direto ao
consumidor e e crédito pessoal que não
tem garantia. Eh, o crédito clean, eh,
ele vai ser 100% feito via aplicativo. A
Mayara vai apresentar aqui inclusive as
telas do aplicativo que foram definidas
pela associação em conjunto com os
participantes de mercado para que a
gente tenha uma padronização nesse
processo.
Portanto, 100% digital, não vai precisar
movimentar documento para lá e para cá,
porque ele, tudo isso é feito, né, no
backoffice das instituições a partir,
né, de todo o processo que é definido e
que é acontece nos trilhos do Open
Finance de forma digital. Eh, as
operações vão ser muito compáveis. Esse
foi, esse é um pilar do do portabilidade
via Open Finance, porque considerando
que se a gente amplia prazo, se a gente
reduz eh valor da prestação, eh existem
várias variáveis que podem mexer e que
eh eliminam a comparabilidade fácil
entre dois produtos de crédito. Então, a
opção aqui foi um produto muito simples,
porque ele é comparável, ele tem que ser
comparável pro consumidor, tem que ser
muito claro quanto que ele vai
economizar quando ele tem uma oferta de
portabilidade de uma outra instituição
financeira. Então, é o mesmo prazo da
operação vigente. Eh, os valores finais
totais são, eh, também é o mesmo valor
para que a gente consiga mostrar
claramente quanto que na parcela ele tá
economizando, mas mais do que isso,
quanto que ele tá economizando de forma
eh geral naquele contrato e em
particular quanto de juro, né, que tá
sendo cobrado a menos dele do que na
operação original. Então, 100%
comparável, muito transparente, muito
visual. vai ficar muito claro tanto na
proposta de portabilidade contra na
quanto na contraproposta, qual é a
operação que é mais eh que com a qual o
consumidor se beneficia mais e é mais
rápido o prazo. Ele a portabilidade
acontece em no máximo cinco dias úteis.
Isso é um grande ganho em relação ao que
a gente já tem no mercado hoje, que
muitas vezes chega a a levar 20, 25 dias
para eh confirmar uma portabilidade,
para operacionalizar uma portabilidade.
Eh, para nós é um marco, como eu disse,
né? Eh, essa é um esse é um produto que
que a Associação Openfes trabalhou ao
longo, né, do ano passado para colocar
no ar esse ano, justamente porque a
gente entende que ele marca um momento
em que temos um produto de crédito
diretamente eh que acontece diretamente
nos trilhos do Open Fines. E o crédito
já vem se beneficiando da operação Open
Finance há bastante tempo, porque a
disponibilidade de informações, a
tempestividade de informações, ela
ampliou muito via Open Finance, mas isso
é um insumo que entra nos modelos de
crédito. Agora, a gente tem um produto
que nos trilhos OpenF é diretamente
impactado pela operação eh da associação
OpenF, né, e do projeto OpenFance.
Então, por isso o marco aqui é muito
tangível, passa a ser muito tangível o
que o Open Finance oferece do ponto de
vista de crédito. Lembrando que o
projeto foi lançado pelo Banco Central
lá atrás com esse objetivo, né? o
objetivo de impactar positivamente o
crédito, reduzindo spreads, ampliando o
acesso, ampliando competição no mercado
de crédito. Eh, e portanto, né, com com
um impacto que, de novo, nós vamos
passar a medir para apresentar isso
claramente, né, ao final do processo,
quanto que a gente tem, né, de benefício
tangível pro consumidor lá na ponta. Já
existem operações de portabilidade que
são feitas de forma eh analógica pelas
instituições participantes do Open
Finance. Ou seja, já existem
instituições que vem qual o o contrato
de crédito que o seu cliente tem em
outra instituição e faz contra
propostas, mas numa operação que tem que
liquidar a operação na na eh na
instituição original, abrir um novo
contrato na na na instituição
proponente. E agora não, tudo isso vai
ser feito de forma automática, digital,
sem que haja necessidade, né, dessa
dessa operação analógica. Então, OpenF
já possibilitava um ganho de crédito,
isso já foi inclusive mensurado por
algumas instituições financeiras,
redução de taxa de furas, mas agora isso
vai ficar mais claro e a gente vai
mensurar e apresentar esses resultados.
Então, logo a gente já comece a colher
isso, né? Lembrando que, claro, né, tudo
no Open Finance ele exige adoção, exige
que a gente tenha um tempo de observação
para que essa roda gil, mas e a ideia
aqui é justamente que consigamos avaliar
esse processo de ponta a ponta e mostrar
os resultados. E só para finalizar aqui,
passar pro Elcio, né? Aqui a gente tá
buscando ampliar ainda mais os nosso
mandato aqui como Open Finance de
ampliar ocorrência, de fomentar inovação
e de trazer benefício pro consumidor lá
na ponta. Então, de novo, super obrigado
por vocês estarem aqui. Eh, e vamos
passar, então a na agenda aqui agora pro
Elso falar um pouco mais, né, dos
desafios técnicos e depois paraa Mayara
mostrar pra gente a experiência do
consumidor lá na ponta.
>> Primeiro, bom, bom dia a todos. Me ouvem
bem? a gente fez um shift aqui de de de
computador. Então, para primeiro para
falar um pouquinho de como construímos a
o processo de portabilidade de crédito
aqui, né? Primeiro é uma construção com
todo com todos os segmentos do mercado
que participam do Open Finance. Então,
vão desde as instituições eh S1 e S2 até
cooperativas de crédito, fintecs, novas
instituições de pagamentos. Então é uma
construção feita com o mercado,
coletiva, mas partindo de um princípio
que guia todos nós aqui, que é o
princípio da experiência do cliente.
Toda essa construção foi pensada que o
cliente precisa estar no controle de
ponta a ponta da jornada. Então, o
cliente precisa ter visibilidade correta
do contrato de crédito que ele originou
na na credora original. Ele precisa ter
a visibilidade correta e concreta da
proposta que que foi apresentada ele
paraa portabilidade de creche. Ele
precisa ter a visão do fluxo de
portabilidade, onde o o estado da
portabilidade está parado naquele
momento. Ele tem que ter a transparência
da comparabilidade, que eu acho que é um
ponto que eu gostaria de reforçar para
ele poder tomar a melhor decisão. se a
melhor decisão é fazer a portabilidade
de crédito, se a melhor decisão é
aceitar uma contraproposta, ele tem a
opção também de iniciou um pedido de
portabilidade, alguma outro fator eh eh
influenciou a sua decisão, ele pode
cancelar o pedido de portabilidade até
determinado momento. Então o fluxo de
portabilidade ponta a ponta vai desde a
transparência do cliente, o poder de
decisão do cliente até a liquidação dos
contratos originais e eh a criação do
novo contrato. Todo este processo é
feito no ambiente do cliente, no
aplicativo do cliente, que o cliente tem
todo o seu controle de jornada. ele faz
as assinaturas e as confirmações de
maneira totalmente digital no seu
ambiente, no seu ambiente comum, das
suas instituições ao qual ele tem
relação. Então, acho que este foi um
princípio que nos guiou, que nos nos
debateu a discussão e o debate com o
mercado, a colocar todas as divergências
e chegar nessa proposta de valor aqui de
portabilidade de crédito com uma
convergência integral de mercado de que
esse deveria ser um novo normal de
portabilidade de crédito pros clientes
no produto de crédito sem garantias aqui
no nosso famoso CDC. Então essa é a
parte que nos guiou do ponto de vista de
experiência, de regras de produto. A Ana
falou assim que a gente também queria eh
deixar o cliente muito consciente que
ele tava migrando de um mesmo produto
pro mesmo produto do lado de lá, pro
cliente não ter nenhuma tipo de de fator
que influenciasse na sua própria
decisão, no empoderamento dele ao ao
discutir a jornada de portabilidade de
crédito.
Portabilidade pra gente foi importante
do ponto de vista tecnológico, porque
ele já usou uma base instalada que é a
base de compartilhamento de informações
e a gestão de consentimento. Então a
gente depois de entregar aqui o
compartilhamento de dados de produtos
financeiros, conta corrente, crédito e
investimentos, a gente cria uma
experiência em cima do compartilhamento
de dados de crédito, que é a
portabilidade. Então, o cliente já
estava acostumado a ver suas informações
de maneira integrada e agora com uma
experiência muito fluída, ele vai
conseguir fazer a gestão da sua do seu
crédito, do seu empréstimo tomado em um
em um banco e ter a possibilidade de
migrar esse crédito para um para um
outro proponente que que isso aconteça.
A gente também reutilizou todos os os
aspectos de segurança que já regem o
Open Finance. Então, a gente utiliza
toda a cadeia de segurança transacional
de APIs, toda a cadeia de certificados
ICP Brasil, toda a assinatura de
mensagens, todo o protocolo de
consentimento, todo o protocolo de
conexão privada entre os participantes.
Então, a gente reaproveita todo o
arcabolso de segurança que foi desenhado
pelo OpenFes na jornada de portabilidade
eh de portabilidade de crédito. Então,
esse foi mais um um uma alavanca que a
gente utilizou da estrutura e do trilho
Open Finance para eh criar essa
experiência de portabilidade de crédito
das instituições. Eh, toda a parte de
liquidação financeira acontece dentro do
do arranjo de pagamentos do Banco
Central. Então, ao comandar um pedido de
portabilidade, eh, todas as informações
transacionais acontecem numa comunicação
bilateral entre as instituições
participantes. Então, isso já preserva e
já utiliza um trilho já amplamente
praticado e utilizado entre os
participantes dentro da dentro do do
ambiente do Banco Central. E acho que um
último ponto de reforço, eh, todo o a
privacidade do cliente por estar num
ambiente que é dele, que ele só ele tem
acesso, que só ele consegue enxergar,
também é continuamente preservada.
Então, eh, esse esses todos esses
desafios foram discutidos dentro do
grupo de trabalho pra gente poder
endereçar uma comunicação digital por
APIs, que é a base do Open Fance de
ponta a ponta, instituição com
instituição, e que nos permita também
aqui no no perímetro central acompanhar
a jornada do cliente. a gente recebe eh
as informações de como o cliente tá
passando por esse processo, até pra
gente retroalimentar aqui todo o
processo de produtização e definir
próximas versões do produto e melhorias
pros próximos produtos que estão por vir
no roadmap eh aqui da associação Open
Finance em conjunto com o mercado e o
regulador eh para 2026 e 2027. Então,
eh, todos esses desafios eh foram
enfrentados pela associação, pelos
participantes e e pelo próprio eh eh
regulador ao desenhar uma jornada super
fluída e valiosa, mas calcada nos
princípios basais do Open Finance, que é
cliente no comando, segurança,
privacidade e gestão de consentimento na
mão do cliente. Então, acho que esse é
um pouco do que eu queria dividir com
vocês aqui sobre como como chegamos até
aqui num processo coletivo eh de muita
discussão e debate com o mercado e de
muita convergência aqui no final da
experiência que a gente lançou no dia de
ontem aqui. Agora acho que eu vou passar
a palavra pra Mayara, que é a nossa
líder de produto aqui, que vai mostrar a
experiência na prática aqui do que a
gente tá e entregando pro mercado, o que
os participantes estão entregando pro
mercado e empoderando a sociedade. Muito
obrigado.
>> Obrigada, Ana. Obrigada, Elscio. Bom dia
a todos. Agradeço aí pela participação.
Vou, estão me ouvindo bem?
Ótimo. Então, depois de todos os pontos
aí trazidos pela Ana, pelo Elscio, vocês
devem estar curiosos para saber como vai
funcionar essa jornada. Vou compartilhar
aqui a minha tela.
Apareceu.
Maravilha. Então aqui a gente tá
seguindo, conforme já mencionado,
ambiente logado, aplicativo do cliente.
Então o cliente ele vai acessar o
aplicativo da instituição proponente
na no aplicativo vai ter o menu
informando crédito. Dentro desse menu, o
cliente vai conseguir acessar a opção
portabilidade de crédito.
Uma das premissas da portabilidade para
acontecer no trilho do Openfice é que
esse cliente ele forneça o
consentimento, né? Então aqui a jornada
de consentimento, conforme já é
utilizada atualmente, o cliente ele
busca qual instituição que ele quer
fornecer o consentimento para
instituição proponente. Aqui no caso do
nosso protótipo é instituição Bratec.
Então ele seleciona instituição Bratec,
faz o seu compartilhamento de dados
e aí ele ele é direcionado paraa
instituição Bradeec para confirmar esse
compartilhamento.
Então todo o mecanismo de segurança já
homologado, já utilizado no aplicativo
das instituições,
ele autoriza e aí continua. Quando ele
continua, é exibido os contratos que
esse cliente tem de CPC elegíveis a ser
portado. Eh, esse cliente ele seleciona
o contrato e dá o continuar. Quando ele
dá o continuar, aqui uma informação
muito bacana para compartilhar com vocês
é a comparabilidade das informações. O
que que isso quer dizer? é apresentado
em tela as condições contratuais, as
condições operacionais que o cliente tem
com a instituição credora, ou seja,
instituição que ele tinha o contrato de
CPC originalmente e as condições
operacionais que a instituição
proponente está ofertando para esse
cliente. Então ele consegue ver o novo
prazo, ele consegue ver a diferença que
vai ter na parcela dele, como também no
valor integral do cont do contrato. E
com isso ele tem mais previsibilidade,
ele tem a transparência se de fato é
melhor ele seguir com o pedido da
portabilidade de crédito ou manter o
contrato com a instituição ali credora
original. Um outro ponto legal também é
que esse cliente ele pode baixar o
contrato para fazer a leitura antes
mesmo de aceitar a proposta que está
sendo ofertada pela instituição
proponente, justamente se corando ali ao
pilar da transparência. Eh, esse cliente
ele fazendo essa análise, aceitando,
entendendo que vai aceitar essa
proposta, é exibido mais uma vez o
contrato em tela para que caso esse
cliente ele não tenha baixado o contrato
na tela anterior, mais uma vez ele tem a
oportunidade de ver todo o detalhamento
das condições operacionais que está
sendo ofertado a ele. E aí ele segue com
a assinatura digital. A assinatura
digital, ela é num mecanismo já
utilizado pela pela instituição. Então
aqui no nosso exemplo, a gente trouxe
uma assinatura ocorrendo via Face ID,
mas poderia ser via SMS token, e-mail
token, o mecanismo utilizado e
homologado por cada instituição. E aí um
ponto aqui muito legal é que logo no
final da jornada aqui, esse cliente ele
já fez o pedido de portabilidade,
é exibido para ele que esse pedido vai
ser concluído em até 5 dias úteis. Isso
é um ganho muito expressivo pra
portabilidade no tril do PF, porque como
a Ana colocou, atualmente esse pedido
ele leva muito tempo, né? Leva aí em
torno de 20, 25 dias. Eh, e aqui no
Openfice é muito mais ágil. E um outro
ponto assim bem legal para compartilhar
é que esse cliente ele consegue
acompanhar o pedido de portabilidade
durante todo esse período de 5 dias,
porque pode ser concluído em até 5 dias
úteis, mas ocorre também desse pedido
ser concluído antes. Então, caso esse
cliente ele queira fazer o
acompanhamento, é, tá disponível ali que
a gente chama de área de gestão, tanto
no aplicativo da instituição credora
como também no aplicativo da instituição
proponente, justamente para que esse
cliente ele possa fazer todo o
acompanhamento e entender em qual status
tá o pedido de portabilidade dele. E
outro ponto interessante que caso esse
cliente eh ele tenha sido acionado pela
instituição credora original na fase de
contraproposta,
ele pode vir a cancelar o pedido de
portabilidade ou até mesmo aceitar a
contraproposta que tá sendo ofertada
pela instituição credora original. E
isso tudo assim de forma muito
transparente pro cliente. Caso esse
cliente ele seja abordado pela
instituição credora original, também vai
estar no aplicativo dele a proposta um
com um comparativo das condições que tá
sendo ofertado pela credora original
versus as condições que foram ofertadas
pela instituição proponente, justamente
para que mais uma vez esse cliente ele
possa fazer análise e entender se é
melhor aceitar a contraproposta que foi
ofertada pela credora ou seguir com o
pedido de portabilidade de crédito.
dele, conforme ele havia feito
anteriormente. Eh, e no mais, ele também
consegue cancelar a portabilidade de
forma muito fácil através da área de
gestão. Clica em cancelar a
portabilidade, cancela a portabilidade.
Esse cancelamento pode ser feito também
no canal digital da proponente, como no
canal digital da instituição credora,
eh, de forma muito fluida, tá? A nossa,
o nosso objetivo aqui foi de fato
colocar o cliente no centro e trazer a
transparência que talvez esse cliente
não tenha no fluxo atual. Esse cliente
atualmente ele pede a portabilidade e
precisa aguardar todo o período para
essa portabilidade ser concluída. Aqui
no trador Pf isso não. Ele solicita
portabilidade, ele acompanha o status da
portabilidade de crédito e se em algum
determinado momento ele entender que
gostaria de cancelar a portabilidade
também de forma muito fluida, como
também aceitar a contraproposta.
Eh, aqui eu passei de forma bem ágil,
até mesmo para que a gente tenha tempo
para perguntas, mas aqui Ana, Elcio, se
se quiserem posso detalhar um pouco mais
aqui alguma etapa da jornada.
Tá ótimo, Maia. Obrigada. E que eu acho
que a gente, né, abre para perguntas e
eventualmente se tiver algum outro ponto
a gente, né, já passa para você aí.
Obrigada.
Pessoal, pode se alguém que tiver quiser
tirar alguma dúvida, é a hora pela
Mariana já
>> tudo bem. Tudo bem,
>> tudo joia? Tudo bom. Eu queria saber
como é que o esse essa novidade encaixa
com um mercado que é um mercado que é
gigantesco, que é o dos dos consignados
do do setor público. É aí o mercado de
300 bilhões e tal, que é um mercado que
quem quem costuma fazer essa
portabilidade são os corbans, que enfim
de uma maneira muito pouco transparente,
que os contratos não comparam, enfim.
Eh, e como é que se isso dá, se eu tenho
um crédito consignado no, se eu sou
servidor público, tem um crédito
consignado, eu consigo fazer essa
oportunabilidade ver open finance?
Eh, isso tá previsto assim de alguma
forma, quer dizer, tem como trocar essa
consignação e e outro, quer dizer, no
nos estados também tem eh as
instituições precisam estar credenciadas
no estado, quer dizer, talvez tenha
menos eh o o que é o o consignado, que
era para ter menos eh eh quer dizer,
para era para diminuir a taxa de juros,
talvez vai ficar mais, se ficar fora
disso, vai ter taxas piores aí do que do
que um crédito não consignado. Enfim,
queria ver como é que como é que esse
consignado encaixa aí nesse nesse
trabalho que vocês estão fazendo.
>> Bom, o Mário, o consignado é a próxima
etapa. A gente começa com crédito
pessoal sem garantia. Eh, justamente
porque eu acho que a ideia aqui do Banco
Central, né, vamos lembrar que eh a o
cronograma aqui hoje de implantação que
a gente segue hoje no Open Finance, ele
é definido como um cronograma
regulatório pelo Banco Central. E a
ideia aqui de começar pelo crédito
pessoal sem garantia, primeiro porque
ele é mais simples, né? Não, ele não não
tem a questão da margem consignável,
conexão ou não com cerpro, data préve. E
a ideia é a gente começar aqui pelo pelo
crédito pessoal sem garantia para então
começar a estudar e e fazer a
implementação do crédito consigo nado
federal. Então tem etapas aqui que vão
cumprindo e claro, a ideia é chegar no
crédito imobiliário, ou seja, abarcar o
mercado, né, de uma maneira muito muito
ampla do ponto de vista de
portabilidade. Mas estamos começando
pelo mais simples. O crédito consignado
federal tá previsto para entrar em
produção em novembro de 2026. Então ele
já tá em cronograma, na verdade já
existe uma discussão. A Maia também tá
liderando esse processo aqui, eh, junto
com o time do Open Finance e o Elson,
porque a gente já tá desenhando o
crédito pessoal. Eh,
>> mas o federal, desculpa de o federal que
você fala é o privado, é o é o datapé,
não é?
>> É o federal INSS. INSS. Eh, o crédito, o
consignado, eh, privado, que é o crédito
ao trabalhador, ele ainda não tá no
cronograma, mas temos demanda de
participantes para que coloquemos ele no
cronograma a partir de 27. Então, hoje o
que temos é o INSS, né, o federal. Eh, e
a partir daí a gente vai desenhar depois
estaduais ou eventualmente eh crédito ao
trabalhador. Esse cronograma depois do
do federal ainda não tá definido. A
gente tá nas discussões com os
participantes e com o Banco Central para
ver o que que vem na sequência. Mas a
ideia é começar pelo mais simples e
depois ir ampliando, né, na nas na
complexidade. E como eu disse, daqui a
pouco é é o crédito de ve financiamento
a veículos, financiamento imobiliários,
né? Aqui eh o lema nosso aqui é que o
céu é o limite. A nossa ambição é grande
aqui, então começamos pelo mais simples,
mas vamos chegar lá.
>> Obrigada.
>> Antes passa. Tudo bem? Posso posso
avançar?
antes de passar paraa Kina, eh, que é
que tá na sequência, só destacar o
seguinte, que apesar de começar pelo
modelo mais simples, o eh, o crédito
direto ao consumidor, o sem garantia
responde por uma parcela muito relevante
do estoque de crédito dos bancos
>> e e impacta uma quantidade muito grande
da população. Então, eh, mesmo que a
gente esteja muito de olho no com
garantias, eh, o sem garantia ainda é
uma fonte relevante dos créditos tomados
pelas pela sociedade.
>> Eh, e um ponto adicional aqui é a esse
ponto que o Raul trouxe é que hoje o
crédito sem garantia tem uma amplitude,
uma variabilidade, né, de taxas muito
grande. Então, estamos falando, né, de
de uma operação que chega a cobrar 20%
de juro ao mês em alguns casos e uma
variabilidade
bem ampla, né? A gente observa hoje,
pelo que temos conversado com os
participantes, entre 4 e 20%, 20 tantos%
de juro ao mês. Então, é isso que vamos
buscar medir, como que esse mercado se,
né, se se acomoda a partir dessa
simplificação da portabilidade, dessa
transparência.
Karina, pode falar.
>> Olá, pessoal, tudo bem? Eh, já queria
pedir desculpa, minha câmera por algum
motivo não está funcionando no Teams,
mas eu queria questionar que agora a
gente vê alguma vantagem em relação ao
Open Fice sobre essa possibilidade eh do
cliente buscar crédito de forma mais
vantajosa em outras instituições, mas
queria ver com vocês quais outros
benefícios que vocês destacariam que os
usuários têm hoje com o Open Finance e
se vocês têm números que indiquem isso.
Bom, Karina, eu vou começar aqui, Elso
Maara, fiquei super à vontade aqui para
para complementar. Eh, hoje, bom, a
associação Open Finance, ela, a rigor,
ela tem, embora o projeto Open Finance
tenha 5 anos, a associação tem aí 8
meses de funcionamento e estão de forma
bastante acelerada estruturando a
associação. E uma dessas, né, da da
parte dessa estruturação passa pela
criação de uma área de avaliação de
impacto aqui dentro da associação OpenF.
Eh, porque temos um conjunto aqui de de
evidências, principalmente, né, eh
publicadas aqui, né, declaradas pelos
participantes do ponto de vista de
redução do custo crédito, do ponto de
vista de eh aumento da da remuneração eh
de taxa de de investimento de clientes,
ampliação do do acesso a crédito, melhor
precificação com base em avaliação de
risco, tendo em vista, né, a a maior o
maior volume de informação disponível.
Ou seja, tem uma série de evidências,
né, que tem que são declaradas pelos
participantes, mas não existe uma
sistematização dessa mensuração de uma
forma centralizada, como vai passar a
existir agora com a associação Open
Finance e com essa estruturação da área
de de avaliação de impacto. Mas
inclusive por pesquisas e pelo volume de
adesão que temos hoje, a gente começa a
perceber claramente que o consumidor
vê, não só do ponto de vista, né, mais
eh intangível, como por exemplo, a
conveniência de você ver o seu saldo das
suas diversas contas consolidado numa
única, num único aplicativo ou a
conveniência de fazer transferências
entre contas sem ficar abrindo um outro
aplicativo.
conveniência de pagar por Pix por
aproximação.
A gente tem hoje evidências muito claras
de que a adesão é um indicativo de que
cada vez mais o consumidor,
principalmente aqui pessoa física, vê os
benefícios do Open Finance, mesmo que às
vezes ele nem associa ao Open Finance e
sim a funcionalidade que o seu que a sua
instituição financeira tá oferecendo.
É, mas a ideia é cada vez mais por meio
de comunicação para que inclusive o
consumidor entenda as camadas de
segurança que existem no Open Finance. E
dessa forma a gente amplia aão, quer
seja por meio do lançamento de produtos
como portabilidade, né, em que a o
benefício é muito mais tangível, a gente
tá nesse processo justamente de de
evolução. Mas a curva de adesão, eu
diria que é talvez o maior indicativo aí
de de percepção de benefício por parte
do consumidor, mas o que a gente quer
mesmo é chegar num, né, no no na
mensuração da redução do custo de
crédito, na ampliação do acesso a
crédito, na democratização dos serviços
financeiros. E é por isso que a
associação criou a a área de impacto
para que de uma forma muito neutra,
muito técnica, possamos eh mensurar e
publicar isso e declarar isso e
eventualmente até fazer eh fazer algum
ajuste em produtos que cujo impacto não
tá sendo aquele que esperávamos que
fosse. Então, a ideia é justamente
termos isso de forma sistemática e de
uma forma muito técnica para poder
publicar isso cada vez mais. Mas do
ponto de vista, né, de adesão, eu não
tenho dúvida que esses benefícios
começam a ficar muito mais claros,
porque a curva de de adesão vem sendo
exponencial e a curva de utilização da
infraestrutura também vem crescendo de
forma eh exponencial por meio dos
participantes. A gente começou a
associação em março do ano passado. Eh,
eu cheguei em março e a diretoria se
compôs em março, mas a associação
começou mesmo em maio. Tínhamos em torno
de 3 bilhões de chamadas de dados por
semana. Hoje estão nos aproximando de 10
bilhões. Isso também é um indicativo de
que as instituições participantes estão
usando a infraestrutura e estão vendo
valor nessa nesse compartilhamento e
nessa infraestrutura que foi criada. E
mas de novo, a gente quer cada vez mais
trazer de forma muito clara esses esses
impactos e esses benefícios.
Perfeito. Obrigado.
>> Olá, pessoal. Bom dia. Bom dia, Ana
Elscio. Tudo bem? Eh, eu tenho eu tenho
três perguntas. Eh, uma delas é sobre a
questão do prazo, né? A Ana comentou
sobre prazo de até 5 dias úteis. Eh,
inicialmente eu tinha entendido, né,
pelo menos a gente deu uma matéria no
final do ano passado, que eram até três
dias úteis. Queria entender se esse
prazo mudou. de acordo com o piloto que
foi feito. Eh, a outra questão ainda
sobre o piloto, né? Eram 27
instituições, eram eram 29 instituições,
viraram 27. O que que aconteceu? Elas
desistiram?
Eh, o que que houve, né, assim, nesse
nesse piloto? Eh, e em relação ao
cancelamento, né, da portabilidade, como
que ele pode ser feito, né? tem algum
prazo específico paraa pessoa solicitar
o cancelamento antes de de efetivamente
a migração do crédito acontecer. E por
último, uma dúvida mais eh de jornada,
né, em relação ao consentimento. Se a
pessoa já consentiu para compartilhar os
dados, eh ela precisa dar um novo
consentimento para fazer a portabilidade
de crédito ou utiliza o mesmo
consentimento do compartilhamento de
dados?
Vamos pedir a Maia para responder as
perguntas do Danilo aí, que ela tá com
isso tudo mão.
>> Maravilha. Eh, bom dia, Danilo. Em
relação ao prazo, os três dias úteis,
eh, fazendo menção a etapa de
contraproposta,
eh, no fluxo, via registradora, no fluxo
atual, quando a gente pensa ali na
resolução 5057,
fazia a menção de até 5 dias úteis que a
instituição credora tem para tentar
reter esse cliente. com a atualização da
da da resolução, a 5265, ela prevê que
esse acionamento, essa tentativa, é, de
manter o contrato em sua base, ela passa
de 5 dias para 3 dias, tá? Mas após essa
etapa de contraproposta, a gente entra
na etapa de liquidação do contrato
original, onde a instituição proponente,
ela precisa liquidar o contrato que o
cliente tinha com a instituição credora
e com isso concretizar, efetivar a
portabilidade de crédito. Então,
pensando no fluxo fim a fim, são cinco
dias úteis, é, sendo três pra etapa de
contraproposta, justamente para que o
cliente tenha tempo de ser acionado e
analisar a proposta que a instituição
está compartilhando com ele e fazer a
validação, se segue com pedido de
portabilidade ou se mantém o contrato
com a instituição credora original, tá?
Em relação à sua segunda dúvida, que
começou ali o a fase de piloto com 28,
com 29 instituições e depois finalizou
com 27, é porque instituições ao longo
do caminho analisaram a sua estratégia,
analisaram seu perfil de crédito e
solicitaram a dispensa para o Banco
Central. Então, foi feita essa
solicitação, o Banco Central analisou
caso a caso e instituições receberam ali
o a aprovação do Banco Central para não
implementar o produto neste momento. E
essa e essa
eh esse posicionamento está muito
ancorado porque algumas instituições não
tm o produto disponível no seu
portfólio, não tem um legado também, ou
seja, não tem uma base de clientes
ativos que possam vir a pedir
portabilidade de crédito, logo não tem a
obrigatoriedade de implementação do
produto, uma vez que ele não oferta, né,
o crédito eh pessoal clean, como também
não tem o legado de clientes ativos com
esse contrato. Uma outra dúvida que que
você trouxe foi sobre o consentimento.
Não existe um consentimento específico
para portabilidade de crédito. O o
consentimento que está sendo utilizado
no fluxo de portabilidade de crédito é o
consentimento que o mercado já conhece,
tá? O compartilhamento de dados. E aí,
se esse cliente ele já forneceu esse
compartilhamento de dados previamente
pra instituição proponente, quando ele
acessar a jornada de portabilidade de
crédito, ele já vai diretamente ali pra
telinha onde é exibido os contratos
elegíveis para ele solicitar a
portabilidade, tá? Eh, então não tem aí
a necessidade de um novo consentimento.
Teve alguma outra dúvida, Danilo?
>> O cancelamento, cancelamento da
portabilidade, tem algum prazo para
acontecer? para algum prazo limite, né?
O que acontece esse cançamento?
>> Sim. Quando eh finalizada a jornada e é
exibida ali a mensagem que a
portabilidade pode ser concluída em até
5 dias úteis, também veio ali uma
mensagem na parte de baixo da tela
informando que o o a o cancelamento da
portabilidade ele pode ocorrer até que
seja ali eh a o pedido de portabilidade
ele seja migrado paraa etapa de
liquidação. O que que eu quero dizer com
isso? quando f ali o prazo de
contraproposta, esse cliente ele não
consegue mais cancelar a portabilidade.
Então, se ele fez o pedido hoje, a
instituição criedora tem o tempo para
entrar em contato e fazer a oferta da
contraproposta. Findando esse prazo,
finalizando esse período, esse cliente
não consegue mais solicitar o
cancelamento porque já entra na etapa de
liquidação, a etapa onde a instituição
proponente consulta o saldo devedor
atualizado daquele contrato para
efetivar a liquidação dele e aí o
cliente não consegue mais solicitar o
cancelamento.
>> Obrigada.
>> Nada.
>> Obrigada, mãe.
>> Eu posso só então tentar simplificar. Eu
vou dar um exemplo, não vou dar exemplo,
eu vou dar uma interpretação sobre como
a gente pode falar desses prazos,
Danilo, entre o primeira a proposta e a
contraproposta até o terceiro dia, tem
que tá claro pro cliente se ele vai
aceitar a proposta ou se ele vai aceitar
contra proposta. E aí a partir do
terceiro dia até o quinto é o prazo de
liquidação. Se ele for aceitar a
proposta do proponente. Então em três
dias ele já sabe qual é a situação dele,
mas a liquidação leva mais dois dias e
portanto 5 dias.
Tá certo?
>> Cito.
>> Entendido.
>> Luiz pode falar.
Bom dia, gente. É Luísalo, da
Convergência Digital. Eu tô aqui
salvando banda, então desculpa.
Eh, duas dúvidas muito rapidinhas. Uma é
se eh vocês, eu não peguei se mencionou,
se tem algum dado atualizado de como é
que estamos de consentimentos, ou seja,
qual seria o grande público que já
poderia tá eh abrangido aqui. E se pode
fazer algum comentário sobre do ponto de
vista do desenvolvimento.
Eh, o dá uma ideia, o que que a gente
pode dar uma ideia da complexidade ou do
tipo de coisa que precisou ser
implementada
no desenvolvimento para chegarmos aqui,
pra gente poder falar um pouquinho desse
lado e se já poderia antecipar que outra
que outras complexidades entram na
próxima etapa que seria do consignado. E
aí temos, como a Ana mencionou, CERP e
data prévio também envolvidos. Muito
obrigado, gente.
>> É, é,
>> deixa eu pegar essa pergunta, Luiz.
Obrigado por ela. Eu acho que hoje tem
torno de 100 milhões de consentimentos
ativos no no Open Finance, tá? Quando a
gente fala de consentimentos ativos, a
gente tem que falar de contas conectadas
e e a gente faz um uma grande referência
aqui. A gente tem em torno aqui de eh
talvez 30 milhões de pessoas com contas
conectadas. É o número que a gente
utiliza como proxy. Também é uma das
missões nossas tentar tangibilizar
melhor este número no nosso no nosso
análise de impacto. Então este é o
tamanho da população. E dentro dessa
população, a gente tem que ver esses
tomadores de crédito que tem o o produto
CPC. eh contratado que é o o público
alvo. Tamanho de carteira aqui deste
produto é, se se não me engano, o último
número em torno de 300 bilhões a
carteira do CPC contratada e tomada no
Brasil. Então, acho que é é é o tamanho
do mercado endereçável aqui que esse
produto pode pode alavancar naqueles
naquelas taxas, naquela dispersão de
taxas que a Ana comentou um pouco mais
cedo. Então, pode ajudar a trazer um um
impacto pra sociedade aqui eh bem
relevante. Eh, a gente utilizou muito os
trilhos técnicos que já estavam provados
nos últimos 3, 4 anos, tá? E e por que
que isso é importante? Os trilhos
técnicos, eles tiveram dois dois grandes
elementos, o trilho de compartilhamento
de informações e o e o trilho de
transacionalidade, que é o que a gente
utiliza para iniciar transações Pix e
entre os participantes, que é uma das
outras, uma das na dentro da agenda de
pagamento. Quando a gente veio pro
serviço de portabilidade, esses dois
trilhos são utilizados, tanto serviços
de transacionalidade quanto serviços de
compartilhamento de informação. Então,
todo o arcabolso técnico foi
reutilizado. A gente para fazer a
portabilidade do CPC
não tem nenhuma nova integração externa,
não tem nenhum novo arcabolso que não
foram os trilhos já testados e
amplamente utilizados pelo mercado nos
últimos 4 anos. Então acho que esse é um
ponto importante.
No próximo produto que entra neste
trilho, e a tua pergunta foi ela é muito
relevante e muito importante, que é o do
consignado INSS Federal, existe um outro
ator dentro desta jornada que é o
averbador, que é a pessoa que libera o
limite e depois averba o limite
consignável daqueles colaboradores
federais do INSS. Então aqui sim a gente
tem um novo ator e a gente tá desenhando
os desafios técnicos e integrações com
esse novo ator na no trilho do Open
Finance Brasil. A gente tá
seguindo, tentando seguir os mesmos
princípios, como é que a gente empodera
com o cliente no centro essa jornada de
consignado federal. Então aqui sim tem
uma nova eh um novo ator dentro da
funcionalidade e portabilidade que tá
sendo um desafio técnico pra gente, pra
gente tentar ajudar aqui a colocar o
cliente mais no centro nessa jornada,
mais fluidez e mais controle eh da sua
própria margem consignável aqui. E acho
que isso é importante também porque
fomenta no cliente um pouco da educação
financeira.
Elson, só desculpa complementando aqui,
é de se imaginar que a exemplo do
funcionamento geral, isso, as questões
com inclusive com novas redes se
resolvam com chamadas de API.
Luiz, cortou um pouquinho aqui. Eu acho
que eu não peguei o total da sua
pergunta.
Oi. A minha pergunta é se eh já tudo
indica como eh é comum ao processo como
todo, que mesmo a entrada de novas redes
aí, novas inter eh interconexões aí a
gente resolva com chamadas de API ou
vocês chegam a imaginar algum outro tipo
de solução tecnológica para essas
conversas com diferentes e nessa
interoperabilidade ampliada. Aí
>> a gente pretende buscar a continuar
mesmo a padronização porque ela já foi
eh investida, riquíssima de segurança,
mas a gente também respeita eh esses
averbadores que vão entrar aqui no
mercado e e e fazer uma conversa eh
multilateral com eles, porque depende do
produto que vai chegar na frente, pode
ser mais de um averbador, é importante,
mas o nosso norte tecnológico aqui é
continuar a conversa em cima do
arcabolso de segurança já aprovado e por
APIs.
Muito obrigado.
Eh, a gente registrar
você tá no mudo, Ana.
>> Ah, pera aí. Bom, obrigada.
Eh, deixa eu só ressaltar um ponto aqui
que eu acho que é importante, que
conversa com essa com essa resposta do
Élcio aqui. Eh, uma das principais, um
dos principais pontos que nos
diferenciam do, dos open finances, né,
do resto do mundo e que responde por,
pelo sucesso e pela adesão e pelo número
de casos de usos que a gente tem aqui no
Brasil, é justamente essa possibilidade
de você eh juntar ou convergir eh o
arranjo de pagamentos ao
compartilhamento de dados. Isso cria
possibilidades e torna a evolução do
ecossistema muito mais simples ou menos
custosa, porque a gente já tem os
trilhos de pagamento e os trilhos de
dados aqui conectados ao ecossistema.
Então, novas funcionalidades, novos
produtos, eles têm um custo de
desenvolvimento por parte da das casas
que é menor, porque esse custo já foi
embarcado lá atrás.
E isso, claro, né, potencializa, no
nosso caso, em particular, até em função
do próprio Pix, potencializa essas duas
agendas e permite que a gente evolua de
uma forma muito mais rápida do que o que
que se observa em outras geografias.
Então, só para ressaltar aqui que novos
produtos, novas funcionalidades, eles
acabam se beneficiando do fato de que
essa infraestrutura já tá estabelecida e
já foi desenvolvida na sua base.
>> Laí,
>> oi, gente, tudo bem? Eh, Laí aqui do
Valor. Eh, hoje a portabilidade ela é
feita só entre instituições que a pessoa
já é cliente, né? Eu não posso portar de
uma instituição que eu ainda não sou
cliente. Eh, para isso seria aquela
etapa do marketplace de crédito que
vocês tinham no horizonte. Como é que tá
isso? Tem alguma atualização?
>> É, esse é um processo também evolutivo
aqui, Laí. eh a discussão do marketplace
de crédito, ele vai, né, ela vai
surgindo, na verdade, à medida em que
vamos criando outras funcionalidades.
Eh, aqui internamente na associação, a
gente fala, o marketplace, ele vai ser
uma evolução natural dos próprios
produtos que estão sendo implementados.
Então, quando a gente fala de
compartilhamento de informação, quando a
gente fala, né, da da própria da própria
participação de um ecossistema
super diverso, que tem instituições,
iniciadores de transação de pagamentos,
instituições de pagamentos, você cria as
as
possibilidades para que o marketplace
aconteça, mas é um processo evolutivo,
ele não tá ainda estabelecido, ele não
tá formalmente no cronograma de
desenvolvimento, mas o mercado vai
criando essas possibilidades e essas
funcionalidades.
Obrigada.
>> Só mais duas dúvidas aí de ordem de
ordem prática. Eh, o piloto, eh, agora,
pelo que eu entendi, a portabilidade tá
funcionando depois desse piloto, né, que
houve aí com essas quase 30
instituições. Eh, então hoje todas essas
instituições estão eh em operação com a
portabilidade de crédito. Isso já dá
para dizer assim, todas as instituições
estão eh eh podendo que que seus
clientes façam a portabilidade,
solicitem a portabilidade de uma de um
player pro outro. E eu queria entender
como vai ser o monitoramento em relação
a isso, né, que é uma grande questão do
Open Finance, é a questão do
monitoramento de maneira geral, como que
vai se dar o monitoramento desse
processo de portabilidade?
>> Então você vai pegar
>> deixa, deixa deixa.
Me escuta bem, Danilo?
>> Sim.
>> Então, primeiro falar um pouquinho sobre
o sobre o piloto, né? a eh falar um
pouquinho sobre obrigatoriedade e
estratégias de negócio, tá? Eh, então
essas 30 instituições participantes,
elas estão aqui no no no bloco de
obrigatoriedade. Elas são eh prestadores
de serviços de crédito paraa população,
são as provavelmente as mais relevantes
que oferecem o produto CPC e elas foram
eh por por regulação obrigadas a
implementar a portabilidade de crédito.
Todas elas estão aqui, passaram pelo
processo de piloto. A a ao garantir que
estão que que passaram por todos os
processos de testes funcionais, testes
com clientes, a gente tá inclusive
fazendo testes com os próprios seus
clientes, elas estão produtivas para que
os seus clientes consigam portar os seus
contratos eh originados nela para outras
instituições que que seus clientes
queiram. Então, essas 30 pilotos assim
que aprovadas estão lá e a grande
maioria delas já passaram pelos testes,
já estão eh com já estão em produção e
aptas a que seus clientes eh portem seus
contratos para lá. Do outro lado, eu
chamo o bloco de estratégia de negócio,
que são as proponentes. Aqui depende
muito da estratégia apetite de negócio.
Então, a gente já tem proponente que já
está testando no mercado com clientes
dessas outras instituições, com
funcionários dessas outras instituições
e seus próprios funcionários, portando,
fazendo portabilidades de crédito dos
bancos desses 30 instituições
participantes para essa proponente. E aí
existem outras proponentes que já estão
no seu pipeline de onboarding e
certificação aqui pela associação.
Nenhuma proponente vai a mercado sem um
processo de onbard em certificação pela
associação. A gente tem uma proponente
que já está em teste de mercado,
aprovado pela associação e pelo Banco
Central. e as demais proponentes estão
em processos de onboarding e
certificação. Então, os clientes dessa
proponente serão os primeiros a a
poderem eh fazer a o pedido de
portabilidade de crédito das suas
instituições credoras originais para
esta casa. eh
em em dois eh em duas dimensões acho que
para ficar próximo. A gente também já
reaproveita todo o monitoramento técnico
criado para medir disponibilidade de
API, para medir tempo de resposta e
performance, todo o arcabolso de
monitoramento que serve pros outros
produtos, se aplica a portabilidade pra
gente fazer um monitoramento técnico.
Tradicionalmente, em tempo de design de
produto, aqui a gente criou alguns
indicadores e monitoramentos
estatísticos de produto para poder
acompanhar o fluxo de transição das
portabilidades pelas suas pelo pelos
seus estágios e partes. Então, todas as
instituições que estão eh fazendo uma
transação de serviço de portabilidade, a
gente consegue identificar se o cliente
tá passando por parte a parte, se tem
algum tipo de anomalia ou algum
comportamento anormal. E a gente chama
isso aqui de monitoramento de produto.
Então o monitoramento técnico, a gente
reutiliza todo o arcabolso já utilizado
pros demais produtos e a gente criou um
monitoramento de produto específico. A
gente também tá discutindo com o próprio
Banco Central daqui paraa frente como é
que as estatísticas do Banco Central vão
continuar acompanhando o o a o trilho de
portabilidade aqui dentro do Open
Finance. Então, separando aqui um pouco
o movimento de piloto e o movimento de
monitoramento
do do ponto de vista de monitoramento.
Eh, em algum momento até, Raul, a gente
podia mostrar os painéis de
monitoramento. Acho que vai ser
interessante aí para vocês verem o que
tem sido desenvolvido. Danilo, eu sei
que essa era uma dor eh grande aqui do
ecossistema, a gente avançou bastante.
Claro que a gente, né, ainda tem uma
jornada pela frente. O nosso nossa
ambição aqui é chegar no monitoramento
real time aqui com, né, para para ter
alertas muito muito rápidos,
principalmente para pra parte de
pagamentos. Mas houve uma evolução muito
muito clara, muito interessante, que que
a gente vai ter o prazer de compartilhar
com vocês aí se vocês acharem que que
tiverem interesse.
Hoje a gente tem condição de ver, né,
desempenho das casas e e
disponibilidade.
Tem tem um um conjunto de informações,
uso da infraestrutura, como eu falei,
né? Hoje os participantes estão usando
de uma forma super intensa a
infraestrutura. que é um indicativo, né,
de adesão super forte. Então, estamos à
disposição aí.
Certo,
>> Marzinho
na também. Mari, Mariana,
>> oi. Eh, não é só só uma uma dúvida que
não não ficou claro para mim o número do
do Elson. São 100 são 100 milhões de
consentimentos ativos e são 30 milhões
de clientes
>> com várias instituições. Que quer dizer
isso? Sem eh Mas deixa eu tentar
explicar aqui, porque hoje nós temos um
total de 130 milhões de consentimentos
ativos. Só que o que que acontece? Eh, a
mesma pessoa, ela pode ter dado vários
consentimentos.
Eh, e nós recebemos como associação as
informações de consentimentos únicos de
cada instituição.
Esse número sai do 130 e vira 100. Hoje
nós temos cerca de 100 milhões de
consentimentos únicos que são reportados
pelas instituições. Só que ainda assim a
mesma pessoa pode ter dado consentimento
em duas duas instituições diferentes que
são reportadas para nós como
consentimentos únicos, porque ela deu um
só naquela naquela instituição e um só
na outra instituição.
Esses 100 milhões, a gente tem muita
dificuldade de dizer quantas quanto que
há de duplicação, porque às vezes a
pessoa deu numa ida, mas não deu na
volta, deu para uma instituição e não
deu, né, a volta da outra. Ela tem três
contas e deu só em duas. Essa informação
a gente não consegue decupar ela
corretamente porque a associação não
recebe o CPF dessa informação. A gente
por questões de sigilo a gente não tem
acesso. Então a gente faz uma conta meio
de papel de pão. A gente fala: "Bom,
considerando que as pessoas têm em torno
de quatro contas, mas elas não dão para
todas, talvez a gente esteja falando
aqui de 1/3. Vamos dividir por três
esses 100 milhões. Em torno de 30 e
poucos milhões de pessoas hoje já
aderiram ao Open Finance, pelo menos em
uma de suas contas. Então, é um pouco
isso que a gente tenta, essa conta que a
gente tenta fazer, mas eh o número que a
gente sempre diz e usa são 100 milhões
de contas conectadas. Isso a gente pode
dizer com clareza. pesquisa que falou
pesquisa.
>> É, a gente também tem uma pesquisa que a
gente contratou e que mostra que dentre
as pessoas que tem pelo menos duas
contas, 50% já aderiu Open Finance.
Então, a gente tem vários números que a
gente junta aqui para chegar aí a esses
100 milhões de, né, ou ou 30 e poucos
milhões de pessoas hoje já aderidas, que
já aderiram ao Open Filmes.
Bom, acho que a gente, né, cumpriu aqui
o horário para não tomar mais tempo aqui
de vocês. Só queria agradecer agradecer
a presença e ressaltar aqui, né, nosso
nossa satisfação nesse momento que é um
momento super relevante para projeto
Open Finance, pra associação Open
Finance, lançando um produto simples,
transparente, seguro e que é o embrião
paraas próximas, né, pros próximos
produtos de portabilidade, inclusive o
consignato.
E estamos à disposição aqui, certo,
>> estamos à disposição. Qualquer questão,
qualquer dúvida, por favor, contatem
assessoria, mandem perguntas, se ficar
surgir alguma dúvida, depois nos nos
ative que nós estamos à disposição, eu e
a Ariane. OK, pessoal? Bom, muito
obrigado pela participação de todos e
bom, espero que a gente tenha mais boas
oportunidades como essa de falar das
evoluções do Open Finance, porque a
gente está muito ativo e estamos
produzindo muito. Então, nós vamos
voltar a falar com vocês no futuro sobre
novidades.
Abraço. Obrigado.
>> Obrigada. Valeu. Obrigada.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.
Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur. Excepteur sint occaecat cupidatat non proident, sunt in culpa qui officia deserunt mollit anim id est laborum.
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