Piloto Portabilidade de Crédito Pessoal Clean (CPC) - Workshop Open Finance Brasil (17/10/2025)
Sumário Regulatório
Workshop relacionado ao piloto de Portabilidade de Crédito Pessoal Clean (CPC), realizado em 17/10/2025 pelo Open Finance Brasil. Nesse workshop, foram apresentados: 0:00 Introdução ao Workshop 2:30 Introdução à Portabilidade de Crédito 19:23 Conceito de piloto 39:38 Restrição dos usuários 42:05 Validações 47:48 Cronograma e considerações adicionais 58:00 Dúvidas As informações desse Workshop se referem ao momento em que ele foi realizado (17/10/2025) e está passível de alteração ao longo do tempo. Portanto, é sempre recomendado consultar as informações atualizadas nos portais oficiais do Open Finance Brasil.
Transcrição e Conteúdo
Então, primeiramente, sejam todos muito bem-vindos ao workshop do piloto de portabilidade de crédito, que hoje a gente vai falar especificamente do piloto do crédito pessoal clean, o CPC. Então, já dando continuidade, então acho que vale deixar claro aqui os objetivos do piloto, né, os objetivos desse workshop, na verdade. Então aqui nosso objetivo é compartilhar informações que...
bem-vindos ao workshop do piloto de
portabilidade de crédito, que hoje a
gente vai falar especificamente do
piloto do crédito pessoal clean, o CPC.
Então, já dando continuidade, então acho
que vale deixar claro aqui os objetivos
do piloto, né, os objetivos desse
workshop, na verdade. Então aqui nosso
objetivo é compartilhar informações que
já temos com relação ao piloto de
portabilidade de crédito, então ser um
canal pra gente trocar essas
informações, esclarecer dúvida das
instituições,
compartilhar alguns materiais que já
temos disponíveis e ser um canal para a
gente criar proximidade, compartilhar
informações com as instituições. E antes
de iniciar com conteúdo em si, algumas
informações relevantes aqui para todo
mundo. Então, esse workshop ele tá sendo
gravado e também vamos disponibilizar a
gravação no YouTube do Open Finance
Brasil. Então, também vamos
disponibilizar esse material que estamos
apresentando com todo mundo também via
informe, junto com as dúvidas que o
pessoal vai colocando aqui no chat.
Então, a gente pede que se tiverem
dúvidas preferencialmente coloquem elas
aqui no chat. Então, tem uma equipe que
está de olho ali nas perguntas para elas
irem respondendo ao longo da agenda. E
se chegar no final da agenda e vocês
ainda tiverem dúvidas ou sua dúvida
ainda não foi respondida, a gente tem um
espaço ali que vai estar reservado para
para tirar dúvidas ainda pendentes dos
participantes. Então, antes de mais nada
também, só nos apresentando aqui. Então,
eu sou Iago Rampazo, sou da DTO do Open
Finance Brasil. Então, quem vai me
ajudar hoje aqui é o pessoal do grupo de
produtos também, a Ma e o Giovan, que
são do GT do Portabilidade, o grupo de
produtos. Então vamos lá. nossa agenda
do dia. A gente tá separando no o nosso
workshop em seis partes. Então, primeiro
a gente falar um pouco sobre a
portabilidade de crédito, falar um pouco
sobre o produto em si, como que ele
funciona. Seguindo a gente vai falar um
pouco sobre o conceito do piloto, o que
que é exatamente um piloto, qual que são
os objetivos do piloto, falar um pouco
sobre a restrição de usuários, como vai
funcionar para esse caso de
portabilidade de crédito. Depois a gente
vai para as validações, o que a gente
espera de critérios e indicadores que
vamos acompanhar das instituições. E por
último, seria um cronograma que vamos
compartilhar das validações previstas
durante o piloto e no final, que nem
comentei, um espaço para tirar dúvidas e
ajudar as instituições com como mais
quiserem. Então, já indo pra primeira
parte, já passo a palavra aqui para pra
Mai. Então, Mai, fique à vontade aqui.
>> Olá, pessoal. Boa tarde. Então, como o
Iago bem colocou, esse workshop tem o
objetivo aí de trazer as principais
informações sobre o piloto. Então,
portabilidade de crédito, de acordo aí
com o que foi priorizado no escopo do
regulador, a gente tá iniciando com
produto CPC. Logo na sequência, a gente
eh tem aí a publicação, né, a
implementação do produto consignado
federal. Então, passando aqui com vocês
da linha do tempo, né, essa aqui é um é
um slide que vocês já conhecem. Mas é só
mesmo só para est reforçando aqui alguns
pontos. Então, a as conversas iniciais
sobre o produto foram startadas lá com a
criação do do grupo de trabalho, né, em
agosto de 24. E aí logo no início de 25
foi iniciada ali, foi disponibilizada a
beta 1, tanto da especificação como do
guia de ex. Depois a gente seguiu ali
paraa fase de certificação,
implementação.
A primeira entrega, né, do motor de
certificação ocorreu em maio e aí depois
a gente entrou no período da adequação
das ferramentas da estrutura, que aqui
principalmente o que tá descrito ali no
no nosso cronograma de publicação, né,
de implementação do produto, PCM, MQD e
demais ferramentas da estrutura que vão
ser adequadas, né, que vão ser
atualizadas para conseguir nos dar o
suporte para monitoramento de forma
assertiva do produto.
E aí o principal que é o objetivo dessa
nossa conversa, que é a etapa aqui do
piloto, né, que que vai do dia 3/11 a
dia 1/02 e aí com go live acontecendo no
dia 2/02 de 2026. E aí seguindo eh a
gente trouxe aqui uma foto das
principais informações do do produto.
Então mesmo, só para reforçar os pontos
que já estão descritos. no documento de
requisitos do produto, que é o PRD que
está publicado na área do desenvolvedor
e também em linha com toda a
documentação técnica que também está
disponível na área do desenvolvedor.
Então, eu acho que antes de começar a
ler exatamente o que tá descrito aqui no
no material, um ponto importante é que
no trilho do Open Finance, a
portabilidade de crédito, ela tem um
prazo de até 5 dias úteis para ser
finalizada, um prazo diferente que do
fluxo atual hoje via registradora, tá?
Então, a gente separou aqui as
informações em quatro pilares. Esses
pilares estão divididos entre a solicita
a etapa de solicitação da portabilidade
de crédito, a etapa da contraproposta,
etapa de liquidação e etapa de consulta
e cancelamento. Então, iniciando aqui
pelo pilar da solicitação,
eh, um ponto importante é que necessário
que tenha um consentimento ativo para
realizar o pedido de portabilidade de
crédito. Então, um dos primeiros steps
quando o cliente acessa o canal digital
da instituição proponente e busca o
serviço de portabilidade de crédito,
antes de fazer a solicitação de fato da
portabilidade, ele precisa, caso não
tenha fornecido de forma prévia o
consentimento, é fornecer o
consentimento de dados da operação.
Então esse é um requisito, é uma
premissa para que o pedido de
portabilidade esteja feito, tá? Um outro
ponto importante nesse pilar é que só
será permitido um pedido de
portabilidade por contrato. O que que
isso quer dizer? A gente tem chamado de
gestão de simultaneidade. Então, ou
seja, o usuário, o cliente, ele não vai
conseguir fazer mais de um pedido de
portabilidade para o mesmo contrato, é,
independente se ele estiver utilizando o
trilho do Open Fes ou o trilho via
registradora. Então, um exemplo que a
gente costuma trazer muito ali no GT
Portabilidade é se o cliente ele foi até
a agência ali, conversou com o gerente
dele, fez a solicitação da portabilidade
de crédito. Se esse gerente não
registrar esse pedido e esse cliente
quando chegar em casa acessar o canal
digital de uma outra instituição
proponente e fizer o pedido de
portabilidade, quando esse gerente for
tentar registrar esse pedido, vai ter
ali uma sinalização, um bloqueio por
parte da instituição credora, informando
que já existe um pedido de portabilidade
pro contrato em questão, tá? Então isso
que quer dizer gestão de de
simultaneidade. Então vai sempre
prevalecer o pedido feito. Eh, primeiro.
O outro ponto é que o pedido de
portabilidade ele deve ser formalizado
digitalmente, conforme o mecanismo
adotado por cada instituição. Então, o
cliente tá ali na jornada no canal
digital da instituição proponente,
quando chegar na etapa de fazer a
assinatura do contrato, dessa
portabilidade que o cliente tá pedindo,
essa assinatura ocorre de forma digital.
Então, ela pode ocorrer através de Face
ID, de SMS token, e-mail token, enfim, o
mecanismo de autenticação já homologado
e utilizado pela instituição. Tá bom? Um
outro ponto importante que o novo
contrato, então, ou seja, o contrato que
a instituição proponente vai ofertar
para esse cliente, ele não pode ter ele
um um prazo superior ao prazo
remanescente do contrato original. Então
esse novo contrato, ele tem que ter um
prazo igual ou inferior ao prazo
remanescente do contrato original.
Então, um exemplo, o contrato aí foi
feito em 15 vezes, o cliente já pagou
cinco, então o prazo remanescente desse
contrato é de 10 parcelas. Quando ele
for solicitar a portabilidade de
crédito, a instituição proponente não
pode ofertar um contrato em 12 vezes,
por exemplo. Ela pode ofertar em 10 ou
menos, mais do não pode, tá? Um outro
ponto importante é que o novo contrato
deve ter a mesma periodicidade de
pagamento do contrato original. Então,
um exemplo, se o se o cliente faz
pagamento de forma mensal no contrato
original ali com a instituição credora,
a instituição proponente deve manter
essa periodicidade no novo contrato, tá
bom? E aí, seguindo para o pilar da
contraproposta,
eh, diferente do fluxo via registradora,
que existe um prazo de até 5 dias úteis,
aqui no OpenFice, o prazo paraa
instituição credora ofertar uma
contraproposta pro cliente é de até 3
dias, tá bom? E esses três dias é
contados a partir do primeiro dia útil
após a solicitação da portabilidade.
Então, um exemplo, se o cliente solicita
a portabilidade hoje no dia 17/10,
o prazo da credora só começa a ser
contado na segunda-feira, que é o
próximo dia útil, então no dia 20/10, tá
bem? O outro ponto importante é que a
contra proposta, ela pode ser ofertada
por qualquer canal, mas o aceite deve
ocorrer exclusivamente no canal digital
da credora. O que que a gente tá
querendo dizer com esse ponto aqui? Que
a oferta da contraproposta, ela pode ser
feita em linha com a estratégia da
instituição. Então, ah, a minha
instituição para pros casos de
portabilidade, ela aciona o cliente via
Push no no aplicativo, ela aciona o
cliente via SMS. No trilho do Openf?
Pode ser feito dessa forma. Porém, tem
uma informação aqui, um ponto importante
que independente do canal que a
instituição acione o cliente,
obrigatoriamente ela precisa fazer o
registro dessa contraproposta no seu
canal digital. Por quê? Porque o aceite
da contraproposta só pode ocorrer
exclusivamente no canal digital da
instituição credora, justamente pra
gente conseguir ter a rastreabilidade do
dia e horário que esse cliente deu
aceite a essa contraproposta.
Eh, seguindo aqui, caso o cliente não
aceite ou não responda à contraproposta
ofertada pela instituição credora, eh, o
pedido de portabilidade ele será
sequenciado. Então, o cliente não tem a
obrigatoriedade
de responder ali o acionamento da
instituição credora, tá bom? E e caso
isso aconteça, o pedido de
portabilidade, quando chegar ali no
terceiro dia útil, às 9 horas da manhã,
a instituição credora, caso o cliente
ainda não tenha aceitado essa
contraproposta, essa essa contraproposta
ela precisa ser bloqueada, então, ou
seja, ela pode continuar sendo exibida
no canal digital da instituição credora,
porém não deve mais permitir o aceite
dessa contraproposta, porque até às 10
horas da manhã do terceiro dia, a
instituição ção credora, ela precisa
atualizar a máquina de estado para que a
instituição proponente tenha
visibilidade se a operação foi retida ou
não. Tá bem? E aí, seguindo aqui pro
último bullet do da etapa da
contraproposta, é que se o cliente
aceitar a contraproposta dentro do
prazo, então até às 9 horas da manhã do
terceiro dia, a criedadora deve informar
a proponente ali através da atualização
da máquina de estados que a operação foi
retida e com isso o pedido de
portabilidade ele não vai ser
sequenciado. Então, ou seja, esse
pedido, ele foi finalizado ali no
momento em que o cliente aceitou a
contraproposta ofertada pela instituição
credor.
E aí, considerando aqui um exemplo que o
cliente não aceitou ou não respondeu a
contraproposta, a gente cai na etapa da
liquidação do contrato original, em que
a instituição proponente, ela precisa
realizar a liquidação do contrato
original no mesmo dia que é informado
que a operação não foi retida pela
credora. Então, por esse motivo que
existe a regra ali das 10 horas da manhã
que eu comentei na etapa da
contraproposta, justamente para que a eh
a instituição credora tenha o tempo
hábil ali com a liquidação do contrato
original no mesmo dia. E aí essa
liquidação ela precisa ocorrer
exclusivamente via STR0052,
que é a STR exclusiva aqui para o trilho
do OpenF.
Eh, caso a seja identificada alguma
inconsistência no pagamento, um
pagamento a maior ou a menor e precisa
ocorrer a devolução do valor pago ali
pela instituição proponente, essa
devolução ela precisa ser através da
STR00,
utilizando o motivo 85, tá? Todas essas
informações estão descritas e detalhadas
no documento de requisitos do produto. E
aí, por último, aqui na etapa de
liquidação, eh após a liquidação, a
instituição credora, ela tem até dois
dias úteis para confirmar o recebimento
desse recurso referente à liquidação do
contrato original e efetivar ali de fato
o pedido de portabilidade. Então, ou
seja, concluir o pedido de portabilidade
feito pelo cliente, tá? E aí, se vocês
repararem que eh os três dias da
contraproposta mais os dois dias ali da
etapa da liquidação totaliza dos cinco
dias que eu comentei logo aqui no início
da minha fala, que é o prazo previsto
para que a portabilidade seja
finalizada, seja concluída no trilho do
Openfinds. E aí, para finalizar aqui o o
ponto das informações importantes, a
gente trouxe aqui o pilar da consulta e
cancelamento,
né? Então, precisa ter tanto no canal
digital da instituição criedora como
também no canal digital da instituição
proponente a área de gestão. E essa área
de gestão, ela vai viabilizar ao cliente
a consulta do pedido de portabilidade,
como também uma solicitação, uma
desistência do pedido de portabilidade.
Essa desistência ela deve ser prevista,
ela deve ocorrer, né? O cliente deve
conseguir solicitar esse cancelamento
tanto no canal digital da instituição
proponente que ele fez o pedido da
portabilidade, como também no canal de
eh digital instituição credora que detém
ali o contrato original desse cliente.
Então, essa aqui são as principais
informações. Eu vou passar a palavra pro
Gilvan, que vai detalhar aqui, vai
explicar a vocês o funcionamento da
máquina de estados.
>> OK. Obrigado, Mai. Eh, boa tarde a
todos. Então, aqui, eh, nós temos a
nossa máquina de estado, né? A máquina
de estado implementada pela instituição
criedora ali para o pedido de
portabilidade, né? Então, aqui nós temos
o nosso primeiro estado, receiv. Toda
vez em que eh uma instituição proponente
ela solicita um pedido de portabilidade,
eh a nossa máquina de estado, ele entra
nesse estado receit e ele fica nesse
estado até o próximo dia útil, né?
Então, a meia-noite ali eh do próximo
dia útil, ele muda automaticamente para
estado pending, iniciando assim então o
período de contraproposta, né? Então,
toda vez em que a instituição proponente
consultar o estado ah e verificar que
está no estado pending, significa que a
instituição credora ainda está ofertando
uma contraproposta para aquele cliente,
tá? uma vez em que eh a instituição
criedora eh
não consiga reter aquele cliente ou não
deseja eh realizar uma contraproposta,
ela muda esse estado para o estado
acceptment in progress. Caso o cliente
aceite a contraproposta,
eh ele vai pro estado rejected, tá? Eh,
então uma vez que a instituição criedora
ela não aceit o cliente ele não aceitou
a contraproposta, ele foi para stellment
in progress. Ah, a instituição
proponente ao perceber essa mudança de
estado, através da consulta eh da
portabilidade, ela vai verificar o
status e ela precisa realizar a
liquidação naquele mesmo dia, como a Mai
comentou no slide anterior, né? através
da STR0052.
Uma vez em que ela eh realiza o
pagamento da STR, ela precisa notificar
a respeito deste pagamento.
Ah, e a instituição credora pode então
mudar para o estado acceptment
completed, né? aonde inicia a
verificação se aquele recurso
transferido para ela é o suficiente para
quitar aquele contrato. Caso ela
encontra alguma inconsistência de
pagamento. Exemplo, meu saldo devedor
era 5.000, foi feito eh uma STR de
apenas R$ 1.000, né? A instituição
credora, ela pode mover esse estado para
o peno, uma vez em que a instituição
proponente na consulta eh que ela
precisa fazer constantemente
eh na máquina de estado, ela vai
verificar o estado payment isso, vai
consultar novamente o saldo devedor e
realiza um novo pagamento de STR, né?
Ah, uma vez concluído essa etapa de
verificação, de validação, ele move, a
instituição criedora move o estado para
portability completed. Nesse meio, nesse
intervalo, caso tenha algum tipo de
problema, né? Então, ela não reconheceu
pagamento ou a instituição proponente
não realizou o pagamento no dia correto.
Eh, a instituição ah credora pode mover
para o estado rejected, né? Caso tenha
sido sinalizado o payment issue e o
payment issue não tenha sido
ah concluído devidamente pela
instituição proponente, a instituição
criedadora pode mover para o rejected,
né? Ah, e o estado cancel significa que
foi cancelado pelo usuário, né? Então
ele, o usuário ele pode cancelar a
qualquer momento antes da liquidação.
Uma vez que foi liquidado aquele
contrato, não é mais possível haver o
cancelamento.
>> OK.
>> OK. Obrigado, Ma. Obrigado, Gvan. Acho
que igual eles mencionaram, todas as
informações que eles compartilharam
estão na na área desenvolvedor do Openf
Brasil. Aqui a ideia era só dar uma
passada na uma passada geral em
informações importantes. Agora, dando
continuidade à nossa agenda, queria
falar agora um pouco sobre o conceito do
piloto. Então, antes de entrar um pouco
sobre essa pauta sobre o conceito do
piloto, então queria deixar um pouco
algumas coisas um pouco claras. Então, o
que que exatamente o piloto que que
difere da funcionalidade depois do
Golive? Então, nada mais é do que a
restrição de usuários. Então, a
funcionalidade ela já tem que estar 100%
disponível paraos usuários a partir do
primeiro dia do piloto. A única
diferença é que essa funcionalidade vai
estar disponível para um público
restrito. Então, esse o o piloto, na
verdade, os pilotos, assim como de
portabilidade de crédito, nada mais tem
como objetivo a gente adiantar eh a
garantia de interoperabilidade do do
produto, a garantir o seu funcionamento,
antecipar a identificação de falhas,
problemas no ambiente de produção. E
também a gente vai viabilizar a criação
de agendas bilaterais, seja entre
instituições, seja entre as instituições
e nós membros da associação. Então, os
objetivos do piloto nada mais são do que
a gente antecipar eh
o bom funcionamento do produto e
ambiente produtivo e possibilitar essas
agendas bilaterais das instituições com
a associação. Então, antes de seguir
também algumas responsabilidades das
instituições. Então, muito similarmente
ao que a gente fez nos demais pilotos do
Open Finance, como piloto de JSR ou
piloto de Pigs automático, as
instituições elas têm os critérios a
serem cumpridos que a gente vai detalhar
já já. Então, as instituições que não
cumprirem esses critérios até duas
semanas antes do final do piloto, elas
vão ser convocadas pelas pela associação
para um room, uma sala de guerra, para
apresentarem planos de ação e tirarem
dúvidas com a gente, a gente apoiar
essas instituições para chegar até o
final do piloto com todos os critérios
cumpridos. Então, caso as instituições
cheguem até o final do piloto sem esses
critérios cumpridos, ela vai considerar,
vai ser considerada como sem sucesso no
piloto. E para as proponentes tem um
ponto que eu vou detalhar ainda um pouco
mais para frente também sobre a
liberação da base, restrição de
usuários, mas para os proponentes, para
as proponentes não tiverem a jornada
validada até o dia 6/01, elas não vão
poder ter a funcionalidade
disponibilizada para toda a base de
clientes no dia do go live. Então essas
funcionalidades vão estar disponíveis
para as instituições, conforme regra de
liberação que a gente vai detalhar, mas
instituições que tiverem as proponentes,
tiverem a jornada validada por nessa
associação até o dia 5/01, elas vão ter
o gol para toda a base de clientes no no
dia 2/02. Então as outras regras para
componentes seguem iguais acquidores,
então tem que cumprir todos os critérios
até duas semanas antes do final do
piloto. Caso contrários vão ser
convocados para VAR Room. E caso não
sejam cumpridos os critérios até o final
do piloto, as proponentes elas podem não
disponibilizar a funcionalidade em
produção. Então agora entrando um pouco
mais no detalhe com relação aos
critérios indicadores que vamos
acompanhar com as instituições durante o
período do piloto, a gente tem, pode se
dizer, três consequências para as
instituições, né? Então aqui no M tem os
critérios para abertura de tickets,
notificações da Associação para as
instituições, tem um critério para
criação de sala de guerra que são os
rooms que a gente tá comentando, e tem
os critérios para as instituições como
sucesso ou não durante o piloto. Então
muitos desses critérios são muito
similares que a gente já teve nos
pilotos anteriores. Então a primeira
linha seria exatamente o o pareamento
com com as demais instituições. Então a
gente pede exatamente igual aos demais
pilotos, 95% de pareamento com a PCM.
Caso contrário, a instituição vai ser
notificada via ticket, via service desk.
Se a instituição ela tiver 95%, menos de
95% de pareamento até duas semanas antes
do final do piloto, a gente vai convocar
as instituições para uma sala de guerra.
E caso ainda até o o Go Live essa
paramento, esse paramento ainda não
atinge 95%, a instituição vai ser
considerada como não sem sucesso no
piloto. Então indo pro segundo ponto com
relação a campos adicionais, a gente
também tem campos opcionais que a gente
pode solicitar durante o período do
piloto para as instituições enviarem pra
gente, mas isso a gente vai detalhando
conforme andando do piloto, conforme
necessidade de campos adicionais que a
gente for pedindo para as instituições.
Tem um ponto com relação, agora passando
já pro próximo de ticketes bilaterais.
Então aqui seria um critério apenas pro
pro GO Live das instituições. Então
ticketes bilaterais que a gente
considere ticket que tiver vem aberto
até o dia 1 do independente do seu SLA e
a gente pode considerar uma instituição
como não participante do piloto. Então
aqui são tickets considerados como as
DTO, como por exemplo, falhas na
interoperabilidade, falhas na jornada.
Então a gente tem alguns critérios que
vão validar com as instituições, mas por
acaso algum no final do piloto a gente
ficar aqui ainda tem um problema crítico
com algumas instituições, a gente pode
considerar esses ticketes bilaterais
como como critério para cumprimento do
do sucesso no piloto. Então, já indo pro
próximo ponto com relação ao sucesso nos
testes funcionários de segurança para as
criedoras, as instituições, elas têm o
os testes na FVP para obterem sucesso.
Então vou detalhar um pouco mais para
frente sobre como vai funcionar essas
exções, mas de forma geral as
instituições têm que ter sucesso em
todos os testes da FP manual. Caso
algumas execuções sejam executadas pelo
fornecedor, a gente já identifica uma
falha em algum desses testes, a
instituição vai ser notificada e apenas
vai ter o ticket encerrado em caso seja
eh identificado um novo sucesso nos
testes do FP manual. Então, além disso,
tem outros critérios também ainda com
relação ao comportamento funcional de
segurança que a gente vai avaliar com as
instituições, como funil, algumas outras
métricas que a gente vai ter no nosso
painel de acompanhamento do piloto.
Então, acho que é, passando pra última
parte com relação à volumetria, seria
pro engajamento, seria pra gente
conseguir identificar que o produto ele
tá de fato funcional com as
instituições. Então, para as criadoras,
a gente a gente vai acompanhar as cinco
portabilidades concluídas e
identificadas com sucesso via PCM, tanto
paraa criação de salag de guerra, tanto
para atingimento ou não do critério de
sucesso no piloto. E para as
proponentes, a gente vai pedir 10
portabilidades concluídas, identificadas
com sucesso via PCM. E por último também
tem com relação também tem as validações
de experiência do usuário que a gente
vai fazer com as instituições. Então
vamos fazer validação da jornada das
instituições, seja da área de gestão,
seja da parte de solicitação de
propostas do lado das proponentes. Então
tanto os proponentes quanto os criedoras
terão uma validação de experiência do
usuário. Então, é um questionário de
justiç que ainda vai ser feito e vai ser
deliberado, compartilhado com as
instituições, mas já pode adiantar que
ele vai ser 100% baseado no guia de
experiência de do usuário, que também já
tá disponível para as instituições no
portal do desenvolvedor. Então, acho que
dentre todos esses pontos, vale dar um
destaque pro critério de engajamento que
é a gente pede paraas instituições terem
cinco portabilidades para as criedoras,
cinco portabilidades concluídas,
identificadas com sucesso. Então aqui é
eh essas portabilidades t um templo seja
de processamento, seja de
contraproposta, seja seja de aceite e
recusa, seja de processamento da PCM.
Então esses critérios a gente vai
acompanhando as instituições, mas vai
lhe deixar esse ponto de atenção já que
pode demorar até 7 dias úteis paraa
gente conseguir identificar uma
portabilidade com sucesso na PCM e no
nosso painel que vai ser a nossa fonte
para acompanhar todos esses pontos das
instituições. Então é muito importante,
acho que reforçando aqui como segundo
ponto, a integração com a PCM. Então,
portabilidades que forem concluídas, mas
por algum motivo não tiver pareado com a
PCM, não tiver informações na nossa base
da PCM, a gente não vai conseguir
contabilizar essas portabilidades. Então
é um dos motivos da gente colocar a
régua da da do pareamento bem alta pra
gente de fato conseguir ter visibilidade
dessas informações e conseguir
contabilizar todos esses pontos das
instituições. E também acho que vale
deixar claro também que essa esse pedido
de essas portabilidades concluídas,
identificadas com sucesso, elas são de
responsabilidade das próprias
instituições, sejam as criedoras ou as
proponentes. Então
já deu no andamento agora falando um
pouco sobre a parte de restrição de
usuários das instituições.
Vamos falar um pouco sobre como vai
funcionar essa parte. que nem eu
mencionei, ah, o piloto nada mais é do
que o produto 100% disponível e
funcional em ambiente produtivo.
>> Ah, tudo bom?
>> Oi, antes de você mudar pra restrição de
participantes, tem mãozinha levantada.
Eu vi que teve tinha uma mãozinha a mais
que acabou de ser
>> Ah, eu tinha desistido porque eu acho
que ele vai explicar. Oi, Iago. Eu eu
queria só saber se para eh se a etapa da
STR necessariamente a gente vai precisar
comprovar na para ter sucesso. Se a
gente for usar só a
consultoria aí pro teste, né? Porque a
consultoria acho que ela não tem código
de banco, né? Ou a gente vai
necessariamente precisar de um banco
participante aqui do
>> Certo. Eu não sei se entendia exatamente
vocês conseguem melhor exatamente a
etapa da STR ela ocorre paralela ela não
acontece dentro do trilho do Open
Finance.
>> Esta etapa a gente vai considerar ou só
a movimentação do status aqui para
liquidada?
Isso, correto? A gente também a gente já
definiu um o funil para a gente
considerar uma portabilidade concluída
ou não com sucesso. Então a gente vai
considerar exatamente o status da
portabilidade. Mas a gente entende
também que se essa movimentação não for
feita via CTR, a máquina de estados não
vai ser atualizada e consequentemente
também não vai conseguir contabilizar.
Então aqui é tem que ser feito o via
STR, tem que mover a máquina de estados,
tem que ter feito o reporte para PCM.
Caso alguma dessas etapas não aconteça,
a gente não vai conseguir contabilizar.
Então seria o fluxo completo mesmo, mas
por algum motivo a gente tiver uma folha
ali na STR da instituição, a gente não
tem visibilidade disso também. A gente
vai conseguir acompanhar via máquina de
estados.
>> Tá bom. Obrigada.
>> Por nada,
Gustavo.
Eu tava com uma levantada, não sei se
você vai falar também, mas eh eu acho
que as criedoras elas têm que entrar com
um pouco mais de de antecedência, né,
para poder fazer os testes ali. Depois
acho que as proponentes elas também
entram numa data assim. vai ter alguma
algum processo de
e
alguma instituição vai lançar aí algum
portal de teste, a gente vai ter alguma
coisa que foi no Pix automático ali, tá
previsto ou os testes eles vão ser
somente ali em FVP mesmo? Como é que
funciona essa parte de experiência aqui?
>> Certo? Os testes eles vão vão ser, pode
se dizer testes, mas vão ser o produto
em pleno funcionamento em ambiente
produtivo mesmo. Então diferente no PX
automático, a gente tinha ali doações
que eram feitos para instituições de
caridade, porque ali durante o piloto o
produto ele não tinha sido 100% lançado,
mas aqui no piloto de portabilidade de
crédito a gente vai ter a liberação
paraa nossa base de usuários, vou
explicar um pouquinho melhor já, e
também liberação para base de clientes
das proponentes. Então seria o produto
funcional mesmo em ambiente produtivo,
sem essa área de de testes. Respondido.
Ficou algum ponto. Tá bom.
>> Esse é um produto um pouco mais, tipo,
tem cada produto tem a sua própria
complexidade, né? Esse a gente tá
falando realmente de uma portabilidade
de um crédito. Então, para uma área de
teste, você transferiria o seu
empréstimo para uma área de teste? Seu
empréstimo real, mesmo que seja de R$
10.
Aí esse eu acho que as proponentes já
vão entrar com uma solução oficial
mesmo, tá?
Tá bom. Bom, a gente pode ver aí como é
que tem sendo o teste funcional mesmo de
indit
companheiro.
>> Isso, correto. Então, inclusive, acho
que respondendo a segunda parte da sua
pergunta também, Gustavo. Esse é um dos
motivos, inclusive da FVP, ela não ter
os testes que eles vão até a etapa da
portabilidade concluída. Por ser um uma
ferramenta de tese em produção, ela não
consegue ter a portabilidade recebida.
Então, eh, nesse período de credor,
então, por isso que tem aí a FVP, tem os
testes restritos ali, tá? Ficou claro?
Beleza? Aí depois quando a gente faz os
testes complexos.
>> Correto. Isso. Correto. Exatamente.
Nelson.
>> Iago, boa tarde. Tudo bem?
Ô Igo, na outra agenda eu tinha
entendido que se uma instituição se
credenciasse só como credor original,
os parâmetros para ela poder fazer, se
certificar, eh, seria pelo FVP
e até o status da contraproposta.
Mesmo assim a gente teria que entrar se
o se a minha instituição, por exemplo,
só se credenciasse para credor original,
eu teria que ter alguma forma de comp de
de completar o ciclo com essas cinco
portabilidades completas, sendo que
viria por STR e tudo mais.
E lembrando que foi um ponto que eu
tinha colocado numa das agendas. Se eu,
por exemplo, na minha instituição, ela
for só como credor original e não for
proponente nesse momento,
o meu crédito vai embora, eu não tenho
como voltar para cá, né? Não tenho como
trazer de volta.
>> Isso, correto? É, essa é uma das
dificuldades desse produto mesmo, tá,
Nelson? Então, acho que aqui de forma
geral a FVP é um dos critérios do
piloto. Então, o piloto ele nada mais é
do que o produto 100% disponível
funcional a partir do primeiro dia do
piloto. A única diferença é que tem essa
restrição de acessos. Então, a gente
espera que as instituições, sejam
credoras ou proponentes, já estejam com
um produto 100% funcional em ambiente
produtivo no primeiro dia do piloto.
Então aqui a gente tem uma dependência
também das proponentes pra gente
conseguir testar as portabilidades até a
etapa final. uma vez que a FVP, que é um
dos critérios do piloto, ela vai até uma
etapa antes da liquidação, ou seja, a
FVP, ela não vai conseguir testar de
fato uma portabilidade sendo mandada de
uma instituição para outra.
Então acho que em resumo é a FVP, os
testes são um dos critérios, mas a gente
também espera que as instituições tenham
com um produto 100% disponível funciona
ambiente produtivo, que são os outros
critérios que a gente vai observar aqui.
Então como engajamento, as validações de
justiça, a gente vai fazendo as
instituições ou até o pareamento, que é
um dos outros critérios que a gente vai
avaliar das instituições.
Gustavo,
opa, mais tudo durante a fase ali de
implementação da jornada ali de X, eh,
no nosso caso aqui, vamos entrar como
credora, mas por uma decisão de negócio
a gente não vai participar do processo
de retenção, tá? Eh, contudo, entendo
que a gente tem que fazer ali a
apresentação do status da proposta.
Nesse caso, a gente avisa em algum lugar
que essa fase de experiência não será
necessária de teste, assim, porque
entendo que nesse caso a gente deveria
só implementar a experiência e parte da
experiência não ela toda, né? até para
economizar no tempo aí do time de teste.
>> Isso a gente tem o levantamento das
instituições que estão com previsão de
ser de serem como proponentes. Então a
gente tá se baseando nessas informações
que as próprias instituições
compartilharam conosco. Então se por
acaso tem alguma proponente que não
respondeu esse formulário, que tem
intenção de entrar, a pede também para
mandar lá nesse formulário que a gente
já compartilhou há algum tempo com as
instituições. Caso contrário, a gente
vai validar, igual você mencionou,
apenas a parte da instituição como
credora. Então a gente não faria essas
outras validações como proponente das
instituições.
>> É, e nem como experiência de retenção no
caso, né? Por exemplo, não vai ter o que
vai lidar com retenção, dado que a gente
não vai fazer retenção.
>> Retenção, você diz contraproposta.
>> Contraproposta, desculpa.
>> Isso. Tá. Não. Correto. Contraproposta é
um dos critérios que a gente também não
vai validar durante o piloto. Então,
acho que de novo, o que a gente vai
validar durante os questionários de sis,
de o x, a experiência do usuário, a
gente ainda vai discutir, mas nossa
previsão seria não validar essa etapa de
contraproposta, até porque é uma etapa
que não é obrigatória da das
instituições. Então, a gente não tem
como forçar vocês a as instituições a
fazerem uma contraproposta pra gente
validar essas etapas das instituições,
>> tá? Obrigado. Essas cinco portalidades
das criadoras, ela é durante toda a fase
de piloto. Desculpa, não entendi. O
saindo
>> isso. Correto. Durante todo o piloto.
>> Beleza.
>> Nelson. Ô, Igo, a gente já tem definido
quem são as proponentes pra gente poder
fazer, começar já a fazer os contatos e
tudo mais que vão participar do piloto.
>> Boa. A gente tem o nominal das
instituições que vão ser proponentes
aqui pra gente. A gente tava conversando
com algumas instituições, mas por
enquanto a gente não vai compartilhar
ainda, então já esperar um pouco mais
maturidade das proponentes para
compartilhar. A gente tá sendo
questionado muito dessa pergunta. a
gente tá em contato com as proponentes
também para saber quando a gente pode
disponibilizar ou não, mas o que a gente
pode garantir com vocês é o quantos anes
puder divulgar as informações, a gente
compartilha com vocês também. Então só
queria um pouco mais de maturidade com
as proponentes e o e o de acordo delas
antes de divulgar nominalmente quem são.
>> Tem uma previsão desse retorno
até pra gente poder se preparar com os
testes?
Porque dependendo dependendo da
situação, a pessoa tem que abrir conta
lá na outra, né? Se ela não tiver,
>> isso a gente teve uma previsão de ter um
outro retorno no início de dezembro.
Aqui a gente pode, a gente ainda vai
conversar com as instituições, mas é a
previsão que a gente teve da primeira
proponente, pelo menos.
A, Iago, só um ponto. Para eu conseguir
fazer o processo de portabilidade,
eu preciso fazer uma operação dentro de
um IF e ter um limite de crédito na
outra IF, que seria a proponente. Se eu
não sei qual é a proponente no início do
piloto, como a gente vai fazer toda a
validação da portabilidade?
Boa. Isso. Antes das proponentes elas
disponibilizarem a funcionalidade, a
gente vai divulgar elas. A gente só
queria ter a certeza da maturidade das
proponentes de antes da divulgação. Uma
informação também relevante que a gente
pode compartilhar que a gente também tá
conversando com as proponentes a deixar
claro para as instituições quais são os
critérios para essa portabilidade desse
produto. Então, valor mínimo de
contrato, parcelas, taxas, etc. Então,
acho que para ter mais visibilidade
paraas próprias criadoras esses
critérios.
Entendi. Mas, mas desculpa continuar
aqui rapidinho. Perdão aí o colega
Gustavo, mas assim, piloto começa início
do do mês que vem. Se nós não tivermos a
proponente já divulgada antes disso ou
assim vai dar o dia primeiro, não vamos
conseguir fazer.
Pelo que eu tô entendendo, aí eu posso
estar com entendimento errado, tá? E me
corrijam, por favor. Mas assim, se eu
não sei, por exemplo, eu tô na IFA, abri
e fiz um contrato de crédito pessoal, se
eu não sei que a IFB é possível eu fazer
o teste prontovamente, qual teste eu vou
ter que fazer então nesse sentido?
Entendeu? Assim, para mim é muito
importante essa até para eu ter até para
eu conseguir levantar a massa dos cinco
testes, né? Eh, eu
>> sugestão aqui. Hum.
>> Pode seguir. Desculpa,
>> é que tem aqui algumas informações a
mais. Eu tinha era que era só duas
mãozinhas levantadas, aí eu sugeri só
para não para não acumular tanto pro
final. Mas sugestão, vamos passar pelo
resto do material aqui. Aí talvez parte
das dúvidas estejam até no no restante
dos slides. Eh, e aí se tiver alguma
coisa do ponto específico aqui que o
Iago tá apresentando, se quiserem mandar
aqui pelo chat, a gente tá com um time
aqui para ajudar a responder no
paralelo, tá?
Então, a minha sugestão aqui é pode, se
quiser deixar a mãozinha levantada, mas
acho que vale a gente terminar de passar
pelo material e depois a gente abre para
dúvidas de novo. Mas quem quiser ir
mandando pelo chat, a gente tem mais
pessoas aqui no paralelo para ir
respondendo.
>> Boa. Obrigado, Fabi. Até um dos pontos,
porque essa questão do Felipe tem tem no
cronograma que a gente vai compartilhar
um pouco mais paraa frente também sobre
o cronograma de responsabilidade das
validações das instituições.
Então, de qualquer forma, dúvidas se
tiverem via chat, a gente vai
respondendo. Senão, no final a gente
separa um tempinho aqui para dúvidas, só
para dar um pouco mais de fluidez aqui e
respondendo dúvidas que ainda vão
aparecendo. Então, acho que continuando
agora com relação à restrição de
usuários das instituições. Então,
conforme mencionei, as a restrição de de
usuários vai funcionar da seguinte
forma. Então o produto ele tá tem que tá
100% disponível funcional pelas
criedoras a partir do primeiro dia do
piloto. A diferença é que vai ter
restrição de usuários e essa restrição,
ela vai funcionar exclusivamente do lado
das proponentes. Então as criedoras têm
que liberar essas funcionalidades para
toda a base de usuários e as proponentes
que vão fazer essa restrição de
usuários. Então aqui a gente vai dividir
essa essa liberação de acesso em duas
etapas que vai ser exclusiva do lado das
proponentes. Então em um primeiro
momento a gente vai pegar as informações
seja das dos membros da associação, do
regulador, dos fornecedores vão fazer as
validações ou das instituições criedoras
que estão participando participando no
piloto. Vamos pegar as informações
desses usuários, vamos compartilhar com
as instituições proponentes e as esses
usuários restritos vão ter acesso a essa
jornada em um primeiro momento da
proponente. Então, uma vez essa jornada
validada por nós, a instituição, a
proponente, ela vai conseguir ter a
liberação para uma base de clientes
dela, conforme as regras que estão aqui.
Então, caso essa jornada ela seja
validada até 5 de janeiro, a instituição
ela vai ter a base escalonada até o 100%
de base de clientes dela até o dia 2 que
seria o go live. Caso contrário, ele vai
seguir a regra liga até se semanas para
disponibilizar para 100% da base de
clientes da própria proponente. Então
acho que um ponto novo aqui também é no
final da agenda aqui a gente tem uma
página que a gente vai compartilhar com
vocês que é uma página de diretrizes
gerais do piloto, onde tem todas as
informações detalhadas, tudo que a gente
tá apresentando aqui, quem já comentou
também no nos squad GTS do Open Farcy,
inclusive tem um formulário para as
instituições também já compartilharem as
informações dos usuários para terem
acesso a esse a essa funcionalidade das
proponentes. Então, a gente vai pegar
esses dados do usuários nessa página
aqui. A gente já compartilha com vocês.
A gente vai pegar essa essa base de
usuários, compartilhar com as
proponentes para elas disponibilizarem
com nesse esse acesso para essas
funcionalidades nessa primeira etapa.
Então em resumo, é uma primeira etapa
vai ser validado por usuários restritos
da associação, regulador, fornecedor e
das criedoras. E uma vez essa jornada
validada, as proponentes têm que fazer o
escolamento paraa base de clientes dela,
conforme as regras que estão aqui nessa
nesse nesse slide.
Então,
dando sequência agora, falando um pouco
mais sobre as validações,
responsabilidade de execução das
instituições. Então, igual a gente
mencionou aqui, a gente tem duas
responsabilidades, tem as proponentes,
então tem uma proponente que está com
previsão de disponibilização da jornada
em no dia 17/11 e uma segunda que tá com
previsão de disponibilização no dia
2/01. E conforme a gente comentou, mais
para frente, quando a gente tiver essas
informações, a gente compartilha com
vocês. Então a gente tem noção dessa
necessidade de compartilhamento nominal
dessas instituições. Então quando tiver
essas informações, a gente compartilha
com vocês. Mas queria focar um pouco
mais agora com relação às
responsabilidades
das criedoras. Então as criedoras elas
podem elas podem elas estão divididas em
dois grupos. Então o grupo um, que são
as criedoras que vão ter as validações
feitas por nós da associação, são as
instituições que cumprem necessariamente
esses dois critérios, que tem a conta
aberta pelo fornecedor para ele
conseguir fazer a contratação do produto
e que tem um produto de CPC contratado
com valor de até R$ 500. Então, se esses
dois critérios tiverem sendo atingidos
para essa marca, a marca vai ser no
participantes do grupo um. Caso um
desses critérios não seja cumprido, ela
vai pro grupo dois. Ou seja, ela vai ter
as validações feitas por elas mesmas.
Então, acho que aqui só para deixar o
racional.
>> Fornecedor tem conta no Santander.
>> Já vou passar um nominal aqui de cada
um,
>> tá bom?
>> Exatamente. Aqui. Aqui, ó. Tem sim, tá
tudo certo aqui. Então, o Santander, por
exemplo, já está no grupo um, porque tem
a conta aberta e tem o CPC contratado,
possível, possível de ser contratado até
R$ 500. Então essa é uma foto do momento
de hoje, 17/10, o levantamento do
fornecedor. Então uma instituição que tá
no grupo dois hoje, não necessariamente
ela vai ficar no grupo dois, então a
gente vai mantendo as informações sempre
atualizadas e o fornecedor ao mesmo
tempo também tá tentando contratar esses
produtos e tentando abrir mais contas só
para a gente atualizando essas
informações dos grupos.
Então essas informações aqui também a
gente também vai deixar disponível para
vocês no painel de acompanhamento do
piloto, que ainda também está em
desenvolvimento, mas já dá para adiantar
que a gente usaria o mesmo painel ali de
certificação para fazer o painel de
acompanhamento do piloto. Então quando
tiver informações atualizadas, esse
nominal também vai estar lá nesse
painel. Não, só mostrando a segunda
página
desses nomes.
Só pausando um pouquinho aqui para dar o
tempo de tirar um print ou melhor.
Beleza. Agora, dando continuidade,
falando um pouco das responsabilidades
das instituições. Então, as instituições
do grupo um, ou seja, as instituições
que o fornecedor ele tem conta aberta e
tem um produto contratado de CPC de até
R$ 500, ele vai ter as seguintes
responsabilidades. Então, vai ter os
testes da FVP para serem feitos. São
três cenários de curta duração e três é
um cenário de longa duração que vai ser
executado pelo próprio fornecedor e as
instituições têm que ter sucesso em
todos esses testes. Se um desses testes
for executado e tiver falha, a
instituição vai receber uma notificação
e ela vai apenas conseguir ter o ticket
encerrado em caso de reteste pelo
fornecedor e em caso de sucesso.
O segundo segundo critério para essas
instituições do grupo um seria as
validações de justiça. Então é um pós
instituições tem que ter um sucesso
completo no questionário de X. Então, a
jornada vai ser gravada pelo próprio
fornecedor, a jornada vai ser validada
também pelo próprio fornecedor e
novamente, caso um desses critérios do
questionário de X não seja cumprido,
novamente a instituição vai receber um
ticket e vai ser vai ter apenas o ticket
encerrado em caso de reteste com sucesso
nesse questionário. E por fim, seriam as
seria o critério de engajamento como as
cinco portabilidades concluídas com
sucesso. instituições do grupo um, elas
podem ter esse critério atingido ou por
conta própria ou sob demanda ao
fornecedor. Então, todos os detalhes a
gente vai compartilhar também mais para
frente com as instituições. É só dar uma
passada geral nesses critérios que vão
acompanhar com cada um. E com relação ao
grupo dois agora, que são as
instituições que ou não tem conta aberta
pelo fornecedor ou não tem um produto
contratado no valor de até R$ 500, tem
algumas diferenças. Então, FP teriam
três cenários de curta duração para
serem executados e a responsabilidade de
sucesso nesses testes é pelas próprias
instituições. Então, as instituições
elas têm que necessariamente ter o
produto contratado, executar esses
testes. Então, é um são testes que
nenhum deles vai até a etapa, não passa,
não chega nem na etapa de liquidação,
então ela continuar ainda na na
instituição criedora. Então serão são
testes que têm que ser executados pela
própria instituição. As validações de X
também tem que ter sucesso completo
nesse questionário. Porém a diferença é
que a gravação ela tem que ser feita da
jornada pela própria instituição e
disponibilizada pra gente pro fornecedor
fazer a validação dessa dessa jornada.
Então seria os mesmos critérios a serem
validados. A única diferença é que a
gravação da jornada vai ser feita pelas
instituições. Então vocês compartilham
essa jornada com o fornecedor e ele faz
a validação para garantir que tá
seguindo todos os requisitos do
questionário de X. E por último seria as
portabilidades, que como o fornecedor
não tem conta aberta nem o produto
contratado ou o produto contratado, no
caso, aí seria de responsabilidade das
instituições. E por último, com relação
às proponentes, são praticamente da
mesma forma. Uma única diferença é que
as proponentes não têm testes da FP para
terem sucesso. E as validações de X vão
ser feitas pelo fornecedor, vão ser
gravadas e validados pelo fornecedor. E
o engajamento, a diferença é que são 10
portabilidades concluídas identificadas
com sucesso ao invés de cinco. Então
agora sim, falando um pouco mais com
relação ao cronograma dessas validações,
até algumas dúvidas vão ser respondidas
aqui. Então, a gente tem aqui o
cronograma que a gente vai fazer para
validação das instituições. Então, a
ideia de compartilhar esse cronograma é
ter um pouco mais de visibilidade quando
que a gente vai fazer esses testes,
quando que as instituições têm que
cumprir esses critérios. Então, vou
passar um pouco no detalhe, é
importante, mas com relação ao grupo um,
deixa eu pegar um laserzinho aqui, ficar
mais fácil.
com relação ao grupo um, que são as
instituições que ou tem conta aberta, o
fornecedor tem conta aberta ou tem um
produto eh contratado, perdão, ou são
instituições que têm conta aberta e
produto contratado até R$ 500, são
execuções pelo próprio fornecedor, ou
seja, os testes da FVP são de
responsabilidade do fornecedor e as
validações de justiç igualmente. Então
aqui é só entrando no detalhe de quando
que vamos fazer essas validações. Então,
a gente tem um teste que é o cenário de
interoperabilidade de longa duração, que
na primeira semana a gente vai validar
já esse teste com as instituições.
Então, o próprio fornecedor validaria
esse cenário com as instituições. Então,
aqui as instituições do grupo um não tem
que fazer nada, são um fornecedor como
fazer esses testes. Então, na segunda
semana vão ter os testes de garantia de
jornada e garantia de erro, que são os
outros dois testes de curta duração que
o próprio fornecedor também vai executar
com as instituições do grupo um. E
também tem uns testes de longa duração
que vão ser executados a partir da
segunda semana do piloto. Então, de
novo, são testes que o próprio
fornecedor vai realizar e não tem
necessidade de nenhuma solicitação ou
validação das instituições. E a jornada
de justiça igualmente. Então aqui vão
ser feitos testes da jornada de justiç
para para as criedoras também realizadas
pelo fornecedor, as participantes no
grupo um. O ponto de atenção aqui é, se
uma instituição ela tiver um teste de
justiça e tiver fal em algum dos
critérios, a instituições ela tem até o
dia 16/1 para corrigir essas falhas e
pedir reteste pro fornecedor. Então aqui
é um tempo hábil pro fornecedor de
conseguir fazer essa essa nova validação
e a gente conseguir dar um retorno antes
do antes do gole do produto. Então esse
aqui são é o cronograma pr as
instituições que estão no grupo um. pro
grupo dois aí que já muda um pouco da
responsabilidade. São, pode-se dizer, os
mesmos critérios com diferença de que
quem é responsável por executar os
testes e fazer as validações de justiça
são as próprias instituições. Então,
para o teste de introperabilidade, que é
o teste de curta duração, as
instituições t o dia 14/11 para fazer a
execução desses testes. Então, tem que
ter um produto CPC contratado e executar
os testes contra VVP. Aqui acho que só
reforçando, são testes que hã o produto
ele não vai ser portado, ele vai até
antes da etapa da liquidação e os testes
de garantia de jornada de erros a mesma
coisa com a data limite para ter sucesso
nos testes no dia 21. Então caso chegue,
por exemplo, no dia 14/11, uma marca do
grupo dois não tem ainda sucesso no
teste de interoperaridade, a instituição
vai receber um ticket e vai ser
notificada por nós para ter o sucesso
nesse teste. No dia 21/11 é a mesma
coisa. Se chegar nessa data, a
instituição ela não ter sucesso nos
testes de garantia de jornada de erros,
são os testes da FP de curta duração, a
instituição também vai ser notificado.
Com relação às validações de X, as
instituições têm que disponibilizar as
jornadas gravadas pra gente até o dia
23/12 pra gente conseguir fazer uma
validação. Então aqui o ponto de atenção
é de novo as instituições para pedirem
retestes para fazer uma nova validação
da jornada, as instituições têm que ter
corrigido os pontos apontados pelo
fornecedor e tem que ter solicitado
reteste até o dia 16 do. Então é a data
limite para solicitação de novos testes
de UX.
Para as criedoras, esses são o pouco
mais no detalhe dos cronogramas. Então,
acho que para as proponentes, eh, acho
que vale deixar reforçar de novo que
elas têm que ter a jornada validadas até
o dia 5, caso contrário, elas entram no
processo de onbard de proponentes que
triung fora do período do piloto. Então
acho que já nos nos encaminhando pro
final aqui também acho que faltou só um
ponto aqui. Então acho que só reforçando
nas duas últimas semanas do piloto, caso
alguma instituição ela não tenha
cumprido algum desses critérios que a
gente mencionou, como o critério de
engajamento, sucesso no teste da FVP, ou
tiver alguma pendência de X ou parever
baixo 95%, a gente vai enviar o convite
para as instituições para ter agendas
bilaterais com nós associação. E o
objetivo a gente pegar a planejação da
instituição, tirar dúvidas das
instituições, ajudar com for possível
para todas as instituições chegarem no
Gol Live do dia 2/02 do com nenhuma
pendência. Então esse é o nosso grande
objetivo aqui. Então agora sim, nos
encaminhando pro final, acho que vale
deixar claro alguns pontos de atenção
aqui. Então as proponentes têm que fazer
as consultas das portabilidades de duas
em 2 horas, das 8 da manhã até às 8
horas de dias úteis. Então isso, essa,
essa consulta, ela tá explícita também
na nas especificações do produto de
portabilidade. Acho que só reforçando
isso, pois isso é muito importante pra
gente conseguir ter visibilidade da dos
estatus da portabilidade das
instituições. Então aqui não só do lado
das proponentes, mas também do lado das
criedoras, pra gente conseguir ter
visibilidade do funil das instituições e
conseguir contabilizar todas as
portabilidades e o mandamento delas na
máquina de estados. Então, segundo
ponto, eh, super importante, gente, de
novo, só reforçando, tem integração com
a PCM, então de nada adianta uma
instituição conseguir ter uma
portabilidade concluída com sucesso, mas
ela não tiver integrada com a PCM. Então
aqui a gente não teria visibilidade, não
conseguiria contabilizar essas
portabilidades e a gente ficaria cego
com relação a qual é o andamento das
portabilidades pra gente conseguir
identificar e contabilizar os critérios
das instituições. Além disso, também tem
integração comit que também foi
divulgado, que as instituições têm que
ter para para esse produto produto de
portabilidade de crédito. Então não
seria um ponto da gente validar durante
o piloto, mas é uma uma validação que as
instituições têm que fazer integração
também com o MQD. Então, acho que o
último ponto importante aqui, a Fabi já
mencionou, mas vale reforçar aqui, o
piloto é o uso do produto em ambiente
produtivo. Então aqui são produtos reais
e ambientes produtivos reais. Então
super atenção. Então sempre quando
possível e usem valores baixos. Então
exemplo, vou preciso executar um teste
da FVP porque minha marca tá no grupo
dois. Preciso contratar o produto,
produto por conta para fazer esse teste.
Utiliza o valor baixo, são produtos
reais em produção. A gente precisa
dessas validações das instituições, mas
olha, reforçar aqui, quanto mais
cautela, melhor aqui nesse durante esse
período de piloto. E por último aqui, só
para finalizar, a gente vai fazer agenda
de acompanhamentos com as instituições.
Então, a gente tem a página centralizada
que já vou compartilhar aqui com vocês
também que vamos divulgar todas as
informações
do piloto nessa página. Sempre quando
tiver alguma atualização nela, a gente
também compartilha e vamos divulgar
também com vocês. E
temos agendas bilaterais com as
instituições programadas para todas as
sexta-feiras. Então, muito igual a gente
fez no piloto de Pqus automático com as
instituições. Toda sexta-feira já deixa
reservado das 2 às 3 horas a gente tem
agenda de acompanhamento com as
instituições. Então, a gente vai criar
essa recorrência, vamos compartilhar com
as instituições. Então, a agenda vai
começar a partir do dia 31/10 e vai até
o dia 27/02, ou seja, até o mês depois
do do Gol Live para instituições ainda
com dúvidas, com ainda com pendências. E
então já reserve na agenda de vocês
sexta-feira das 2 às 3 horas. E por
último, temos o grupo de WhatsApp que
criamos agora recentemente, pedimos para
todos entrarem lá. Então é um grupo
justamente para trocar informações,
dúvidas pontuais, interação entre as
instituições, dúvidas com nós da
associação, a gente também responde por
lá. Coloquei esses links aqui nesse chat
também, então como a página Diretrizes
Gerais do Piloto e o grupo do WhatsApp
também para as instituições conseguirem
entrar. Então, eh,
só um minutinho. Acho que eu consigo
compartilhar
essa página com vocês porque tem alguma
informação importante ali.
Só mudando aqui de página. Um minuto.
Então aqui isso aqui é uma página nova
que a gente publicou recentemente do
pilô de portabilidade crédito. Todas as
informações que a gente colocou aqui no
workshop estão nessa página do pilô de
portabilidade crédito. Tem todas as
informações aqui como responsabilidades,
como faz para acompanhar. Tem algumas
informações aqui que o motivo de eu tá
mostrando aqui eh aqui já está
disponível nessa página como os usuários
têm que fazer o compartilhamento de
dados paraa gente passar para as
proponentes. Então aqui é um
formulariozinho que as instituições têm
que preencher três informações. O CPF do
usuário que gostaria de ter acesso à
funcionalidade do proponente, corg da
instituição e o nome da instituição para
para conseguir ter acesso. Então aqui
tem o exemplo de como configurar, como
preenviar as informações. E se quiser
fazer um envin em massa de mais de um
usuário ao mesmo tempo, a gente tem o
modelinho de arquivo aqui, CSV para
baixar e preenchendo ele e fazendo o pad
aqui, você consegue enviar um usuários
em massa. Então os resultados dessa
desse formulário a gente vai
compartilhar também com as proponentes.
A gente de novo vai divulgar isso aqui
para vocês também vir, mas a ideia aqui
é só adiantar para vocês essa página com
todas as informações do piloto. Então a
ideia é, a gente sempre tiver alguma
atualização, a gente atualiza nessa
página, tem todas as informações do
piloto que a gente comentou, a ideia é
apenas deixar as informações
centralizadas para não ficarem perdidas
via informe ou ficar alguma coisa
esquecida de um lado pro outro. Então
ter as informações mais importantes
centralizadas aqui. E tem até o grupo do
WhatsApp que compartilhei aqui com
vocês.
E acho que só voltando agora.
Agora sim, voltando, se alguém quiser
entrar no grupo do WhatsApp também via
esse QR code está aqui para facilitar.
Então
agora sim, acho que tem muitas mãozinhas
levantadas. Acho que abrir para para as
dúvidas já estamos à disposição. Deixa
eu ir pela ordem aqui. Isabela, fique à
vontade.
>> Iago, volta o Qode rapidinho. Desculpa
aí.
>> Opa, claro.
>> Não, tudo bem. Obrigado.
>> Rapidão aí.
>> Eh, depois se você puder voltar ali
rapidinho, Igo, no cronograma, que eu tô
com uma dúvida ainda com relação à
validação da das células de X.
>> Claro. Só dar um segundinho pro pessoal
ler o KC.
Então já voltar no cronograma ali. Esse
QR code também tá na página centralizada
ali das diretrizes gerais que eu
compartilhei com vocês.
Então, voltando ali no cronograma, pois
não, fica à vontade.
>> É só para ver se o meu entendimento tá
correto. como instituição credora do
grupo um, eh, as telas de X, elas vão
começar a ser validadas a partir do dia
24/11 até o dia 23/12. É isso?
>> Isso. Correto. Exatamente.
>> Depois que passar pelas FBPs, aí começa
a validação das jornadas da das telas.
Então, tá
>> isso. Exatamente.
>> Certinho. Obrigada.
>> Por nada,
Ana Paula. Ô Igo, desculpa, eu entendi
que o envio é até o dia 20, no caso das
instituições que precisam enviar as
experiências na gravadas, seria até o
dia 23/12 o envio, né?
>> Isso. Se a instituição está no grupo
dois, é até 23/12. Acho que vale também
deixar claro que quanto antes vocês
enviam essas gravações em jornada, antes
vocês vão ter uma resposta do fornecedor
e se tiver alguma falha, antes vocês
conseguem pedir um reteste. Então a data
importante aqui a olhar seria essa
solicitação de reteste até dia 16/11.
Então, um exemplo, não adianta nada
enviar a gravação da jornada do dia
23/12 a o fornecedor responder vocês no
começo do ano vocês não terem tempo útil
para conseguir corrigir e pedir um novo
reteste pro fornecedor. Então aqui
antecedência é a palavra-chave. Ok,
>> Ana Paula, vontade.
Sou só eu. Eu não tô ouvindo a Paula
>> também não. Se ela tiver falando, tá no
mudo pra gente.
Microfone, mas talvez tenha que trocar o
microfone,
eu vou passar pra Gabriela, eu já volto
para Ana Paula, então corrigir problemas
técnicos aí.
>> Vocês estão me ouvindo?
>> Opa, agora sim, Ana.
>> Ai, desculpa, acho que era meu fone que
tava com problema. Eh, na verdade,
algumas dúvidas aqui, eu não lembro quem
foi que falou que era importante a gente
saber aqui da proponente para garantir
abertura de conta.
Acho que outro ponto importante, quando
você fala que a gente precisa preencher
aqui o formulário, né, se com os nomes
de funcionários, caso a gente opte em
seguir por esse caminho, a gente precisa
preencher um formulário e enviar para
vocês. Acho que é importante a gente
saber o quanto antes é proponente, até
pra gente saber qual funcionário, se
esse for o caminho, a gente colocaria,
porque depende de onde o funcionário tem
conta, se ele não precisa abrir conta,
enfim, acho que esse é um outro ponto
importante aqui. É, a gente já fez
algumas aí mudando um pouco aqui, a
gente já fez algumas conversas e eu vi
que vocês colocaram ali que, né, a
caridora tem a obrigatoriedade de fazer
cinco portabilidades até o piloto. Eu
sei que a gente tem três caminhos aqui,
né? A contratação da Chicago via
funcionário ou aguardar ser atacado ali
pela proponente.
E vi aí no material que você colocou que
isso é uma responsabilidade da cedora.
Eh, volto a dizer aqui assim, eh,
entendo que a gente precisa fazer, mas
por mais que eu consiga os funcionários
aqui para fazer, se a proponente não
tiver oferta, eu não consigo finalizar.
Eh, aí, beleza, vamos pela contratação
da Chicago. Se a Chicago não tiver eh se
não tiver oferta para esses
colaboradores
também é complicado. E aí acho ruim é eu
ter a opção aqui, né, por exemplo, de
seguir funcionários, que não sei se é um
caminho aqui pra gente, mas se eu
decidir seguir pela por funcionários e
não ter o custo da Chicago ali que eu
teria que pagar, eu não tenho garantia
que as pessoas que eu vou colocar aqui
na lista vão ter uma oferta.
Então aqui volto a dizer, acho que a
gente fez algumas conversas, é super
importante que a responsabilidade seja
dividida entre credora e proponente. A
gente deveria ter a obrigação aqui do
nosso lado de conseguir as pessoas para
contratar e do outro lado a a proponente
deveria ter eh a obrigação de ter uma
oferta aqui para essas pessoas, tá? Acho
que a gente precisa dividir as
responsabilidades porque senão a gente
não chega lá no final de todos os
caminhos que a gente colocou aqui,
porque senão eu também posso ficar a
mercer de ser atacada e não ser atacada
e não conseguir chegar nas cinco
portabilidades. Então, entendi que a
gente tem mais um caminho aqui, que é a
contratação para Chicago, que é um
ponto, mas a gente sabe que tem um custo
e a gente não sabe quantas a gente vai
precisar fazer para chegar na cinco.
Então, acho que aqui, mais uma vez a
gente deveria voltar aqui e dividir as
responsabilidades, tá? Não, acho que
deveria ser uma responsabilidade
exclusiva da credoura, sim dividida com
a proponente.
>> Sim. Eh, concordo 100%, viu, Ana? aqui é
o termo de responsabilidade
compartilhado, ele é super relevante
nesse contexto, ainda mais num produto
que não é tão simples de ser utilizado
em ambiente produtivo. E do nosso lado
aqui, acho que só reforçando esses
pontos, eles também não dependem apenas
da gente. A gente tá conversando muito
com as proponentes, a gente tá fazendo o
nosso máximo de esforço para ter essas
informações o quanto antes para as
criedoras e não só com relação ao
nominal das instituições, mas também
para deixar as regras regras claras para
as instituições. Então, o que que pode
ter de limites operacionais, de valor de
contrato ou até de parcelas e o que
posso ter de para compartilhar para você
por enquanto. É o quanto antes tiver
informações, a gente compartilha com
vocês, mas acho olha deixar cando que
claro que não depende só da gente
também. Uma vez tendo essas informações,
a gente com certeza compartilha com
vocês que a gente tá indo muito atrás.
Beleza. Acho a minha preocupação é mais
porque na última agenda de sbox para mim
ficou muito claro que a responsabilidade
era a única e exclusiva da criedora e eu
acho que não faz sentido. Tá
>> acordando. Sim, de acordo, Ana.
>> E só complementando o que a Ana falou,
desculpa, ô Gabriel, eu já vou passar
para você, mas acho que seria legal. Eu
tava na outra agenda quando a Ana
levantou, Ana Paula levantou esse
problema,
a gente ainda continua com um problema
de custos, né? Porque tem alguns custos
que são de IOF e tudo mais e isso não
volta mais. Então isso é um isso também
é um problema, né?
>> E acho que quando a gente pensa aqui até
em ter uma oferta lá do lado da
proponente, a gente precisa entender
como que vai ser essa oferta, né? Porque
sei lá, a que seguiremos o caminho dado
que o custo lá a gente viu para Chicago
que se a gente definir que a gente vai
seguir o caminho de contratação via
funcionário, ele abre a conta lá no
outro banco, contrata o CPC aqui, vai
fazer a portabilidade e a oferta que ele
recebe lá é muito pior, mas ele tem que
fazer mesmo tendo um custo maior só para
eu garantir essa portabilidade. Então
acho que esse ponto da além de ter tem
que ter uma oferta lá do outro lado, a
gente tem que ver como que vai ser essa
oferta, né? porque senão você acaba
obrigando a fazer uma portabilidade sem
benefício nenhum. Muito pelo contrário.
>> O ponto é que dependendo do tempo que a
gente souber quando vai quando vai ser
SF, a hora que eu abrir lá a conta eu
vou cair numa política de riscos que é a
única oferta que talvez eu tenha seja
consignado. Então eu também não vou
conseguir testar. É por isso que a gente
insistiu em saber quais são as
proponentes pra gente já correr e até se
a gente conseguir testar com o
funcionário, já tem um tempo hábil ali
que o que o cliente tá no relacionamento
com a URIF e passa a ser elegível alguma
oferta de crédito.
>> Concordo plenamente, Ananda.
Sim, acho que só deixando claro aqui, é
aqui estou de acordo com todos os
comentários, tá? O, acho que de novo, só
reforçando, a gente tá fazendo o nosso
máximo esforço possível para
compartilhar todas as informações que a
gente puder com com vocês. Mas de novo,
não depende só da gente, mas também
depende do das informações das
proponentes paraa gente conseguir
divulgar isso daqui. Acho que o quanto
antes de tiar de informações divulga
para vocês, porque a gente entende que
eles são muito relevantes para ajudar as
instituições e terem os critérios
cumpridos com o máximo de antecedência
possível.
>> E desculpa passar aqui na sua frente de
novo, Gabriela, mas acho que esse ponto
aí a gente saber e entendi tudo, tá? que
vocês estão correndo e aqui a gente tá
muito na mão ali da proponente para ter
essa informação. Mas aí a gente tá
falando que a gente queria ter um uma
das coisas que a gente falou muito no no
GTE, queremos ter um piloto mais longo
paraa gente conseguir chegar ali no Gold
Live redondo. Dependendo de quando a
gente recebe essa informação, até a
gente conseguir ter funcionários com
conta aberta, ter o crédito e tudo mais,
talvez isso aconteça, sei lá, final de
dezembro, começo de janeiro. E aí o
piloto não vai ser longo como a gente
tinha expectativa, né? Então acaba
batendo no ponto que o GT mesmo queria
que fosse um piloto mais extenso e
talvez não consiga.
Certo. De acordo.
Já passando aqui na Gabriela.
>> Boa tarde pessoal. Primeiramente queria
falar que concorda aí em gênero número e
grau tudo que a Ana Paula trouxe. Faz
faz total sentido, até porque falando de
fim de ano também tem várias
freezes, né, todas as instituições aí.
Então também tem essa questão da das
datas aí que podem ser impactadas. Mas
eu queria fazer a uma confirmação aqui
do entendimento e tirar uma outra dúvida
também. Aí eu pedi para voltar ali pro
cronograma porque minha dúvida era
referente ao cronograma. Eh, só para
confirmar aqui o entendimento, eu, por
exemplo, se eu for de uma instituição
aqui do grupo um, mas não quiser seguir
com o fornecedor, eu seguiria então com
a o calendário ali do grupo dois. É isso
que aí é onde eu faria os testes aqui
por por responsabilidade própria, né,
sem a o acionamento ali do fornecedor.
>> Certo? Não, boa pergunta. Aqui as
instituições do grupo um necessariamente
elas vão ter as validações feitas pelo
fornecedor. Então aqui a gente garante
do nosso lado um ambiente mais
controlado, ambiente que vai ser feito
por usuários ali que estão contratados
pelo fornecedor. E aqui as instituições
não teria nenhuma responsabilidade nesse
caso elas estejam no grupo um, seja para
testes da FP de Ux. Então aqui as
instituições do grupo um, elas vão ficar
no grupo um, mas os do grupo dois podem
passar por grupo um. Então, acho que só
reforçando as jões do grupo um,
necessariamente elas vão ser feitas pelo
fornecedor?
>> Necessariamente?
>> Sim, necessariamente.
>> Então, o custo eu como instituição do
grupo um, eu vou ter vou ter que arcar
mesmo.
>> Só para entender aqui você tá falando do
critério de engajamento ou você tá
falando geral do FBP ou X também? Porque
eu estou falando um pouco geral. Você tá
falando de engajamento, você tem a
possibilidade de fazer via a Chicago,
que é o fornecedor, ou via base de
clientes da própria proponente ou
funcionários internos de vocês.
>> Ah, beleza. Era a parte de engajamento.
>> Ah, não, beleza. Perdão aqui, acho que
eu só de confundir, mas em resumo está
correto.
>> E aí, na parte de de o X e o FVP, aí
seria pelo pelo fornecedor mesmo,
estando no grupo um.
Isso, exatamente.
>> E aí esse não teria um custo específico
por instituição para essa parte,
>> correto? Exatamente.
>> Tá beleza. E aí a minha segunda dúvida
era sobre a questão ali que você pontou
da necessidade, né, de ter integração
com o PCM e o MQD. Existe alguma
documentação específica para seguir ali
para entender como que funciona as
integrações? Só a gente ter essa
afirmação aqui do lado que tá tudo OK?
>> Temos sim. Deixa eu só pegar, acho que
eu tenho uns links aqui. Acho que tudo
isso também foi divulgado, mas eu posso
compartilhar aqui.
>> Não sei se ficava bom para compartilhar
via chat, mas deixa eu tentar.
>> Ali tem a do MQD, mas eu não tô vendo a
do PCM.
>> Da PCM eu já pego aqui, compartilho
também.
>> Beleza.
Obrigada.
>> Por nada.
Oi, você vai disponibilizar essa
apresentação maravilhosa pra gente ou
não?
>> Vamos sim, a gente vai compartilhar essa
gravação desse workshop e também o
material via informe. Então,
provavelmente na semana que vem. Já tô
já tô pegando os links aqui para te
mandar.
Não
sei se já tem. Opa, quem que é o próximo
da fila aqui? Só um minutinho.
>> Só eu, Iago.
>> Opa, fica à vontade, Vilhão.
É, boa tarde, pessoal. Mais uma vez
enfatizando ali, concordo com os os
pontos que a Paula levantou.
Eh, mas dando sequência aqui aos
apontamentos, queria só entender ali em
relação à marca e organização. A a
validação ela vai ser feita por marca ou
por organização. Aqui na na nossa casa
nós temos oito marcas. Se for fazer para
todas as marcas, acho que vai ser um
pouco mais complicado. Sim, a gente vai
ter validações por marcas e as marcas
que tem o produto CPC, então, de acordo
com o nosso levantamento, são essas
daqui.
Então, são duas páginas. Essa é a
primeira
e essa é a segunda.
Perfeito. Entendido.
Eh, só e só mais uma dúvid em relação
ali a à contratação, por exemplo, da
Chicago para fazer os testes, já tem um
perspectiva de custo de como vai ser
essa contratação? um pouco mais de
detalhes, respectivo.
>> Sim, a gente divulgou na última
deliberação que a gente viou o custo
bruto da Chicago que tá solicitando.
Então ali está pendente da gente ainda
conversar também com a Chicago e tentar
negociar e passar informações de
processo para vocês sobre como fazer
essas solicitações.
Mas com relação ao custo a gente já
colocou na última deliberação e com
relação ao processos a gente vai
estruturar e vai divulgar também para as
instituições. Então como fazer essa
solicitação ainda vai ser divulgado
também. Então eu compartilhei o link da
página ali das diretrizes gerais. Todas
as informações a gente tiver no piloto,
a gente vai colocar ali. Então se a
gente, quando tiver o processo
estabelecido, a gente disponibiliza vir
informe e atualiza a página para ter
informações na na página ali
centralizada do piloto.
OK. Obrigado.
>> Por nada,
Luiz. Fique à vontade.
>> Oi, Iago. Boa tarde. No fim, tá certinho
no slide que eu queria perguntar mesmo.
Eu queria só entender o que que seriam
essas esses bloques que tem aí na
contratação de CPC até 500 pelo
fornecedor,
>> certo? Aqui o fornecedor, ele colocou um
limite paraa contratação dos produtos
para eles conseguirem fazer as
portabilidades. Então aqui tem uma pros
usuários eles não serem prejudicados,
para eles não terem os nomes não
anonimizados por STR, o próprio
fornecedor colocou o limite de R$ 500
para ele conseguir fazer essas
contratações para fazer os TED de
portabilidade. Então caso os valores que
ele consigam contratar estejam acima
desse valor, o fornecedor ele não vai
fazer. Mas se tiver alguma dúvida
também, eu acho, eu posso passar o
contato do fornecedor para tentar
conversar com ele e tentar dar a
flexibilizada nos valores. Então isso
ajudaria tanto o fornecedor quanto vocês
também.
>> Ah, legal, entendi. É, seria
interessante mes contato, tá joia?
Obrigado.
>> Tá, já tô pegando aqui, compartilhando
ainda as informações documento que
perguntaram onde posso contar do
fornecedor.
>> Eu já coloquei aqui no chat, tá? Ah,
obrigado.
>> Do do MQD da PC. Obrigado, Maí. Tô
>> pegando o contato do fornecedor aqui
para passar no chat.
>> Próximo. Thiago, fique à vontade.
>> Ó, foi, acabou de ser a dúvida do colega
que acabou de falar, né? Eu ia perguntar
aí a qual era o contato do fornecedor,
já que a minha instituição ficou ali no
grupo dois e para entender ali qual foi
a dificuldade na contratação, né?
Aí você passa por aqui ou entra em
contato com você depois.
>> Já passei aqui no chat.
>> Maravilha.
Tá bom. E agora
>> e endossar aí as palavras da colega Ana
Paula e os demais colegas aí que
trouxeram as dificuldades também, né, em
todos os pontos levantados aí. Mas era
isso. Valeu,
>> José.
>> Oi, pessoal. Boa tarde. Ô, ô, Iago, só
levantando aqui os três pontos que a
gente tem ali a partir do dia 3 de
novembro em relação aos testes do
piloto. Primeiro a gente tem a FVP, você
confirma, né? E a partir do dia 17 nós
teremos ali a proponente, onde o teste
poderá ser feito pelos funcionários das
casas ou contratando o fornecedor para
realização de testes. Eu lancei duas
perguntas aí no chat, foram respondidas.
A primeira foi em relação ao valor
mínimo, se existia um valor mínimo.
Conforme a resposta disseram que ainda
não existe esse retorno dessa informação
da proponente. E a segunda pergunta foi
em relação se os funcionários das casas
teriam a garantia da OF, conforme a Ana
Paula citou há pouco aí também eh e foi
relatado, não existe essa garantia de
forma alguma. Então, a gente teria ali a
questão do teste realizado pelo
fornecedor. Da mesma forma, eu deixo
aqui a pergunta, se a casa contratar o
fornecedor, existe a garantia que esse
esses CPFs, né, do do fornecedor terão a
oferta da proposta e consequentemente o
pedido de portabilidade realizado nas
casas. E se não houver, se for feito
esse pagamento, como é que vai ser vai
ser tratado esse ponto? Se o fornecedor
não conseguir realizar o teste, se
haverá o estorno para as casas. E no
final eu queria ver se a casa ficar sem
nenhuma opção, se o fornecedor também
não tiver garantia alguma, entendeu, da
realização dessa proposta. Como ficarão
essas casas,
>> certo? Respondendo de trás para frente,
tá?
>> Uhum.
para fazer a portabilidade ver as
proponentes, necessariamente tem passam
por análise de créditos. E é muito
complexo também do lado das proponentes
a gente pedir essa flexibilização da
análise de crédito, seja dos
fornecedores ou seja dos funcionários
das instituições. Então aqui é caso seja
solicitado para fazer via fornecedor, o
fornecedor ele já vai ter os caminhos
para como, quais são os valores ou até o
contratos, parcelas, etc, para conseguir
fazer. Acho que de novo, isso não
garante que vai ter a possibilidade de
via fornecedor, mas também o fornecedor
ele vai ter um pouco mais de no como
fazer essas portabilidades. Acho que o
ponto que você comentou é as
instituições vão ter que pagar por uma
portabilidade que não aconteceu? Não.
Aqui o processo ele vai ser apenas
solicitado esse custo adicional paraa
instituição em caso de portabilidades
que o fornecedor de fato consegue fazer.
Então quanto a isso não teria problema.
Eh, agora com relação à sua outra
pergunta de execução eh da FVP, se teria
um valor mínimo aqui. Eh, eu entendi que
a sua instituição ela tá no grupo um,
então aqui seria realizado pelo próprio
fornecedor. Então, o valor seria
contratado pelo fornecedor e executado
pelo próprio fornecedor. Se essa
instituição está no grupo dois, seria
realizado pelo pelos próprios usuários
da sua instituição. E aqui não tem o
valor mínimo na FVP, seria só o produto
contratado no usuário que tá executando
a ferramenta e aí conseguiria fazer
essas validações. Então qu o valor
mínimo que eu trato é em relação ao
pedido da portabilidade, porque na
apresentação que vocês colocam do grupo
um,
>> é um limite de R$ 500 que a que o
fornecedor consegue contratar, né?
Existe aquele valor ali que eu vou dizer
que é máximo, né?
Mas existe um valor mínimo que a
instituição proponente, essa primeira
que vai ser lançada, ela já liberou para
vocês dizendo o seguinte: "Olha, a gente
consegue gerar uma proposta para um
pedido de portabilidade a partir de
valor X,
porque se as instituições credoras
tiverem interesse de colocar seus
funcionários para criar os pedidos de
portabilidade, abrir uma conta nessa
instituição proponente, a gente já teria
um valor mínimo, né, para trabalhar
internamente para criar ali empréstimos
internos do tipo CPC nas casas,
entendeu?
>> Certo? Entendi. Acho que só voltando ali
no ponto, eh, o valor mínimo que o
fornecedor ele consegue contratar com as
instituições, ele tem que ser até R$
500. Então, se o fornecedor conseguir
contratar no mínimo R$ 600, a
instituição elas não ficaria no grupo
um. Acho que esse era o ponto ali do
valor mínimo.
>> Eh,
>> e com, eu não sei se eu entendi a sua
outra dúvida, não sei se consegue
explicar de novo, por favor.
>> Digamos que, por exemplo, a uma
instituição X credora, ela deseja que os
seus funcionários eh façam a criação de
contas nessa proponente, mas para isso,
ela vai ter que criar internamente
contratos de empréstimo do tipo CPC.
Concordo, a credora? Então, cada
funcionário desse, ele terá que ter um
empréstimo vinculado. Digamos que no
valor, vou colocar aqui, R$ 100, certo?
Esse seria um valor mínimo aceito pela
outra casa, a proponente, para que ela
conseguisse fazer uma proposta de teste
para que fosse gerado um pedido de
portabilidade. Aí é esse valor mínimo
que eu acho que seria importante também
divulgar para as casas e seria
interessante já as credoras já se
prepararem aquelas que tm o interesse de
colocar um funcionário. Só que ainda
corre o risco, que nem a própria Ana
Paula já falou, que essas pessoas ainda
teriam que abrir a conta na proponente
também sem nenhuma garantia, iria dar
certo. Concord? ainda tem um outro, uma
outra situação. A gente acaba ficando eh
a merc de necessitar do teste realizado
pelo fornecedor
e pode ser que dê certo, pode ser que
não dê certo, também não existe nada
aberto. Então existe aí um gap, né, que
não há garantia ainda que a credora vai
ter por esses caminhos de realização de
teste, o teste realmente realizado ali
no no durante o processo do piloto.
>> Uhum.
Certo. Eh,
>> posso te ajudar um pouquinho aqui, água?
>> Claro, mas fica à vontade, Fabi. Não é
que complementando aqui, acho que esse
esse ponto é realmente dor. A gente
ainda não pode divulgar o nome da
instituição. A gente sabe que tem essas
regras aí de eh da contratação que a
gente recebeu de autorização para
divulgar. s alguma a parte de estratégia
que oferta para Ó, vou mandar aqui no
chat para vocês o que a gente já tem de
informação sobre o tamanho da parcela,
tá?
Então acho que isso ajuda aí na parte da
contratação.
Aí acho que isso daqui já ajuda, né, na
contratação aí quando vocês forem se
organizando ali pra parte da proponente.
>> Pronto. A gente já tem um valor aí de R$
150 com o valor de parcela mínimo de R$
20. Seria isso, né? Então já ajuda aí já
é uma orientação bem interessante para
as casas.
Muito obrigado, pessoal.
>> E aí, desculpa passar na frente, mas uma
dúvida para casos neste valor de
contratação e neste valor de parcela
também não existe aqui uma garantia de
que vai ter uma oferta, certo? Ou se a
gente seguir esse parâmetro,
a proponente consegue garantir uma
oferta?
Ó, a gente não pode prometer, tá? Que a
gente tende informação aqui, eh, é o que
eu coloquei aqui, tá? Que eles devem,
eh, fazer oferta para reduzir parcela e
parâmetros mínimos de valor de
contratação de R$ 150 e valor mínimo de
parcela de 20. Agora se isso vai ser
feito exatamente para todas as pessoas
que seguirem esses critérios. Aí já
entra um pouco nessa questão com a
proponente. Talvez a gente possa até
fazer uma reunião adicional ali. A gente
vai ter eh vão ter as reuniões semanais
de acompanhamento do piloto, né? Então
imagino aqui que quando a proponente
tiver disponível, aí a gente vai
conseguir usar aquele próprio fórum da
agenda semanal para entrar nesse tipo de
detalhe.
Beleza, obrigada. Imagina.
>> Certo. Mas acho que dá para adiantar
aqui também que além desses valores
também está pendente de de análise de
perfil e limites operacionais da dos
próprios usuários, né? Então acho que de
novo com a Fabi não, a gente não
consegue garantir que apenas isso vai
ser suficiente, mas acho que já ajuda no
direcionamento aí com as instituições.
Até colocando a informação aqui de
adicional, adicionei como informação.
Então serem ofertas para reduzir parcela
com valor de contratação de até R50 e
valor mínimo de parcela de R$ 20.
Então acho que que nem a Fab comentou,
mais informações a gente vai ter no
nossas agendas semanais que vão começar
a partir do dia 31/10.
Opa. Eh, bom, primeiro feliz que o
microfone da Ana Paula tá funcionando
aí. acho que representou bem todo mundo.
Eh, em segundo lugar,
eu eu acho que eu liguei meio por foco
aqui nos testes, principalmente de que
eu fiquei na dúvida assim se eu comi
bola no processo, mas eh a gente tem até
o dia 23 aqui, até antes do Natal aqui
para poder mandar os testes e as
proponentes entram no dia 5.
Ah,
esses testes não dependem das duas
partes assim pra gente poder ter a
experiência.
Sim, não sei se
deveria é casado, né?
>> É, tem uma proponente que a previsão de
disponibilização seria dia 17/11, então
aqui já teria uma funcional antes dessa
data.
>> Entendo. Mas aí entra todo naqueles
critérios que foram discutidos aqui,
talvez acho que poderiam ter mais
proponentes. Acho que a gente poderia tá
casando um pouco essa parte de
experiência.
Ainda não temos a informação da
proponente. Não sei se se é um risco
aqui, mas para avaliação, tá? Tô botando
levantar. Acho que acho que a intenção
aqui também, a parte da intenção é essa,
a gente poder fazer um feed de melhoria.
Acho que
é um risco relevante aqui, né? a gente
considerar uma proponente que não
sabemos qual é ainda e a gente
considerar que tem uma uma data muro de
testes aqui.
>> Certo. Hum, entendido, Gustavo. Mas acho
que só para deixar claro também, a gente
não vai pedir uma jornada gravada com
todas as proponentes. Seria uma jornada
com uma proponente já seria suficiente.
Seria apenas para validar a jornada do
lado da própria criora. Então, se a
proponente que estiver disponível no dia
17/11, a última jornada gravada, a gente
considera também. Se quiser esperar do
dia é que vai ser iniciado no dia em
janeiro, já passaria a data. Então, mas
acho que de novo aqui seria
seria entendo seus pontos também, tá,
Gustavo? Mas estamos contando com a a
proponente que vai sair no dia 17/11
como previsão.
>> Todos cruzando os dedos para essa
proponente. A gente tá torcendo por ela.
>> Amém.
>> É próximo Dalton, fica à vontade.
>> Opa. E aí, boa tarde, pessoal. Eh, eu
fiquei em dúvida, na verdade, na quando
a gente viu a PSB 94, tinha uma parte
que falava de um formulário online, eh,
que seria disponibilizado, né? E eu não
entendi como que seria o uso dele aqui
nessa apresentação. A gente tratou dele
especificamente.
>> Boa.
Sim, deixa eu só compartilhar de novo.
Eu divulguei o link também nessa no
chat, mas vou compartilhar de novo, que
é a página com de direitrizes gerais do
piloto de portabilidade
e lá é uma página nova que tem essa
informação de como compartilhar esses
usuários, tá? Deixa eu pegar aqui
de novo aqui essa página. Então, nessa
página tem todas as informações do
piloto que a gente compartilhou aqui.
Então, o que tem de formação adicional
que não tinha antes, tratamentos a parte
de formulário de compartilhamento de
usuários. Então aqui vocês conseguem
compartilhar o CPF do usuário do usuário
testador, o argituição que tá enviando e
e o nome da instituição está enviando.
Então tem até regra de preenchimento
aqui, o exemplo de preenchimento. A
gente até disponibilizou fazer o upload
em massa desses dessas informações.
>> Tem um documento modelo aqui também se
quiser enviar dados em massa.
>> E aí quem preenche esse formulário
especificamente é a proponente ou a
credora?
>> É a credora. As criedoras que querem ter
acesso às funcionalidades das
proponentes preenchem esse formulário. A
resposta desse formulário a gente vai
encaminhar para as proponentes,
>> certo? E também tinha outra questão que
era
a porcentagem de usuários por etapa, né?
Eu não tenho certeza se aqui eh se aqui
tem algum slide que falava disso.
>> Isso
>> que era liberação gradual, né? Isso,
>> isso, exatamente. É que seria a
liberação da base de usuários das
proponentes também. Eh, então para as
proponentes tiverem jornar validada até
dia 5/01, eles têm que seguir essa regra
de disponibilização da base de usuários
para a gente chegar a partir do primeiro
de dezembro com até 1% da base ou 2
milhões de clientes com acesso à
funcionalidade e chegar no Go Live com
100% da base. Na verdade, essa essa
porcentagem é para proponente, né? Isso.
Correto. As criedoras têm que
disponibilizar para toda a base de
usuários, né? Isso, exatamente.
>> Eh, esse 0%
eh dia 31 significa que antes disso não
faria sentido então a gente utilizar o
formulário.
>> Esse 0% nada mais é do que as
informações do formulário. Então, seria
os membros da associação, regulador,
fornecedor, usuários da criedadoras, que
são as informações do formulário. Então,
0% da base de clientes da proponente.
Então, seria apenas esses usuários
restritos. Então, a partir de 1% 1% da
base de clientes da proponente.
>> Entendi. 0% são usuários restritos,
compartilados pelo formulário. E a
partir daí depois aí segue essa
proporção.
>> Exatamente.
Isso mesmo.
>> OK. Obrigado.
>> Por nada,
>> Kelly. Fique à vontade.
>> Ah, boa tarde, pessoal. E, fiquei com
uma dúvida lá atrás ainda sobre o
enquadramento ali da das instituições,
as que estão enquadradas no grupo um,
naquela parte do o fornecedor já fez uma
contratação ou já realizou uma simulação
para garantir que consegue contratar?
>> Isso o fornecedor não contratou, mas ele
fez a simulação que consegue contratar,
>> tá? OK. Obrigado.
>> Por nada,
a Tian.
Se a tiver falando, eu não tô ouvindo.
Vou pedir se tiver alguma dúvida, coloca
no chat que eu já respondo, porque não
tô ouvindo ainda.
Não, não ouvimos.
Não tá, acho que tá no mudo. Tá,
>> coloca no chat que a gente já responde,
tá? Tati, passar pro Lucas aqui. Lucas,
fique vontade.
>> Boa tarde, pessoal. Eu só fiquei com uma
dúvida aí também na nessa questão dos
testes do fornecedor. Eh, vocês já
fizeram ali a validação, viu que dá para
contratar, mas vai ter algum teste
executado pela própria estrutura por
padrão ou não? Tem que ser contratado
qualquer teste?
E
eu não sei se entendi direito a sua
pergunta, Lucas. O fornecedor
>> é porque tem o ponto que a gente pode
contratar o fornecedor, né, Chicago para
poder executar os testes do piloto,
certo?
Isso, isso por critério de engajamento,
que seriam as cinco portabilidades.
>> Entendi. Então, vai ter um teste também
do lado da Chicago, igual sempre vocês
validam aí, né, na os pilotos, mas não
será para cumprir esse cinco. Para
cumprir o cinco ou a gente tem que fazer
dentro de casa ou a gente tem que
contratar. Não vai ter uma execução do
cinco automática.
>> Isso, correto? Então aqui se sua
instituição ela tiver no grupo um, o
fornecedor ele vai garantir a execução
da FVP e as validações de X. Mas pro
engajamento tem aquelas três
possibilidades que a gente falou. Você
já via funcionário da instituição, se já
vi a base de clientes real da proponente
ou sob demanda da própria instituição
por fornecedor.
>> Tá bom, obrigado.
>> Por nada.
Aí eu já me perdi nas ordens aqui. O
Dalton, ele já falou, não sei se é outra
dúvida, a mãozinha antiga.
Ficou ficou ativado ali. Só
>> não por nada. Tatiane já responderam ela
no chat aqui, né? Vocês t mais alguma
dúvida, Tatiane?
Tá beleza. Então vamos passar. Brenda,
fique à vontade.
>> Eu já fui respondida em relação ao RCO,
se haverá a cobrança ou não. Obrigada.
Por nada,
só pro Rua. F à vontade.
>> Obrigado. Eh, eu queria só confirmar a
questão de eh marcas e instituições ali,
né? Então, no caso, vocês passaram na
lista as instituições do grupo, as
marcas, as instituições eh que tem as
marcas definidas aqui, as demais marcas
delas do Conglema não precisam entregar
nessa primeira parte, só as que estão
definidas aqui,
>> certo? Rua? Aqui são as marcas que a
gente são duas regras pra instituição e
a marca tá listada aqui. A primeira é a
gente fez o levantamento com as
instituições, viam um formulário que a
gente viu para elas falando quais
instituições tinham uma tinha um produto
de CPC e o segundo a gente fez o
levantamento das marcas que tinham um
produto de CPC ou não. Agora, se sua
marca tem o CPC e sua instituição está
aqui e a marca não está aqui, a marca
deveria estar. Acho que em resumo é
todas as marcas que tem o CPC, que tem a
API de Lunas publicadas, elas tem que
estar aqui sim. Se não tiver, eu pedir
por favor para você me falar pra gente
colocar aqui.
>> Perfeito, entendi. Obrigado.
>> Por nada,
>> Nelson.
Oi, Iago. Eh, são duas duas questões
aqui. A primeira é assim, a relação de
instituições que estão aqui
não são necessariamente aquelas que t
CPC, certo? Tem tem empresa que eu vi
aqui que talvez não tenha CPC e está
aqui nessa relação. Vocês pegaram essa
relação só para quem? Quais as
instituições que passam dados? na API de
empréstimos,
>> certo? Aqui para as instituições elas
estarem aqui são teve duas etapas, tem
que estar com a a PI de LAN publicadas e
a própria instituição informa pra gente
ver o formulário que a gente enviou que
a instituição ela tem o produto de CPC.
Então é o critério que a gente tá
colocando aqui, mas teve algumas
instituições aqui que o próprio
fornecedor ele comentou também está com
dificuldade de contratar. Então a gente
imagina que são casos como, por exemplo,
a instituição ela tem o produto de CPC,
mas não tá mais na prateleira pros
clientes, mas tem uma base legado que
ela ainda tem que tratar. Então pode ter
esses casos aqui também,
>> tá? Eh, a gente precisa ver internamente
porque eu acho que tem coligada aqui que
não tem CPC e tá aqui nessa nessa lista,
mas ok, depois a gente vê e vai repassar
para vocês.
>> Mas aqui o ponto que eu tinha colocado
aqui para vocês é que eu fiz uma
sugestão aqui, né?
Eh, para aquelas instituições que vão
funcionar como como proponente,
a gente não consegue fazer, vocês não
conseguem fazer algum tipo de fixar
fixar o valor, os valores das
contratações
com o mesmo,
com o mesmo mesma qualidade, com a mesma
característica que foi feito na
contratação,
inclusive taxa, valor, Porque eu entendo
que o intuito é
fazer uma validação do fluxo
e não fazer um cenário de disputa, né?
Então, não seria melhor isso para para
todo o ecossistema
se fosse feito dessa maneira, com
valores, taxas fixadas, sei lá. É apenas
uma sugestão,
>> certo?
Eh, Nelson, aqui tem uma complexidade
que o piloto ele se trata de dados reais
em produção. Então, aqui necessariamente
mexeria com análise de crédito das
próprias proponentes em ambiente
produtivo. Então, qualquer mudança nesse
sistema de análise de crédito é super
sensível para as instituições. Então, a
gente a gente estava conversando com a
proponente, a gente tá tentando,
tentando conversar para ver o que seria
possível ou não, mas a gente também
entende a sensibilidade desse tema
quando se trata de análise de crédito.
Então é um tanto quanto complexo esse
ponto, por mais que seria um caminho
possível sim caso fosse possível, mas
infelizmente aqui são pontos complexos
de mexer dentro de uma instituição e
ambiente produtivo até.
Elane.
>> Oi, Iago. Ã, uma dúvida que eu fiquei
aqui, né, em relação à data da entrada
ali da primeira proponente que vocês
comentaram, vai ser no dia 17/11, tá?
Antes disso, para os testes que tiverem
sendo feitos ali realizados via FVP,
essa proponente, ela vai estar
disponível para tirar dúvidas e fazer os
ajustes, caso, né, se seja identificado
nesse teste que tenha algum ajuste por
parte ali da proponente.
Perdão, Elen. Aqui você tava comentando
com relação aos testes da FVP ou com
relação à funcionalidade da
>> Não, o que que acontece? Eu tô
entendendo que eu fiz uma pergunta, né,
ali no chat ã relacionado à data da
entrada do dia 17/11 Ciao extensão na
data do Gol Live. E aí me disseram o
seguinte: "Não, porque até o dia 17/11,
enquanto não entrar a proponente, os
testes serão feitos via FVP". Perfeito.
Mas para esses testes que serão feitos
via FVP, caso seja identificada alguma
inconsistência, erro, problema, dúvida,
que seja relacionada à proponente, ela
estará disponível para trabalhar esses
pontos, para sanar essas dúvidas, para
fazer as correções necessárias que sejam
identificadas.
>> Certo? Entendi sua dúvida. Acho que
aqui, acho, só para deixar claro, a FVP
ela ela se trata do client ambiente
produtivo, ou seja, ela simula como se
fosse a proponente ambiente produtivo.
Aqui não tem a proponente real, que
seria a instituição proponente para
executar o teste da FVP. Então, a FVP
ela simula como se fosse uma proponente,
fazendo pedido de portabilidade para as
criedoras cujo usuário tá com produto
contratado. Então aqui não tem uma
interação real com as proponentes que
vão entrar no piloto. Então seria apenas
a FVP simulando como se fosse uma
proponente. E é um dos motivos dela
parar antes da etapa de liquidação,
porque por ela não ser uma instituição
que pode receber esses pedidos de
portabilidade, ela vai até a etapa antes
da liquidação. Então acho que em resumo
a EVP não tem interação com com as
proponentes. Ela simula como se fosse
uma proponente.
>> Ou seja, a gente tá dizendo aqui que a
gente só vai conseguir identificar
problemas com as proponentes a partir do
dia 17/11,
mas isso não tá eh postergando a data do
piloto.
>> Isso. Correto. Exatamente.
>> Tá bem,
>> Lucas. Pois não.
>> Opa. Eu tô com uma dúvida também nos
testes executados pelo fornecedor, que
tem o ponto que a gente faz o pagamento,
né, e executa um teste. Se tem algum
erro, a gente teria que fazer como se
fosse o pagamento de um outro reteste
ali. A minha dúvida é, se o erro for
algum erro operacional durante o teste
ou um erro na proponente, também é
necessário esse novo pagamento?
>> Ótimo ponto, tá, Lucas? Acho que isso
daqui é um ótimo ponto pra gente
conversar internamente, definir
processos para evitar esse tipo de
problema, mas é um ótimo ponto pra gente
levar em consideração que de fato a
instituição não pode ser prejudicada por
por falhas que não são delas.
>> Boa, valeu.
>> Por nada,
>> José.
>> Opa, o Lucas acabou fazendo a pergunta
aqui pela gente. Valeu, pessoal.
Obrigado,
>> Gabriela.
Oi. Eu novamente, só para confirmar de
novo, o caso aqui da proponente, ela
entra a primeira, tem a jornada
disponível pro dia 17/11,
porém quando a gente olha ali naquelas
porcentagens de liberação, ele só vai
começar a liberar pra base dele para
disponibilizar essa questão da do pedido
de portabilidade a partir de dezembro,
né? Então, de 17 de novembro a primeiro
de dezembro, a gente não tem ainda essa
interação com a proponente, certo?
Você os usuários que compartilharem os
dados com a proponente, que aquele
formulário que a gente compartilhou
naquela tela, teria um acesso sim
antecipado, o que vai acontecer
>> os usuários, né? Mas não para cliente.
>> Isso, correto? Para clientes da
proponente apenas a partir do começo de
dezembro.
>> Beleza? Então, entre 17/11 até 1 de
dezembro, seria a interação com a
proponente seria para as pessoas que
tiverem dentro daquele formulário.
>> Isso. Correto. Exatamente. Apenas os
usuários restritos.
>> E se a gente tratar, desculpa, pode
continuar. Desculpa.
>> Não, pode falar.
>> Não. Ia só perguntar se a se a gente
decide contratar Chicago também começa
dia. Eu posso começar dia 17, certo?
>> Correto. Poderia sim.
>> Tá bom. Obrigada. Desculpa, Gabriel.
>> Fernando,
>> imagina. E aí eu só a minha última
dúvida era que então a partir do dia 17
já daria para eh encontrar algumas
inconsistências ali. No dia 17 já teria
então a questão da de liquidação de
contrato STR, casos de paymentia, de
estorno e tudo mais. Certo?
Certo? Exatamente. Então, a partir do
momento que a gente tiver a primeira
proponente proponente no primeiro dia em
ambiente produtivo, já conseguiria
validar basicamente tudo do produto,
desde a etapa de liquidação até a
portabilidade sendo completada.
>> Beleza, obrigada.
>> Por nada.
Mais dúvidas, pessoal. Só temago. Fiquei
com uma dúvida aqui agora. Esse negócio
da FVP deu deu uma bugada aqui na minha
cabeça, tá? Eh, deixa eu entender.
Aquelas cinco portabilidades que estão
sendo exigidas ali paraas criedoras,
elas podem ser elas podem ser concluídas
todas através da FVP?
>> Não, não. Por quê? Porque a FVP ela não
vai até o final da portabilidade. Deixa
eu acho, acho que eu tenho até um
detalhe aqui dos testes.
>> Então essas cinco que vocês estão tão
dizendo é
prop é é considerando a proponente, é
proponente,
>> isso, correto?
>> Ã e credora.
>> Isso, exatamente, exatamente.
>> É esse é esse teste de longa duração. O
que que o que que são? Só para eu
entender,
>> tá? Acho que só para dividir aqui, eh,
não vou entrar tanto no detalhe, mas
aqui é um descritivo um pouco resumido
do que que fazem os testes da FVP, tá?
Que ele ainda estão em desenvolvimento e
vão, vão ficar prontos até o final da
próxima semana. Mas aqui tem um
descritivo o que que fazem todos esses
testes. Todos esses testes, nenhum deles
ele vai, ele chega na etapa de
liquidação. Então aqui, por exemplo, é
um teste que ele vai até etapa de
received ou até o teste de longa
duração, ele vai até a etapa de
contraproposta que ele valida se teve ou
não uma contraproposta e se aconteceu a
portabilidade já o pedido de
portabilidade já é cancelado e não segue
depois disso. Então acho que em resumo
desses testes da FPE, nenhum vai ter a
etapa da conclusão da liquidação. no
máximo, no máximo até a etapa de
contraproposta da credora. Então, de
novo, esse testes da FP, eles não vão
com não vão até a etapa de conclusão da
portabilidade
>> e não contam para cinco para cinco
portabilidades realizadas. É isso? Isso,
exatamente. Justamente além desses
testes da FVP, a gente tem que fazer
cinco que daí vão passar por todas as
etapas, inclusive a liquidação
com a proponente.
>> Isso, exatamente.
>> Ah, isso não tava claro para mim. Não
sei se tava pros outros. Peço até
desculpas antes, mas para mim não tava
claro.
>> Foi um bom ponto, tá? Grupo dois, não é
>> bom ponto que a gente tava entendendo
que a cinco eh os cinco testes de FVP
seriam suficientes pra gente poder estar
passando no piloto. Então a gente tem
que fazer o FVP a cinco e aí contratar
também as cinco portabilidades com
aquele valor de R50, valor de facela R$
20.
Isso, exatamente. Aqui, só para deixar
claro, FVP, você precisa ter o produto
contratado para você executar ela.
Então, o que que vai acontecer? A FP ela
vai simular como se fosse uma
proponente. A instituição, ela vai
receber esse pedido de portabilidade da
FBP. Ela vai ter a status receiver,
depois vai ter o p de portabilidade
cancelado, ou seja, ela não vai ter o
nenhum valor liquidado. A FBP são espera
o sucesso nesses testes que vão até a
etapa de liquidação, não chegam depois
disso, ou seja, a portabilidade não é
concluída com sucesso e consequentemente
o critério de que a gente tem que ver a
portabilidade chegou até a etapa de
portada, etapa concluída, ela não é
possível ver FVP. Então acho que é por
isso que são os critérios separados ali.
Então são os critérios pra FVP de
sucesso nos testes da FVP, tem os
critérios das validações de justiça e
também os critérios de engajamento que
são as cinco portabilidades. Então acho
que pode tá teve um pouco de confusão,
porque nos outros pilotos como de PIX
automático, os testes da própria FVP
eles faziam esses pagamentos. Então eles
faziam esses essas liquidações e eles
eram contabilizados pro piloto. Mas isso
é diferente para esse caso aqui de
portabilidade. Então pelo fato da FP não
poder receber essas portabilidades, não
poder receber esses créditos dos
usuários que são reais em ambiente
produtivo, pelo fato de ser uma
ferramenta em ambiente produtivo, ela
não tem as portabilidades concluídas.
Então acho que pode ter tido uma
confusão, porque de fato no último
piloto de de Pix automático os
pagamentos eles eram liquidados e eles
eram contabilizados, pelo menos os first
payments, mas aqui para portabilidade
não.
Acho que em resumo é FVP, as portabil
>> Claro.
>> Ah, desculpa, desculpa, eu te cortei,
depois eu falo, Iaco, perdão.
>> Não, acho que era isso. Acho que só
dando resumo, é os testes da FP eles não
vão, eles não passam da etapa de
liquidação e consequentemente eles não
vão ter portabilidades concluídas,
>> tá? Esse mesmo slide eu acho que tu tem
ele pro grupo dois, né? Tu pode colar o
grupo um, perdão. Grupo dois.
>> Grupo um, perdão.
>> Deixa eu só dar um printzinho aqui, tá?
Eu sei que depois vocês vão mandar, né?
Mas é só para eu tirar uma dúvida da
colega aqui. Show.
Tá bem.
E aí? E aí? Só para eu entender, então
ali a o engajamento, vocês estão dizendo
que vai ser responsabilidade agora do
grupo um, é responsabilidade das
instituições,
porque eu a anteriormente ia ser o
fornecedor, né? Agora é das instituições
e qualquer teste que a gente solicitar
pro fornecedor vai ser cobrado. É isso,
>> tá? Eh, que o critério de engajamento a
gente, vocês podem cumprir ele de três
formas. Então, as instituições do grupo
um, elas podem ter a portabilidade
concluída contabilizada, seja via os
próprios funcionários, fazendo testes
com as proponentes, seja via
disponibilização da base de usuários das
próprias da base de clientes das
próprias proponentes. Então, igual a
gente comentou, a partir do dia primeiro
de dezembro, 1% da base das proponentes
vai ser vai ter acesso a essa
funcionalidade de portabilidade e ali os
próprios clientes em produção, eles
podem fazer portabilidade. contabilizado
com sucesso, vai ser contado aqui. Ou
uma terceira opção seria fazer essa
demanda pro fornecedor. Então o
fornecedor ele faria o contrato, pegaria
o contrato na sua instituição e faria
portabilidade para para proponente para
conseguir contabilizar. Então tem essas
três opções para quem é do grupo um.
Para quem não é do grupo um, fornecedor,
como não vai ter o crédito contratado,
ele não vai conseguir fazer essa
solicitação de portabilidade para
contabilizar.
Beleza? Ficou claro agora?
Sim,
nas outras, acho que nas outras idei
agendas, ou não sei se isso mudou, aí eu
tinha entendido que o fornecedor faria
os testes até uma data X e se ele não
conseguisse concluir os testes, aí a
partir dali a gente poderia fazer sob
demanda, né?
Não sei se mudou isso, mas era o meu
entendimento anterior,
>> tá? Só voltando, no grupo um, o que vai
ser feito pelo fornecedor vão ser os
testes da FVP. Então, o fornecedor, ele
vai contratar o crédito na sua
instituição, ele vai executar FVP e ele
vai ter o sucesso nos testes do FVP. Se
o teste tiver falha, vai ser, a
instituição vai receber um ticket ticket
com essa falha. E para o X, a mesma
coisa. para o X, o fornecedor, ele vai
contratar o crédito na sua instituição,
vai usar uma proponente para fazer essa
validação e se tiver alguma falha, aí
sim no teste de justiça a instituição
vai ter que corrigir essa falha no
ambiente da da experiência do usuário e
pedir um novo reteste pro fornecedor
para fazer essa validação de justiç de
novo. Então aqui é é sob demanda pro pro
fornecedor os retestes da FVP, retest de
Xi e solicitação de engajamentos se você
quiser que o fornecedor faça uma
portabilidade com sucesso para contar
naqueles cinco, cinco portabilidades com
sucesso. Então aqui os únicos pontos que
as instituições do grupo um tm que pedir
pro fornecedor é reteste de FP, reteste
de justiça e solicitação de
portabilidade para ajudar no
engajamento. São as cinco
portabilidades.
>> Ocávio, fique à vontade.
>> Opa, boa tarde, pessoal. Boa tarde, eu
tava revendo aqui alguns pontos da
apresentação e eu fiquei com uma dúvida
que foi dito logo no começo da
apresentação que o trilho de Open
Finance tem o prazo total de cinco dias
úteis para ser finalizado, né? Sendo
três de contraproposta e dois de
confirmação da liquidação. Só que ao ver
na a máquina de estados diz que a
portabilidade quando recebida tem que
ficar um dia útil nesse status. Não tá
sendo considerado esse um dia útil
nesses cinco dias para fazer ou ter um
total de seis dias úteis para finalizar
a portabilidade? Ficou um pouco confuso
esse ponto.
>> Boa. Eu não sei responder essa pergunta.
Juvas consegue me ajudar, por favor?
ou se alguém mais
fez a documentação da informa que os
três dias começa a valer a partir do do
momento que muda para pend. Então seriam
três dias em pend, dois dias em Então
assim, pelo que o meu entendimento aqui
da documentação
seria 5 dias a partir do pending, né? A
partir do primeiro momento. Aí vocês me
confirmem.
Vai lá, Jil.
>> Tá ali na máquina de estados. Ah, Igo,
você pode voltar ali pro,
>> por favor,
>> aí. Ah, o que que nós temos aqui? Eh,
quando a instituição proponente
solicitar um pedido de portabilidade,
aquele pedido de portabilidade, ele
entra em receiv, tá? e ele vai ser
alterado no próximo dia útil, tá? Aqui
quando começa o estado pending, isso
significa que tá em etapa de
contraproposta e a instituição criedora
tem até três dias úteis para tentar
reter o cliente se for o desejo dela,
tá? Ela pode enviar eh
eh não fazer uma contraproposta. Sim,
ela pode esperar os três dias úteis e
depois enviar, né? Não tem problema
nenhum. A única consideração é que
precisa ser enviado a essa comunicação
pra instituição proponente através da
mudança do estado para se stelment in
progress até às 10 horas eh do dia útil
corrente que você está.
>> Não, perfeito. Eh, Juban, justamente
nesse ponto, né, que você me passou do
received pro pending, são 24 horas, né,
úteis. um dia útil. Nesse caso,
>> não é a meia-noite do próximo dia útil.
Então, por exemplo, um cliente, ele
mandou o pedido de portabilidade às 11
horas da noite, à meia-noite aquele
pedido já entra em pending.
>> Ah, perfeito. Mas aí, então não seria
teoricamente um dia útil a mais a esses
c dias, porque received é um dia útil,
pending três e para confirmar
portability completed mais dois.
São seis,
>> não. Ah, o accept stelment completed são
dois dias úteis. uma vez em que eh
reconheceu esse pagamento, ele já move
para o portability complet
encerrou a portabilidade. Então, seria
os três dias úteis da
da
contraproposta e dois dias para a
confirmação do recebimento ali no
acceptment completed.
>> Tá perfeito. A dúvida mesmo, até desvi
um pouquinho, é esse prazo de um dia
útil do recibivado nesses cinco dias
úteis para finalizar a portabilidade? É
isso?
>> Isso.
>> Ah, perfeito. Muito obrigado, pessoal.
esse assunto, tinha uma questão que eu
tinha visto na documentação sobre o
período de liquidação e dependendo do
horário já começa a valer o primeiro dia
útil que ele faz acho que antes das 18
tinha tinha alguma regra, tava tentando
procurar aqui, tinha alguma regra para
começar a valer sem dois dias que ele
falante das 18 já tem já já apontou o
primeiro dia.
sobre esse ponto é o é o item 3.3.2 dois
do PRD, que é a confirmação de
recebimento e confirmação da efetivação.
Eh, esse prazo de até dois dias úteis
começa a contar paraa instituição
credora eh a partir do próximo dia útil
que o pagamento foi realizado. Então,
trazendo aqui um exemplo que eu trouxe
logo no início aqui na minha fala. Se a
instituição proponente realizar o
pagamento hoje, dia 17/10, o prazo paraa
instituição credora confirmar o
recebimento desse recurso e atestar ali
a efetivação desse pedido de
portabilidade, passa a contar a partir
do dia 20, próximo dia útil, que é
segunda-feira.
Então tem, tá bem detalhado isso no PRD,
no item 3.3.2.
É, acabou de mudar o eh, foi atualizado
o documento. Certo, mas acho que vou vou
dar uma relida aqui. Eu lembro que tinha
tinha alguma coisa explicando sobre esse
questão do horário. Então, foi feito.
Tinha, tinha até essa questão, tinha
tinha assim, tinha essa questão do do
horário, mas depois em conversas com o
GT Portabilidade
eh foi entendido para deixar uniforme,
né, tanto a contagem do prazo paraa
etapa da contraproposta como também pra
etapa da liquidação. Então isso foi
atualizado no PRD.
Que bom que você tava dando uma
complicação.
Perfeito.
Mais dúvidas, pessoal? Aproveitem. José,
>> ó, aproveitar uma então aqui, eh, em
relação a à informação que a Fabiane
compartilhou
ali do valor mínimo de R$ 150 e o valor
mínimo da parcela de 20 ali no chat.
Ficou uma dúvida aqui, Fabiano, que isso
já foi falado em reuniões anteriores,
mas a gente gostaria de confirmar em
relação ao SC Serasa, né, das pessoas
que Seras e SPC,
eh, se serão impactados, se haverá um
valor mínimo realmente definido, que na
época foi falado R$ 200
em durante a contratação desses
créditos, né, que as pessoas que irão
contratar ali como funcionário das
casas. Se alguém tem essa informação de
fato, se será anônimo, gerado um anônimo
aí desse CPF só no Bassem para que não
seja identificado ali nas casas, né? Um
serado no SPC, por exemplo.
>> Eh, Valdinei, a gente ainda não tem
esses detalhes todos, tá? Então a gente
espera entregar em breve, mas aí precisa
ser realmente mais contato ali com a
proponente. A gente não consegue
disponibilizar aqui todas essas
informações ainda como associação.
>> Não, de boa. Então, obrigado.
Se não tem mais dúvidas,
já
conseguindo aqui. Então, então
do nosso lado, eh, temos muitas
informações ainda pra gente discutir
internamente, compartilhar com vocês.
Acho que só reforçando algumas
informações importantes. Então, temos
previsto acompanhamento de agendas
recorrentes com as instituições. Então,
começando a partir, começando a partir
do dia 31/10, todas as sextas-feiras,
das 2 às 3 horas, a gente vai fazer uma
agenda com as instituições. Então são
agendas pra gente compartilhar
informações novas, tirar dúvidas das
instituições e apoiando com for
possível. Então nosso lado aqui é
reforçar esse essa esse compromisso
nosso de ajudar vocês para todo mundo
chegar no Gol Live com todos os
critérios cumpridos e sem
e sem maiores problemas. Então, acho que
demais agradecer a participação de todo
mundo. Foram contribuições aqui muito
importantes, muito ricas pra gente levar
em consideração no andamento do piloto
também. Então, últimas mensagens também.
Esse workshop a gente vai divulgar a
gravação dele no YouTube. O material
também vão compartilhar com as
instituições e vamos divulgar VMEM na
próxima semana. Então, se tiverem
dúvidas também, a gente continua à
disposição. E é isso, demais, agradecer
a participação de de todo mundo.
Então é isso. Boa tarde, pessoal. Um bom
fim de semana para todo mundo.
>> Boa tarde.
>> Obrigada. Boa tarde.
Boa tarde.
Valeu.
>> Obrigada. Boa tarde,
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