Diretrizes gerais para novos entrantes em compartilhamento de dados - Workshop OFB (28/04/2025)
Sumário Regulatório
Workshop relacionado às diretrizes gerais para novos entrantes em compartilhamento de dados, realizado em 28/04/2025 pelo Open Finance Brasil. Nesse workshop, foram apresentados: 0:00 Introdução ao Workshop 3:36 Orientações gerais para participação na modalidade de transmissora de dados 8:18 Cadastro no Diretório 16:06 Cadastro de servidor de autorização 18:24 Obtenção e registro de certificação de segurança (OP) 20:03 Desenvolvimento e certificação das APIs de Dados Abertos (sandbox) 26:37 Integrações com ferramentas do perímetro central 28:19 Conclusão e dúvidas As informações desse Workshop se referem ao momento em que ele foi realizado (28/04/2025) e está passível de alteração ao longo do tempo. Portanto, é sempre recomendado consultar as informações atualizadas nos portais oficiais do Open Finance Brasil. Links úteis: Ⓑ ► Passo a passo de cadastro do servidor de autorização: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/133792023/08.+Cadastrando+um+Authorisation+Server Ⓒ► Diretrizes técnicas da certificação de segurança (OP): https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/17378905/Diretrizes+T+cnicas+de+Certifica+o+de+Conformidade Ⓓ►Especificações das APIs: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/17367659/Especifica+es+de+APIs ►Guia de certificação funcional: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/280297514/Diretrizes+Gerais+de+Certifica+o+de+Conformidade Ⓔ►Documentação da PCM: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/17378055/Plataforma+de+Coleta+de+M+tricas ►Documentação do MQD: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/362578565/Motor+de+Qualidade+de+Dados Ⓕ►Passo a passo de registro dos recursos da API no servidor de autorização: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/133759051/09.+Cadastrando+recursos+de+uma+API Ⓖ►Guia de itens monitorados: https://openfinancebrasil.atlassian.net/wiki/spaces/OF/pages/498499604/Monitoramento+e+Gest+o+de+Consequ+ncias
Transcrição e Conteúdo
né? E e todas as as dependências que vocês vão ter antes de fazer ali a publicação e produção até o dia 1eo de julho. A gente deve ter uma segunda agenda por volta de junho pra gente falar especificamente sobre o acompanhamento pós-produção, tá? Então, eh, para deixar muito claro para vocês, a ideia da agenda de hoje é a gente falar um pouco sobre esse essa jornada pré-produção...
vocês vão ter antes de fazer ali a
publicação e produção até o dia 1eo de
julho. A gente deve ter uma segunda
agenda por volta de junho pra gente
falar especificamente sobre o
acompanhamento pós-produção, tá? Então,
eh, para deixar muito claro para vocês,
a ideia da agenda de hoje é a gente
falar um pouco sobre esse essa jornada
pré-produção. Eh, em junho, né, um pouco
mais próximo ali do Go Live das novas
instituições, a gente deve ter um
segundo workshop, dessa vez para ser
mais específico sobre o acompanhamento
que a estrutura vai fazer com essas
novas
instituições, eh, assim que fizerem as
suas respectivas publicações.
Eh, pessoal, então, acho que começando
aqui, acho queria compartilhar algumas
diretrizes mais gerais que se aplicam a
todos os novos entrantes. Acho que a
primeira delas é que quem quem são esses
novos entrantes, né? são as instituições
individuais e pertencentes a
conglomerados que com mais de 5 milhões
de
clientes. Eh, todas essas instituições
elas devem estar registradas num
diretório de participantes. Então, se
você é de uma instituição que tem, né,
que é um conglomerado, também as suas
instituições filhas devem estar no
diretório. Essa é a regra geral, que é a
resolução conjunta 10,
eh, disponibilizou ali pra gente, né?
Uma outra regrinha aqui importante,
pessoal, as organizações elas vão
duplicar, elas devem duplicar todas as
APIs dos produtos, dos produtos que
vocês ofertam, tá? Então, eh, isso é uma
regra a nível de conglomerado, tá?
Então, todos os produtos que a
instituição ofertar, que o conglomerado
ofertar, eles devem ser eh publicados
ali no diretório de participantes, tá?
Um outro ponto, outro aspecto aqui muito
importante é que as instituições elas
podem publicar as APIs no diretório em
qualquer data a partir da obtenção da
certificação aqui a gente recomenda que
não a gente recomenda não, essa a
publicação em produção, ela tem que
acontecer apenas após todas as
validações ali acontecerem em ambiente
sandbox. Eh, então, tanto a declaração
do papel regulatório de dados, né, e a
publicação de todas as APIs devem
ocorrer em conjunto, ou seja, no mesmo
dia. E por que isso, pessoal? Porque as
instituições estarão sujeitas ao
monitoramento a partir dessa data, né,
de de publicação e produção. Então,
realmente isso deve acontecer em
conjunto eh na mesma data.
A resolução, ela estabelece que a data
limite paraa entrada em produção é o dia
1eo de julho. E a associação recomenda,
né, que que vocês realizem ali tanto a
submissão das certificações, né, o
processamento e também a integração com
as ferramentas do perímetro central até
o dia 23 de junho, que é uma semana
antes do go live.
Eh, pessoal, eu vou passar aqui os
próximos slides. Se alguém tiver alguma
dúvida, pode ir colocando aqui no chat,
tá? E também ao final aqui da nossa
conversa a gente vai ter um espaço
dedicado para tirar dúvidas,
tá? Então, em Minas Gerais, pessoal, o
que a gente faz aqui é um é a esteira
das transmissoras aqui no Open Finance,
né? Acho que aqui eh existem alguns
passos que todas essas novas
organizações que vão atuar como
transmissoras devem passar, né? E aqui a
ideia é reforçar com vocês cada um
deles, né? A gente vai entrar no detalhe
de cada uma dessas caixinhas a seguir,
mas é que é muito importante que vocês
tenham essa noção de como o que que
vocês devem fazer, né? em termos de
registro número diretório, de
desenvolvimento, de
integração. Primeiro passo é de fato o
cadastro da organização no diretório de
participantes. Aqui enquanto associação,
nós mapeamos 14 novas instituições que
vão entrar aqui como transmissores de
dados.
Eh, dessas 14, eu acho que só uma delas
ainda não tá no diretório. Todas as
outfas já estão. Algumas dessas outfas
precisam ainda cadastrar suas
organizações filhas, mas eu imagino que
em linhas gerais vocês já estejam um
pouco habituados ao diretório. Eh, de
qualquer forma, fica aqui o reforço de
que todas as instituições ali devem
estar registradas no
diretório. Depois disso, será necessário
aqui é a declaração do papel
regulatório, né? Então, como
transmissora de dados do papel
regulatório que vocês vão declarar é o
papel dados.
Eh, depois de declarar o papel, né, acho
que aqui o o comum a todas as
organizações, independente da sua
modalidade de participação, é o registro
de usuários seus dos contatos de
modificação, que eu imagino que a
maioria das instituições já tenham
também o upload ali do certificado de
assinatura, que também imagino que todas
as instituições já tenham, né, já que já
estão no
diretório. E aí indo aqui mais no
detalhe, né, de como é essa esteira para
as transmissoras. Pessoal, acho que uma
vez declarado o papel dados, a gente tem
alguns algumas etapas aqui importantes.
A primeira é o cadastro do servidor de
autorização. Eh, é no servidor de
autorização que estarão publicadas as
APIs dos produtos que vocês
ofertem. Eh, também vai ser necessária a
obtenção de uma da certificação de
segurança OP, né? Então, se a
instituição já atua como detentora, ela
vai ela vai ter alguma familiaridade com
essa certificação, mas também como
transmissora ela será necessária. Uma
certificação que ela é ela deve ser
registrada no diretório de participantes
ali na nível de servidor de
autorização. Depois de já ter essa
certificação, pessoal, vocês vão passar
pela nossa esteira de certificação das
APIs. Então aqui entra a etapa de
desenvolvimento dessas APIs, de
realização de testes no motor de
conformidade. Isso é é um pré-requisito
para que vocês consigam chegar lá no dia
1eo de julho já com a certificação em
dia, né, para que possam fazer as
publicações. E aí aqui a gente tem dois
grupos de APIs, então tanto as APIs de
dados abertos, que são obrigatórias
também para para vocês, como as APIs
específicas do compartilhamento de dados
do cliente. A gente entra no detalhe
daqui a
pouquinho também antes do do Goal, vocês
vão ter que garantir ali a integração
com as ferramentas do perímetro central.
E aí aqui a gente tá falando basicamente
da PCM, que é a plataforma de coleta de
métricas, e também do MQD, que é o motor
de qualidade de dados, com a
consideração de que o MQD vai ser
obrigatório nesse primeiro momento
apenas para um grupo um pouco mais
restrito de
organizações, mas a integração aqui com
as ferramentas, ela vai ser um
pré-requisito também para que vocês
façam a publicação das APIs no diretório
de produção, que é basicamente ente a
entrada em produção, né? Depois da
entrada em produção, todas as
instituições ficam sujeitas ao
monitoramento de
desconformidades. Eh, então a gente tem
uma série de indicadores que a estrutura
acompanha e uma vez que vocês esteve em
produção, esses indicadores eles passam
também a ser monitorados, tá? E por
isso, eh, eu volto até no na
recomendação que tinha feito
anteriormente, que a entrada em
produção, ela só pode acontecer quando a
instituição estiver realmente pronta
para tá atuando nessa modalidade, né?
Então, tanto a declaração do papel
regulatório, né, publicação de API, isso
só pode acontecer uma vez que a
instituição já passou ali por todas as
suas validações em ambiente de Sensbox
anteriormente, pessoal. Então, acho que
aqui entrando um pouco mais no detalhe,
né, de cada uma dessas caixinhas,
começando pelo pela cadastro da
organização, né? Acho que aqui foram até
algumas dúvidas que a gente recebeu de
alguns participantes, né? Então, quem
que deve ser registrado no diretório?
basicamente todas as instituições que
que tem mais de 100 milhões de clientes,
né, como falado anteriormente, incluindo
as organizações filhas de um
conglomerato. Eh, onde que vocês
identificam, né, a a as instituições por
conglomerado, pessoal? Imagino que é uma
informação que as instituições já t
internamente, mas de qualquer forma é
possível também fazer um um cheque aqui
no próprio banco de dados abertos ali do
Banco Central. eh onde estão detalhadas,
né, a os conglomerados e as instituições
vinculadas a esse
conglomerado. Linha geral, todas essas
instituições dos desses conglomerados
devem estar no
diretório. Eh, e é por isso também que a
gente reforça esse ponto aqui. E aí,
como é que pede esse cadastro? Só a
partir de amanhã a gente vai ter uma
alteração. Então hoje o cadastro ele é
feito através de um e-mail que é o
e-mail do cadastro open finance. E a
ideia é que a partir de amanhã a gente
consiga disponibilizar um caminho no
Service Desk, que é a plataforma oficial
de chamados aqui da estrutura, para que
vocês façam essa solicitação de cadastro
de novas organizações. E aí vão ter
basicamente dois caminhos em que esse
pedido pode ser feito e tanto via área
de convidado quanto a área do
participante. Então, para uma
instituição que ainda não está no Open
Fancy, né, e quer se cadastrar, ela
entra via área do convidado, mas as
demais organizações que já t um registro
no diretório, né, que já tem uma equipe
de atendimento no Service desesp, pode
fazer essa solicitação pela própria área
do participante. O caminho aqui vai ser
eh gestão do cadastro, cadastro de nova
instituição. E aí, quais são as
informações necessárias pro cadastro
dessas organizações, pessoal?
A gente teve aqui uma algumas mudanças,
né, com a desde o ano passado com a com
a formalização da associação, né? Então,
o que que a gente pede para colocar uma
nova organização no diretório, né, para
que ela seja participante do
ecossistema? é necessário primeiro, né,
os dados cadastrais dessa organização,
então seu CNPJ, a razão social, o
endereço, isso é padrão. A gente tem
aqui o a categoria da organização, então
a resolução
BCB485, ela indica que a instituição
deve indicar qual categoria ela
pertence. essa categoria vai ser eh
utilizada ali sobretudo para que a gente
tenha uma visão de qual associação
representa a sua organização na
estrutura de governança. Então esse item
ele passou a ser mandatório aqui pro
cadastro da
organização. o representante perante a
associação e esse representante que tá
aqui, ele não necessariamente é o
representante legal da instituição, mas
é aquela pessoa que vai ser responsável
pelas interações que a associação vai
ter com a instituição, tá? Então, eh,
além desse dado, a gente pede também os
dados do administrador do cadastro.
administrador do cadastro é basicamente
aquela pessoa, aquele contato técnico da
instituição que vai ser responsável pela
gestão da organização no diretório do
participante, então pela publicação
técnica da BI, também pela gestão dos
outros usuários que a instituição vai
ter ali no
diretório. A gente precisa no mínimo de
um contato de incidente, eh, que é
basicamente o nome telefone. Isso também
é mandatório pro pro cadastro da
organização, porque é necessário que a
gente tenha essa informação de todo
mundo, né, em caso de
incidentes. Eh, os dados de equipe de
atendimento do Service Desk. Então, a
gente também já solicita nesse novo
formulário que as instituições indiquem
quem serão os seus analistas, os seus
responsáveis pelo atendimento para que a
gente consiga finalizar toda essa esse
fluxo de cadastro já como equipe de
atendimento paraa instituição. E tem
também alguns documentos que são
necessários paraa gente conseguir fazer
toda essa validação. Eh, então a gente
vai precisar do estatuto social da
instituição, tem que ser o estatuto
vigente. é a ata de eleição do
representante legal e e o termo de posse
desse representante, a gente vai
precisar também do documento de
identidade do representante legal ou de
um procurador, se houver. E a gente
precisa também dos documentos
comprobatórios de que essa instituição
ela é autorizada a funcionar pelo Banco
Central.
Eh,
Gustavo, você quer falar? Ô, Eduardo,
rapidinho, eh, uma dúvida bem rápida
aqui. Eh, aqui é só para esse o que vai
subir ali no no service CDS, que é só
para cadastro de de nova instituição ou
é possível fazer também atualização
cadastral, tanto para transmissão quanto
para outras fases ali? Não, aqui a
princípio a gente tá falando só do
registro de novas organizações, tá? A
declaração das rolls teoricamente vocês
já conseguem fazer, mas aí vocês só
podem fazer em produção depois que tiver
tudo bom, tá?
Tá ok.
Eitor,
boa, Eduardo. Boa tarde. Só uma dúvida.
Eh, esse processo que você tá explicando
aí para quem já atua como detentor e
iniciador, eu tô entendendo que tá
dispensado, né? não precisa indicar quem
é o representante ali ou subir esses
documentos, porque já tá lá cadastrado,
né? Então acho que para quem já é
detentora, por exemplo, a única coisa
que a gente ia ter que fazer é acrescer
a role ali, o papel de transistor de
dados, mas isso a gente pode deixar para
fazer no momento da publicação das APIs,
né? Porque se eu se eu colocar lá como
role de dados, eu vou est sendo listado
lá no, por exemplo, no diretório de
participantes e enfim. Beleza, valeu.
Exatamente, aí aqui de novo só
observação, porque assim, por mais que
uma instituição já atue como detentora,
já esteja no diretório, é importante que
ela fique ciente se também as suas
organizações filhas já estão no
diretório, tá? A gente tem alguns casos
aqui de instituições que têm publicação
parcial, então é importante que tem um
registro parcial, né? Então é importante
que que a gente garanta essa
conformidade, porque esse é o passo
zero, inclusive para pra gente garantir
a conformidade de todo mundo lá no dia
primeiro. Mas em linhas gerais é
isso. Eh, então pessoal, acho que aqui
só de forma muito resumida, como que vai
funcionar esse fluxo, né? Então vocês
vão abrir um ticket no Service Desk, a
associação vai fazer o registro da das
novas organizações ali no diretório,
tanto sendo box quanto produção, vai
emitir um envelope com os documentos de
adesão. E aí quem que assina esses
documentos, pessoal? São os
representantes legais da instituição,
tá? não é o representante perante a
associação, é o representante legal da
instituição, conforme estabelecido no
estatuto social de vocês, tá? Então essa
é uma validação que a gente faz do lado
de cá. Então a gente emite eh esse
envelope com base nos representantes
legais que vocês indicarem. E aí esses
representantes vão precisar assinar
esses termos. Assim que eles assinam, a
gente cadastra o administrador no
diretório, cadastra equipe de
atendimento e aí fecha esse ticket e
libera eh o acesso ao diretório para
essas novas
organizações. Aí, pessoal, acho que indo
um pouco mais
adiante falando sobre o cadastro do
servidor de autorização, tá? Acho que
essa também é uma dúvida que muitas
instituições têm. Então, pra gente ter
ali a publicação dos recursos de
compartilhamento de dados, é necessário
que a organização, né, tenha tanto o
papel regulatório dados, como a gente já
comentou, mas obviamente ela vai
precisar de um servidor de autorização.
Para quem já atua como detentor, já, né,
já tá familiarizado com esse fluxo. Para
transmissor a mesma coisa. a gente vai
precisar da row dados também publicado.
E aí a gente pode ter formas distintas
aqui de registo desses servidores a
depender do tipo de de organização que a
sua instituição tem. Então, para
conglomerados, a gente vai ter sempre um
vínculo, como eu comentei, de
organização mãe e organização filho.
Esse vínculo é realizado basicamente
indicando na organização
filha CNPJ de sua organização mãe,
tá? Eh, então, em casos de
conglomerados, a organização filha, ela
pode utilizar a infraestrutura da sua
organização mãe pro compartilhamento de
dados.
é mandatório que o papel regulatório,
né, que a
Rja declarado em todas as organizações
do conglomerado que vão exercer essa
modalidade, né, de compartilhamento de
dados. E aqui é vidado também a criação
de servidores de autorização duplicados
na organização mãe e na organização
filha. Então, em linhas gerais, aqui é
um exemplo que a gente tem para um
cadastro de conglomerado, né? Então,
organização mãe, organização filha, a
organização mãe tem o seu servidor de
autorização. A organização filha pode
ter um servidor de autorização ou pode
utilizar o servidor da sua mãe, né, como
infraestrutura para compartilhamento de
dados. Isso fica a critério da
organização, a depender da sua
estratégia aqui de gestão ali de
infraestrutura e organização de
individual. Aqui não tem muito segredo,
vai precisar ter row dados e vai
precisar ter o servidor de
autorização. Mais adiante, pessoal,
tinha comentado que para atuar como
transmissor é necessário, né, que vocês
tenham a certificação de segurança.
Certificação de segurança nada mais é do
que a certificação que a gente exige das
instituições junto a Open ID Foundation,
né, na modalidade OP. Então aqui a gente
tá falando de duas certificações, que é
a FAP BR e a certificação de DCR. Eh,
para quem ainda não tem essa
certificação, ela tem um custo de $.000
para para as instituições. Então, para
você obter ela, você vai precisar passar
por uma série de testes no motor de
segurança da Open ID, vai submeter
evidência do sucesso para eles, vai
fazer o pagamento dessa taxa, vai
receber o link dessa certificação e
assim que receber esse link vocês vão
adicionar ele no diretório. Então, aqui
tem um exemplo de onde isso é feito.
Aqui dentro do servidor de autorização
vai ter aqui uma etapa de certificações
do servidor que basicamente vocês vão
ter que adicionar uma nova certificação
de acordo com esses papéis, né? Então
pode ser DCR ou FAPBL. Nesse caso vocês
vão precisar das duas certificações.
Esse é um exemplo de um certif de um
servidor que tá inativo, tá? Eh, mas
acho que em linhas gerais é isso. E aqui
como observação também o custo de $5.000
1000 é para novas
certificações. Essa certificação, ela
tem um prazo de validade de 1 ano e
passado os 12 meses, vocês devem
realizar ali uma renovação da
certificação e a renovação tem custo
reduzido de $.000,
tá? E aí a gente vai pra parte de
desenvolvimento de fato, né? Então,
todos os novos entrantes, eles vão ter
que vocês vão ter que desenvolver as
APIs dos produtos que vocês ofertam
publicar elas ali no diretório. Então
aqui a gente tá falando de dois grupos
distintos de API. A gente tem as APIs de
dados abertos e aí aqui a gente tem três
APIs que são obrigatórios para todas as
organizações, que é a API admin comum e
canais de
atendimento. E a gente tem também as
demais APIs aqui, que são APIs de
produto que vocês vão ter que
desenvolver e publicar de acordo com os
produtos que vocês ofertam.
A certificação das APIs de dados
abertos, ela acontece de forma
automatizada no diretório de
participantes. Então aqui a gente não
tem aquele fluxo padrão de submissão de
pedido de certificação via service desk.
Basta desenvolver a PI, basta testar ela
no motor de conformidade e vocês tendo,
né, a segurança de que ela tá eh
complient, aí vocês podem realizar já a
publicação direto no diretório. Se tiver
algum problema com essa API, o próprio
diretório vai informar eh a instituição
no momento da
publicação. Então a gente recomenda aqui
de qualquer forma que vocês façam os
testes no motor de conformidade antes de
fazer a publicação no diretório, mas em
linhas gerais o processo de publicação
dessas APIs, ele é simplificado, né? Ele
é mais simples, ele é
automatizado. E aqui uma outra
observação aqui, né? De novo, queria
reforçar que também as APS de dados
abertos, elas só podem ser publicadas em
produção quando todo o conjunto de APIs,
inclusive ajudados do cliente tiverem
sido finalizados, tá? Então, quando
vocês já tiverem obtido a certificação
para todas essas
APIs. E aí aqui a mesma coisa a gente
tem para dados do cliente, né? Um
conjunto de APIs vocês precisar
desenvolver. A gente tem três APIs que
são mandatórias para todas as
instituições. Então, API consentimento,
API de recursos e API de dados
cadastrais. E as demais APIs, eh, vocês
vão precisar desenvolver e publicar de
acordo com os produtos que a instituição
ofertar.
Nesse caso, a gente tem o fluxo padrão
de certificação. Então, além da execução
dos testes do motor de conformidade,
vocês vão precisar submeter um ticket no
Service Desk, anexando a evidência de
sucesso em todos os mesches dessas APIs
para obter a certificação. Então, uma
vez que vocês obtêm a certificação das
APIs, aí sim vocês vão poder fazer a
publicação do recurso no diretório, tá?
Queria trazer aqui um ponto importante
que a gente tem eh duas
implementações eh correndo nesse
momento, né, que é implementação do
serviço de portabilidade de crédito. Eh,
a portabilidade exigeir também o
versionamento da P empréstimos. Então, é
importante que vocês, novos entrantes,
que ofereçam eh os produtos de
consignado e também crédito eh
consignados federal e crédito pessoal
consignado, que vocês já estejam cientes
de que haverá também e esse
desenvolvimento que vai ser obrigatório
para vocês. Só que aqui a gente tem uma
flexibilização, tá? Então, por mais que
a gente já tenha um cronograma vigente
correndo, a gente vai dispensar os novos
entrantes da obrigatoriedade de dos
marcos intermediários de portabilidade.
A gente vai manter apenas a
obrigatoriedade ali da submissão da
certificação e publicação na data do
cronograma vigente, que é ali em mês de
outubro. O que isso significa? Significa
que toda instituição que ofertar
empréstimos, que ofertar o produto de
crédito consignado pessoal e crédito
pessoal, vai ter que desenvolver também
o serviço de portabilidade. A diferença
é que vocês não serão cobrados pelos
marcos intermediários dessa
certificação, mas vocês vão ter que
estizada até o dia 3 de outubro de 2025,
que é a data de publicação dessas duas
novas APIs
diretório. Danil,
boa boa tarde, pessoal. Eduardo. Então
assim, eh porque a gente já já teria
marco, né, da da dessa pontabilidade, se
eu não tô enganado, seria uma no mês se
de
40%, uma de 70% no mês 7 e uma de 100%
no mês 8, né? E aí depois entrando lá na
em setembro, outubro, piloto e depois go
live. Então, esses, digamos, esses três
marcos iniciais, eh, a gente não seria
meio que cobrado agora, mas a gente
teria que atender o final do prazo com
tudo pronto.
Exatamente. Ah, tá. É isso aí, D. Tá.
Então aqui a gente teve uma
flexibilização dos marcos intermediários
sem flexibilizar aí a data
limite, mas aqui é importante que vocês
já tenham o radar e que já comecem
também os desenvolvimentos.
E aí, opa, Flávio,
eh, é referente ao slide anterior ainda,
só uma dúvida. Eh, nós já atuamos aqui
como com pagamento, né, como detentora
iniciadora de pagamentos e a gente tirou
essa certificação recentemente. Ela vale
para dados também?
Não, a certificação, a o desenvolvimento
das a de segurança, acho que é o slide
anterior. Ah, sim. Ah, tá. Falando do da
certificação OP. Sim, ela vale paraos.
Essa, tá, tá legal. Obrigada.
Então, desde que você, não sei se vocês
vão utilizar ali o mesmo servidor, mas a
gente considera aqui uma implementação
única por infraestrutura, tá? Então, se
já tem OP, pode utilizar certificação.
Obrigada.
E aí deixa até eu ser mais específico,
né? Como iniciadora, a certificação é
RP, como detentora, OP, que é a mesma de
transmissora, tá? Então, só se atentar
que a mudanidade da certificação. Uhum.
Bom, pessoal, então acho que em Minas
Gerais é isso. Acho que aqui um
comentário final é que para que vocês
façam ali a publicação até o dia 1eiro
de julho, também é importante que vocês
tenham, realizem integrações com algumas
ferramentas de monitoramento aqui da
estrutura central. Eu comentei lá no
início, mas a gente tá falando de duas
ferramentas específicas. Uma delas é a
PCM, que é a plataforma de coleta de
métricas. Então, todas as chamadas que a
instituição realiza devem estar pareadas
com a PCN e as instituições que t um
pareamento abaixo de 95%, elas são
notificadas, tá? Então, importante que
vocês considerem isso também para fazer
integração com essas novas APIs que
vocês vão publicar ali em julho, porque
isso vai ser
monitorado. Motor de qualidade de dados,
pessoal,
aqui é levemente diferente porque a
gente vai ter uma obrigatoriedade para
um grupo inicial de instituições e em
relação aos novos entrantes. O C, o
Inter e o Pag Seguro vão precisar ter a
integração com o MQD. finalizada até o
dia 1eo de julho. As demais
instituições, o prazo de entrada para
elas
é 2 de janeiro de 2026. Aqui tá errado,
pessoal, mas é 2 de janeiro de
2026. Eh, então é importante também
vocês estarem atentos a isso,
porque as instituições serão
monitoradas.
Bom, obrigado,
Brother.
Pessoal, em Minas Gerais, é isso que a
gente queria passar com vocês, tá?
Então, acho que o live vai acontecer com
data limite ali no dia primeiro de
julho, né? Então, é importante que vocês
tenham essa primeira etapa aqui eh muito
bem clara para que a gente consiga
garantir que lá no dia 1eo de julho a
gente não vai ter nenhum tipo de
problema. de cadastro, né, em relação a
APIs, eh, em relação ao desenvolvimento,
publicação das APIs de vocês, que no dia
primeiro de julho todo esse cadastro,
né, então tanto o papel regulatório, a
publicação das APIs, as integrações das
ferramentas, isso tem que estar
finalizado, porque a gente vai ter a
partir dessa data um segundo momento que
vai ser o monitoramento, né, o
acompanhamento que a estrutura vai fazer
com esses novos entrantes em produção.
Então, tinha comentado lá no início, a
gente deve ter um segundo conto com
vocês, tá? Então, a gente deve eh fazer
um segundo workshop ali em junho para
falar um pouco mais especificamente
sobre como será esse acompanhamento em
produção que a gente tá pensando, como
será esse onboard dos novos entrantes,
tá, Rogério?
Oi, Eduardo. Beleza? Eh, minha dúvida é
o seguinte, é a respeito da separação de
marcas, né? Eh, a gente tá fazendo um
processo aqui, né, de separação das
marcas, consultamos, já tentamos obter
assim uma resposta exata da Chicago, né?
Nós temos hoje uma assim uma marca, né,
que é a nossa nosso banco e temos lá
várias eh eh coligadas e a nossa questão
seria assim, como a gente fazer essa
separação, sendo que a nossa
infraestrutura é totalmente a mesma para
todas, vai utilizar a mesma
infraestrutura, só que a gente quer ter
essa separação. Quando o nosso cliente
for buscar isso lá na listagem para
fazer o compartilhamento, ele escolha,
ele possa pesquisar todas elas e saber
exatamente qual aquela que ele quer
fazer.
Eu queria saber mais ou menos como é que
seria essa ideia aí dentro dessa
separação.
Eh, Rogério, em linhas gerais, o que a
gente recomenda, eh, né, acho que até a
orientação que tá ali no guia do
diretório, é que a o servidor de
autorização é a marca que o cliente vai
enxergar eh na sua jornada, tá? Então, a
estratégia que cada organização vai
adotar para fazer esse registro do
servidor, ela pode variar, mas em linhas
gerais, se você quer segmentar suas
marcas, né, você tem que criar
servidores de autorização específicos
para cada uma delas. Você vocês podem
fazer isso, só se atentar que essas
marcas elas não podem estar duplicadas,
tá? Isso é importante, mas vocês podem
seguir com essa segmentação, pensando
também que é a segmentação que o que o
usuário vai ver. eh na jornada de
compartilhamento. Beleza? Então assim,
tem algum problema e eu utilizar a mesma
infraestrutura? Eh, por exemplo, a gente
tem praticamente as mesmas APIs a nossa
infraestrutura é a mesma, exatamente a
mesma que vai ser utilizada para todas
com uma pequena diferença é no
redirecionador. Utilizar isso daí por
questão dos links seria problema.
Não sei se ficou muito claro para mim o
que você fala. Como utilizar a mesma
infraestrutura e é fazer a publicação
das APIs em determinado servidor em
relação ao outro.
É porque as APIs são as mesmas. Aham. E
aí o que acontece? Eh, tirando assim,
por exemplo, o retorno, né? Quando o
cliente faz a escolha lá da marca, né,
na listagem, tal, ele decide lá, eu
quero compartilhar esse, esse, esse,
esse dados, OK? ele é direcionado, né,
para para pro banco que ele selecionou.
E dessa forma, quando ele vai para para
pro banco, ele vai ser aberto o
aplicativo, né, do da marca que ele
selecionou, ele vai fazer lá autorização
e depois ele vai ser direcionado de
volta.
A questão é justamente nesse ponto,
porque se eu tenho a mesma
infraestrutura, vamos dizer assim, ele
vai ser chamado, a única coisa que vai
diferir mesmo é o app que vai ser
aberto. Eu tenho mais de um app para
isso, né? Então se, por exemplo, ele tá
querendo compartilhar hoje a parte só eh
somente dados de cartão de crédito, por
exemplo, eu tenho um app só para cuidar
da parte de cartão de crédito, que é uma
empresa aqui do conglomerado. Então,
dessa forma, ele seria direcionado para
esse app.
Aí seria mais ou menos isso aí. Se ele
quiser ir pro banco, é uma um outro nome
da minha marca. Aí ele seria
redicionado, seria um outro servidor,
né? No caso é o outro authorization
server, onde ele onde na hora que ele
selecionar lá na lista para outro local,
outro appen, né? Mas aí a infraestrutura
de API é exatamente a mesma.
Eu acho que em linhas gerais, Rogério,
acho que independente de de novo, né?
Acho que aqui a a estratégia que a
organização vai utilizar eh é é
específica de cada um, enfim, eh de
livre escolha de vocês. Mas em minhas
gerais, se você quer segmentar essas
marcas dessa forma, entendo que a
publicação do recurso ele ele tem que
ser para cada um desses servidores que
ofertarem aqui eh o compartilhamento de
dados de acordo com a estrutura que
vocês eh escolheram, tá? Eh, existe uma
prerrogativa de utilizar a
infraestrutura da organização mãe, que é
o que tá de alguma forma desenhado aqui.
Mas aí você utilizaria também a marca
dessa organização mãe para compartilhar
o dado dessa filha. Então, se você quer,
né, no meu entendimento aqui aí até o
pessoal aqui da DTO complemente se eu
tiver falando besteira, mas meu
entendimento é que se você quer seguir
uma estratégia de segmentação de marca,
você vai ter que criar esses outros
servidores. Em cada um deles, você vai
ter que fazer ali a publicação das APIs.
Beleza? Beleza. Muito obrigado pela
resposta. Valeu mesmo. Eu, Cristiane.
Eduardo, boa tarde. Queria só tirar uma
dúvida contigo, ver se meu raciocínio
tava incorreto. Eh, considerando ali que
a gente tem que entrar na fase de
compartilhamento de dados a partir de 5
milhões de clientes, eh, temos que teri
dois trimestres, certo? Com essa
confirmação e mais seis meses pro
desenvolvimento. Eu não consegui
entender a associação do Diodo 7, não
sei se eu me perdi ali em algum ponto.
Queria só esclarecer essa parte. Tá bom.
Aqui, Cristiane, a resolução ela foi
publicada no ano passado e a data de
validade dela era a partir de primeiro,
ela tá vigente desde primeiro de
janeiro. Então, se meses de adaptação é
justamente primeiro de janeiro até 30 de
junho. Eh, a questão dos trimestres, eu,
o meu entendimento, eram dos trimestres
até a publicação ali da normativa, tá?
linhas gerais, a partir do dia primeiro
de janeiro, essa normativa tá em vigor e
aí por isso a data de primeiro do
set. Então, no caso, a gente entrou aqui
com 5 milhões de clientes no mês de
abril, eu já deveria estar enquadrada no
dia do
setia primeiro de abril, eu não sei qual
que é a sua organização, né? Mas se eu
entendo que aqui a data de corte que a
gente tava observando era até a
publicação da IN. A gente pode confirmar
essa, Fabi.
Cristiane, qual que é o nome da sua
organização? Gbank.
Qual? Abank. Ah, perfeito. Eh, eu não
lembro de cabeça de vocês, tá? Mas vamos
lá. Se vocês tá minha minha
interpretação ali do que a gente estava
validando com o Banco Central, se vocês
tinham 5 milhões de clientes
até a partir de julho do ano passado,
então a partir de 1eo de janeiro, os
últimos dois trimestres, vocês estavam
com 5 milhões de clientes, então
precisam publicar
em primeiro de até 30 de junho.
É, mas no nosso caso, Fabi, a gente
entrou agora em abriu uns 5 milhões.
Isso que eu quero entender. Qual que é o
nosso prazo então pra frente? Qual que é
o novo corte? Então aqui você pode abrir
um ticket com essa? Eu preciso
confirmar. Eu acho que eu ainda tenho
seis meses de adaptação, mas eu
precisava confirmar.
Tá joia. Vou abrir. Muito obrigada,
gente. Imagina.
E aí, Diane,
boa tarde, gente. Tudo bom? Eu tô com
uma pendência, é uma ISO que a gente tá
com em em aberto, na verdade é 2154 e
essa eixo hoje tá atrasando a gente aqui
em algum teste de recursos. E aí eu
queria ver se a gente consegue agilizar
ou ter um retorno um pouco mais rápido
pra gente não perder esse prazo, né, que
a gente tem aí dia 30/06. Poder dar uma
ajuda aí pra gente seria ótimo.
Legal. Dá sim. Dá pra gente pedir
prioridade pra gente dar é pra gente dar
uma olhadinha aqui, tá? Obrigada,
pessoal. Mais alguma dúvida,
pessoal? Boa tarde. Eh, mais uma vez aí,
obrigado aí pela iniciativa de de vocês
estarem trazendo pra gente aqui esse
material. Eh, eu tenho uma dúvida. Eh,
por conta da resolução PCB
463 ou a gente vai precisar passar por
um piloto. Aquela ideia que tinha no
início, né, de rodar o piloto, que foi
até um pedido de algumas instituições
que vão entrar agora com o advento dessa
resolução e ela se tornou obrigatória
essa fase,
Anderson, a gente deve sim ter um
acompanhamento em produção, tá?
inclusive com a realização de testes em
produção. O modelo de como isso vai
funcionar ainda tá em definição. Então,
por isso que eu comentei que a gente
deve ter uma segunda agenda com vocês
ali por volta de junho para falar
especificamente sobre isso. Então,
adiantando a resposta, acho que sim.
haverá uma um
acompanhamento próximo da estrutura com
vocês, parecido com o que a gente faz em
piloto. Eh, mas a gente vai abrir os
detalhes para vocês ali em junho, porque
ainda tem algumas definições a serem
feitas, tá?
Tá. Seria antes do dia primeiro 7 ou
depois do dia primeiro do7? Depois do
dia primeiro 7. Então, até o dia
primeiro é é o prazo que vocês têm para
desenvolver, certificar, integrar com as
ferramentas e publicar. Depois dessa
data vai ter um período de
acompanhamento em produção, que é que é
isso que a gente tá ainda discutindo
aqui e que a gente fala com vocês mais
para frente.
Certo? Obrigado, Eduardo. Valeu, cara.
Eh, pessoal, alguma
dúvida aqui que o pessoal tá perguntando
do arquivo, a gente pode compartilhar
com vocês. Não sei se você tá se
referindo à
apresentação, mas a gente pode
disponibilizar ela sim.
Rogério, só só uma coisinha, é que eu
perdi o o momento em que você falou que
a gente ia ter um próximo encontro.
Ficou para quando se encontrar? Tá aqui
a gente precisa fechar a data, tá,
Rogério? Acho que a ideia é que por
volta de junho a gente tenha um segundo
workshop com vocês para falar mais
precisamente sobre como vai ser o
acompanhamento em produção, tá?
Pessoal, queria também aproveitar de que
alguém também perguntou no chat se
alguma instituição já tá fazendo teste.
A gente tem um grupo no WhatsApp que a
gente criou ali em março, eh, para
algumas organizações que tão, né, que a
gente já mapeou, que devem entrar.
Então, se alguém quiser participar desse
grupo, né, que se alguém for dessa de
alguma organização que vai ser um novo
entante, quiser participar, por favor, é
só nos informar que a gente pode
compartilhar também o caminho lá tão
estão os outros participantes. A ideia é
justamente a gente agilizar
comunicações, tá? e facilitar a vida de
vocês. Algo mais,
pessoal?
Beleza. Então, acho que é isso. A gente
continua contato lá offline via
WhatsApp. Se alguém tiver alguma dúvida
adicional, pessoal, é só abrir um
ticketin no Service Desk que a gente tá,
né, com uma rotina aqui de tá sempre
acompanhando esses tickets também. Eh, e
assim que a gente tiver uma nova data
ali para falar sobre pós-produção, a
gente a gente divulga também. Bom, quero
agradecer aqui a a pra participação de
vocês e é isso, pessoal. Até a próxima.
Tchau, tchau, pessoal. Obrigado.
Obrigada.
Obrigado. Tchau, pessoal.
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