Agenda Abecs | 19º CMEP
Sumário Regulatório
Giancarlo Greco, presidente da Abecs e CEO da @cartaoelo, e Ricardo de Barros Vieira, VP executivo da Abecs, abrem o 19o CMEP – Congresso de Meios Eletrônicos de Pagamento e compartilham os principais temas em pauta na Abecs em 2026. O 19º CMEP foi realizado em 14 e 15 de abril de 2026 no Teatro Santander, em São Paulo.
Transcrição e Conteúdo
Olá, muito bom dia. Todos bem? Bom dia. >> Muito bem-vindos. Sejam muito bem-vindos, muito bem-vindas. É um prazer tê-los aqui. [música] Eu sou a Luciana Oliviero, jornalista e sua mestre de cerimônias. Muito feliz de estar aqui novamente para apresentar mais um SEMEP, o Congresso de [música] meios eletrônicos de pagamento, o maior evento do setor no Brasil e em toda a América...
>> Muito bem-vindos. Sejam muito
bem-vindos, muito bem-vindas. É um
prazer tê-los aqui. [música] Eu sou a
Luciana Oliviero, jornalista e sua
mestre de cerimônias. Muito feliz de
estar aqui novamente para apresentar
mais um SEMEP, o Congresso de [música]
meios eletrônicos de pagamento, o maior
evento do setor no Brasil e em toda a
América Latina, promovido pela Abex. O
SEMEP chega a sua 19ª edição em um
momento muito especial. Este ano, a Abex
celebra 55 anos de história. É muito
tempo, né, gente? nesses anos todos
acompanhando a evolução das empresas do
setor e também impulsionando a
transformação dos meios eletrônicos de
pagamento no Brasil. Uma trajetória que
ajuda a explicar como nós chegamos até
aqui e que também aponta os caminhos que
ainda estão por vir nestes dois anos de
SEMEP. Além de explorar, ou nesses dois
dias, melhor dizendo, de SEMEP, além de
explorar toda a nossa programação,
teremos a oportunidade ainda de
revisitar alguns momentos marcantes da
atuação da Abex por meio de uma série de
vídeos vídeos curtos que foram
especialmente criados para comemorar
essa trajetória.
Antes de iniciarmos a nossa programação,
eu quero destacar que a Abex segue com o
seu compromisso, com a sustentabilidade
e o meio ambiente. E assim como
aconteceu nas últimas edições deste
evento, mais uma vez o CMEP possui o
certificado de neutralização de emissão
de carbono. Quero também registrar neste
momento o nosso agradecimento à Card
Monitor, que sempre nos apoia na
realização do nosso congresso. E fiquem
ligados, vocês podem acompanhar a
cobertura do evento por meio do site
www.panoramax.com.br.
br também pelo Instagram @panorama_abeex
e ainda pelo link pelo LinkedIn procurar
a Beex. Nós estamos lá também na nossa
página no LinkedIn. Para conhecer todas
as redes da Bec da Bex, é só acessar
pelo Instagram na bio. Estão todas lá
listadas para vocês. Quando postarem, eu
tenho certeza que muitos de vocês vão
aproveitar esse conteúdo riquíssimo
aqui. Não esqueçam então de nos marcar e
também de usar a #19.
Nesta manhã nós abrimos a programação
com temas que ajudam a entender o
momento do setor e também o cenário
econômico. É um contexto importante pros
conteúdos que serão trazidos com
exclusividade aqui para todos vocês.
Agora convido ao palco o vice-presidente
executivo da Abex, Ricardo de Barros
Vieira. por favor. Vamos recebê-lo com
um grande aplauso.
Bem-vindo, Ricardo.
>> Bom dia a todos. Muito obrigado pela
presença. Hoje eu vou, pela primeira vez
seguir um script aqui para não ficar tão
feio, né? Temos, afinal de contas, o 19º
SEMEP. Eh, e eu queria começar
agradecendo a diretoria, ao conselho
pelo apoio na realização desse evento.
Agradecer a presença de todos vocês aqui
que tornam o SEMEP, o maior evento eh de
meios de pagamento da América Latina.
Aliás, o pessoal mandou falou assim: "Se
perguntar paraas Iás, pessoa do meu
tempo, né, Pedro? Você é novo, mas no
meu tempo não sabe como é que pergunta
para IA. Mas se perguntar para Iá, qual
o maior evento de meios de pagamento da
América Latina, todas vão responder que
é o CEP. Então, parabéns a todos vocês.
E eu queria aqui agradecer também a
Carolina, eu estou há 13 anos na Bex,
então a Carolina que e equipe que
organizam esse evento e agradecer a
Pimec, que que é nossa parceira nesse
nesses 13 anos pelo menos que a gente
está aqui. É um ano especial, é por isso
que eu tô tentando seguir o script, tá,
Dra. Pedro, eh, que a gente comemora 15
de setembro, 55 anos da fundação da.
Então, eu queria ao registrar isso,
fazer o meu agradecimento a todos eh que
ao longo desse período eh contribuíram
para o engrandecimento da indústria e da
figura dos de alguns ex-presidentes que
nos honram aqui com a presença. O Pedro
tá aqui, o Rogério Panca me falaram que
está, mas não estou vendo ele aqui, né?
e o e o Volp, além do Jan, que é o atual
presidente. Então, agradecer a todos.
Bom, a gente chega ao 19º e aqui, só
para uma pequena retrospectiva, não vou
cansá-los, né? O foi na época do Dr.
Jaircalco em 2007 que as coisas
começaram, o Jair e o final da gestão
dele, né? Início da gestão dele. Mas só
para você ter uma ideia dos temas, né?
No segundo SIMEP, a grande discussão era
concorrência. No terceiro, crescimento
sustentável.
No quarto, o grande tema era e-commerce.
Isso em 2009, né? Para ver como é que a
gente evoluiu. No oitavo, a gente
começou a falar de mobile bank, payment.
No nono, vouchers.
No 10º em 2015, que começou a chegar o
assunto tokenização, formalização da
economia, né? Eh, é a evolução dos
temas. de hoje, nós temos o 19º CMEP
focado em inteligência artificial e
segurança. E no momento atípico, um
momento importante pra gente também, a
gente tá realizando junto com o 19º
SEMEP o primeiro encontro de associações
da América Latina para discutir
associações de meios de pagamento para
discutir segurança, né? Inovação e
segurança são duas vertentes da da nossa
indústria. Eh, ax sempre teve a missão
de organizar, representar e e criar
bases para uma governança eh forte e
saudável da indústria. A gente eh conta
hoje com mais de 34 normativos de
autorregulação divulgados, né? Eh, numa
indústria que faz mais de 130 milhões de
transações por dia, né? E essa eh
trajetória exitosa da DEEX é reflexo da
trajetória exitosa da indústria de meios
de pagamento que todos os que estão aqui
e os que vieram da exições passadas
ajudaram a construir, né? Eh, somos, se
não a mais uma das mais modernas e
eficientes indústrias de meios de
pagamento eh do mundo, né? A gente tem
cases fantásticas, né? se eh em 2020 os
pagamentos por aproximação eram 5% das
transações presenciais, a padonização, o
apoio de todos, o engajamento de toda a
indústria, eles hoje representam 73% de
todas as transações presentes, né?
rapidez, segurança, eh, inovação. O
Teptofone, Teponfone crescendo 240% no
último ano. São números que mostram que,
eh, juntos a gente consegue fazer eh
diferença, né, e concorrer com o nosso
principal concorrente no mercado
brasileiro, que é o regulador, né? Eh,
então, a gente tem eh eu fico muito
orgulhoso de de alguns números da, né?
No último ano, nós tivemos um total de
quase 600 reuniões, a maioria delas
virtuais, né? E se a gente contar por
hora de 1 hora, considerar 1 hora cada
participante, nós tivemos 17.800
participantes. Obviamente não são
diferentes, são os mesmos. para discutir
temas que vão desde eh click toay,
passam por eh fraudes, né, tipo diversos
tipos de de fraudes, passam por
discussões de Open Finance, né, passam
por discussões de eh de acompanhamento
de projetos. A gente acompanha mais de
800 projetos de leis federais, mais de
900 projetos de leis estaduais, né? Eh,
e tem e tem várias inovações, né, que a
gente tá tentando, principalmente no
fórum de de de segurança, trabalhar o ao
watlist, que é a resolução seis aplicada
eh para cartões, né, para eh eh combater
a fraudes e irregularidades. Nós
montamos toda uma infraestrutura que vai
ser discutida amanhã num painel aqui
pelo Fidel, que é o coordenador do grupo
de segurança da Bex, eh mostrando todo
os procedimentos que a gente adotou.
para combater irregularidades e fraudes.
A gente tem empresas contratadas para
visitar os empreendimentos, para testar
eh eh o Mister Shop. Nós temos sorteos
contratados para fazer busca ativa eh no
e-commerce para discutir, descobrir
ofertas e tem uma série de de números
que eles vão mostrar paraos senhores eh
de resultados disso. Então, eh, eu
queria, eh, registrar aqui todo esse
esforço e a satisfação de estar junto
com a equipe do liderada pelo Jan, eh,
nesse 19º SEMEP e nesse 55º ano de
TABEX, fazendo o que a gente pode fazer
para que a indústria continue crescer
forte eh e segura. E uma coisa que a
gente não pode nunca eh esquecer, né, é
que de dois temas. Primeiro é o Open
Finance, em que a gente participa de
mais de 500 reuniões por no último ano.
A equipe da Bex participou de mais de
500 reuniões e no no ambiente do do
Openfess. E aqui quero agradecer a
participação dos colegas do Banco
Central. Eu não sei qual, mas com
certeza o meu chado eu ouv antes. Então,
agradecer muito a participação eh eh
deles. E uma coisa que é muito
importante pra gente, que também é
liderada pela equipe da Carolina, que é
a questão de educação financeira, né? A
gente tem uma página no Facebook, deixa
eu ler aqui, com 640.000 seguidores, né,
com 41 milhões de visualizações.
Eh, temos no Instagram 62.000
seguidores. O canal de dicas da Bex tem
mais de 1 bilhão de views desde 2015,
né? Bom, é isso. Eu acho que a
associação, completando 55 anos, ela tem
eh
pela participação de todos os dirigentes
que e de todo mundo que a compôs ao
longo desse tempo, a sensação do dever
cumprido até aqui, mas um ânimo
redobrado, né, para os próximos 55 anos,
para que a gente mantenha a indústria no
lugar de destaques que ela sempre que
ela sempre teve. E uma singela
homenagem, eu vou pedir que coloquem uma
a galeria dos ex-presidentes da BEC,
começando com o Dr. Mário, Fiorete, o
Ivan, o Manuel, o Simone, o Sadi, o
Volp, Valdemar, Pet, Canuto, Escalpo,
Félix, Bendini, Cafarelli, Cláudio
Amagut, Marcelo Noronha, Fernando
Chacon, Pedro Coutinho, Rogério Panca e
agora o Jean Carlos. Eu queria convidar
o João Carlos e pedir uma salva de
palmas para os nossos ex-presidentes,
chefe. Eh, a gente fez um uma associação
pobre, viu, Pedro? Eh, continuamos
gastando pouco dinheiro. A gente fez uma
singela lembrança pros ex-presidentes
dos 55 anos da BEC. Então, eu pediria
que me entregasse aqui. É, eh,
obrigado, querido.
Obrigado. E entregando para Vossa
Excelência, todos os senhores receberão,
eh, é apenas um reconhecimento eh dos
ex-presidentes, pro presidente, eh
porque a gente não conseguiria fazer
para todos os que vocês, que são vocês
de fato, é, que fazem a indústria de
meios de pagamento do Brasil ser o que
é. Muito obrigado a todos, tá?
Obrigado, Ricardo. Obrigado.
Seguro para você. Você vê, você quase
morre do coração e ganha uma caneta.
Não, mas realmente é uma caneta muito,
muito bonita. Bom dia. Bom dia a todos.
Eh, obrigado pela presença. Sei que o
Ricardo já agradeceu a todos aqui,
aqueles que efetivamente fazem essa
indústria. Nós vamos dar uma olhadinha
já nos nos números de 25 e o que a gente
projeta para esse ano, para 26. uma
indústria e vamos olhar um pouco a
agenda, quando eu digo agenda da BEX, é
a agenda da indústria, uma agenda
extremamente dinâmica.
Mas obviamente também sempre gosto de
cumprimentar que os ex-presidentes que
estão aqui, que o Ricardo já mencionou,
o Panca, o Pedro Coutinho e o Newton
Volpe. Sei que o Ricardo Pereira do
Banco Central também tá aí, que é um
grande um grande apoiador da indústria
em todas as discussões que a gente tem
com o regulador. Eh, e obviamente, como
eu já disse vocês todos, eh, que muitos
de vocês estão aqui, eh, frequentemente
nossos anos, talvez até alguns nos 19
que a gente já teve. O Ricardo mencionou
aqui o o Jair Scalc outro dia teve
comigo no escritório e mencionou que o
primeiro eh o primeiro CMEP foi muito
especial e é uma indústria que avança a
passos largos, cada vez mais influente
na economia brasileira, que é o que a
gente vai ver já já. Isso, óbvio, traz
uma série de componentes pro nosso pro
nosso setor. Talvez o principal deles é
a responsabilidade que a gente tem de
evolução. Então, nós vamos falar um
pouquinho no final desse desse
bate-papo, como é que a gente tá olhando
inclusive a evolução da própria da
própria Bex.
Bom, nesses próximos dois dias, eu acho
que boa parte do Tib da BEX, que aliás
fez um trabalho maravilhoso em organizar
mais esse eh vai tá andando por aí eu,
Ricardo, né, os ex-presidentes, a
diretoria, o conselho todo, para que
eventualmente a gente possa conversar um
pouquinho. Os painéis que foram montados
são muito especiais, mas muitas vezes
eles não acabam eh sendo suficiente para
as discussões importantes do do setor.
Então, o que a gente vai trazer nesses
nesses próximos dois dias é simplesmente
um uma tentativa da gente discutir tudo
aquilo intensamente que a indústria a
indústria vive hoje. Deixa eu primeiro
passar para vocês alguns números. OB, a
gente sempre lembra aqui o tamanho da da
Bex e o que ela representa. muito
importante, eu acho, a e veja, eh eh a
BEX tem essa essa relevância no mercado,
mas ao longo do tempo, isso vem
acontecendo agora com mais frequência,
todas as outras que inclusive vem sendo
criadas a partir do desenvolvimento eh
do mercado de pagamentos também tem uma
importância brutal nessa discussão, né,
que é o caso da BIPAG, Abranet, Zeta e
todas elas, como as tradicionais
Febraban, ABBC, que tem acabam tendo um
intercâmbio muito grande com com conosco
aqui da da Abex também, mas aí a gente
tem quase 90 associados eh numa
distribuição bastante eh relevante de
todos os os agentes do nosso do nosso
setor, né? Talvez levando em
consideração, inclusive no caso dos
arranjos ou das bandeiras, eh é a única
associação que detém aí a 100% de todos
os arranjos que hoje estão no Brasil,
né? os números de de 25 números. Eh,
tive a chance de recentemente divulgar
os números do ano eh no nossa na nossa
coletiva. Eh, números impressionantes,
né? né? E mais do que isso, algumas
quebras de recorde, que é o que a gente
imagina que vai acontecer também em 26 e
já já vou falar um pouco sobre isso, mas
R 4.5 trilhões de reais de volume
transacionado no nosso ecossistema de
pagamentos em 2025, um número bastante
impressionante, né? Se eu não me engano,
cerca de 3 3.1 trilhões. Isso aí é
cartão de crédito apenas, né? Ou seja,
que é realmente um número muito robusto
que faz do nosso mercado um dos
principais mercados do mundo, sem dúvida
nenhuma, né?
O crescimento que a gente imagina para
esse ano, ele continua sendo um
crescimento bastante robusto. Todo, todo
ano que a gente fala um pouco sobre o
crescimento da indústria, a gente eh e
nos últimos anos a Abex vem fazendo isso
em discussões bastante intensas ali na
diretoria e no conselho, eh é em função
de incertezas do desempenho do mercado
como um todo, né? Então, a gente
trabalha com intervalo, mas o que a
gente vê desde que essa metodologia foi
foi adotada, né, Ricardo, a gente sempre
tem ficado ali da metade do intervalo
para cima, né, ainda crescendo em dois
dígitos, que é o que a gente imagina
esse ano, né, entre 9,5 e 11,5%, mas
pelo que a gente vê já de comportamento
nos primeiros eh meses do ano, a gente
vê um comportamento do cartão de crédito
bastante eh forte, né, o que a gente viu
o ano passado, o débito andando um pouco
mais de lado por um zilhão de razões e a
gente vai poder discutir isso ao longo
dos próximos dois dias. E o cartão de o
cartão pré-pago crescendo também, mas de
uma forma um pouco mais lenta do que ele
já cresceu nos últimos anos, né?
Crescimentos de três dígitos e assim por
diante, né? 59%, quase 60% de
participação no consumo das famílias.
Eh, e aí traz, eu acho que a intensidade
eh do uso do produto. A gente sabe e que
isso é é uma realidade. Eu costumo
dizer, principalmente nas grandes e
instituições financeiras, nos bancos, se
tem um produto eh que não pode ficar
fora do ar é o cartã, nenhum pode, né?
Mas definitivamente a a sensibilidade eh
do produto ela é ela é muito grande, né?
você ficar alguns segundos fora do ar,
realmente o caos é muito grande. E,
óbvio, traz uma responsabilidade também
de novo, de nós aqui garantir e de todos
que são da indústria sabem que o que
acontece por trás daquela transação de
alguns segundos é um unzilhão de coisas,
né? E é interessante porque quando o
Banco Central se tornou o regulador do
setor, para mim foi o maior sinal da
relevância e da importância da da
indústria, né? ao contrário do que muita
gente imagina, eh tem um papel
fundamental o Banco Central em garantir
que a indústria funcione da melhor forma
possível, né? O impacto no PIB de 38%,
né? Então toda vez que a gente fala
sobre mudanças, sejam mudanças
operacionais de processos ou
precificação, regras para todos os
participantes, é algo que precisa ser
muito pensado, né? as discussões nabex
sobre eh qualquer nova tecnologia ou
alguma funcionalidade que precisa ser
aprimorada são discussões muito intensas
e a gente vai ver já já um pouquinho
essa estrutura de discussão dentro da
associação, que é algo que merece também
bastante atenção e basicamente feita por
vocês. Aliás, os números todos que estão
aqui para aqueles que são participantes
do setor são números de vocês, né? Sem
dúvida nenhuma. R 1,9 trilhão de reais
em pagamentos por aproximação. Eu
costumo dizer sempre isso nas nossas
coletivas de divulgação de resultado,
que essa é uma tecnologia, a
conveniência ela sempre tem espaço, né?
Eh, e eu sempre digo isso porque quando
eu entrei na indústria há algumas
décadas atrás, eh, duas semanas depois
que eu tava lá, já se fala: "Olha, acho
que esse negócio algum dia vai acabar, o
plástico, né?" E tá aí. O plástico ainda
ele funciona muito bem. Por quê? que
conveniência muito grande. Toda
conveniência em cima de uma já eh
estabelecida conveniência ganha atração.
É o caso aqui da aproximação. E você
imagine todos aqueles, geralmente os
mais técnicos sabem o que precisa ser
feito para que aquela transação, seja
ela por aproximação, inserção do do do
produto no POS, requer ali um trabalho
muito sofisticado de segurança,
autenticação e assim por diante, né? 1,1
trilhão de compras não presenciais, cada
vez mais sendo utilizado, com níveis
muito altos de segurança. 149 142
bilhões de transações, né, de desculpa,
de pagamentos recorrentes. De novo, uma
característica da hoje do consumo
brasileiro em função de vários serviços
que estão ah já à disposição e que
permitem essa essa funcionalidade.
cartão, principalmente o cartão de
crédito, tende a ser um dos principais
produtos na utilização de pagamentos
recorrentes em função da falta de talvez
preocupação que você precisa ter no dia
que ele é debitado, se você tem saldo na
conta, não, apesar de ter participação
ali também de cartão de débito nessa
nessa funcionalidade. E 78 bilhões de
transações de Teponfone, o Teponfone é
outro outro mecanismo que vem ganhando
bastante tração. Eh, e o que é
interessante do Teponfone é, na minha
visão, é a possibilidade de aceitação
que ele e de cobertura que ele vai dar
paraa indústria. Eu acho que isso apenas
vai colaborar para um crescimento ainda
mais forte da possibilidade do uso do
cartão no mercado como um todo, né?
Parece que é um número ainda comparados
com os 4.5, um número pequeno, mas se eu
não me engano, se a gente pegar o último
trimestre de 25, esse volume já foi em
torno de 25 bilhões. Então, se a gente
anualizar isso, a gente já tá perto de
100 bilhões aqui em 2026, né?
>> Há 2 3 anos a numa contratação da de um
trabalho de oportunidades, né? O Tepon
Fon apareceu como uma grande solução,
principalmente para maior penetração em
praças menores, né? eh reduzir custos eh
de eh para viabilizar a aceitação.
Então, acho que ele tem um potencial
gigantesco também.
>> Sim. E eu lembro que quando a gente
começou a a falar sobre essa
funcionalidade, alguns mercados, os
amigos aqui da da Vis e da Mastercard
que acompanham outros setores comentavam
isso, ou seja, em alguns outros mercados
a aceleração tanto da aproximação como
do Teponfone foram muito muito
impressionantes. Ou seja, é uma
indústria que começa ali ah já lá atrás
com, né, o o a funcionalidade do cartão
quase como um carbono, né?
E aí sim evoluiu para taja magnética,
chip. Não dá para parar.
>> Fala do carbono, ele olhou para mim,
você viu, né, como é que é.
>> É,
>> pois é, mas eu também olho para mim
porque assim, eu tenho em casa ainda uma
maquininha daquela do matapulga ali. O
negócio
>> é cor. É
>> isso. É a quantidade fora. Então a gente
essa é uma informação interessante aqui
do da da Abex, né? Eh, você fica olhando
aqui a quantidade de reuniões, tem muita
gente que fica brava aqui. Muitos de
vocês ficam bravos, né? que tem que
fazer parte, boa parte desses desses
fóruns aqui. Mas essa é a agenda do do
nosso setor e a estrutura de governância
que a que a ax tem para justamente poder
discutir todos os pontos que eu coloquei
aqui no início. Nós estamos até passando
aqui com a ajuda do Panca, que o Panca
dos ex-presidentes que tá aqui, tá agora
numa grande consultoria na Oliver Wyman.
Eles estão nos ajudando a olhar um
pouquinho a evolução desta governança,
né? como é que a gente deixa ela ainda
mais fluída eh mais eficiente. Mas a
verdade é que na você tem um zilhão de
assuntos que já são mais recorrentes,
mas a agenda ela cresce conforme a
dinâmica do mercado. Então, a gente tem
aqui os fóruns, os comitês, algumas
comissões e temos uma quantidade de GTS
também relativamente grande, mas is
muitas vezes o que você vê aqui numa
lista de GTS é uma lista de um GT que
foi formado, mas não necessariamente ele
está ativo hoje, né? e a gente passa a
ativar o GT conforme o assunto eh se
torna mais importante pro pro mercado.
Um deles que eu lembro, né, Carlo,
quando a gente estabeleceu ali um para
falar de QR code ou BR Code, foi
exatamente isso. um momento importante
pra gente falar do assunto, mas depois
obviamente o GT foi descontinuado, mas
são conversas importantes para que vocês
todos do setor, juntamente com a nossa a
nossa relação eventualmente ali com o
regulador ou com os legisladores, que a
gente possa levar uma pauta para uma
discussão eh mais ampla e eventualmente
até falando sobre implementação.
E esse é o cuidado que a gente tem que
ter aqui nessas discussões, né? Se me
permitir, só de preocupação com fraude.
Se você der uma, você tem sete a oito
grupos de discussão para abordar os
diversos tipos de fraudes e como atuar
para eh combater. Quer dizer, a fraude
continua sendo, segurança continua sendo
um dos vetores fortes de acionamento de
grupos de trabalho dentro da BE.
>> Sim. Que são assuntos que dificilmente
vão sair de pauta, né? ou mesmo quando a
gente discute, como foi o caso do Click
to Pay, quando a gente começou a
discutir a implementação envolvendo ali
eh os emissores, credenciadores,
inclusive alguns grandes
estabelecimentos, é para que a gente
entenda de novo, uma indústria que tem
os números que vocês fazem eh todo ano,
não dá para simplesmente botar no ar, a
gente sabe o, né, o caos que isso pode
gerar. Então, eh, definitivamente é um é
uma agenda muito muito dinâmica. O
problema é que eh eu de novo, eu sei que
muitos de vocês com a agenda das
empresas que vocês representam mais essa
agenda aqui eh realmente torna algo
bastante intenso. Mas a ideia de novo, é
que essa indústria entregue cada vez
mais, né? Se a gente olhar aqui, talvez
numa numa média de crescimento dos
últimos 2 3 anos, a gente deve passar de
R 5 trilhões de reais em TPV esse ano,
né? o final deste ano. Então, quer
dizer, de novo, você não faz R 5
trilhões de reais com uma participação e
uma relevância dessa no Bolso das
Famílias e no PIB, sem ter a competência
que todos vocês têm de fazer uma
transação de alguns segundos, se
autenticada, aprovada e liquidada da
forma fluída como ela é, né? Então são
discussões é que de novo, né? Ninguém
entende como nós aqui eh tudo que se
passa por trás, né? Eh, esses são os
principais temas na pauta hoje, na Bex,
talvez alguns eh mais importantes ou com
reuniões mais frequentes, outros menos,
mas são pautas. Só para vocês terem uma
ideia, acho que nas últimas, eu tava
contando porque o pessoal de da ELO lá,
de vez em quando, eles me lembram que eu
tô gastando muito dinheiro com passagem,
mas acho que nas últimas quatro semanas
eu fui quatro vezes para Brasília, sendo
que semana passada duas vezes,
basicamente pra gente falar sobre muitos
desses desses temas aqui, né? Talvez um
dos grandes temas que foram discutidos
nos últimos anos, aliás, nos últimos
bons anos, né, Ricardo, que é a base
única de MCC.
>> Realidade,
>> quantos anos foi isso? Acho que
>> Ah, isso, isso, isso é desde quando na
maquininha do do recore recor tinha o
problema dos MCCs, né?
>> Um trabalho difícil, né? é um trabalho
de achar convergência entre todos os
modelos que tem, principalmente os
arranjos e tudo mais, para que a gente
pudesse chegar nesse nesse nível de de
detalhe de estruturação, né?
>> E hoje é uma realidade, né? Que você tem
uma base única usada por todos os os
IAPs no país no única e pública. E não é
só para associada, ela acessível para
todos os participantes do mercado, né?
>> E e no final das contas, eu acho que
esse é um dever da associação, né? o
papel dela em garantir que esse tipo de
trabalho se desenvolva cada vez mais,
né? Eu não vou passar, obviamente por
todos os pontos aqui, mas é muito mais
para vocês terem uma ideia das coisas
que, por exemplo, Trilho Wcher, que é
uma discussão bastante intensa que tá
tendo agora, é uma dessas discussões de
implementação que precisa sair da melhor
forma possível lá na l na na ponta. E a
gente sabe que muitas vezes isso não é
possível, né? Então, como é que a gente
garante e veja, se tem uma indústria que
existe de cooperação, é essa aqui, né?
Muitas vezes o o peso maior de
implementação fica numa ponta ou
a discussão complexa num período de
transição também ali tem um peso maior
numa outra ponta. Ou seja,
definitivamente é uma indústria que no
final das contas quer fazer acontecer. O
que a gente precisa sempre e axí para
isso, é garantir que o canal flua, que
vocês possam utilizar o canal. Ontem,
por exemplo, nós tivemos a nossa
assembleia anual, eh, onde a gente
mostrou um pouco esses números e um e e
essa agenda que a gente imagina para
2026. Imediatamente depois da assembleia
eu comecei a receber uma série de
mensagens, falou: "Olha, precisamos
falar sobre isso". Essa é a ideia, né?
Então, o Ricardo mostra aqui as centenas
de reuniões anuais, mas justamente é pra
gente garantir que esse volume todo que
que a gente tem no setor, ele aconteça
da melhor forma possível, né? E de ontem
para hoje, de semana passada para hoje,
essa lista ficou desatualizada, né? Você
participou semana passada de uma reunião
no Ministério da Fazenda para discutir
um novo programa de refinanciamento,
vamos chamar assim, de dívidas, de
cartão. E ontem eu fui para uma reunião
lá no Ministério da Fazenda para
discutir com com o ministro os os
pontos, né, do que deve ser aprovado,
editado pelo governo ao final desse mês.
Uma nova solução para repactuação de
dívidas vencidas, cartão, cheque
especial e crédito pessoal. Isso
>> então já é uma agenda nova que tá aqui.
>> Ou seja, de novo, eh, a a agenda, a
ideia é que ela acompanhe o mercado,
como sempre, não necessariamente que ela
seja também o resultado do mercado e ela
se antecipe a algumas discussões e isso
também a gente tenta fazer e esse é o
melhor fórum pra gente possivelmente
fazer isso, né? Então eu convido todos
aqui, sejam nas sessões de perguntas e
respostas ou de novo aqui nos momentos
que a gente tem de de descontração.
Aliás, hoje tem o o rap hour mais
concorrido do mês, sem dúvida nenhuma.
Ali é uma excelente oportunidade até que
todo mundo esteja sóbrio para para poder
fazer essas discussões,
>> pelo menos no início, né?
Mas efetivamente eu queria deixar o
canal, o canal sempre aberto para que
vocês possam trazer Brasil é um é um é
um país muito grande. A gente tem
necessidades regionais que muitas vezes
não estão representadas da forma como
como precisariam, apesar de novo você,
eu vi a evolução eh que a gente tá tendo
em algumas regiões mais remotas, que é
um negócio bizarro de de impressionante,
mas definitivamente talvez a gente possa
ajudar mais. E muitas vezes o Ricardo, o
Marcelo Tequeiama, a Lua, Carol, o time
todo da Abex, eles estão aí para poder
inclusive auxiliar. Já vi o Ricardo indo
para alguns municípios específicos, eh,
o Marcelo e presente em algumas
discussões em legisladores estaduais,
justamente para garantir que a gente
tenha essa a essa cobertura e o apoio a
todos os associados e quem mais
precisar, né? Eu acho que é isso que eu
tinha para vocês hoje para mostrar a
nossa agenda. Agora em celebração aos 55
anos tem um vídeo, né, Ricardo?
>> Que vai, o Ricardo tinha que vir pra
direita a hora que eu tava 30 segundos
atrás, mas não não veio, né?
>> Mas aí pelo menos você não saiu na
frente do vídeo, né? Eu queria que agora
vocês apreciassem um pouco. Ele é um
pouquinho longo, mas aguenta um
pouquinho aí que ele daqui umas duas 3
horas ele termina. Obrigado, gente.
Excelente evento pra gente.
>> Hoje o ato de pagar é fluído, simples,
seguro, muitas vezes invisível. Está no
aproximar de um dispositivo, no
reconhecimento biométrico, no clique que
confirma uma compra. Essa combinação de
fluidez e segurança, que faz parte do
dia a dia de milhões de brasileiros, foi
construído ao longo de décadas por
profissionais e um setor comprometido
com a excelência. A trajetória da Abex
[música] começa em 1971.
Naquele momento, o cartão de crédito
ainda era um produto restrito. A
associação nasceu com a missão de
organizar, representar e, acima de tudo,
criar as bases de governança para um
setor que transformaria a economia
nacional. Ao longo de 55 anos, a ADEX
contribuiu diretamente para transformar
o plástico em uma indústria de trilhões
e foi protagonista em grandes viradas de
chave do mercado. Transformações que
mudaram o perfil de uso do produto,
deixando de ser apenas um item de luxo
exclusivo para se tornar uma ferramenta
de consumo de massa. avanços
tecnológicos que conduziram o cartão do
mundo offline para a eficiência e a
segurança das transações eletrônicas e
mais recentemente da era digital. Nos
anos 1990, a implementação do modelo
Chip e Senha colocou o Brasil na
vanguarda da segurança mundial. Em 2010,
ax acompanhou o movimento que mudaria a
face do setor e do varejo, o fim de
exclusividades, que abriu espaço para
mais competição e inovação no segmento
de adquirência.
A partir de 2013, com a lei 12.865,
a ADEX passou a atuar ainda mais
intensamente como interlocutora desta
indústria, principalmente com seu
regulador, o Banco Central do Brasil.
foi protagonista nas discussões que
culminaram o arcabolso regulatório e
manteve um diálogo técnico contínuo ao
longo de mais de uma década,
contribuindo para importantes evoluções
da indústria.
Temas que moldaram o mercado atual e
exigiram uma profunda dedicação do setor
em desenvolvimentos e adaptações. Em
todas essas ocasiões, ADEX esteve
presente com seu papel de representar e
defender os interesses do setor e
dialogar com a sociedade. papel que tem
se tornado ainda mais amplo e
propositivo nos últimos anos, passando a
incorporar uma maior atuação em
iniciativas para fomentar inovações no
setor. Com liderança da Abex, na
padronização de limites de valores para
uso sem senha, o pagamento por
aproximação é um exemplo de inovação que
cresceu exponencialmente nos últimos
anos.
Hoje, mais de 73% das compras
presenciais com cartão no Brasil já são
por aproximação, um dado que em 2020 era
de apenas 5%. Da mesma forma, seguem em
curso iniciativas que buscam ampliar o
escopo do mercado, como click to pay,
crediário, tap [música] on phone,
pagamentos recorrentes, débito online,
pagamento de pedágios e transporte
público com cartões, [música] entre
outras.
Há também profundas discussões e
realizações na AEX sobre eficiência e
segurança da indústria como um todo, a
fim de preservar o bom funcionamento do
sistema e proteger todos os envolvidos,
principalmente o consumidor e o logista.
Temas como prevenção a fraudes e lavagem
de dinheiro, gestão de riscos e
garantias, [música]
combate a irregularidades, cadastro
único de MCC, padronização de processos
e certificação fazem parte de uma agenda
colaborativa que fortalece ainda mais o
setor.
Recentemente, a Abex implantou o sistema
de gestão centralizada de fraudes e
irregularidades, a watchlist, que inclui
um canal de denúncias para coibir
práticas que não estão em conformidade
com o setor. Nessa mesma frente, também
foram implantadas iniciativas
importantes, como o selo de conformidade
à BEX e as auditorias sob demanda.
A infraestrutura de terminais de
pagamento do Brasil conta [música] com
requisitos mínimos de segurança, bem
como critérios e processos de avaliação,
que é realizada por laboratórios de
certificação de hardware e software
especializados sob normas e regras
definidas pela Abex. É com o objetivo de
apoiar a operacionalização [música] de
iniciativas como essas que a Abex
promove a autorregulação do setor desde
2009. Foram 34 normativos lançados até
agora.
>> [música]
>> normas que ajudam a estabelecer
diretrizes para incentivar grandes
inovações, como o pagamento por
aproximação, o sistema de gestão
centralizada de fraudes e a
implementação do trilho voucher, por
exemplo. Fomentar, fortalecer e
disseminar. Por isso, há quase duas
décadas, a ADEX reúne profissionais e
líderes para debater o presente e o
futuro da indústria no congresso de
meios eletrônicos de pagamento, o CMEP,
que chega agora a sua 19ª edição,
consolidando-se como o maior evento do
setor da América Latina. Além disso,
promove fóruns e webinários para tratar
de temas atuais da indústria, como
competição, simetria regulatória,
reforma tributária, open finance,
segurança e inovação.
Com tamanha representatividade, a
associação consolida a maior base de
dados desta indústria, monitorando
tendências e apoiando decisões
estratégicas.
Foi assim que construiu bases
importantes como o monitor bandeiras e o
monitor fraudes, além de conduzir
continuamente pesquisas de comportamento
de consumo, tornando-se a principal
fonte de dados do setor e também apoia o
consumidor [música] com campanhas de
educação financeira há mais de 15 anos
por meio de suas redes sociais com
destaque para o canal Abex Dicas no
YouTube que soma cerca de 1 bilhão de
visualizações e a página Me conta no
Facebook com mais de 650.000 1000
seguidores.
A Abex já distribuiu mais de 2,5 milhões
de cartilhas educativas em parceria com
Procons de todo o Brasil e promoveu uma
série de cursos de educação financeira
em parceria com comunidades carentes.
Sim, por meio de uma governança bem
estruturada, com grupos técnicos de
trabalho, comitês de liderança e uma
agenda positiva constante, a ADEX vem
incentivando o aperfeiçoamento contínuo
desta indústria, uma indústria de
trilhões, formada essencialmente por
pessoas que trabalham incansavelmente
para inovar e entregar soluções que
beneficiam toda a sociedade. Pessoas que
ajudaram a construir esta história de 55
anos que se confunde com a evolução da
economia e o progresso do país. Adex, 55
anos liderando a evolução dos meios
eletrônicos de pagamento no Brasil.
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