Resolução CMN N° 5.049
Sumário Regulatório
Extraído do BCB
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Resolução Nº 5.049 RESOLUÇÃO CMN Nº 5.049, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2022 Altera as Resoluções ns. 4.282, de 4 de novembro de 2013, 4.553, de 30 de janeiro de 2017, 4.606, de 19 de outubro de 2017, 4.677, de 31 de julho de 2018, e as Resoluções CMN ns. 4.955, de 21 de outubro de 2021, e 4.958, de 21 de outubro de 2021. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 3...
<span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><title style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Resolução Nº 5.049</title><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><style style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</style><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">
</span><div class="WordSection1">
<p class="Epgrafe" style="text-align:center;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">RESOLUÇÃO CMN
Nº 5.049, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2022</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 0cm 6pt 212.65pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Altera
as Resoluções ns. 4.282, de 4 de novembro de 2013, 4.553, de 30 de janeiro de
2017, 4.606, de 19 de outubro de 2017, 4.677, de 31 de julho de 2018, e as
Resoluções CMN ns. 4.955, de 21 de outubro de 2021, e 4.958, de 21 de outubro
de 2021.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="Default" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;"><span style="color:windowtext;">O Banco
Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de
1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada em 24 de novembro de 2022, com base <a name="_Hlk119069476"></a><a name="_Hlk119069319">nos arts. 4º, incisos VIII e XI, da referida Lei, 9º e 10
da Lei nº 4.728, de 14 de julho de 1965, 20, § 1º, da Lei nº 4.864, de 29 de
novembro de 1965, 7º e 23 da Lei nº 6.099, de 12 de setembro de 1974, 1º, § 1º,
e 12 da Lei Complementar nº 130, de 17 de abril de 2009,</a></span> <span style="color:windowtext;">e 9º da Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013</span><span style="color:windowtext;">,</span></span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="Default" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="color:windowtext;font-family:calibri;font-size:17.3333px;">R E S O
L V E U :</span></p>
<p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 1º  Esta
Resolução altera as Resoluções ns. 4.282, de 4 de novembro de 2013, 4.553, de
30 de janeiro de 2017, 4.606, de 19 de outubro de 2017, 4.677, de 31 de julho
de 2018, e as Resoluções CMN ns. 4.955, de 21 de outubro de 2021, e 4.958, de
21 de outubro de 2021.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm -0.05pt 6pt 0cm;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 2º  A Resolução nº 4.282, de 2013, passa
a vigorar com a seguinte alteração:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
3º  ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI
- confiabilidade, qualidade e segurança dos serviços de pagamento; </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VII
- inclusão financeira, observados os padrões de qualidade, segurança e transparência
equivalentes em todos os arranjos de pagamento; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VIII
- uniformidade e equivalência entre as normas prudenciais aplicáveis ao
conglomerado prudencial liderado por instituição de pagamento e integrado por
instituição financeira e a regulamentação aplicável às instituições financeiras,
observado o segmento em que os conglomerados estiverem enquadrados.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm -0.05pt 6pt 0cm;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 3º  A Resolução nº 4.553, de 2017, passa
a vigorar com a seguinte alteração:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
2º 
............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
5º  O S5 é composto pelas instituições de porte inferior a 0,1% (um décimo por
cento) do PIB, que não sejam bancos múltiplos, bancos comerciais, bancos de
investimento, bancos de câmbio, caixas econômicas ou agências de fomento, e que
utilizem metodologia facultativa simplificada para apuração do requerimento
mínimo de Patrimônio de Referência Simplificado (PR<sub>S5</sub>).</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">................................................................................................................”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm -0.05pt 6pt 0cm;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 4º  A Resolução nº 4.606, de 2017, passa
a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
1º  Esta Resolução dispõe sobre a metodologia facultativa simplificada para
apuração do requerimento mínimo de Patrimônio de Referência Simplificado (PR<sub>S5</sub>),
os requisitos para opção por essa metodologia, e os requisitos para a estrutura
simplificada de gerenciamento contínuo de riscos.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
2º  ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- Grupo II: instituições não bancárias de atuação em concessão de crédito; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  Não será elegível à opção de que trata o <b>caput</b> o conglomerado
prudencial que tenha as seguintes características:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- instituição líder pertencente ao Grupo II e ao menos uma entidade controlada pertencente
ao Grupo III; e </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- instituição líder pertencente ao Grupo III e ao menos uma entidade controlada
pertencente ao Grupo II.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
4º  Admite-se a opção de que trata o <b>caput</b> para conglomerado prudencial
integrado por instituições do Grupo II e por fundo de investimento em direitos
creditórios (FIDC) que cumpra os requisitos para ser considerado como
securitização de menor risco nos termos do art. 4º, § 1º.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
5º  Admite-se a opção de que trata o <b>caput</b> para o conglomerado
prudencial constituído por instituições do Grupo II ou por instituições do Grupo
III e  por instituição de pagamento.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
6º  ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- participação de não controladores é a parcela do capital da subsidiária não
detida, direta ou indiretamente, pela instituição líder do conglomerado.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
9º  ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV
- ...................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a)
no capital social de entidades não integrantes do conglomerado prudencial; </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
em instrumentos elegíveis à composição de Capital Principal, de Capital
Complementar e de Nível II, conforme definido em regulamentação específica, de
instituição não integrante do conglomerado prudencial;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI
- créditos tributários decorrentes de diferenças temporárias que dependam de
geração de lucros ou receitas tributáveis futuras para sua realização; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VII
- créditos tributários decorrentes de prejuízos fiscais e de base negativa de
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido e os originados dessa contribuição
relativos a períodos de apuração encerrados até 31 de dezembro de 1998,
apurados nos termos do art. 8º da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de
agosto de 2001.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  O ajuste prudencial de que trata a alínea “a” do inciso IV do <b>caput</b>
inclui os  investimentos em qualquer instrumento conversível em participação
societária na entidade investida ou que possa ser extinto unilateralmente. </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  O ajuste prudencial previsto no inciso V do <b>caput</b> não se aplica à
parcela de participação de não controladores detida, direta ou indiretamente,
pelo controlador da instituição líder do conglomerado.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
3º  Não está sujeito a dedução o valor das quotas-partes correspondentes a
participações de cooperativas de crédito no capital de cooperativas centrais de
crédito ou de confederações de crédito.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
11. 
..........................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- RWA<sub>RCSimp</sub>, relativa às exposições ao risco de crédito sujeitas ao
cálculo do requerimento de capital mediante abordagem padronizada simplificada;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III
- RWA<sub>CAMSimp</sub>, relativa à exposição em ouro, em moeda estrangeira e
em ativos sujeitos à variação cambial mediante abordagem padronizada
simplificada; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV
- RWA<sub>SP</sub>, relativa ao cálculo do capital requerido para os riscos
associados a serviços de pagamento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">................................................................................................................”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
19.  A instituição optante pela metodologia simplificada de que trata esta
Resolução deve implementar estrutura simplificada de gerenciamento contínuo de
riscos que seja:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- compatível com o modelo de negócio, com a natureza das operações e com a
complexidade dos produtos, dos serviços, das atividades e dos processos da
instituição; </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- proporcional à dimensão e à relevância da exposição aos riscos, segundo
critérios definidos pela instituição; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III
- adequada ao perfil de riscos da instituição.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  A estrutura de gerenciamento de que trata o <b>caput</b> deve ser unificada
para as instituições integrantes de um mesmo conglomerado prudencial, definido
nos termos da Resolução CMN nº 4.950, de 30 de setembro de 2021.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  A estrutura de gerenciamento de que trata o <b>caput </b>deve considerar os
riscos associados ao conglomerado e a cada instituição individualmente, bem
como identificar e acompanhar os riscos associados às demais entidades
controladas por seus integrantes ou das quais estes participem.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
19-A.  No caso de cooperativa de crédito, admite-se o gerenciamento contínuo de
riscos realizado por meio de estrutura centralizada, nos termos do art. 4º, §§
1º a 4º, da Resolução nº 4.557, de 2017.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo
único.  O exercício da faculdade de que trata o <b>caput</b> não exime a
responsabilidade da administração de cada cooperativa de crédito pelo
gerenciamento contínuo de riscos nos termos desta Resolução, incluindo a
designação, perante o Banco Central do Brasil, do diretor de que trata o art. 28.”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
21.  ..........................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- políticas, estratégias, rotinas e procedimentos de gerenciamento de riscos,
claramente documentados;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- reporte, para o conselho de administração da instituição, das exceções às
políticas mencionadas no inciso I;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  Os processos relativos ao gerenciamento de riscos devem ser avaliados
periodicamente pela auditoria interna das instituições.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  Para as cooperativas singulares optantes pela metodologia facultativa
simplificada de que trata esta Resolução que sejam integrantes de sistemas de
dois ou de três níveis, a avaliação periódica de que trata o § 1º é de
responsabilidade da cooperativa central ou da confederação.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
3º  O monitoramento do nível de liquidez, de que trata o inciso III do <b>caput</b>,
deve considerar todas as operações praticadas nos mercados financeiro e de
capitais, assim como possíveis exposições contingentes ou inesperadas,
incluindo as associadas a serviços de liquidação, a prestação de avais e
garantias, e a linhas de crédito e de liquidez contratadas e não utilizadas.”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
23. 
..........................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- critérios de decisão quanto à terceirização de serviços e de seleção de seus
prestadores, incluindo as condições contratuais mínimas necessárias para
mitigação do risco operacional;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III
- infraestrutura de TI que assegure integridade, segurança e disponibilidade
dos dados e dos sistemas de informação utilizados; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  No caso de terceirização de serviços de TI, o respectivo contrato de
prestação de serviços deve estipular que:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- a contratante terá acesso aos dados e às informações sobre os serviços
prestados; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- o Banco Central do Brasil terá acesso a: </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a)
termos firmados;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b)
documentação e informações referentes aos serviços prestados; e </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c)
dependências do contratado.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">................................................................................................................”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
28.  A instituição optante pela metodologia simplificada de que trata esta Resolução
deve designar perante o Banco Central do Brasil diretor responsável pela
estrutura simplificada de gerenciamento contínuo de riscos.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  Compete ao diretor responsável pela estrutura simplificada de gerenciamento
contínuo de riscos:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- supervisionar o desenvolvimento, a implementação e o desempenho da estrutura
simplificada de gerenciamento de riscos, e garantir seu aperfeiçoamento;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- subsidiar e participar do processo de tomada de decisões estratégicas
relacionadas ao gerenciamento de riscos, auxiliando o conselho de
administração; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III
- supervisionar os processos e controles relativos à apuração do montante RWA<sub>S5</sub>
e ao requerimento mínimo de PR.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  Desde que assegurada a inexistência de conflito de interesses, incluindo
conflitos associados às atividades executadas por unidades de negócios,
admite-se que o diretor indicado desempenhe outras funções na instituição.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
3º  O Banco Central do Brasil deve ser informado sobre a indicação da
instituição integrante do conglomerado prudencial responsável pelo disposto
nesta Resolução, à qual compete designar o diretor responsável pelo
gerenciamento de riscos de que trata o <b>caput</b>.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
32-A.  Caso identifique inadequação ou insuficiência no gerenciamento de
riscos, o Banco Central do Brasil poderá determinar seu aperfeiçoamento sem
prejuízo da determinação da adoção de medidas prudenciais preventivas previstas
na Resolução nº 4.019, de 2011.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
32-B.  Devem ser mantidos à disposição do Banco Central do Brasil por cinco
anos: </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- a documentação relativa à estrutura de gerenciamento de riscos; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- os relatórios de que trata esta Resolução.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm -0.05pt 6pt 0cm;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 5º  A Resolução nº 4.677, de 2018, passa
a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
8º 
............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º 
.................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XII
- as exposições relativas a depósitos judiciais efetuados por instituição
enquadrada no S2, S3 ou S4; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">XIII
- as exposições relativas a disponibilidades e aplicações com prazo de
vencimento de até um ano efetuadas na respectiva matriz por subsidiária ou
agência de instituição estrangeira enquadrada no S2, S3 ou S4.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">................................................................................................................”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
22.  ..........................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º 
.................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V
- as exposições deduzidas para fins do cálculo do PR<sub>S5</sub>, nos termos
da Resolução nº 4.606, de 2017; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI
- as exposições relativas a depósitos judiciais.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">................................................................................................................”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm -0.05pt 6pt 0cm;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 6º  A Resolução CMN nº 4.955, de 2021,
passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
3º ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Parágrafo
único.  A apuração do PR de instituições financeiras e demais instituições
autorizadas pelo Banco Central do Brasil integrantes de conglomerado prudencial
liderado por instituição de pagamento deve observar a regulamentação aplicável
a esse tipo de conglomerado.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
4º  ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I
- ......................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">e)
às contas de resultado credoras;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II
- .....................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d)
às contas de resultado devedoras;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">................................................................................................................”
(NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 7º  A Resolução
CMN nº 4.958, de 2021, passa a vigorar com as seguintes alterações:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
2º  ............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
1º  Os requerimentos mínimos mencionados no <b>caput</b> devem ser apurados de
forma consolidada para instituições integrantes de conglomerado prudencial, nos
termos do Padrão Contábil das Instituições Reguladas pelo Banco Central do
Brasil (Cosif).</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
2º  Para as instituições financeiras e demais instituições autorizadas pelo
Banco Central do Brasil integrantes de conglomerado prudencial liderado por
instituição de pagamento, os requerimentos mínimos mencionados no <b>caput</b>
devem ser apurados em bases consolidadas, na forma da regulamentação aplicável
a esse tipo de conglomerado.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">“Art.
3º 
............................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">IV
- RWA<sub>MINT</sub>, relativa às exposições ao risco de mercado sujeitas ao
cálculo do requerimento de capital mediante modelo interno autorizado pelo
Banco Central do Brasil;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">V
- RWA<sub>OPAD</sub>, relativa ao cálculo do capital requerido para o risco operacional
mediante abordagem padronizada; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">VI
- RWA<sub>SP</sub>, relativa ao cálculo do capital requerido para os riscos
associados a serviços de pagamento.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">.........................................................................................................................</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin:0cm 1cm 6pt 70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">§
3º  A parcela RWA<sub>SP</sub> aplica-se apenas à instituição enquadrada no
Segmento 2 (S2) ou no Segmento 3 (S3) ou no Segmento 4 (S4), nos termos da
Resolução nº 4.553, de 2017.” (NR)</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 8º  Ficam
revogados:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - a partir de 1º de
janeiro de 2023:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) o inciso I do § 5º
do art. 2º da Resolução nº 4.553, de 2017;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) <a name="_Hlk119074098">os seguintes dispositivos da Resolução nº 4.557, de 23 de
fevereiro de 2017:</a></span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">1. o art. 3º; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">2. os arts. 61 a 64;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) os seguintes
dispositivos da Resolução nº 4.606, de 2017:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">1. as alíneas “a” e
“b” do inciso II do art. 6º;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">2. o inciso VIII e o
parágrafo único do art. 9º;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">3. o parágrafo único
do art. 19;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">4. o parágrafo único
do art. 21;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">5. o inciso III do §
1º do art. 23; </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">6. os incisos I a III
do art. 28; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">7. o art. 31;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - a partir de 1º
de julho de 2023, o parágrafo único do art. 2º da Resolução CMN nº 4.958, de
2021; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - a
partir de 1º de janeiro de 2024:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) os seguintes
dispositivos da Resolução nº 4.677, de 2018:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">1. o inciso XIV do §
1º do art. 8º; e </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">2. o inciso VII do §
1º do art. 22; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoBodyText2" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) <a name="_Hlk119074077">a Resolução nº 4.744, de 29 de agosto de 2019</a>.</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Art. 9º  Esta
Resolução entra em vigor:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">I - em 1º de
janeiro de 2023 quanto às seguintes alterações e inclusões:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) no art.
3º da Resolução nº 4.282, de 2013;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) no art.
2º da Resolução nº 4.553, de 2017;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span lang="EN-US" style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c)
no art. 1º, art. 6º, art. 9º, art. 19, art. 19-A, art. 21, art. 23, art. 28,
art. 32-A e art. 32-B da Resolução nº 4.606, de 2017; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">d) no art.
4º da Resolução CMN nº 4.955, de 2021; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">II - em 1º de julho de 2023 quanto às
seguintes alterações:</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) no art. 3º da Resolução CMN nº
4.955, de 2021; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) no art. 2º da Resolução CMN nº
4.958, de 2021; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoListParagraph" style="margin:0cm 0cm 6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">III - em 1º de janeiro de 2024 quanto às
seguintes alterações: </span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">a) no art. 2º
e no art. 11 da Resolução nº 4.606, de 2017;</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">b) no art.
8º e no art. 22 da Resolução nº 4.677, de 2018; e</span></p><div style="text-align:justify;">
</div><p class="MsoNormal" style="margin-bottom:36pt;text-indent:70.9pt;text-align:justify;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">c) no art.
3º da Resolução CMN nº 4.958, de 2021.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center" style="text-align:center;"><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Roberto de Oliveira Campos Neto<br></span><span style="font-family:calibri;font-size:17.3333px;">Presidente do Banco Central do Brasil</span></p>
</div>
</div>
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